Secundaristas de SP unificam luta com professores e universitários

Enviado por Romério Rômulo

Da Rede Brasil Atual

Secundaristas de SP querem unificar luta com universitários

São Paulo – Estudantes secundaristas decidiram ontem (20) em assembleia em São Paulo unificar a luta com a de professores e estudantes universitários do estado. O movimento quer ampliar o alcance do movimento em defesa do ensino público e as denúncias de ações policiais violentas de que têm sido vítimas – a exemplo da repressão sofrida na última quarta-feira (18), durante ato pacífico de protesto contra a crise da merenda e a deterioração da educação.

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6 comentários

  1. A resposta é excelente, e a repressão indica só uma coisa, MEDO.

    Talvez alguns podem pensar que a palavra MEDO esteja sendo utilizada para qualificar o espírito dos estudantes, porém é exatamente ao contrário, quem tem medo neste momento são as forças de repressão.

    A reação truculenta da polícia militar indica que esta está com MEDO, mas este medo não parte dos soldados ou dos comandentes locais, mas sim de instâncias bem superiores, mas superiores mesmo que até saem das nossas fronteiras, pois os movimentos sociais podem passar a ser incontroláveis.

    Tenho insistido aqui em vários pontos, as forças de repressão no Brasil são extremamente limitadas, nos Estados Unidos o poder central dispõe de uma Guarda Nacional que em última instância pode agir como solução final a conflitos, no Brasil, não temos este tipo de tropa e as próprias forças armadas não estão treinadas, não possuem equipamento adequado e nem efetivos confiáveis para uma solução final de conflitos.

    As polícias militares estão praticamente numa situação de stress, ou seja, se forem exigidas mais do que são na missão de repressão podem inclusive tomar direções contrárias a desejada pelos comandantes do golpe.

    É muito diferente atirar naquilo que se convencionou chamar de “marginal” do que atirar num aluno da rede pública, pois vários desses alunos são parentes destes mesmos de soldados, semi-oficiais e oficiais. Não adianta um ministro da justiça interino ou mesmo um secretário da segurança emitir uma ordem de uso de munição letal contra manifestantes, que numa situação limite possível de ser atingida a medida que todos os movimentos se organizarem e unificarem e subirem o nível de protesto.

    MEDO é a melhor palavra que define o governo interino de Temer.

    • Poder e Violência

      Grosso modo: Hannah Arendt relaciona poder a consentimento. Daí podemos entender a sua ideia de que poder (consentimento/legitimidade) e violência são opostos. Onde não há poder  há violência. Transpondo para a nossa realidade, podemos entender que a violência crescente que vemos por parte do governo federal et caterva comprova o que muitos de nós já sabe: a sua falta de legitimidade, de consentimento. 

  2. Desobediência Civil

    A resistência terá melhores resultados quanto maior for a união das forças democráticas.

    Neste momento histórico temos condições de mudar o Brasil.

  3. MÍDIA INTERNACIONAL

    MÍDIA INTERNACIONAL REPERCUTE: AUMENTAM EM TODO MUNDO E DE MODO EXPONENCIAL MANIFESTAÇÕES CONTRA O GOLPE DE ESTADO OCORRIDO NO BRASIL!!!!

  4. Secundas!

    Esses Secundas são muito massa, tam muita moral pra dar e vender para os universitários e professores. É oxígênio!

    Parabéns guris guerreiros desse Brasil!

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