Dilma, Campos e Marina, o jogo sem a polarização do passado

Ao pedir ao STF (Supremo Tribunal Federal) a aplicação da pena máxima ao núcleo político do mensalão, em seu artigo deste domingo para o Estadão (http://glurl.co/c3A), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso exercita a máxima de que a política é a arte da hipocrisia. Um dos pactos tácitos da transição para o governo Lula foi o não levantamento de problemas ocorridos no governo FHC. E, do lado do PT, o negociador foi José Dirceu.

Os últimos dias casaram decisões fundamentais para o desenho das eleições de 2014, e a celebração dos direitos na Constituição cidadã. Em seu artigo,  FHC limitou-se a criticar o apego do STF ao formalismo das leis e exigir a punição.

Mas é o de menos. O importante é a leitura política do artigo.

Ontem, após o anúncio do pacto Eduardo Campos-Marina Silva, pareciam claros os caminhos que ele e Aécio Neves irão seguir daqui por diante:

1. Campos reforçará o discurso de “melhorar o que já existe”.

2. Se não conseguir desenvolver um discurso alternativo, o PSDB ficará cada vez mais prisioneiro do bordão único do “antipetismo”.

O artigo de FHC não deixa dúvidas quanto a isso: não conseguirá.

Esse impasse programático me fez lembrar dois analistas.

Um, o ex-presidente José Sarney, talvez o político de maior “feeling” da República que, em 2009, concedeu-me entrevista analisando os novos tempos de organizações sociais e de Internet, da crise da política convencional e dos partidos, dos paralelos entre Getúlio e Lula. Sobre 2010, foi taxativo: o PSDB acabou, não conseguirá se preparar para os novos tempos; a oposição nascerá do seio das forças que apoiam o governo Lula.

O segundo, o trabalho de André Singer sobre o lulismo, logo após a mudança de governo. Ele compara com os Estados Unidos pós-Roosevelt. Em alguns momentos da história, diz ele, alguns líderes trazem um discurso tão forte que mudam a agenda política. Até partidos de oposição, se quiserem conquistar o poder, terão que se pautar pela nova agenda.

A nova sociedade de massa e a oposição viável

Algum tempo antes, em 2010, eu já tinha procurado alguns paralelos mais antigos com os Estados Unidos e a ascensão da democracia de massa.

No artigo “A oposição e a democracia de massa”, de 26 de junho de 2010 (http://glurl.co/c38) alertava para o que ocorreu com o Partido Democrata nos Estados Unidos de meados do século 19, quando o republicano  Andrew Jackson percebeu o advento da sociedade de massas.

“Por não entender os novos tempos, o Partido Democrata norte-americano perdeu o bonde das eleições da Guerra da Secessão até a eleição de Franklin Delano Roosevelt, nos anos 30”. Justamente por não ter conseguido engatar seu discurso aos novos tempos.

E apresentava o que julgava ser o discurso de uma oposição viável e produtiva:

“Em cima dessas lições históricas, os princípios para uma oposição viável:

1.    O desenvolvimento é um sistema integrado, atendendo a todas as partes. Mas não será viável nenhum projeto político que não contemple os excluídos, as novas classes sociais e o desenvolvimento regional. Se não entender a era da democracia de massa, dança.

2.    Nesses processos de grandes mudanças, sempre haverá o choque entre a civilização (os que procuram uma transição pacífica) e a barbárie. O pior que poderia acontecer para o país seria a radicalização de qualquer lado. Nos EUA, levou à Guerra da Secessão, anos depois.

É sobre esses pontos que deverão se debruçar os novos líderes da nova oposição que surgirá. E, aí, trata-se de uma luta civilizatória. Se o estilo FHC/Serra prevalecer, até por falta de condições de rachar o país, a oposição desaparecerá – e o país pagará um custo altíssimo de não ter uma alternativa de poder. Se prevalecer a visão dos novos líderes, poderemos entrar em uma era de democracia estável”.

O fim do bipartidarismo

A nova pauta já foi dada pelas manifestações de junho passado, antecipando em alguns anos o que analistas previam: da ascensão das novas classe, agora amparada pelas redes sociais, nascerá um cidadão muito mais exigente, muito menos comprometido com a polarização imposta pela ditadura, cuja pauta de reivindicações está dada:

1.     O Estado tem que ter como foco o cidadão consumidor de serviços públicos.

2.     Tem que se aumentar a inclusão, mas também aumentar a eficácia do Estado.

3.     Polarização política  só interessa para os que não conseguem atuar fora dela. Não para a maioria dos eleitores.

Essa visão binário marcou a ditadura, com a polarização Arena-MDB. E, depois, a pós-ditadura quando, após idas e volteios, o jogo de concentrou na disputa PSDB-PT.

No segundo mandato, Lula se distanciou dessa polarização, tentando se transformar na síntese de todas as forças. Dilma também se afastou do petismo clássico, até exagerando no distanciando da parte mais virtuosa, a dos movimentos sociais. Campos e Marina levantam bandeiras abrangentes, muito distantes da polarização política restritiva de hoje.

O único que preserva a polarização é o PSDB, através da herança maldita de FHC.

Mesmo após as manifestações de junho, o sociólogo FHC continuou preso ao esquematismo dos conflitos de classe propondo – sempre de forma genérica e superficial – que o PSDB ampliasse seu papel de representante da classe média contra o que chamava de populismo do governo.

As manifestações de junho trouxeram à tona um novo tipo de ativismo, de um pessoal sem lembrança dos anos de chumbo, sem ligação histórica com os partidos, sem o pensamento esquemático que dominou a geração anterior. Por vaidade ou superficialidade, em nenhum momento FHC incluiu o povo no seu discurso, mantendo o mesmo desprezo de seus tempos de presidente, no qual a inclusão de qualquer tema que envolvesse povo era considerado populismo desqualificador, mal visto nos salões.

Desde que assumiu a presidência do PSDB, Aécio colocou em marcha projetos de rede, visando levantar a experiência do PSDB em vários municípios para, a partir daí, levantar algo que, mesmo de longe, possa sugerir um “modo PSDB de governar.

Dificilmente conseguirá. O partido continua com alergia em pronunciar a palavra povo, direitos sociais, modelos participativos. E seu laboratório maior, São Paulo, é um deserto de ideias e experiências.

Essa foi a herança maldita que FHC legou ao PSDB: um projeto sem povo.

Os novos tempos

Campos e Marina elaborarão o discurso da continuidade, no qual estarão presentes dois elementos centrais: o da inclusão e dos direitos da cidadania de Marina (na qual o meio-ambiente será a versão moderna) e a eficiência gerencial de Campos.

Por seu lado, Dilma terá a apresentar os resultados do Brasil Sem Miséria e do Bolsa Família, a consolidação dos programas de educação, Luz para Todos e outras peças de cidadania.

Os dois lados têm suas vulnerabilidades.

Marina terá dificuldade em coadunar o discurso modernizante com a visão moral evangélica. Campos terá dificuldade em explicar suas alianças e compatibilizar o discurso interno com o novo. Saul Leblon batizou o novo discurso de ecoliberalismo ou algo semelhante. Será por aí.

Dilma ainda está exposta a críticas sobre seu modelo de gestão

Mais do que isso, como salientados por vários comentaristas do Blog, os partidos terão que se reinventar. Os novos lances políticos colocam o desafio da renovação de conceitos, da superação das polarizações binárias, das maneiras de encarar a explosão de participação e de propostas trazidas pelas redes sociais.

Mas pode se estar no início de uma disputa virtuosa, programática, capaz de enriquecer o debate político nacional.

Processos históricos são inevitavelmente lentos. Mas, a cada novo episódio, o velho vai sendo enterrado.

151 comentários

  1. Dilma, Campos e Marina, o jogo sem a polarização do passado

    Com a ida de próceres da direita nacional como Bornhausen, Heráclito, Caiado e cia para o PSB, é este partido que deve assumir as bandeiras da direita nacional que o PSDB nunca conseguiu tomar para sí a contento da direita. Para contentar marineiros, caiadistas e também gente como Bornhausen, o PSB vai ter que fazer uma guinada programática que não será só a do manter o que esta bom e modificar o que precisa ser modificado. Esta turma não quer melhorar o que esta bom. Quer acabar com o que esta bom e mudar. Por isto que o discurso da Marina já fala em Chavismo do PT. A guinada é a direita para derrotar o projeto de mudanças em andamento no país desde a era Lula.

    • PSB ou PFL é o partido do Eduardo Campriles?

      Se o PSB tem nomes de peso de um Bornhausen (grande presidente do PFL), Heráclito (grande referência tucana no Senado) e o Caiado (grande representante do latifúndio assassino, improdutivo e escravista), o PSB não se transformou no PSDB, ele se tornou o PFL!!!!

      Eduardo Campriles é o dono do PSB, digo PFL!

  2. Campos pode até ser, mas

    Campos pode até ser, mas Marina jamais levantará a bandeira da continuidade, ela não vai querer contiuar o que odeia. Ao denunciar o “chavismo” no PT ela afronta diretamente Lula e todos os petistas. É como se Lula, com toda a dimensão mundial que ganhou, tivesse sido teleguiado por Chaves e não o contrário. Marina é autoritária e desagregadora. Quando se postou contra as usinas hidro-elétricas na amazônia, ela demonstrou seu atraso intelectual. O que é melhor,  uma amazônia desenvolvida e anexada finalmente ao nosso país, ou uma amazônia dividida entre milhares de ongs estrangeiras a saquear nosso patrimônio? Ou o Brasil assume a amazônia ou alguém vai assumir. 

  3. Eduardo Campos e Marina

    Será que Marina dará o golpe no PSB e assumira como candidato a presidente? Eduardo Campos será o vice de alguem que declarou acabar com o “Chavismo do PT”? O que ela quer dizer com isto? Chega de governo social? Chega de distribuição com renda? Chega de criar empregos? Esta é a política do Itau, seu patrão, que pede para elevar o juros, reduzir o consumo, aumentar a taxa de desemprego e que deve bilhões a receita federal já declarou que não paga! Tem algum doido para votar nisto?

  4. !

    herança maldita que FHC legou ao PSDB: um projeto sem povo.

    está perfeito! agora, por favor, já passou da hora de deixar de repercutir esse defunto político.

    o fim do bipartidarismo… os novos tempos…

    puro wishful thinking. neste exato momento, Serras e Campos estão disputando a unhas e dentes o generoso apoio da avenida paulista!

  5. ” Campos e Marina levantam

    ” Campos e Marina levantam bandeiras abrangentes, muito distantes da polarização política restritiva de hoje”

    Bandeiras abrangentes Nassif ?

    O Eduardo Campos até agora só disse que pode mais.

    Ok ! Pode mais o que ? e como ? de onde virá o dindin ?

    A Marina e o mais do mesmo, só está preocupada com capim, bagre e sustentabilidade, duvido que o povo saiba o que é isto.

    Para o pobre mortal que vos escreve, para que possa enxergar as bandeiras abrangente, só desenhando, e por favor em 3D para que fique mais visível.

  6. A polarização eterna

    A polarização eterna realmente não parece ser boa; porém nos EUA, citado no texto por Nassif, só existem dois partidos. Então o grande problema não é a polarização de partidos e sim de ideologias. Quando esses partidos não se adaptam a mudança dos tempos como demonstra o FHC/Serra e parte do PT, a população tem o poder de mudá-los, desde que novas idéias surjam.

    Veremos se o Eduardo Campos conseguirá realmente ocupar esse espaço , porque há muito tempo quem realmente faz oposição ao governo Dilma é a mídia e o PMDB, o PSDB já dava sinais que iria acompanhar o mesmo destino de DEM e agora parece que realmente o fará conpanhia no ostracismo.

     

  7. Novos tempos

    Prezado LN.

    De fato os últimos movimentos de Aécio demonstraram que o ranso tucano é maior do que qualquer projeto de renovação. Por outro lado, o estilo centralizador e de pouco diálogo de Dilma abriram outro flanco para a entrada da terceira via. Portanto, como fenomeno histórico, o momento é totalmente adequado ao lançamento da dita terceira via.

    Marina e Campos terão sua “learning curve”. Campos precisará se firmar nacionalmente e a realidade transformará o sectarismo de Marina. E para mim este é o maior desafio. As lições dos anos Collr estão aí, vivas. Além disso, Marina no poder, por exemplo, teria que expadir a geração de energia a uma média de 5GW/ano. O faria sem hidrelétricas?

    Enfim, os problemas puxarão Marina para o centro. Ou ela não sobreviverá.

     

  8. Começo,para agora não

    Tudo que foi citado no post.o seu mote principal,é um inicio de algo,mas que ainda se vale do velho.A polarização nas eleições entre PT e PSDB finda nestas eleições,ma continua agora o o PSB,que ira ser o desaguadouro,alias ja é do que resta do DEM,PSDB e PPS,só que não etara preso a miqueismo a redundancia anti PT,ética,moralismo cobtra o vilçao.E mais que isso o fator economico tem peso,a comida namesa,o emprego,iflação sobre controle,é isso que pesa na urna,para a imensa maioria da população,que nãio vai trocar o certo pelo duvidoso,Nas eleições de 2018 teremos sim um quadro como se pinta.Mas a próxima eleição,mesmo havendo segundo turno Dilma leva,e olha que ainda não computamos os resultados que virão do programa mais médicos na popularidade da presidente.

  9. O que é o PSB ? é a questão.

      Se acabar o bipolar vai começar o monopolar, será que ninguém percebeu que a tal terceira via já é ocupada pelo próprio PT ? o PSB não vai conseguir ocupar um espaço já ocupado, o PT , por sua vez não precisa se mexer quanto à isso, já tem um lugar consolidado, tudo o que o PSB pode pretender é continuar com a parte que já lhe cabia nesse latinfúndio, mantendo seus governadores, como ele  vai conquistar o eleitorado do PT sendo um PT cover ? se insistir nisso vai sumir, ou até voltar com o rabo entre as pernas para o governo se juntando ao PMDB.

        Está claro que não é uma opção à esquerda do PT, só poderia ser à direita, ou seja, um novo PSDB com o mesmo apoio da mídia e sem o desgaste acumulado por serra e cia, mas me parece que serra ainda tem a mídia na mão se sair candidato, o que mudou realmente o cenário foi o fim do engodo Marina Silva.

  10. Aqui no Ceará, com a derrota

    Aqui no Ceará, com a derrota de Tasso Jereissati para o Senado em 2010, o PSDB recebeu, naquele ano, a sua extrema-unção. Depois desse episódio, não conseguiu sair mais da UTI dos partidos políticos em estado terminal. Na semana passada, os aparelhos foram desligados e o PSDB cearense, que já vinha em processo de morte cerebral, morreu de vez, com o voo dos últimos tucanos deputados estaduais, que abandonaram o nefasto ninho, em busca de sobrevivência em outros partidos políticos. Não se dando por morto, o PSDB cearense fez uma campanha e conseguiu filiar vários médicos que hostilizaram os cabanos do projeto Mais Médicos aqui no Ceará, ou seja, como diz o adágio nordestino, além de queda coice.

    Edmar Melo.

  11. ótimo artigo

    Achei excelente a análise, Nassif. Não compreendo você jamais fazer alusão à falta de caráter de Eduardo Campos, a não ser que considere normal o super-pragmatismo dele. Abraço!

  12. Daqui até o fim das eleições

    Daqui até o fim das eleições de 2014 teremos uma debandada de tucanos para os novos partidos, muito pior que a sangria sofrida pelo PFL. Vai sobrar aquela trupe da privataria abraçada, perguntando onde foi que eles erraram ? E da-lhe mais um golinho de Château Margaux, que ninguém é de ferro.

  13. Tenho dúvidas. Enquanto

    Tenho dúvidas. Enquanto  perdurar o calor da celebração,passada a fugaz e assexuada lua- de- mel,os nubentes  revelarão suas   reais identidades. Quem cederá,  em nome  da harmonia conjugal  ao outro  propostas exóticas e degustá-las como gelado sorvete numa escaldante  tarde  de sertão pernambucano ou nos seringais de Xapuri?

    E,os projetos  pessoais que definiriam  atitudes, graves decisões,contingentes de aliados,mandatos em jogo,propostas mobilizadoras,contribuições de toda ordem, qual o destino  se dará eles?

    Água e azeite. Contrariando os  especialistas  reais  e pretensos,o Planalto não está preocupado,nem Dilma perdeu o sono nem tampouco perderá.

    Isso tudo, apesar   de Merval Pereira,o “coach”  ,”ad hoc”, da Rede e  sua  “Big Star”,resultará  em  abundante água de bacalhau…

     

  14. http://www1.folha.uol.com.br/

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/10/1352545-marina-diz-que-foi-vi

     

    “No encontro ocorrido em sua casa, e que só terminou por volta das 5h de ontem, Marina disse que sua Rede Sustentabilidade foi vítima de “chavismo” pela tentativa de aprovação no Congresso de projeto que sufocava as novas legendas e pelo alto índice de rejeição de assinaturas de apoio em cartórios como o do ABC Paulista, reduto do PT. “

     

    Pelo que sei, não há nenhum dono de cartório no ABC paulista que seja petista. Ao contrário, a grande maioria é formada por  tucanos ou demistas. Essa acusação de Marina é pura mentira.

    Acho que o post se iludiu quanto a Marina. Ela será herdeira do modo jserra de fazer política. É uma mulher rancorosa e repleta de ódio. Ela está indiretamente mais próxima de jserra e FHC do que de Eduardo Campos.

  15. Gente, fala sério! Marina

    Gente, fala sério! Marina Silva, quando esteve pré candidata, qual foi seu projeto? seu discurso? Eduardo Campos, pré candidato, qual é seu discurso? Qual seu projeto? O Único projeto  que os unem são os rancores contra Lula, Dilma e o PT. Marina Silva, conservadora e Eduardo Campos, pragmatíco, para não dizer de direita, socialismo é a grife. A exemplo do PSDB, que depende única e exclusivamente da mídia reacionaria, a aliança entre o PSB e o partido clandestino Rede, dependerá única e exclusivamente da mídia reacionária e das elites inescrúpulosas para tentar forçar um segundo turno com a Presidenta Dilma Rousseff. Provado já está,  que a única oposição neste pais são os desonestos e mafiosos meios de comunicações e os empresários sabotares. O resto é marolinha.

  16. A responsabilidade do

    A responsabilidade do STF

    Fernando Henrique Cardoso – O Globo

    Só quando instado por jornalistas, opinei sobre o processo chamado “mensalão”. E não entrei na seara que é própria dos juízes: que réus deveriam ser absolvidos ou condenados e, neste caso, a quantos anos. Pessoalmente não me movem impulsos punitivos e muito menos vingativos. A maioria dos réus não cruzou comigo na vida pública; em geral seus modos de agir e pontos de vista políticos não coincidem com os meus. Mantive, é certo, um relacionamento cordial com os que tiveram mandato parlamentar. Embora entendendo as reações de indignação dos que pedem punição rápida, achei que não deveria entrar neste coro. É óbvio que existe nas ruas um sentimento de dúvida, quando não de revolta, com os resultados ainda incertos do julgamento. Afinal, para a maioria dos brasileiros, trata-se de uma das poucas vezes em que habitantes do “andar de cima”, como se os qualificam no falar atual, estão no pelourinho.

    Agora, quando boa parte das águas já rolou, dá para comentar de modo menos emotivo o que aconteceu na fase quase final do julgamento e seus possíveis desdobramentos. Não cabem dúvidas de que a sensação de impunidade que a maioria das pessoas sente decorre menos das decisões do que da demora no término do processo. Há várias explicações para tal demora: a complexidade do julgamento com pessoas de tão alta responsabilidade política; o STF não estar habituado e talvez nem preparado para atuar como instância penal originária; os Códigos de Processo que abrem espaço a um sem-número de recursos, etc. Para o povo, nada disso é compreensível ou justificável. Por que demorar tanto?

    Na primeira fase, a competência do ministro relator, ao encadear as fases, e os grupos de implicados, em um enredo de lógica compreensível, e a minúcia com que os juízes debateram o caso mostraram com clareza que houve desvio de dinheiro público e privado, não apenas para cobrir gastos de campanha, como afirmou o presidente Lula, mas também para obter a lealdade de partidos e congressistas mediante recebimento de dinheiro.

    A dosimetria, no dizer juridiquês, a atribuição de penas específicas aos culpados, escapou à atenção do povo. O ponto culminante na primeira fase do julgamento foi determinar quem foram os mandantes. Independentemente da doutrina do domínio do fato, ou seja, quem, sabedor dos atos ilícitos, podia mandar seguir adiante ou interrompê-los, formou-se na opinião pública a convicção de que os mais notórios personagens, por menos rastros que tivessem deixado, foram, sim, responsáveis.

    Mesmo sem conhecimento jurídico, a maioria das pessoas formou um juízo condenatório. As decisões dos juízes comprovaram — em geral por 9 x 2, 8 x 3 ou, mais raramente, 7 x 4, quando não por unanimidade — o veredicto popular: culpados. A opinião pública passou a clamar por castigo. A decisão de postergar ainda mais a conclusão do processo, graças à aceitação dos “embargos infringentes”, recurso de que só os doutos lembravam e sabiam dizer no que consistia, caiu como ducha de água fria. Por mais que o voto do ministro Celso de Mello tenha sido juridicamente bem fundamentado, ressaltando que o fim dos embargos infringentes no STF foi recusado pela Câmara dos Deputados quando do exame do projeto de lei que suprimiu esses embargos nos demais tribunais, ficou cristalizada na opinião pública a percepção de que se abriu uma chance para diminuir as penas impostas.

    Tal abrandamento implicará mudança de regime prisional apenas a membros do “núcleo político”. Se essa hipótese vier a se confirmar, estará consagrada a percepção de que “os de cima” são imunes e só os “de baixo” vão para a cadeia. O que às pessoas mais afeitas às garantias dos direitos individuais e menos movidas por sentimentos de vingança pode parecer razoável, à maioria da população parece simplesmente manobra para que o julgamento seja postergado, nunca termine, e o crime continue sem castigo. Tanto mais que metade do Supremo encontrou argumentos para negar a vigência dos embargos infringentes naquela Corte.

    É fato notório, ademais, que todo o edifício jurídico-constitucional se constrói sobre realidades políticas. A indicação de dois novos membros do STF pelo governo, depois de tantos rumores de conversas com candidatos para comprometê-los com um comportamento brando no julgamento do mensalão, e a infausta tentativa do presidente Lula de pedir a um ministro para não votar logo o processo exemplificam a contaminação da pureza jurídica pelas pressões políticas. O último voto sobre os embargos infringentes — sem que esta fosse a intenção do ministro que o proferiu — deu a sensação de que haverá um abrandamento das penas. Sensação que se reforça quando os juízes recém-nomeados dizem que, havendo novo julgamento, poderiam opinar de modo contrário ao da maioria anterior.

    Reitero: pessoalmente não me apraz ver pessoas na cadeia. Mas isso vale para todos, não só para os políticos ou para os do “andar de cima”. E há casos nos quais só o exemplo protege a sociedade da repetição do crime. A última decisão do tribunal agrava a atmosfera de descrédito e desânimo com as instituições. Em uma sociedade já tão descrente de seus líderes, com um sistema político composto por mais de 30 partidos, em um ambiente corroído pela corrupção, com um governo com 40 ministérios, uma burocracia cada vez mais lenta e penetrada por interesses partidários, não teria sido melhor evitar mais uma postergação reforçando a descrença na Justiça?

    Ao acolher os embargos infringentes, o STF assumiu responsabilidade redobrada. Ao julgá-los, sem se eximir de ser criterioso, o tribunal deverá cuidar para decidir com rapidez e evitar a percepção popular de que tudo não passou de um artifício para livrar os poderosos da cadeia.

     

  17. Do Principe da Privataria

    Fui ler o que Dom FHC havia dito de importante sobre o julgamento do mensalão. Eu até iria comentar, mas aqui neste blog não precisa. Colo alguns trechos, pois acho que nos quesitos hipocrisia, cara de pau e justiceiro de araque, não temos sujeito melhor em nossa Republica. 

    Que a ABL o mantenha bem guardado entre os seus. Machado de Assis vos renegaria!

    Para quem tiver paciência ou quiser rir um pouco com o teatro do absurdo…

     

    “Só quando instado por jornalistas opinei sobre o processo do chamado “mensalão”. E não entrei na seara que é própria dos juízes: que réus deveriam ser absolvidos ou condenados e, neste caso, a quantos anos. Pessoalmente, não me movem impulsos punitivos e muito menos vingativos (tô rindo até agora). A maioria dos réus não cruzou comigo na vida pública; em geral, seus modos de agir e pontos de vista políticos não coincidem com os meus.

    Por mais que o voto do ministro Celso de Mello tenha sido juridicamente bem fundamentado, ressaltando que o fim dos embargos infringentes no STF foi recusado pela Câmara dos Deputados quando do exame do projeto de lei que suprimiu esses embargos nos demais tribunais, ficou cristalizada na opinião pública a percepção de que se abriu uma chance para diminuir as penas impostas.

    Tal abrandamento implicará mudança de regime prisional apenas para membros do “núcleo político”. Se essa hipótese vier a se confirmar, estará consagrada a percepção de que “os de cima” são imunes e só os “de baixo” vão para a cadeia (sera que ele esta se referindo a ele mesmo, Serra, Preciado, Malan, Gustavo Franco e la tutti buona genti que o cerca e com as quais os modos de agir e pontos de vistas coincidem com os dele ?). O que às pessoas mais afeitas às garantias dos direitos individuais e menos movidas por sentimentos de vingança pode parecer razoável à maioria da população parece simplesmente manobra para que o julgamento seja postergado, nunca termine e o crime continue sem castigo. 

    Reitero: pessoalmente, não me apraz ver pessoas na cadeia. Mas isso vale para todos, não só para os políticos ou para os do “andar de cima”. E há casos em que só o exemplo protege a sociedade da repetição do crime. A última decisão do tribunal agrava a atmosfera de descrédito e desânimo com as instituições. Numa sociedade já tão descrente de seus líderes, com um sistema político composto por mais de 30 partidos, num ambiente corroído pela corrupção, com um governo com 40 ministérios, uma burocracia cada vez mais lenta e penetrada por interesses partidários, não teria sido melhor evitar mais uma postergação, reforçando a descrença na Justiça?

  18. Nassif, excelente post.

    Nassif, excelente post. Quanto a FHC, a única coisa a dizer é que nesse Brasil das mírdias sociais, esse pulha ainda é endeusado, pois seu discurso infelizmente é reverberado não apenas pela velha mídia, mas também pelos facisbucks da vida. Mas tendo em discordar que com Campos e Marina, o jogo perde a polarização. Na verdade, a polarização é captaneada pela mídia escrota que governa o país  desde sempre, sem nunca ter ganho nenhuma eleição.  Prova disso é que os cofres públicos continuam a disposição da mídia canalha que se refestela com verbas gigantescas e patrocínios descabidos. Infelizmente, nossos governantes são apenas fantoches dessa mídia suja e inescrupulosa. Lula foi o único que tentou fugir do “quadrado” e deu no que deu. Zé Dirceu, Genoino  e o PT, partido nascido com a bandeira da necessidade de avanços sociais tão necessários para a redução da mais perversa concentração de renda do planeta, foram massacrados e transformados em pó pela velha mídia. Você mesmo diz que não há como desfazer o assassinato de reputação. E digo mais, Campos e Marina, entram em campo não para representar um pensamento novo. Muito pelo contrário. Entram em campo com as bençãos dessa grostesca mídia e com a força poderosa do capital, a quem ela reverencia e se submete. Quem for contra a mídia e o capital, está fadado ao mesmo fim de Dirceu e Genoino, que deveriam passar para a história como líderes incontestáveis das mudanças sociais promovidas no país nos últimos dez anos, mas que hoje, para os coxinhas, não passam de mensaleiros. 

    Abraço e bom final de semana,

    Roberto

  19. Primeira e última

    Primeira e última pergunta:

    Por que Eduardo Traíra Campos conseguiu fazer alguma coisa em Pernambuco?

    Por que LULA e DILMA deram tudo para ele e nada para os adversários ao redor dele…

    Só isso…

     

    Na campanha, o Lula vai perguntar para ele ou para o Povo de Pernambuco quem mais fez pelo Povo Pernambucano?

     

    Acho que você e o Azenha estão lendo muita VEJA e assistindo JN….

  20. Cuspindo para cima…

    Tenho dó do Fernando Henrique Cardoso.

    Mal sabe ele que, o que agora pede ao STF será lembrado quando os seus estiverem no banco dos réus.

    “Com a medida que julgares serás julgado”

    Sorte dele que nunca atendem aos seus pedidos.

  21. Mala sem alça

    Num pais em que mídia e juduciário fossem independentes e não braço do PSDB, o FHC já estaria preso, e olhe lá que seus crimes não chegaram nem mesmo ás barras da Justiça, dentre eles podemos citar a compra de votos para sua reeleição, a doação da Vale por míseros 3 bi de reais, há um rol de crimes não denunciados Quanto ao mensalão, sabe-se que não existiu, tratando de um crime de imprensa, tal como o foi o caso Escola Base, a difrença é que o mensalão foi um erro proposital da imprensa e sustentado pelo trio oposição-stf-pgr, segue coletânea de links

    http://www.lexometro4.blogspot.com

     

    No video abaixo alguns erros de imprensa, dentre eles o mentirão

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=0_i0lLEg924%5D

  22. Concordo desde o “Ao

    Concordo desde o “Ao  pedir…..” até o “enterrado”. Mesmo porque, sem querer desmerer as sempre lúcidas anáilises do Nassif, incorre em obviedades. Por exemplo: quem, por acaso, pode contestar afirmações do tipo “O Estado tem que ter como foco o cidadão consumidor de serviços públicos”? Ou, “tem que aumentar a inclusão, mas também a eficácia do Estado”? Estranho é anda termos que evocar essas premissas tão básicas.

    Sobre a questão da polarização: levada ao limite, como sói ocorrer de 2003 para cá, passa a ser uma disfuncionalidade para o processo político, dado que o foco excessivo em certos temas ou pontos de vista impede as “visões laterais” ou a “realidade paralela”. 

    A história é pródiga em pontificações onde o apego ensandecido ao estabelecido, ou, como diriam os eruditos, ao status quo, formam contextos que induzem a rupturas que por sua vez vão desaguar em partos que podem ser dolorosos ou não. 

    Isso de certo modo explica porque a classe política foi pega no contrapé nos movimentos de junho. De repente a “!ateralidade” passa a ser a centralidade. Estadistas são, ou serão, aqueles, ou aquelas, que a tem sensibilidade distinguir os epifenômenos dos movimentos de fundo. 

    Se minha concordância foi total isso implica em aceitar, como sutilmente entrever o texto, que Eduardo Campos e Marina sejam os “parteiros” dessa conjuntura emprenhada de perplexidades? Absolutamente, não. E por quê?

    Primeiramente, e aí me valho do belo artigo do Paulo Moreira Leite na revista Isto é, pelo caráter de farsa que se reveste a união, e os respectivos discursos, de Eduardo com Marina. Lembra bem a velha máxima de “vinhos velhos em odres novos”. Noves fora o lugar-comum do “bom gestor”, de resto altamente questionável para quem contou durante oito anos só com bonanças, quais atributos de Eduardo Campos o credenciam? Onde se escondem, ou esconderam, suas visões? Por que enquanto sócio e partícipe do Poder nesses oito anos nada fez ou falou acerca da necessidade de rupturas? Cavalgou soberbamente na onda do sucesso dos governos petistas?

    Só porque detentora do discurso(monocórdio) ecológico e a apropriação simbólica de  termos caros a esses novos tempos, a exemplo de REDE e SUSTENTABILIDADE, terá Marina Silva o aporte de dons necessários para promover efetivas mudanças? E o que falar das tremendas contradições em encampar um discurso que se quer contextualizado a uma prática de antanho que se revela nas suas alianças políticas? 

    Segundo: por que ao paradigma da essencialidade de rupturas para encetar mudanças não se pode dar vez ao das mudanças sem rupturas? De resultados  mais lentos, sim, mas sem traumas e de eficácia comprovada. 

    É por essa percepção que até esta data me proponho a votar na chapa situacionista encabeçada pela atual presidenta para dar continuidade a esse novo paradigma que com certeza incluirá as novas demandas emanadas dos diversos estamentos da sociedade. 

  23. Polarização

    A polarização PT/PSDB nunca existiu. O que existe é PT de um lado e o antipetismo fomentado pela mídia. O Psdb como partido nacional nunca existiu. Partidos nacionais só o PT e o PMDB.

    • A polarização é outra

      Concordo Remindo Sauim,

      Porém acho que existe sim uma polarização política no Brasil, mas que é fruto de uma outra polarização presente na sociedade brasileira de maneira muito forte, que se faz representar no  petismo e anti-petismo.

      É a polarização trabalhador/sindicatos versus empresários/patrões.

      Onde neste país temos empresas que tratam seus empregados como capital humano no qual deva-se investir e para o qual procura-se garantir qualidade de vida e segurança de em sua vida e de seus familiares?

      Via de regra o trabalhador brasileiro não é parceiro, não passando de “material” descartável. O que se dá de benefícios só o é feito por força de lei. E procuram recorrentemente “flexibilizar” a CLT com a falácia da maior empregabilidade.

      È a polarização entre prestadores de serviço público/privado versus usuários/clientes.

      Qual o tratamento dispensado por escolas, empresas de transportes de ônibus, planos de saúde,empresas de telefonia, aos cidadãos? Onde vemos a atitude de respeito pelo usuário, o qual, em ultima análise é quem sustenta as referidas entidades e deveriam ser a “razão” de suas existências? 

      O comum é este “cliente” ser tratado como mero gerador de recursos, entregando-lhe o serviço mínimo necessário para manter-se na atividade explorada. 

      É a polarização médico/hospital versus paciente/doente.

      Onde está valorização do ser humano como objeto primeiro e alvo de carinho, atenção e cuidados com sua saúde e bem-estar?

      O sistema todo foi transformado numa questão de ter ou não dinheiro para pagar a conta.

      É a polarização do bem-nascidos, dos que tem status, dos que obtiveram verniz social, versus os pobres, e de pouco estudo, os mal-vestidos.

      Quando teremos a sociedade utópica onde os instruídos esclarecem o não-instruidos, onde os fortes apoiam os fracos?

       

      Teríamos várias outras situações de antagonismo para exemplificar em nosso país, onde podemos identificar esses traços, que são essencialmete culturais e reafirmados constantemente pela mída (velha mídia de costumes velhos !!) ultrapassada e conservadora.

      O povo vem sendo usado, explorado, mantido “em seu lugar” por mais de 500 anos, então apesar de todas as falhas do petismo e da complexidade do mundo da política, toda vez que o PT/governo mexe um pouco nesta “polarização” da sociedade o lado “casa grande”  se agita, morrendo de medo de não mais poder usufruir de sua “senzala”

       

  24. O Carlos Imperial definiu a

    O Carlos Imperial definiu a pilantragem como a apoteose da irresponsabilidade consciente. O FHC talvez seja o supra sumo da pilantragem.

  25. polarização política e modos operandus FHC

    É Incrivel esta democracia brasileira. De um lado uma candidata que se dizia pura e apresenta assinaturas fraudulentas afim de criar seu próprio partido, do outro lado um candidato que representa a burguesia ironica e canavieira do Nordeste, onde seus representantes partidários no Ministério da Integração faz empenhis milionários para o estado de Pernambuco e se esquece que a seca assola de forma mais grave a pobre Paraíba, Alagoas, o Rio Grande do Norte e o Ceará( onde o PSB esqueceu que governa e para onde empenhou quase nada de verbas para o combate a seca). É Este candidato que espera ter o apoio dos nordestinos? O senhor Eduardo Campos e seus pelegis estão é decepcionando o resto do nordeste com estas medidas preconceituosas e descuidadas com os outros estados. Quanto aos comentários de FHC,….!!! 

  26. Nada melhorou

    Nada melhorou com a conjunção do Eduardo Campos, justamente chamado de “Caprilles” e a rainha do ódio e da hipocrisia, Marina Silva. Os dois não pensam e não têm qualquer projeto de e para o brasil. Apenas se colocam como instrumentos da mídia e do capital mais retrógrado (Globo, Natura, banco Itaú), para a tenttiva de alijar o PT do poder. A campanha de 2014 não será mais civilizada que a de 2010. Os ensaios de Marina, Aécio, Serra, FHC e Eduardo Campos já demonstram que mais uma vez prevalecerá a baixaria e a falta de propostas. Até, porque, a mídia conservadora não permitirá qualquer tentativa de se fazer Política, preferindo a política, com “p” minúsculo. O povo, porém, saberá quem realmente está interessado em encaminhar soluções e Dilma sairá vencedora.

  27. Marina Silva queimou o filme

    Marina Silva queimou o filme dela…ela devia ser candidata a presidente pelo PEN.

    Por mais que Eduardo tenha feito um bom governo, ele tem o seu calcanhar de Aquiles:

    Os apolíticos “marinistas” que protestaram na Copa das Confederações esqueceram que o governo de Pernambuco também construiu seu estádio elefante branco para a Copa?

    Sendo que Recife tinha outros estádios que poderiam ser reformados (Ilha do Retiro do Sport e Arruda do Santa Cruz).

  28. Não vou perder tempo falando

    Não vou perder tempo falando qq coisa que seja dessa criatura FHC.  Deixe-o para o  PiG  pois agora, longe do poder, ele precisará de outras fontes de renda….que lhe bastem, para sustentar apto em Paris, Rio e o escambau com asa. …e para isso ele é bom….fala justamente o que o PiG quer que seja dito….vassalo fiel que é da  casa grande…. 

    Os novos tempos?? Não..não vejo assim.  Heráclito Fortes, Bornhausen….não são novos tempos nem nunca serão….são o avesso do avesso do avesso…..com uma maquiagem de  modernismo…que não sobreviverá ao primeiro ataque.  Bom que se  lembre, que nem eleitos foram nas últimas eleições…o povo deu um basta nisso.  Trazê-los para o tatame….junto com Silas Malafaia, Felicianus, discurso criacionista, e o tão famoso gestor (aqui é preciso fazer ressalva…gestor pois teve PAC e Lula…sem isso ele não teria gerido nada….) unindo esquerda, direita. centro, extrema direita… num verdadeiro samba do crioulo doido…..não traz novidade nem representam qq coisa que seja…..muito menos novidade ou coisa boa……apenas revela o desespero e o que não farão para voltarem ao poder …!!  Poder, que já tiveram e nada fizeram…bom, façamos justa….nada fizeram para o povo…..para si, pessoas físicas, todos estão muito benz!!  Cair nesta cantilena…..??  Jamais!!  Manifestantes das ruas??  Quem eram?  O que queriam? Quem são os grupos?? Não….esses manifestantes também não me representam.  Dilma vai que é sua!!!   

  29. Essa farsa chamada FHC

    FHC é tão cara de pau que não citou nem de longe o escândalo Alstom-Simens, a rede criminosa que roubou bilhões de reais dos cofres públicos de  SP;

    Esqueceu-se também de citar que, tal como o mensalã petista, o mensalão tucano foi caso de caixa 2  eleitoral, isso foi reconhecido, pelo STF embora apenas no que diga respeito ao esquema tucano, sendo que ainda tiveram outras garantias tipo direito a serem julgados na 1a. instância, e olhe lá que, ao contrário dos petistas, os tucanos sangraram os cofres públicos com o esquema, quem restou no STF a não ser o Azeredo e mais: O Barbosa já avisou que continua sem tempo para o mensalão tucano. Ah essa farsa chamada FHC

    Por Bob Fernandes:

    Há quem diga ser uma farsa o julgamento do chamado “mensalão”. Não, não é uma farsa. É fruto de fatos. Ou era mesada, o tal “mensalão”, ou era caixa dois. Mas não há como dizer que há uma farsa. E quem fez, que pague o que fez. A farsa existe, mas não está nestes fatos.

    Farsa é, 14 anos depois, admitir a compra de votos para aprovar a reeleição em 98 -Fernando Henrique-, mas dizer que não sabe quem comprou. Isso enquanto aponta o dedo e o verbo para as compras agora em julgamento. A compra de votos existiu em 97. Mas não deu em CPI, não deu em nada.

    Farsa é fazer de conta que em 98 não existiram as fitas e os fatos da privatização da Telebras. É fazer de conta que a cúpula do governo não foi gravada em tramóias escandalosas num negócio de R$ 22 bilhões. Aquilo derrubou um pedaço do governo tucano. Mas não deu em CPI. Ninguém foi preso. Não deu em nada.

    Farsa é esquecer que nos anos PC Farias se falava em corrupção na casa do bilhão. Isso no governo Collor; eleito com decisivo apoio da mídia. À época, a polícia federal indiciou 400 empresas e 110 grandes empresários. A justiça e a mídia esqueceram o inquérito de 100 mil páginas, com os corruptos e os corruptores. Tudo prescreveu. Fora o PC Farias, ninguém pagou. Isso foi uma farsa.

    Farsa foi, é o silêncio estrondoso diante do livro “A Privataria Tucana”. Livro que, em 115 páginas de documentos de uma CPI e investigação em paraísos fiscais, expõe bastidores da privatização da telefonia. Farsa é buscar desqualificar o autor e fazer de conta que os documentos não existem ou “são velhos”. Como se novas fossem as denúncias agora repisadas nas manchetes na busca de condenações a qualquer custo. 

    Farsa é continuar se investigando os investigadores e se esquecer dos fatos que levaram à operação Satiagraha. Operação desmontada a partir da farsa de uma fita que não existiu. Fita fantasma que numa ponta tinha Demóstenes Torres e a turma do Cachoeira. E que, na outra ponta da conversa que ninguém ouviu, teve o ministro Gilmar Mendes.

    Farsa é, anos depois de enterrada a Satiagraha, o silêncio em relação a US$ 550 milhões de dólares. Sim, por não terem origem comprovada, US$ 550 milhões continuam retidos pelo governo dos EUA e da Inglaterra. E o que se ouve, se lê ou se investiga? Nada. Tudo segue enterrado. Em silêncio.

    O julgamento do chamado “mensalão” não é uma farsa. Farsa é isolá-lo desses outros fatos todos e torná-lo único. Farsa é politizá-lo ainda mais. Farsesco é magnificá-lo, chamá-lo de “maior julgamento da história do Brasil”. 

    Farsa não porque esse não seja o maior julgamento. Farsa porque se esquecem de dizer que esse é o “maior” porque não existiram outros julgamentos. Por isso, esse é o “maior”. Existiram, isso sempre, alianças ideológicas, empresariais, na luta pelo Poder. Farsa porque ao final prevaleceu, sempre, o estrondoso silêncio cúmplice.

      

     

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=nSYDYNNsgjM%5D

  30. Quando o “tema” no blog do Nassif pauta a mídia tupiniquim

    Prezados geonautas,

    Estou aqui re-vivendo as minhas análises do passado recente, como esse artigo de 15 de Janeiro de 2013, que o Nassif postou no blog dele em 19/01/13. Mas claro, tendo como pano de fundo, possíveis cenários de mudanças, entre os erros e acertos, fico com todos, inclusive com o título do artigo (Uma aposta na ruptura da polarização entre PT e PSDB, abaixo), que captou uma tendência. Vou confessar agora o que observei na época, o assunto entrou na pauta da mídia, foi amplamente comentado nos dias e semanas seguintes (claro, sem citar a fonte do blog), mas era claramente um reflexo, influência e repercussão do post no blog do Nassif. Era o peso e a credibilidade do blog do Nassif, pautando a mídia, “rapadura é doce, mas não é mole não”.

    Sds,

    http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/uma-aposta-na-ruptura-da-polarizacao-entre-pt-e-psdb?page=1

    Uma aposta na ruptura da polarização entre PT e PSDB

    sab, 19/01/2013 – 13:46 – Atualizado em 20/02/2013 – 11:54

    Oswaldo Conti-Bosso

    Comentário ao post “Dilma afirma para Eduardo Campos que será candidata em 2014

    APOSTA NA RUPTURA DA POLARIZAÇÃO ENTRE PT E PSDB DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS:

    Cenário embolado em 2014: 2° turno com Dilma e Marina, será?

    Enviado por Oswaldo Conti-Bosso, ter, 15/01/2013 – 14:56

    Autor:  

    “A maneira mais rápida de mudar a sociedade é mobilizar as mulheres do mundo”

    Caros,

    Comentários ao post do Nassif: Para entender o jogo político

    Minha aposta num cenário de ruptura da polarização entre PT e PSDB, depois de duas décadas.

    A disputa pelo poder na democracia política brasileira, ideologias a parte, “está claro” diria Mário de Andrade, promete muitas jogadas no xadrez eleitoral até 2014. Entre um cenário e outro, entre um extremo com “sangue suor e lágrimas”, e outro com “samba suor e cerveja”.

    O cenário embolado que se vislumbra, como o desafio musicado, na tradição das emboladas de “Castanha e Caju”, que tenho como pano de fundo algumas premissas e referências balizadoras:

    1- A Revista CartaCapital, edição 730,  da semana passado: “DILMA E O SEU TEMPO“- A edição especial analisa a primeira metade do governo da presidenta Dilma Rousseff. E a Revista CartaCapital dessa semana, sobre Marina e o PSDB, página 12 (página escaneada anexa),

    2- A análise do Nassif de hoje, “Para entender o jogo político“,

    3- A nova política e as eleições, por Aldo Fornazieri (16-12-12),

    4- Brasilianas de 2012 após eleições: A aposta de Marcos Nobre na candidatura de Eduardo Campos para presidente em 2014,

    5- A possível volta de Marina Silva no tabuleiro do jogo político (“O canto do cisne negro” – Heitor Villa-Lobos),

    6- Minha experiência na política desde os onze anos, sintetizado no texto: Penápolis: “a princesinha da noroeste” (07-10-12).

    É aparentemente confortável a situação política da presidenta Dilma Rousseff nesse meio de mandato, conforme as análises da maioria esmagadora na revista, e superando em popularidade o próprio Lula, inclusive na intenção de voto espontâneo. Porém, se em 2013 o crescimento for outro pibinho, como em 2011 e 2012, o gato vai subir no telhado e a porca vai torcer o rabo.

    Mas considerando que o Brasil vai crescer 3% em 2013, a Marina Silva vai formar seu novo partido, para disputar as eleições em 2014 e o Governador Eduardo Campos entrando ou não na disputa, o cenário de “o canto do cisne negro” como segunda opção, com segundo turno ou não, é possível para 2014, ou seja, uma ruptura da polarização PT-PSDB, das últimas duas décadas, e aqui eu discordo parcialmente, mas claramente, com a CartaCapital dessa semana – página 12, anexo – quando conclui: “E o PSDB continua a ser a única agremiação capaz de montar uma estrutura competitiva”.

    Em 2009, os intelectuais em debate no CEBRAP, as análises políticas (José Arthur Gianotti, Marcos Nobre e Francisco de Oliveira (post meu de 30-08-09: Canto do Cisne Negro) já apontavam um provável enfraquecimento da polarização entre PT e PSDB, com o fator Marina Silva para 2010, o fato não se confirmou, mas a votação expressiva, sem horário na TV, foi revelador.

    Marina Silva continua sendo a dissidência da base do PT mais forte até o momento (bem maior que Heloisa Helena) e de potencial peso para 2014, porque dialoga com os evangélicos e com a nova ideologia crescente verde, além de ter a simpatia de boa parte da oposição, e de ser a opção entre briga de egos entre eles.

    O cavalo arriado que Aécio Neves perdeu em 2010, na verdade não quis ir para o embate com Serra em respeito ao “Estamento” da Casa Grande, vai certamente lhe trazer mais problemas em 2014, como disse Kassab ano passado para o Lula, “o Serra não apoia o Aécio”.

    Marina Silva não pode ser considera uma anti-petista, a não ser para a ala que esta no aparelho do partido, ela até pode operar como um “cenário de normalização”.

    O artigo de Aldo Fornazieri é revelador (ele fez a observação no programa Brasilianas da TV Brasil),  a análise toca em pontos importantes para 2014, no meu modesto modo de ver, diz Aldo no artigo:

    “Em 2010 a grande surpresa foram os 20% dos votos nacionais alcançados por Marina Silva, cuja candidatura estava incursa num contexto de pouco tempo de TV, escassos recursos e débil estrutura partidária, mas articulava uma rede de apoiadores ligados a causas ambientais.”

    Caso Eduardo Campos decida entrar para a disputa, rompendo a aliança, aumenta a possibilidade de segundo turno, se Marina conseguir fazer um arco de alianças com os partidos pequenos para aumentar seu tempo de TV, se for para um segundo turno, mesmo sem vencer o embate com Dilma, já será uma vitória espetacular, e ira estar posicionada com destaque, pavimentando sua trajetória para 2018, diria a frente de Aécio e Eduardo Campos.

    A trajetória de Marina Silva, quardadas as devidas proproções, pode ser considerada como o Lula da Silva “de saia”, sem o incoveniente de correr atrás de um rabo de saiu alocado na máquina do estado. 

    O cenário de normalização que o Nassif descreve, para mim é o começo da dessendência do Lulismo, mas um “mito” não morre da noite para o dia, ou morre?

    O cenário é embolado, de rearranjos de forças políticas, claramente de crise e guerra política pela mídia, buscando, “caçando” a judicialização do Lula e o estamento da casa grande apostando tudo na sua condenação.

    Eu apostei em 2009 num segundo turno com Dilma e Marina, mas mudei de ideia em 2010, estou renovando a aposta em 2013.

    “A maneira mais rápida de mudar a sociedade é mobilizar as mulheres do mundo”, Charles Malik, ex-presidente da ONU. (“The fastest way to change society is to mobilize the women of the world”).

    Será?

    Quem viver verá!

    Campanha em 2009 chamando Marina, o PV passou, ela não: 

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=F0qA5MLXj5k

  31. Penso que a Dilma sai

    Penso que a Dilma sai ganhando nessa união de Campos (candidato a presidente) e Marina (candidata a vice).  Dilma e Campos são gestores (eu prefiro a primeira), logo esse é o campo em que a presidenta joga melhor. A Marina por outro lado seria uma candidata mais difícil, porque tem um discurso difuso, hora é conservador (religião, aborto), hora é moderno (meio ambiente, sustentabilidade), fica evidente que não tem compromisso com a lógica e a razão.  Como o PSB é do Campos e a Marina é a vice, o primeiro deve se sobrepor a última. Melhor pra Dilma. Espero ótimos debates se isso se confirmar. Quanto a FHC Nassif disse tudo é um ultrapassado.

  32. O artigo revelou que o PSDB é

    O artigo revelou que o PSDB é o outro lado da moeda do PT. O “pacto tácito” foi uma das primeiras traições do PT. As outras foram consequência.

  33. Sem polarização???

    Prezado Nassif.

    De que planeta você é?? É óbvio que haverá uma fortíssima polarização. Marina já avisou: “temos que combater o chavismo do PT”.

    A chapa Campos-Marina tem o apoio da Globo, Itaú e Natura. Por aí já se vê que 2014 será uma guerra.

    • Marina e Campos: amarguara com pimenta!

      Caro Roberto, concordo com o seu comentário integralmente. A questão deles é como derrotar o Aécio, e ir para o segundo turno com Dilma. Bem, na tentativa de se apropriar do patrimônio eleitoral de Marina, Campos tornou-se o primeiro “gigolô” da política brasileira.

    • Concordo plenamente com você

      Concordo plenamente com você Locatelli e acrescento apenas que na minha opinião a chapa Eduardo-Marina (ou seria Marina-Eduardo? Ela aceitará mesmo o papel de vice?) irá apresentar um discurso antipetista e vai ficar competindo com o Aécio para ver quem é mais antipetista. Essa competição irá desgastar ambas as candidaturas ante a opinião pública que mais uma vez notará o vazio de propostas e idéias que existe na oposição. Pode até ser “wishful thinking” meu, mas acho que o póprio discurso da Marina que você comentou, apresentando um inédito antichavismo marineiro.

      Será que a Marina não tem noção de que é a extrema direita que sustenta o discurso do “antichavismo”? Ou é justamente esse eleitorado que ela quer conquistar?

    • A ZORRA TOTAL !!!

      Concordo literalmente com seu comentário, Roberto. Aliás nada do que está acontecendo foi surpresa para mim. Desde junho pp. tenho comentado aqui, sobre quem seria a candidata da mídia e dos poderosos. Agora, a união desses  dois traíras, na minha concepção, é a verdadeira  ZORRA TOTAL!!!!     

  34. O jogo sem a polarização do

    O jogo sem a polarização do passado? Eu pago pra ver.

    O comentário de estreia da Marina sobre o “chavismo do Pt” foi um mal começo para quem advoga o novo e deve ter deixado o Serra, Malafaia, Reinaldo Azevedo, FHC, Soninha, Lobão, Álvaro Dias, Demétrio Magnoli, Roger, Sérgio Guerra, Bonhausen,  Marinhos,  Frias, Civitas,  Mesquitas, Mervais, Catanhedes e congêneres dando pulinhos de alegria e esperança.

  35. Quer dizer então que o FHC e

    Quer dizer então que o FHC e o Lula fizeram um pacto em 2003…

    É assim mesmo, os pilantras se entendem e nós é que tomamos…

  36. Pago pra ver…
    Se Marina

    Pago pra ver…

    Se Marina Silva dizer aos correligionários que se aliou ao Eduardo Campos para tirar o PT e o chavismo que se apoderou do estado brasileiro não é um discurso radical não sei o que é…

    De outro lado, Eduardo Campos filiar Borhausen e Heráclito Fortes aponta para um Brasil tão moderno quanto a mistura de criacionismo com verdismo da Marina Silva podem apontar. É o poder a qualquer custo sem uma ideologia e um compromisso com a nação.

    Essa associação é mais do mesmo e se vitoriosa vai trazer para o poder o grupo de FHC de volta. É com esse grupo que Marina/Eduardo vão fazer política.

    Gostaria de ver a eficiencia administrativa que o Eduardo Campos vende sem o caminhão de dinheiro que o governo federal despejou em Pernambuco. E gostaria de ver a Marina Silva ser o que é sem o apoio que recebeu do PT para se tornar uma figura nacional. Sozinha até agora não conseguiu montar sequer um partido, mesmo com o apoio e a boa vontade que recebe de todo lado.

    Nassif projetou para muito alto dois macunaímas da política e é tão certo que sejam que outro macunaíma  da nossa política, José Sarney, conseguiu prevê-los. E só os previu porque fazem a política antiga de sempre: traindo, se aliando com qualquer grupo e ambicionando as benesses do poder. Porque desta união se falou de tudo, menos do projeto que eles tem para o Brasil. Com Lula, Dilma e o PT o projeto de país esteve e está claro e inclui a promoção do povo brasileiro e do país.

    • Não esqueça o Ronaldo Caiado,

      Não esqueça o Ronaldo Caiado, Vera Lucia. Eterno lider dos ruralistas e o mais ferrenho crítico de Marina quando a mesma era Ministra do meio ambiente no governo Lula. Também apoia o Eduardo Campos e dificilmente apoiará a contribuição da ex-ministra no que se referir  a fauna e a flora brasileiras.

       

      • Política no Brasil e a lógica

        Vera, Cafezá e José,

        Sem dúvida um belo exercício de lógica mas, desde quando, a lógica estrutura a vida política brasileira?

        Não foi lógica também a aliança do PT para assumir o poder. No máximo, a lógica do possível. Foi sem dúvida um avanço, foi necessária, e na mesma medida custou ao partido. O episódio do mensalão, por exemplo. Alianças no Brasil não tem lógica. Só custam caro.  

         

    • “Nassif projetou para muito

      “Nassif projetou para muito alto dois macunaímas da política e é tão certo que sejam que outro macunaíma  da nossa política, José Sarney, conseguiu prevê-los. E só os previu porque fazem a política antiga de sempre: traindo, se aliando com qualquer grupo e ambicionando as benesses do poder. Porque desta união se falou de tudo, menos do projeto que eles tem para o Brasil. Com Lula, Dilma e o PT o projeto de país esteve e está claro e inclui a promoção do povo brasileiro e do país.”

      Acertou na mosca, Vera. O seu comentário põe abaixo tudo o que o Nassif afirmou no post. Ele deveria escrever outro post tendo em vista as perfeitas argumentações do seu comentário. A dobradinha Campos/Marina não muda em nada o panorama político atual. No horizonte da política brasileira podemos antever o retrocesso. É tudo um embuste que trará sérias consequências, sobretudo para o povo que galgou uma etapa importante para uma vida mais digna.

  37. Nossa incrível como ainda dão

    Nossa incrível como ainda dão atenção para esse homem, um dos piores presidentes que ese país teve; quando era presidente nunca o tinha em boa conta, enquanto viajava para ganhar mais um diploma fajuto deixou o país ás escuras com o verdadeiro apagão, aquele que não conseguiu evitar mesmo após seis anos de governo, que os tubarões gostem dele é até compreensivel, afinal ele fez absolutamente tudo o que queriam, tem livro de americano afirmando que até os aumentos do minimo eram ditado pela turma de fora, não á toa é o mais rejeitado pelo povo e classe trabalhadora, pelo visto querem estragar o domingo de muita gente estampando a cara dele.

  38. Ao aceitar os embargos o STF

    Ao aceitar os embargos o STF deixou claro que não com base só que já foi apurado condições para condenar ninguém. Por isso, será aberto novo processo, novas investigações e tem que trazer provas novas, e novo juiz relator. Em suma: o anterior foi extinto para todos os efeitos. E é bom lembrar que tudo foi luta do petismo que beneciará os mensaleiros mineiros sem que eesses tenham movido uma pena para que isso aconrtecesse

  39.  
    …Dilma ainda está exposta

     

    …Dilma ainda está exposta a críticas sobre seu modelo de gestão…

     

    Nassif, com o devido respeito, a Dilma tem modelo de gestão !? Qual seria? Porque ninguém consegue descobrir …

      • Que bom, o(a) Francy conhece o modelo de gestão da Dilma

        Sra Francy (ou seria Sr Francy ?), estou então esperando que você nos ilumine com uma bela exposição a respeito do programa de gestão da Sra. Dilma Roussef. Aproveita aí e explica os dez bilhões de reais jogados na lata do lixo pelo BNDES com os projetos megalomaníacos do Sr. Eike Batista e a destruição progressiva da Petrobrás…

  40. Duelo na oposição

    Todos os analistas políticos estão esquecendo um fator fundamental nas eleições de 2014: o ouro tucano, que só os tucanos têm e nenhum outro partido chega nem aos pés. Até onde se sabe, a coligação Marina-Campos é pobre. Será que a mídia vai desistir logo no começo do jogo do ouro pelo qual tem vendido sua alma nos últimos 10 anos? Ou será que vai continuar batalhando pela vitória tucana, seja pelas mãos de Aécio ou pelas mãos de Serra? Uma coisa é certa: pelo menos por enquanto, Dilma , Lula e o PT nadam de braçadas  enquanto a mídia e  as oposições (tucanos e Marina/Campos) decidem quem vai liderá-los, numa disputa que tem tudo para se transformar num duelo mortal.

  41. LN,
    Nada disso estaria

    LN,

    Nada disso estaria ocorrendo se, após a transição o governo Lula tivesse denunciado as maracutais e os demandos do govero do PSDB e de seus apoiadores.

     

    Paulo

  42. Não se deve temer a mudança

    Concordo muito com esta frase do artigo: “Até partidos de oposição, se quiserem conquistar o poder, terão que se pautar pela nova agenda.”

    Eles o fazem. 

    Talvez não haja nada mais emblemático a respeito que a transição, em 1952/1953, de Democratas para Republicanos nos EUA.

    A partir de 1933 Roosevelt iniciou, com apoio tanto de sindicatos como representantes não-toscos do capital, uma série de reformas que introduziu o ‘welfare state’ nos EUA.

    Houve o atraso (em relação a outros países desenvolvidos) na área de saúde (o que será parcialmente superado com o Obamacare), mas a desconcentração de renda nos anos 1930 e 1940 foi mais intensa que qualquer movimento do gênero em países em desenvolvimento nos anos 2000. (Muito se perdeu, infelizmente, com o neoliberalismo a partir da Reaganomics, mas a distribuição de renda nos EUA ainda é melhor que na maioria dos países em desenvolvimento.)

    Houve um redesenho do papel do Estado, com a fixação da política tributária e estabelecimento de inéditas alíquotas de impostos (de renda e de consumo), uma reforma agrária efetiva (até hoje a eficiente agricultura norte-americana é muito mais familiar, ao mesmo tempo que muito mais automatizada, que na maioria dos países), rápida universalização do ensino (o percentual de alunos em escolas privadas nos EUA é menor que no Brasil.)

    O governo Roosevelt ‘socializou’ os EUA talvez mais rapidamente que os aumentos de carga tributária de 1993 a 2002 no Brasil. O tamanho do Estado e de suas atribuições aumentou inexoravelmente e o setor público norte-americano emprega percentual maior de pessoas que social-democracias como o Japão.

    Por 20 anos (e o ‘patriotismo’ com a vitória sobre Alemanha, Japão e circunscrição de União Soviética e China ajudaram, claro), os Democratas se reelegeram consecutivamente. Tamanho foi o sucesso de Roosevelt (4 mandatos, o último interrompido por seu falecimento mas seguido de reeleição de seu sucessor, Truman) que levou a uma determinação que apenas uma reeleição de executivo seria considerada (e nos EUA ex-presidentes já reeleitos, como Clinton, não se reapresentam como candidatos mesmo após intervalos.)

    Mas nada disso impediu a volta dos Republicanos em 1953. Por outro lado, estes não recuaram nem desmontaram praticamente nada de relevante da herança do governo anterior. 

    • Nem tanto, nem tanto…

      Tio Gunter continua a usar Michele Alexander como referência, mas sua tradução continua “seletiva”…Faltou ele dizer que a (re)tomada de poder pelos estamentos mais conservadores (52/53) nos EEUU, de fato, não significaram um desmonte do welfare state…

      Mas pouco a pouco, isto tio Gunter não disse, o estamento conservador alterou as condições econômicas e sociais a tal ponto, que possibilitou (ou impôs) o surgimento de um novo ataque ideológico a estado de benefícios, utilizando elementos étnicos-raciais, e a criminalização de amplos setores para justificar as cassação de tais direitos, algo como: não mexeremos nos direitos, mas o fato é que eles não merecem ser “sustentados” por tantos outros pobres que seguem trabalhando…Como um ciclo, pois outra onda desta havia engolido a sociedade estadunidense logo após a abolição, quando de forma surpreendente, os negros de lá começaram a ser incorporados na vida social, política e econômica daquele país…

      Ou seja: as bandeiras de bem estar são rotineiramente destroçadas por vias oblíquas, porque o Estado conservador não pode romper sua aliança com a classe que o domina, e que sempre manterá os orçamentos voltados para o financiamento da concentração capitalista…

      Tio Gunter tem direito a ingenuidade, só não tem o direito de querer que todos nós embarquemos nesta…

      A chamada “modernização” dos conservadores, em tempo algum no mundo, significou a ampliação dos direitos conquistados, isto é fato…

      Se o tio Nassif, e o tio Gunter desejam acreditar que haverá um “mundo mais civilizado”, titia não discute…religião é coisa sagrada para quem acredita…

      É só dar uma olhadala ao redor do mundo, nos mais diferentes sistemas políticos de representação para ver que o espcetro da luta de classes, a despeito de todos os fetiches tecnológicos, está ali, intacto…A não ser que adotemos Alemanha de Merkel (deus-o-livre titia) como exemplo…

       

      —————————————————————————————————————————————————

      Não, a dupla edurina(titia adorou o neologismo) é mais uma tentativa de empulhação…ainda que saída do governo, e talvez por isto mesmo tenha saído…

      O discurso da joana d’arc da floresta cabe em três ou quatro parágrafos, e é fundo como uma folha de papel…O coroné-playboy do Recife só canta uma nota: fazer mais e melhor! Ambos colam em qualquer agenda conservadora das mais extremadas, sem constrangimento, é só precisar…

      Alguém acordem eles (edurina), por favor, ou melhor, deixem-nos dormir, porque não devemos importunar os adversários enquanto se atrapalham…

      Titia desconfia que esta lenga-lenga por uma “terceira via” que “fuja” da polarização seja mais um contrabando ideológico, ao menos enquanto não esgotarmos as possibilidade que esta polarização permite…

      O psdb e os demos acabarão em breve, e os edurinas são, de fato, agora os locutores do conservadorismo brasileiro…é certo que sabem usar os talheres e não falam de boca cheia, mas são os canibais de sempre….

       

      • Excessos

        Prezada Morgana

        o excesso de sarcasmo atrapalha a boa troca de ideias.  Gastar ironia em todo comentário não torna o personagem criado mais inteligente: apenas mais arrogante, atrapalhando a apreensão do conteúdo. Vale para o mundo virtual e vale para o mundo real.

        • Arrogância e caldo de galinha…

          Caro Nassif,

          Se o estilo atingir a alguma regra ou suscetibilidade, creio que Vossa Senhoria não hesitará em censurá-lo, e quem deseja usar este espaço, sabe que esta é uma regra.

          Agora, se o estilo só o desagrada, se é apenas uma opinião, um gosto, sem uma objetiva ofensa, eu só posso lhe dizer: sinto muito.

          Até porque, a comentarista aqui está exposta ao mesmo “remédio” (ou veneno?).

          Saudações democráticas.

          • ADOREI !!!!
            Pô Nassif, não me

            ADOREI !!!!

            Pô Nassif, não me censura, vai !!!

             

            Desiludido, (mas ainda acreditando – vai Dilma!)

             

             

             

          • Morgana fizeste jus ao Profana

            Parabéns Morgana “Profana”

            Sem adentrar no mérito das tuas considerações em relação ao post, o direito de fazê-las e a forma como fazê-lo, com a ironia fina de sempre, merecem aplauso, não reprimendas.

            Por exemplo, mais irônica e irreverente que Cristriana Castro em suas inteligentes e bem humoradas análises, e nem por isso, merecedora de repressão, ao contrário, cada vez mais acolhida pela leveza que traz ao blog,

            Uma dose de ironia, ferina ou bem humorada, é sempre bom para radicalizar (no sentido de que as pessoas exponham e se exponham com suas idéias)  a discussão.

            De outra forma, tais manifestações restritivas, podem, certamente, inibir muitas pessoas em se manifestar.

            Gizo, não é um ataque ao Nassif, mas, sem dúvida nenhuma, é uma defesa da Morgana…(a qual diga-se de passagem não precisa absolutamente disso)..

             

        • Censura

          Caro dono do blog: critique-se a forma quando não há o que criticar no conteúdo. Desde que não haja ofensa a expressão deve ser absolutamente LIVRE ou então tratar-se-á de censura. Democracia é uma prática. Abraços.

      • Adorei o “joana d’arc da

        Adorei o “joana d’arc da floresta”, é muito feia, Bláblárina dentro de si deve ser feita de fel e ódio, o exterior reflete o interior.

        E adorei os “edurinas”. Melhor que “coxinhas”.

        • Crédito a quem tem…

          Aline, fofa, o termo “edurina” foi cunhado aqui por outro(a) comentrarista, que titia jura que não se recorda, mas adorou e copiou…

          Beijos da titia…

      • Nem tanto…

        Além do sarcasmo atrapalhar é natural que o grupo que esteja no poder, seja capitalista ou pró-social, tente modificar as condições vigentes. Senão não haveria luta pelo poder, haveria partido único…

    • Roosevelt ficou 4 mandatos,

      Roosevelt ficou 4 mandatos, mais o Harry Truman são 5 mandatos Democratas, natural que numa democracia depois de tanto tempo no poder um partido saia, mas os Republicanos só conseguiram uma agenda política oposta a Roosevelt com Reagan (50 anos depois).

      No mundo há poucos casos de partidos ficando muitos anos no poder ganhando eleições livres: PRI no México (70 anos), Social Democracia na Suécia (60 anos), Liberais no Japão (50 anos), Democracia Cristã na Itália (40 anos).

      Imagino que a chance do PT sair é 2018 sem Lula e Dilma, por ser uma eleição de passagem geracional, 2018 tem tudo para repetir 1989 com vários postulantes ao cargo.

  43. A eficiência gerencial de Campos

    O lado bom de ficar velho, é que a gente vai deixando de ser…, digamos assim, besta.

    Passei parte da minha vida ouvindo dizer que o Serra era um excelente gestor.

    Recentemente, nos últimos dez anos, tbm ouço dizer o mesmo do Aécio.

    Agora é a vez do Campos.

    Sobre o primeiro, não preciso me estender, o Nassif fala por mim. 

    Em relação ao segundo, até onde eu sei ele enterrou o estado de Minas em dívidas.

    O terceiro…, vejamos.

    Para ser “bom gestor” basta ser amiguinho da mídia e ter uma boa grana.

    O Serra é amigo da mídia e do dono do cofre na época (FHC), além de ter governado os dois maiores orçamentos do Brasil, a Prefeitura e o Governo de São Paulo.

    O Aécio além de amissíssimo da mídia, fez muuuita dívida.

    O Eduardo Campos também é amigo da mídia e ganhou uma montanha de dinheiro do Lula para turbinar Pernambuco.

    Mídia + R$$$$ = Bom gestor (desde que não seje doido de rasgar dinheiro, é claro).

     

     

    • Concordo

      Sinais da Dilma gestora: INSS sem filas, mais médicos, Petrobrás bombando, PF desbaratando quadrilhas….

      Tucanos: Corrupção em SP, Cachoeira em GO, desvios em MG

      Eduardo Campos: Com a PF no encalço

  44. PSD e PTB= PSB?

    O exercício eficiente da política é o da escolha do melhor discurso, ou seja aquele discurso que se adeque aos anseios da maioria da população. 

    Pois bem, num primeiro momento, a fala de Marina sobre “chavismo do PT” seria um mau começo. Digo seria, pois não creio que a sua aliança com Campos vá privilegiar esta via. Campos tem sido cuidadoso neste sentido. Ele parece perceber que os seus votos não virão majoritariamente de eleitores do PSDB. Creio que aposta em parte dos eleitores do PT que estão insatisfeitos, mas não enxergam no PSDB uma alternativa possível.

    Ora, Marina e Campos estão numa enrascada. Campos controla o partido e Marina, até aqui, tem a preferência nas pesquisas (o que é diferente de te-las na urna!). Qual será o discurso que prevalecerá? Creio que este assunto fez parte do processo de filiação de Marina Silva no PSB

    Embora, segundo fala do aliado Sirkis,  Marina “As vezes falha com operadora política comete equívocos de avaliação estratégica e tática, cultiva um processo decisório ad hoc e caótico e acaba só conseguindo trabalhar direito com seus incondicionais”, ela não está mais entre seus “incondicionais”. Sua fala sobre o “chavismo do PT” deve contar com o aval de Campos.

    Observamos então, possivelmente, uma espécie de política do morde assopra. Marina ficaria com o morde e Campos com o assopra. Marina atrai o espectro mais à direita e Campos o à esquerda. Tenta-se então, algo que me parece difícil, agradar a petistas e a esquerda descontente (Campos) e um espectro de centro direita (Marina). Uma espécie de retomada da ideias da aliança PSD e PTB em torno de Getúlio? Em torno de qual nome será esta aliança? Qual dos dois será capaz de superar o ego?

     

    • Caos mesmo vai ser conciliar,

      Caos mesmo vai ser conciliar, debaixo do mesmo teto, na mesma cama ou no mesmo ninho (eu até que tenho uma figura retórica mais ilustrativa da cena. Mas, deixa pra lá), Dudu “Camprilles”,  Erundina, Paulo Bonhausen, Marina, Caiado, Marcio Lacerda, Malafaia.  Só identifico um elemento a uní-los: A BÍLIS. Recorro ao José Cândido de Carvalho e ao seu “Ninho da Mafagafes”. 

    • Tá tudo tão esquisito….

      Pra mim ta tudo esquisito. A única coisa que acho ė que esta coligacao foi ruim pro  psdb e, sendo ruim pra eles, pra mim tá passando de bom! Agora, tudo aqui é tão diferente que chego a imaginar um slogan em 2014 TENTE,INVENTE! EM 2014 VOTE DIFERENTE! VOTE UM VICE E LEVE U PRESIDENTE. E aí que venham pra arena Marina, Lula, FHC . O jingle  pra todos “Recordar é viver”,. O mediador dos debates um psicanalista freudiano pra trabalhar os recalques. E de patrocinador dos debates a OLX, com o mote” desapega, desapega! Ao final, o vice eleito entregava a faixa pro presidente eleito, os recalques estariam superados, as DR feitas, e o país prosseguia….

    • Tá tudo tão esquisito….

      Pra mim ta tudo esquisito. A única coisa que acho ė que esta coligacao foi ruim pro  psdb e, sendo ruim pra eles, pra mim tá passando de bom! Agora, tudo aqui é tão diferente que chego a imaginar um slogan em 2014 TENTE,INVENTE! EM 2014 VOTE DIFERENTE! VOTE UM VICE E LEVE U PRESIDENTE. E aí que venham pra arena Marina, Lula, FHC . O jingle  pra todos “Recordar é viver”,. O mediador dos debates um psicanalista freudiano pra trabalhar os recalques. E de patrocinador dos debates a OLX, com o mote” desapega, desapega! Ao final, o vice eleito entregava a faixa pro presidente eleito, os recalques estariam superados, as DR feitas, e o país prosseguia….

      • Vera, dê-nos uma boa notícia!

        Que você voltou a debater no blog e não nos deixará!

        Saudades!

        Esse slogan que você bolou é hilário!

        Veja isto que recebi hoje:

        Do facebook de Pedro Aguiar:

        https://www.facebook.com/notes/pedro-aguiar/cl%C3%A1ssicos-do-br-rock-revisitados-eduardo-e-marina/10151648812242761

        Clássicos do BR-Rock revisitados: Eduardo e Marina

        Quem um dia irá dizer que existe razão

        Nas coisas feitas pela oposição?

         

        Eduardo e Marina um dia se encontraram sem querer

        E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer

        Eduardo e Marina trocaram telefone

        Depois telefonaram e decidiram se aliar

        O Eduardo sugeriu uma vice-presidência

        Mas Marina queria era se candidatar

         

        Eduardo e Marina eram nada parecidos

        Ela era de direita e ele tinha 83%

        Ela gostava do Gabeira e do Sirkis

        Do Caetano e de Sambô

        E o Eduardo gostava era de frevo

        E ocupava o cargo que era do seu avô

         

        Ela falava coisas sobre sustentabilidade

        Também ecologia e privatização

        E o Eduardo ainda estava no esquema

        “Escola, hospital, porto, transposição”

         

        E, mesmo com tudo diferente

        Veio mesmo, de repente

        Uma vontade de concorrer

        E os dois se encontravam todo dia

        E a campanha crescia

        Como tinha de ser

         

        Eduardo e Marina tentaram ir pra Brasília

        E a sua amizade nem passou do verão

        Só que em 2014 não vão ganhar

        Porque a Dilminha boladinha

        Tá de pé na reeleição

         

        Quem um dia irá dizer que existe razão

        Nas coisas feitas pela oposição?

         

         

    • Só pra ver que as coisas não são tão claras…

      O colega Zé Chico disse acima que Marina pegava o eleitorado mais à esquerda, você acha que pega mais à direita.

      Eu acho que pega mais o de centro, só que justamente incomodando os secularistas.

       

    • Tá tudo tão esquisito….

      Pra mim ta tudo esquisito. A única coisa que acho ė que esta coligacao foi ruim pro  psdb e, sendo ruim pra eles, pra mim tá passando de bom! Agora, tudo aqui é tão diferente que chego a imaginar um slogan em 2014 TENTE,INVENTE! EM 2014 VOTE DIFERENTE! VOTE UM VICE E LEVE U PRESIDENTE. E aí que venham pra arena Marina, Lula, FHC . O jingle  pra todos “Recordar é viver”,. O mediador dos debates um psicanalista freudiano pra trabalhar os recalques. E de patrocinador dos debates a OLX, com o mote” desapega, desapega! Ao final, o vice eleito entregava a faixa pro presidente eleito, os recalques estariam superados, as DR feitas, e o país prosseguia….

  45. A polarização vai ocorrer,

    A polarização vai ocorrer, mas,  dentro do próprio PSB.

    Quando começar a sair as pesquisas, esta tal de sustentabilidade vai sofrer uma reviravolta, e o povo vai entender que o que se Sustenta, continua a ser  o emprego, saúde e educação.

    Não vai apostar em  quem pode resolver estas questões ou tocar as proviências já tomadas, vai manter o voto na DILMA.

    Este comentários no blog são de pessoas na maioria mediamente bem informados, que consegue  enchergar a politica a cada movimentação.

    O povão que vota, que assiste novelas, não se deixa  levar facilmente por um belo discurso,  já desconfia  dos pretensiosos salvadores da pátria.

    Portanto, é preciso aguardar o movimento do caminhão de abóbora, ver como vão se ajeitar.

  46. Nassif, nessa você está forçando a barra

    Prezado Nassif,

    Como a comentarista Vera Venturini explicou, a sua análise colocando ênfase no fim da polarização carece de mais pés no chão. Mas eu acredito que a polarização não pode ser pensada em termos de partidos, é simplista demais. Muitos que votam no PSDB nem gostam desse partido de verdade, eles odeiam o PT, Lula e Dilma, pois no fundo no fundo, sabem que os tucanos são podres, mas o ódio ao PT suplanta essa podridão tornando a polarização em termos de Antipetistas X Petistas. Pois bem, a polarização irá continuar enquanto o PT estiver no poder, pois o ódio gerado por esse partido em certas tumas é capaz de unir  indiferentes entre si (Campos-Marina-Aécio).

    Muitos eleitores sabem que Marina não temmperfil para ser presidente com aquela aura de ecochata, mas preferem iss ao PT.  E nesse ponto eu questiono se é verdade que o PT deixou de ser PT, ou seja, deixou de ser ESQUERDA de fato. Será? Como um partido que não é mais coniderado de esquerda consegue ainda atrair tanto ódio de setores conservadores da sociedade brasileira? Esse papo de viúvas do PT, – Ah! mas o PT se desviou,  – o PT é isso…o PT é aquilo.. não faz sentido! É nesse cenário que a tão sonhada fim da polarização é uma ilusão, a polarização jamais irá terminar enquanto o ódio se sobrepor ao pensamento político lúcido.

     

    • No rol das fraquezas humanas,

      No rol das fraquezas humanas, o ódio é o sentimento mais arraigado e persistente. No fenômeno social, o ódio está concentrado na classe alta e se espalha de cima para baixo. Essa classe é corrupta, tendo enriquecido por intermédio da exploração da classe pobre, haja vista o período da escravatura. Por causa disso, além do ódio, eles sentem muito medo do povo. Marina da Silva, por exemplo, ao enriquecer uniu seu ódio pessoal contra Lula e Dilma com o ódio de classe. Isso ficou exposto em suas últimas declarações contra o PT, alegando que deseja acabar com o chavismo no Brasil. Ou seja, abriu mão até de seu adorado partido, que estava em gestação, para violentar aqueles que passaram a ser, em sua visão, os seus inimigos. Se isso aconteceu com uma pessoa que no passado foi muito pobre, o que se dirá daqueles que são provenientes de famílias muito ricas. Em suma, não haverá o fim da polarização tão cedo, muita água ainda rolará embaixo da ponte.

  47. Bela análise.
    Todo o discurso

    Bela análise.

    Todo o discurso dos novos tempos na realidade não passa de uma necessidade de todo país que avança na descoberta da democracia.

    O primeiro partido a descobrir este “novo” foi o PT que percebeu que o próximo passo pós abertura e estabilidade econômica  seria a de incluir os milhões de miseráveis em condições mínimas de vida, e o fez muito bem com  o bolsa família, as cotas universitárias, melhorias na educação fundamental, várias escolas técnicas inauguradas e mais recentemente o “mais médicos”, por isso o PSDB tanto atacou estes projetos.

    Os ataques a estes projetos parte de um emburrecimento propiciado pela polarização da política na qual o PSDB caiu e se enrolou na teia criada pela grande mídia que, se inicialmente visava a tentativa de frear a constatação de que tais planos se tornavam sucessos totais, terminou por ser um tiro no próprio pé.

    A derrocada do PSDB se deu pelo exposto acima, onde preso à teia criada e confortavelmente incensada pela grande mídia se limitou a atacar exatamente os projetos que a população aplaudia. Era o recibo da incompetência er incapacidade de se avançar acompanhando o que é natural em democracias que se iniciam.

    Outro motivo da derrocada do PSDB foi que todo ser que é incensado pela grande mídia, tal como Narciso em seu espelho, termina por “se achar” o melhor e insubstituível, daí o excessivo egocentrismo de FHC e Serra, e a não preocupação com o dia de amanhã constatado na total falta de novas lideranças no partido.

    O PSDB que agoniza desde o desastroso segundo governo de FHC por fim fecha o caixão a espera da última pá de cal com Aécio ou Serra.

    A continuidade do novo.

    Feitas as inserções das populações miseráveis nas condições mínimas, estas passam a exigir melhorias dos serviços públicos já que o avanço das condições que tiveram não é suficiente para bancar as caras escolas e planos de saúde privados e péssimos transportes.

    Mais uma vez o PT parte na frente ao se aliar aos movimentos de junho demonstrando que as bandeiras desfraldadas são também historicamente suas.

    Não haverá discurso alternativo à estas exigências que são básicas, que são essenciais, e obrigatórias em todo o país que abraça a democracia e o capitalismo.

    As tentativas de inserir no debate político eleitoral os temas gestão, eficiência, reforma, mercado, austeridade e outros motes neoliberais como o PSDB sempre declamou, demonstra este afastamento do partido com o povo e suas necessidades mais básicas.

    Por isso a sensação que pós PSDB já não haverá mais oposição no Brasil.

    Mesmo tendo os políticos implementado o pragmatismo que emburrece o debate, as necessidades básicas não atendidas ainda são imensas e nestas circunstâncias sempre haverá as condições para que polos políticos distintos surjam.

     

     

    • Aécio não será candidato

      Quando a dupla Edu-Marina começar a ganhar o eleitorado do Malafaia o PSDB vai implorar para que Zé Serra seja candidato, o Aécio vai empacar, já estava empacado e agora com a dupla de “novos” tomando seus votos é que não tem vez mesmo. Nem o próprio Aécio põe fé em sua própria candidatura, a conferir

      “Neste domingo, em entrevista ao Estado de S. Paulo, ele[Aécio Neves] afirmou que “não antecipará o jogo” do PSDB e também não descartou uma eventual candidatura de José Serra, que decidiu permanecer no partido. “Serra sempre será um nome a ser avaliado pelo PSDB para qualquer cargo, inclusive para a candidatura presidencial, não temos porque antecipar esse jogo”, disse ele. “Se eventualmente não for o candidato, ele tem, pelo capital político, pelo capital eleitoral e pela formação pessoal, condição de nos ajudar a coordenar essa agenda. Pode ser uma figura exponencial na construção do novo discurso do PSDB.” 

       

  48. Candidata dublê

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/132542-painel.shtml

    VERA MAGALHÃES painel@uol.com.br

     

    ‘Candidata dublê’

    Estrategistas do PSB usam a expressão cunhada por Lula sobre como atuará na campanha de Dilma Rousseff para explicar a aparente contradição no fato de Marina Silva, com 26% no último Datafolha, poder ser vice de Eduardo Campos, que tem 8%. Lula disse que será um “candidato dublê” para ajudar a presidente. Socialistas dizem que Marina vai viajar pelo país em campanha para ajudar o crescimento do governador de Pernambuco e tornar sua candidatura mais competitiva.

    Me chama… Foi Marina que procurou Campos para conversar, e não o contrário. Quem conta é o deputado Miro Teixeira (Pros-RJ), um dos mais próximos conselheiros da ex-senadora durante o processo de criação da Rede.

    … que eu vou “Ele refletiu por alguns segundos e, depois, disse: isso é surpreendente e inédito”, diz Miro, segundo relato de Marina.

    Desconfiança Na reunião que varou a madrugada de ontem, apoiadores da ex-senadora fizeram pesadas críticas ao governador de Pernambuco. Entre as restrições foi citada a sua proximidade com a família Bornhausen.

    Quem herda? Surpreendido pela aliança entre Marina e Campos, o comando dilmista já programou pesquisas qualitativas para avaliar o novo cenário. A expectativa é que, inicialmente, haverá uma “orfandade” dos marineiros, ampliando a taxa de indecisos, nulos e brancos.

    Arqueira O Planalto foi pego de surpresa não só pelo acordo, mas pelo discurso duro e pontuado de inusual ironia de Marina. A fala foi considerada “ressentida”. Na primeira avaliação dos conselheiros de Dilma, a chapa ocupará o campo da oposição, e não da terceira via.

    Bússola Antes da entrevista do PSB e da Rede, Ideli Salvatti telefonou para vários ministros, petistas e aliados perguntando qual a leitura que faziam da reviravolta.

    Arco ou flecha? A aliados, Aécio Neves (PSDB) previu turbulência futura na aliança PSB/Rede. Ele acredita que a vantagem de Marina sobre Campos nas pesquisas permanecerá até meados do ano que vem, o que vai levar a que haja pressão pela inversão das posições na chapa presidencial.

    Numa Nice Enquanto corria a entrevista de Campos e Marina, José Serra assistia a uma sessão de “Está Chovendo Hambúrguer 2” com os netos, em São Paulo.

    Puxadinho A cúpula do PSB avisou às seções estaduais que haverá uma redistribuição de forças nos Estados para acomodar os representantes da Rede. Em São Paulo, Walter Feldman deve assumir posto de comando.

    Na balança Na votação de 2011 da revisão do Código Florestal, 27 dos 30 deputados do PSB votaram a favor dos ruralistas. Em 2012, o bloco se dividiu: 16 votos para a tese ambientalista e 9 contra.

    Que tal…. Dilma revelou a um dirigente do PMDB um desenho novo para o ministério do seu último ano de mandato. Ao invés de promover os secretários-executivos, como fizeram FHC e Lula, quer nomear senadores que não serão candidatos em 2014.

    … assim? A fórmula pode ser usada para colocar Vital do Rêgo (PB) na Integração Nacional, como pede o PMDB, mas só a partir de dezembro, quando saírem todos os ministros candidatos.

    Oremos Em aproximação com lideranças evangélicas, o PT vai em peso ao aniversário do pastor José Wellington, da Assembleia de Deus, amanhã. Lula avisou que estará lá. Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) também foi convidado.

    TIROTEIO

    A grande novidade do dia foi essa entrevista de João Santana sobre os ‘anões’. Pense numa coisa nova! Foi essa entrevista.

    DE EDUARDO CAMPOS, presidenciável do PSB, sobre o marqueteiro do PT ter chamado rivais de Dilma de ‘anões’ e dito que ele será o que menos crescerá.

    CONTRAPONTO

    007 contra a cola

    Em entrevista sobre a edição deste ano do Enem, o ministro Aloizio Mercadante (Educação) lembrou mais uma vez que não é permitido o uso de qualquer objeto eletrônico durante a prova, que acontece neste mês. Ele afirmou que, a exemplo do ano passado, a pasta vai fiscalizar a postagem dos candidatos em redes sociais.

    -Como é esse monitoramento? – inquiriu um repórter.

    Sem querer dar detalhes, Mercadante respondeu:

    -Pode ter certeza de que a gente identifica na hora onde ele está, a sala dele, e ele é tirado de lá… Não é o monitoramento do Obama, mas funciona bem!

    • alea jacta est…

      Caro Gunther, como sempre, grande analise.

      O certo é que se o candidato do PSB for o Eduardo Campos é “muidifiço” ter segundo turno. Se for a Marina, rebocada por seus 20 milhoes de votos, a história muda… Aí, o PSDB lança o Serra, que já é conhecido e deixaria o Aécio “debaixo do balaio” para uma futura candidatura em 2018. É que o PSDB não pode correr o risco de cavar a própria cova… se o Aécio não emplacar, já que não é conhecido nacionalmente? Fora que, com a Marina no PSB, a convergência para a esquerda será muito grande, e seria a pá de cal na cova que o PSDB cavou.

      Abs.

    • Roosevelt ficou 4 mandatos,

      Roosevelt ficou 4 mandatos, mais o Harry Truman são 5 mandatos Democratas, natural que numa democracia depois de tanto tempo no poder um partido saia, mas os Republicanos só conseguiram uma agenda política oposta a Roosevelt com Reagan (50 anos depois).

      No mundo há poucos casos de partidos ficando muitos anos no poder ganhando eleições livres: PRI no México (70 anos), Social Democracia na Suécia (60 anos), Liberais no Japão (50 anos), Democracia Cristã na Itália (40 anos).

      Imagino que a chance do PT sair é 2018 sem Lula e Dilma, por ser uma eleição de passagem geracional, 2018 tem tudo para repetir 1989 com vários postulantes ao cargo.

  49. Ciro Gomes: Eduardo e Marina são dois zeros.

    ‘Eles não têm proposta. São dois zeros’,

    diz Ciro sobre Marina e Campos

    Lauriberto Braga – Especial para o Estado

    FORTALEZA – Atual secretário da Saúde do governo de seu irmão Cid Gomes no Ceará, o ex-ministro Ciro Gomes afirmou no sábado, 5, que Marina Silva e Eduardo Campos, agora aliados de PSB na disputa pela Presidência em 2014, são “dois zeros”.

    “Eles não têm proposta para o Brasil. São dois zeros. O Brasil precisa de reflexão. Propostas. O debate que está aí é alienado. Exceto a Dilma (Rousseff), quais dos pré-candidatos têm propostas? O que a Marina entende de economia? O Brasil tem jeito e para cada desafio tem quatro soluções, mas os candidatos não têm essas soluções. Não têm plano”, afirmou Ciro, que até a semana passada integrava o PSB do governador de Pernambuco. Agora, ele está filiado ao recém-criado PROS.

    Ciro defende a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Ele é um dos cotados para ajudar na coordenação da campanha da petista no Nordeste.

    Líder do PT na Câmara, o deputado cearense José Nobre Guimarães comentou no Twitter a aliança entre Marina e Campos. “Quem deve estar muito preocupado com essa aliança é o PSDB. Ficou o tempo todo dando corda para a ex-senadora. #Dilma firme e forte”, escreveu o petista.

    Na avaliação do partido da presidente, quem mais sai abalado com a aliança entre Marina e Campos é o senador Aécio Neves (PSDB), cujo projeto presidencial com discurso opositor terá uma forte concorrência agora.

     

    • por essas e outras….

      por essas e outras que admiro Ciro Gomes!!!! – rs – falou diretamente o que muita gente na política pensa, e não tem coragem de dizer!!!!  São dois zeros mesmo, se pensarmos neles como solução para o Brasil.

  50. ” quando o republicano 

    ” quando o republicano  Andrew Jackson percebeu o advento da sociedade de massas.”

    Pra quem não se lembra, Andrew Jackson foi o cara que turbinou a “Marcha para o Oeste”. Responsável pelo extermínio de milhões de índios, do nascimento da cultura vaqueira e da figura do cowboy depois romantizado, com suas histórias de heróis e bandidos bem definidos. A “América” vencedora; intrépida.

  51. Os representantes do PSDB

    Os representantes do PSDB estão injuriados.

    “O governador Eduardo Campos teve um ganho político grande com a jogada de mestre deste fim de semana, mas pode vir a ter, mais adiante, muitos problemas para administrar. A começar pelo relacionamento entre os militantes do PSB com os da Rede na organização do programa comum. Outro problema que pode surgir é a ex-senadora Marina continuar aparecendo nas pesquisas de opinião como potencial candidata, obtendo mais apoio do eleitorado do que ele”

    Merval Pereira

    • E vai acontecer…

      Caro Assis,

      O Merval é tão ruim em tudo que fez essa profecia redundante. É claro que a Marina irá aparecer mais que o Eduardo Campos… 20 vinte milhões de votos a mais, que não serão necessáriamente carreados para a chapa. A estratégia ideal seria que o PSB lançasse a Marina como cabeça da chapa e o Eduardo ficasse “debaixo do Balaio” para a próxima eleição. O PSB ganharia corpo e vitrine nesta eleição. Faria um grande número de parlamentares, faria de seu presidente uma figura conhecida nacionalmente, capaz de exercitar todo o seu carisma para 2018. Dependendo das negociações para o segundo turno, quem sabe não haveria até um apoio do próprio PT a ele em 2018?

  52. continuo achando que não vai mudar nada…

    nada de bandeira mais abrangente, apenas alguém tentando enxergar mais longe………..ou

    como simplesmente colocaram uma anã sobre os ombros de um gigante, porque na oposição tradicional só tem nanicos sonhando serem grandes, é quase certo que mais à frente um desses anões do mercado vai querer mostrar para a Marina que na política não há amigos

     

    quanto ao FHC, deixo para Santo Agostinho: soberba sempre gera divisão

     

    e por falar em Santo Agostinho:

    pelo amor de Deus, contribuam com R$ 30 por mês para que os Médicos Sem Fronteiras consigam evitar a desnutrição mortal de pelo menos duas crianças

  53. Na virada do seculo XIX para

    Na virada do seculo XIX para o XX os homens mais ricos do planeta na época, J P Morgan,  Andrew Carnegie e John D. Rockfeller compraram um presidente para os EUA chamado William McKinley. Queriam um presidente que atendesse as suas ordens e não permitisse a organização dos trabalhadores que trabalhavam 15 horas ou mais por dia recebendo salários miseráveis´e´que a época, ja´se organizavam para mudar estas condições.

    Os ricos do  Brasil, com sua mania de copiar os americanos, querem fazer o mesmo mais de cem anos depois, comprando logo a chapa completa, com presidente e vice presidente.

    Veja quem apoia esta tal de Osmarina( ITAU, Natura entre outros) e os ricos de São paulo que querem de toda maneira tirar o PT do poder, comprando o Campriles.

    Duvido que desta dupla saia algo de bom para o povo. Ambos são vendidos àqueles que lutam contra a melhoria da condições de vida do povo desde 2002.

    Alguém aí conhece qualquer idéia destes dois além de salvar bagres?

    • Quem pagará a conta?

      Pois é, o melhor é continuar no “mesmismo” de uma política ideologicamente populista, política de manutenção da alienação do “povo” (como gostam de propagar) oferencendo migalhas através do “bolsa família”, “bolsa remédio”, “bolsa cultura”, “bolsa não trabalhe e espere o governo prover”… contribuindo para individamente interno do país, crescimento abaixo da expectativa até chegar no fundo do poço. Quanto tempo o governo aguentará pagar a conta para o “povo” fingir que saiu da zona de extrema pobreza?

  54. Os representantes do PSDB estão injuriados 2

    “A maneira como ela lidou com as providências práticas exigidas para que conseguisse registrar a legenda a tempo de incluí-la na eleição de 2014 não fala bem sobre os atributos de Marina para presidir um país. Tarefa que requer, sobretudo, capacidade de fazer acontecer.”

    Dora Kramer

  55. Os representantes do PSDB estão injuriados 3

    “O fim da polarização afeta também Aécio Neves. Para se contrapor à nova força que surge e pode ocupar o espaço de oposição, o tucano terá de ir atrás de aliados que sobraram no tabuleiro, como o PPS de Roberto Freire.”

    Vera Magalhães – Folha de São Paulo

    • Assis,
      Eu creio que vc se

      Assis,

      Eu creio que vc se refere ao braço psdb-mídia-abril? Tenho certeza que isso isso vai acontecer; eles vão inflar a importância de Osmarina até o traíra do Campos passar-lhe o posto, a indústria de SP(itaú) vai impor a ela a candidatura do bolinha de papel eo aécio? Esse aí vai se encontrar num bafômetro qualquer lá no Rio de Janeiro……….

  56. Clareza de Análise
    Acho uma análise bastante lúcida. A polarização ainda terá calda longa pois sustenta posições de lado a lado, como o lugar de FHC e outros que depenndem dela para sua sobrevivência política. Porém ela ainda terá força para envenenar o debate político. Agora mesmo, com a Marina agindo com o fígado e encontrando no petismo o verdadeiro “demo”, corre o risco de beber deste veneno, já que ela mesma não depende disso, mas se não tiver amarrada ao mastro como Ulisses pode sucumbir ao canto das sereias de nossa mídia sedutora. Como movimento da história, porém, concordo que este é o caminho e o liderará aquele que souber ler.

  57. Quem ataca e quem se defende.?

    “Dilma ainda está exposta a críticas sobre seu modelo de gestão.”

    Dilma estará mais vulnerável a criticas politicas, econômicas e sociais. Assistiremos por onde eles atacam as deficiências e como avançam contra, extraordinária, como ela reagirá e será outra Dilma ou a mesmíssima presidente de gabinete.

    Outro fator será sua proposta para novo governo, a continuidade do Lula já não será uma trincheira, relevante constituirão a posição do PT na base e nas correntes internas, militantes, sindicatos, comunidades, estado por estado e organizações adicionando organizações de base e juntos tem hoje afastamento do governo e do seu apoio.

    A Juventude e os novos trabalhadores estão para o imediato, o respeito, com exigências e a distancia das ideias e das politicas não representativas dos seus anseios, seja em nível local, municipal, estado e federal que o PT também distanciou e a sua posição será determinante também. 

     

  58. Vida longa a FHC!!!
    Que ele

    Vida longa a FHC!!!

    Que ele veja o PSDB se transformar em um partido nanico!

  59. Chamar o PT de chavista é

    Chamar o PT de chavista é mais do que patético. Se os chavistas exageram na exacerbação das diferenças, os petistas fazem exatamente o contrário…atualmente já podem ser considerados contemporizadores profissionais. Para o bem e para o mal. Afinal, ninguém de bom senso e que não tenho nenhum interesse particular envolvido quer uma “venezuelização” do Brasil. Mas esse governo poderia ir MUITO mais longe em diversas pautas e tb inverter posições que causam desgosto nos progressistas, como em relação aos índios, a pauta de costumes, etc… (não estou falando em enfrentar o capitalismo e o imperialismo, mas simplesmente de direitos reprodutivos, sustentar uma política menos obscurantista em relação às drogas e etc…).

    Isso dito, me parece que a Marina pegou o vírus da prima dona: não aceita críticas e temo que isso tenha a ver com o fato de estar envolvida & embalada pela vanguarda burguesa que a cerca e promove no momento.

    Qto à viabilidade dessa junção dela com o E. Campos, tb me parece mais do mesmo. E mais do que isso, ele tem a ganhar e ela só pode perder: é difícil imaginar que ele entregue a ela a cabeça da chapa e se ela aceitar ser a vice será caracterizada como uma espécie de feitora da restauração da ordem da fazenda que o sinhozinho Campos (herdeiro bonitinho de fam´lia política tradicional, não se esqueçam) irá promover. “Objetivamente” é mais complicado do que isso, mas campanha política não se faz diretamente com objetividades mas sim com impressões. 

  60. Quem ganhou… quem perdeu?

    Caro Nassif e comentaristas,

    Ninguém esperava uma guinada como essa da Marina Silva… guinada nada… um verdadeiro cavalo-de-pau nas quatro rodas. Marina praticamente “matou” todas as estratégias até agora elaborada pelos partidos, e principalmente deu um pequeno refresco para Dilma.

    Mas, o que aconteceu na prática???: 20 milhões de votos… é muito voto, né? Marina tem um alforge carregado com essa grande quantidade de votos. Mas a Marina tem! Não significa que o Eduardo Campos se beneficie deles. As eleições no Brasil são muito personalistas e a Marina tem uma estória “macro” na política, alavancada principalmente pela vertente ambientalista. A estória do Eduardo Campos se resume ao seu quintal, Pernambuco. Como o Eduardo Campos, como dono e proprietário do “Salão de beleza”, o seu partido, nunca irá abdicar de seu direito de ser o candidato a presidência, Marina Silva ficará como coadjuvante. Será que levará seus votos para Eduardo Campos? Devemos nos lembrar que quem votou em Marina Silva tinha um perfil mais a esquerda do que Dilma, e que Marina Silva fazia parte do PT mais “puro”.

    Nessa linha de pensamento, sobrou também para a candidatura do Aécio Neves, também candidato de “quintal”. Não creio que o PSDB irá se arriscar em uma candidatura que pode ou não crescer. Creio que o PSDB irá investir novamente na candidatura do José Serra, pois já é conhecido nacionalmente e não correria o risco de queimar um possível candidato, ainda jovem, conservando-o para eleições futuras, no caso o Aécio. Mas o PSDB pode se extinguir caso não consiga frutos nesta eleição, principalmente se perder a condição de segunda força no Congresso Nacional.

    Bem ficou a Dilma, que vai esperar de camarote a oposição remar para ver onde vai chegar. Com a divisão da oposição ficou difícil ter segundo turno. Fora que a possibilidade de uma grande conversão de forças para a esquerda é muito grande.

     

    • [A estória do Eduardo Campos

      [A estória do Eduardo Campos se resume ao seu quintal, Pernambuco.  ] O petismo tem feito uma política de plantar poste cujo armar central é exatamente não macado do rabo grande. Padilha em SP, é isso, pois Mercante, Marta ou qualquer outro, tem mais dossiê contra do zé na Paraíba

      • eu não entendi…

        Caro colega,

        sinceramente não entendi sua colocação. Se você não concorda que o Eduardo Campos é candidato caseiro, mostre-me as pesquisas que o coloque em outra condição. O Aécio, aqui do meu Estado, também o é, e justamente por isso que acredito que o candidato do PSDB será o José Serra. Muitos nomes eminentes, como Mário Covas, Leonel Brizola, Ulisses Guimarães, dentre tantos outros, eram extremamente caseiros… O Doutor Ulisses obteve votação irrizória, totalmente incompatível com sua grande importância para o Brasil. Mesmo o Lula, só conseguiu decolar depois de muita inssistência e a implantação do PT nos mais longinquos rincões do Brasil.

    • Engasguei com o pão de queijo…

      Arf, titia vinha dando crédito, até ler:

      “(…)Devemos nos lembrar que quem votou em Marina Silva tinha um perfil mais a esquerda do que Dilma, e que Marina Silva fazia parte do PT mais “puro”.

      Quem votou em marina tinha perfil mais à esquerda? Em que planeta? Santo deus, o “salto” de marina foi a brecha neocon religiosa anti-aborto (que dissolveu çerra quando flagaram a mulher dele na mentira hipócrita), junto com o moralismo pré-mensalão que já dava as caras…

      PT mais puro?

      Ou o PT que misturava o udenismo de macacão, o moralismo cristão-eclesial de base com ranço classe mé(r)dia?

      Este entulho classemerdista foi, justamente, a herança que o PT deixou para trás com a Carta aos Brasileiros, ô xente! Foi o que sobrou para a mídia e a “oposição”.

      Chamar isto de “mais à esquerda” só pode ser ironia, e depois titia é repereendida pelo Nassif…assim não pode, assim  não dá…

      Zé Chico não conhece nadica de PT, isto ficou claro, assim como nada sabe sobre direita e esquerda…

      Titia fica estarrecida com as afirmações que a joana d’arc da floresta TEM 20 milhões de votos…arf, ela não tem nem partido…

      Alguém diga a este pessoal que marina foi inventada em 2010, após sair atirando do governo, após ter a legenda para o Senado negada no Acre (este foi o motivo), e que disputou contra uma candidata (Dilma) que 70% do país nunca tinha ouvido falar, a não ser pela campanha de difamação e depreciação da globo…

      Isto tudo quer dizer, mais ou menos, que marina com 20 milhões de votos seria afirmar que estamos congelados em 2010, nas mesmas condições de temperatura e pressão, certo?

      Era, como cantou Gil, “A novidade”, rabo de baleia e busto da deusa maia…

      E o “banquete” está prestes a começar…E quem vem para jantar são os bornhausen e heráclito…

       

      • Você entendeu muito bem…

        Cara Morgana,

        É claro que você entendeu o que eu quiz dizer… senão,  não posso dar crédito no seu nível intelectual.

        Uma das principais características dos comentaristas aqui do Blog é a inteligência, o discernimento e a visão holistica, proposta do Luis Nassif para a formação do pensamento crítico e de outra classe de cidadãos. Você é nova no pedaço… eu estou no Blog desde quando o espaço era no portal do IG… ainda vai aprender muito por aqui. O principal que deverá aprender é ter respeito para com os debatedores e suas opiniões, mesmo quando não concordar com elas. Já realizei debates homéricos com o Gunther, com o Alexandre Santos e com o Rebolla, quando tinha mais tempo para acessar o Blog(hoje ando trabalhando muito), mas sempre no ambito das idéias, nunca nos enveredando pelos caminhos do cinismo por você utilizado, talvez como forma de fazer o tal do “marketing pessoal” tão apregoado pelo neoliberalismo. Mas o status de “arrogante” aqui no Blog não cola não!!! Você verá que deverá mudar… ou será sutilmente ignorada.

        Nem sei se deveria tentar explicar a minha colocação sobre o “PT mais puro”, mas o farei em respeito aos demais debatedores.

        Quando disse o termo acima, me referi apenas e tão somente à origem do partido, que nos idos de 1978, em pleno regime militar se formou, muito menos pelo perfil ideológico, mas principalmente pela luta de classes. o rótulo “socialista” foi imposto somente porque a “luta de classes” é um dos pressupostos do Marxismo(leia “O Capital – Karl Marx”). Mas o PT original era sindicalismo puro e a ideologia socialista foi sendo assumida naturalmente, hoje no poder, nem tanto.

        A Marina Silva, é de uma segunda etapa, sendo ela discipula do Chico Mendes, esse sim, do perfil original do Partido. Quando disse que quem votou em Marina tinha um perfil mais a esquerda, foi justamente porque os eleitores dela naquele pleito, somente votaram nela por sua vertente social e ecológica, e nada mais… nadica a mais e ponto final!!! Ou seja, mais a esquerda do PT, que é governo(e a verdadeira esquerda do PT, hoje faz parte de quadros que são semelhantes ao PT original, caso do PSOL).

        Quanto à declaração de Morgana, de que eu não conheço o PT, devo informar que, não obstante nunca haver sido filiado ao PT, aqui na minha cidade, o partido governou por 12 anos. Antes disso, conheci toda a fase do PT mais “puro” desde a sua fundação, que aqui sempre foi um pequeno partido, abafado pelo coronelismo e pelo conservadorismo, até a revolução “CARA-PINTADA”, que foi verdadeiramente o grito de independência do Brasil.

        Espero ter elucidado minhas colocações.

        Morgana, seja mais humilde e internalize o espírito do Blog.

        Abs.

         

      • Dilma vetou o quite
        Dilma vetou o quite antihomofobia, e todas as políticas de combate ao preconceito!

        Se pôs contra o aborto por causa dos religiosos!

        Não fez muito pela reforma agrária!

        Dilma com certezaa não é de esquerda!

      • Dilma vetou o quite
        Dilma vetou o quite antihomofobia, e todas as políticas de combate ao preconceito!

        Se pôs contra o aborto por causa dos religiosos!

        Não fez muito pela reforma agrária!

        Dilma com certezaa não é de esquerda!

    • Concordo com sua avaliação

      Concordo com sua avaliação que os votos são muito mais da Marina e a transferência será dificil. Ainda mais que na minha analise, estes votos vieram depois de uma estratégia de guerra montada pelo pelo Zé em 2010, em conluio com a parte mais reacionária do movimento religioso em que criminalizou a comportamento da então candidata, falando em aborto. Quem foi influenciado por isto, acabou saindo da Dilma, mas não foi ao Serra e sim a Marina. Não acho que foi um voto ideológico, foi sim um voto de medo, influenciado que foram pelo terrorismo religioso.

    • Neste momento a rejeição é forte indicador

      Não se pode fazer análise das 3 candidaturas (1 governo, 1 PSB e 1 PSDB) sem observar o índice de rejeição. A maior rejeição dos possíveis nomes é do Serra (47%). Uma rejeião de 47% inviabiliza qualquer candidatura a cargo majoritário. As menores rejeições são de Dilma e do Aécio – sim a Marina tem rejeição superior à da Dilma e à do Aécio. Assim, nesta fase de trânsito de intensões de votos, a dúvida favorecerá a Dilma e ao Aécio. Nesta análise não quantifico a vantagem de agregação da Dilma e do Aécio. Porém, os índices atuais da Dilma (38% em média) mais as prováveis agregações com estas mudanças de 05 de outubro, a tornam mais forte do que no início de setembro. É como penso.

    • concordo em parte

      Prezado,

       

      Concordo em parte com sua analise: realmente não existe possibilidade de transferência de votos na sua totalidade de Marina para Campos, neste caso vai haver distribuição para Dilma, Campos e Aecio, sem contar ainda brancos e nulos, talvez o mais prejudicado será o Aécio. Agora, com relação a candidatura de Aécio, ela será mantida, pois entre o risco de mantê-la, e o risco de se trocar pelo José Serra, este se efetivará como o RISCO pior, pois sua rejeição é a maior entre as candidatura já colocadas em pesquisas atuais.

      Assim, a candidata Dilma terá o Lula como seu principal eleitor e cabo eleitoral, a de Campos terá Marina, também como principal eleitora e cabo eleitoral, e Aécio… terá Serra e FHC, que tristeza… 

    • concordo em parte

      Prezado,

       

      Concordo em parte com sua analise: realmente não existe possibilidade de transferência de votos na sua totalidade de Marina para Campos, neste caso vai haver distribuição para Dilma, Campos e Aecio, sem contar ainda brancos e nulos, talvez o mais prejudicado será o Aécio. Agora, com relação a candidatura de Aécio, ela será mantida, pois entre o risco de mantê-la, e o risco de se trocar pelo José Serra, este se efetivará como o RISCO pior, pois sua rejeição é a maior entre as candidatura já colocadas em pesquisas atuais.

      Assim, a candidata Dilma terá o Lula como seu principal eleitor e cabo eleitoral, a de Campos terá Marina, também como principal eleitora e cabo eleitoral, e Aécio… terá Serra e FHC, que tristeza… 

    • concordo em parte

      Prezado,

       

      Concordo em parte com sua analise: realmente não existe possibilidade de transferência de votos na sua totalidade de Marina para Campos, neste caso vai haver distribuição para Dilma, Campos e Aecio, sem contar ainda brancos e nulos, talvez o mais prejudicado será o Aécio. Agora, com relação a candidatura de Aécio, ela será mantida, pois entre o risco de mantê-la, e o risco de se trocar pelo José Serra, este se efetivará como o RISCO pior, pois sua rejeição é a maior entre as candidatura já colocadas em pesquisas atuais.

      Assim, a candidata Dilma terá o Lula como seu principal eleitor e cabo eleitoral, a de Campos terá Marina, também como principal eleitora e cabo eleitoral, e Aécio… terá Serra e FHC, que tristeza… 

  61. Presente de Natal antecipado para Eduardo Campos

    Se é fato que Marina procurou Eduardo Campos, foi um presente de Natal que o pernanmbucano jamais imaginou ganhar.

    Ele sabe que Dilma ainda é favorita para 2014

    Provavelmente, esperava já ter subido um pouco mais nas pesquisas.

    Assim, ele já tem uma desculpa para não concorrer em 2014 e dar mais prioridade a expandir sua força nos estados.

    Cristianizará Marina Silva pq não interessa a ele que ela vença a eleição de forma que ela tenha menos votos que em 2010.

    Assim, Eduardo Campos sairia candidato em 2018, contanto que:

    – a derrota de Marina a retire da cena principal;

    – o PSB cresça nacionalmente para poder lhe dar uma maior estrutura de campanha

    – diminua a força eleitora do PT

        • Na verdade o Lula não chega a

          Na verdade o Lula não chega a 2018 vivo. Ele já esta se arrastando e precisa ser contido por assessores para não falar mais do que deve.

          Ao PT interessa a figura do Lula e não a boca do Lula. Por isso ele é mantido quase no ” formol” por quem realmente comanda o partido.

          Sabendo disso é que o Campos quer sair candidato agora para ser conhecido, porque em 2018 não haverá Lula mais no PT

          • Formol

            Imagino que vc tenha ouvido essa informação de alguém bem próximo do Lula.

            Tão próximo que sorveu o formol que exalava do ex-presidente e ficou meio doidão””

  62. Envolvidos com a acalorada

    Envolvidos com a acalorada discussão política-partidária que ora grassa em todos os quadrantes,  esquecemos de ver o país como um todo através de uma perspectiva histórica recente. 

    Tomando como base o marco institucional com o advento da Carta de 1988, constata-se nesses últimos vinte e cinco anos avanços extraordinários no país em todas as áreas. Quem conheceu e vivenciou o Brasil de antes sabe e deve concordar com essa afirmativa. Com polarização ou sem polarização, de forma simétrica ou assimétrica, conseguimos, talvez pela primeira vez na história, chegar em alguns consensos que antes pareciam só quimeras.

    Enumerar essas conquistas não é o fulcro deste omentário. Mesmo porque elas estão aí para serem aferidas nas dimensões econômica. social, política e cultural. Instabilidades econômicas, praga sociais( em especial a miséria absoluta e a falta de  acesso aos serviços públicos  básicos) , radicalismos políticos, e carência na  unicidade de propósitos, hoje já fazem parte do passado. Na geopolítica mundial passamos da condição de uma paiseco exótico e quase insignificante para uma Nação respeitada e demandada para contribuir com a paz e a prosperidade mundial. 

    Qual país do mundo conseguiu sair de um período de vinte anos de ditadura e logo a seguir adquire forças para  costurar um pacto social no qual forças e expressões políticas anteriores se entrelaçam com as novas para o debate político, agora  sob a égide de uma democracia renovada, remodelada e em muitos aspectos singular no contexto das nações? Há termos de comparação com relação, por exemplo, aos nossos vizinhos? 

    Nossa democracia hoje pulsa, vibra. Saiu efetivamente do quadrado partidos-eleições-legislação-políticos. Em tempo algum tivemos uma população tão politizada, no sentido de esclarecida e ansiosa por informação,  como agora.  Se ainda persiste ainda alguma timidez debite-se aos anos e anos de quase alienação. 

    A mudança do perfil econômico,,  associada com a expansão e capilaridade das mídia velhas, mas, e principalmente, com as  novas(internet), deixaram para trás aquele Brasil tão vergonhosamente dicotômico; onde conviviam duas realidades distintas e antípodas,  formadas de um lado  por uma elite distante e inacessível. e por outro de uma maioria composta por alienados e deserdados de cidadania. 

    É essa nova realidade que impõe, obriga, que as refregas políticas-eleitorais ocorram num plano superior às questiúnculas  e mediocridades tão comuns do passado. 

     

     

     

  63. PSDB esvaziado pela terceirização

    O PT é o nosso partido democrata estadunidense, nosso socialista espanhol, nosso trabalhista britânico. Só uma ressalva: isso não é necessariamente um elogio.

    O PSDB poderia se firmar cada vez mais como nossa versão dos republicanos dos Estados Unidos, do PP da Espanha ou dos conservadores britânicos. Claro, isso é menos elogio ainda.

    Depois dessa juntada da Marina e do Eduardo num partido que até dia desses apoiava o PT (sendo, aliás, um de seus aliados de primeira hora), parece já não haver tanta certeza do protagonismo dos tucanos nas novas disputas.

    Cheguei a pensar sobre isso tempo atrás. O PSDB acabaria se estrepando por terceirizar o serviço de oposição para a mídia decadente, inepta e corrupta, numa aliança espúria e de certo modo desnecessária.

    Agora, a terceirização chega ao paroxismo. Que outro partido, com nomes saídos das entranhas do governismo (inclusive Marina), faça a oposição que o partido deveria ter de verdade feito – inclusive por desejo de seus eleitores.

  64. TERCEIRA VIA, SÓ SE À DIREITA

    Interessante que justamente no momento em que os Estados Unidos se encontra sob ameaça de paralização, pela ação do “Tea Party Republicano”, que deseja impedir a entrada em vigor do “Obama Care meio SUS”, para cidadãos americanos necessitados, acharmos que uma ação “sem pé, nem cabeça”, de uma líder política, cirúrgicamente radiografada e exposta por Sirkis, explicando tão espiroqueta ação, vá desencadear a grande transformação política nacional.

    Isso sabendo que enquanto tivermos ativa a Casa Grande (o nosso Tea Party da época da pedra lascada) e tudo que ela representa, deveremos não só dar graças a quem quer que seja do gosto do cidadão, para preservarmos e mantermos a conquista de termos colocado uma cunha no poder em 2002, através da efetiva polarização, pois antes então era a secular via única ou quase única, para dar um refresco “faz de conta”, de vez em quando e bota quando nisso.

    Terceira via no Brasil hoje, onde entre “outras cositas mas” se questiona médicos para quem nunca teve médico e a mídia se declara (partido) de oposição, só mesmo se for para pegar à direita.

    PS: Dudu Campos deveria estar explicando hoje, por que não esperar 2018 quando a transição o contemplaria para dar continuidade ao desmonte e extinção da Casa Grande e tudo que representa, principalmente o legado da memória e registre-se que, logo perceberá que a ação espiroqueta da Marina fará com que, os hamburguers da chuva terminem na cesta do Zé Bolinha, o Aécio seja mais uma vez empurrado para Minas e ele, Dudu, seja transformado no coadjuvante Marina da vez. Quem estiver vivo durante 2014, viverá. 

  65. Muita água ainda passará por baixo da ponte

    Muita água ainda há de rolar por baixo da ponte antes que se defina concretamente o quadro político. Neste que está aí só há uma certeza: Dilma. As pesquisas podem mudar o que hoje parece definitivo. O Aécio pode sair em disparada rumo às Alterosas dizendo que precisa salvar Minas e largar a bomba no colo do Serra e é tudo o que ele(o Serra) quer. O Eduardo, percebendo que mesmo com Marina, continua com chumbo nos pés, pode sair para o Senado e ceder o lugar à Marina, também, é tudo o que ela quer. A Marina não partiu rumo a Pernambuco e depositou aos pés do Eduardo um embornal com 20 milhões de votos. Claro que alguns votos ela leva para ele, mas se quiser o segundo lugar, vai ter que suar a camisa pois a Marina tende a desaparecer. Explico. Em quem os holofotes vão focar, quem vai para os debates, quem vai aparecer nas pesquisas, a quem vão se dirigir as perguntas dos jornalistas? O Eduardo. Nossa história eleitoral não nos dá conta de vice puxando voto para presidente da República. O povo quer saber e muito do candidato, poucos se interessam pelo vice.

    • A possibilidade de não mudanças

      Não acredito que muita água ainda passará por debaixo de alguma ponte no campo politico nacional. Vejo uma situação teoricamente definida onde as pesquisas eleitorais colocam a situação em primeiro lugar e a somatória dos demais em segundo lugar. Ao entender que a Marina aparecia em segundo lugar, ficamos a imaginar que ela representasse realmente uma oposição declarada a situação. Contudo, não efetivando seu partido, ela busca outra possibilidade onde poderá se assim for de sua vontade, sair como candidato a vice, o que não muda seus objetivos politicos. Eu só não entendi qual foi o critério desta escolha, quando se quer fazer realmente oposição você tem que buscar via de regra, partidos de expressão com maior envergadura para fazer frente a uma situação definida, principalmente quando a situação é mais forte e tem maior apoio politico e coligações que já mostraram seu perfil vitorioso nas urnas. Fato este observado nas diversas derrotas do PSDB frente ao PT. Mas, algumas coisas mais significantes a eleição de 2014 ficará devendo ao povo: a não obrigatoriedade de votar, o voto distrital, o imposto único, a diminuição das cadeiras legislativas e ministerial…

    • Marina, esta água que vai

      Marina, esta água que vai passar debaixo da ponte é toda sua! Limpinha! Pronta pra vc aguar sua floresta de eleitores!

      Força, Marina!

  66. Sempre vai haver a polarização…

    Senhores,

    Sempre haverá a polarização, …. sempre serão duas forças lutando para conseguir o poder, …. sempre vai haver um lado com discurso e atitude socialista, representando os trabalhadores e o povão, …. e um lado elitista, representando os donos do capital. 

    Tal como num terreiro de Umbanda na Bahia, essas correntes de pensamento vão incorporar no “cavalo” que estiver disponível no momento. O PT segue, firme e forte, como veículo de expressão de uma dessas correntes de pensamento,…  já a outra corrente, devido à exaustão dos “médiuns”  de costume, minados por escândalos de corrupção abafados pela mídia, mas cobrados pela Justiça, … minados  pela vaidade que causa a competição interna e auto destruição, … procura uma novo “cavalo” para incorporar e continuar atuando no terreiro…  Aí aparece o Eduardo e a Mônica, quero dizer Marina, …  opa ! ….tá incorporando,…  incorporou ! ……….. enquanto o psdb fica perdido no terreiro com cara de paisagem,….  O Eduardo e a Marina acendem um xarutão e começam a dançar….

     

    e o mundo segue girando,….. Saravá !

  67. Muita sujeira ta vindo por ai.

    Acho…que falta combinar com o inimigo. O inimigo ta junto, unido com a mídia e com o STF…escancarado. Os holototos da mídia em cima do Gilmar Mendes, Jaquinzão Barbosa…aquele grupo do STF que adora aparecer e se for preciso, colocar a lei pra debaixo do tapete.

    A viabilização do projeto de centro-esquerda passa pela eficiência do estado. Coisa que ta longe de acontecer. A legislação aumenta a burocracia e com isso a dificuldade de implementação das ações, dos projetos na ponta. E para piorar o quadro, aumenta a fiscalização dos órgãos de controle. Isso lembra o que foi dito aqui no blog, Raimundo Faoro com o seu “Os Donos do Poder”. A direita não ta morta, ela está incrustada no poder, nos escalões inferiores, mas não morreu. E isso nas três esferas de poder. Evidente que isso não é suficente para alterar o quadro que é colocado, mas é suficente para imperrar algumas ações.

    Outra cioisa que não podemos deixar de ficar alertas é para com a política da baixaria que vem por ai, com todo o apoio da grande mídia.

     

  68. jogo pra 2014

    Eu tenho medo, muito medo! Como já disse a namoradinha do Brasil.

    Medo de repetir o que ocorreu em várias cidades do Brasil nas eleições pra prefeitos em 2012. Os eleitores do PSDB, vendo a derrota imenente, votam contra o PT. Foi assim que o PSB ganhou prefeituras como em Campinas. Tudo pode acontecer, todos comentários são hipóteses. Até PSB no primeiro turno é possível.

  69. Enquanto Fernando Henrique dá piti pela moralidade…

    folha

     

    O ataque moralista da direita

    LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA

     

    Durante o governo Dilma, a direita r

    ecuperou a voz, mas vazia, de condenação de todos os políticos

    Nestes últimos meses vimos a direita recuperar o dom da palavra. Em 2002 ela se apavorara com a perspectiva da eleição de um presidente socialista. O medo foi tanto e contaminou de tal forma os mercados financeiros internacionais que levou o governo FHC a uma segunda crise de balanço de pagamentos.

    O novo presidente, entretanto, logo afastou os medos dos ricos que então perceberam que não seriam expropriados. Pelo contrário, viram um governo procurando fazer um pacto político com os empresários industriais e que não hostilizava a coalizão política de grandes e médios rentistas e dos financistas.

    Por outro lado, o novo governo de esquerda pareceu haver logrado retomar o crescimento econômico, ao mesmo tempo que adotava uma politica firme de distribuição de renda. Na verdade, beneficiava-se de um grande aumento nos preços das commodities exportadas pelo país, e da possibilidade (que aproveitou de forma equivocada) de apreciar a moeda nacional que se depreciara na crise de 2002.

    Lula terminou seu governo com aprovação popular recorde, e com a direita brasileira sem discurso. Deixou, porém, para sua sucessora, a presidente Dilma, uma taxa de câmbio incrivelmente sobreapreciada, que, depois de haver roubado das empresas brasileiras o mercado externo, agora (desde 2011) negava-lhes acesso ao próprio mercado interno.

    Sem surpresa, os resultados econômicos dos dois primeiros anos de governo foram decepcionantes. E, no seu segundo ano, foram combinados com o julgamento do mensalão pelo STF, transformado em grande evento político e midiático.

    Com isto o governo se enfraqueceu, e a direita brasileira recuperou a voz. Mas uma voz vazia, liberal e moralista. Liberal porque pretende que a solução dos problemas é liberalizar os mercados ainda mais, não obstante os maus resultados que geraram. Moralista porque adotou um discurso de condenação moral de todos os políticos, tratando-os de forma desrespeitosa, ao mesmo tempo que continuava a apoiar em voz baixa os partidos de direita.

    Quando, devido às manifestações de junho, os índices de aprovação da presidente caíram, a direita comemorou. Não percebeu que caíam também os índices de aprovação de todos os governadores. Nem se deu conta de que a presidente logo recuperaria parte do apoio perdido.

    Quando o STF afinal garantiu a doze dos condenados do mensalão um novo julgamento de alguns pontos, essa direita novamente se indignou. Agora era a justiça que também era corrupta.

    Quando o deputado José Genoino (condenado nesse processo porque era presidente do PT quando as irregularidades aconteceram) manifestou o quanto vinha sofrendo com tudo isso –ele que, de fato, sempre dedicou a sua vida ao país, e hoje é um homem pobre–, essa direita limitou-se a gritar que o Brasil era o reino da impunidade, em vez de perceber que o castigo que Genoino já teve foi provavelmente maior do que sua culpa.

    Os países democráticos precisam de uma direita conservadora e de uma esquerda progressista. Mas cada uma deve ter um discurso que faça sentido, em vez do mero moralismo que a direita vem exibindo.

  70. Sempre haverá

    Sempre haverá polarização.

    Também se pode afirmar que a polarização com o PSDB acabou, não há polarização com quem já não existe.

    E aí está a procura do novo.

    O pragmatismo burro leva à oposição a função exclusiva de tentar bloquear o governo. Nestas condições o PSDB morreu ao passar décadas sem apresentar propostas programáticas e se fixar em negar todos os avanços do governo e que são aplaudidíssimos pela população.  Nesta condição e com a ajuda da grande mídia, botou a cara na tela para ser repudiado e rejeitado pela população. Receita infalível para a derrocada.

    Discursos que se mostraram ineficazes como aqueles que tentam destruir o governo e suas ações e os moralistas que afundaram Serra serão repetidos pela chapa Campos/Marina?

    Esses métodos, repito, se tornaram ineficazes, mas é bom fazer um exame sobre a tramitação de matérias no congresso.

    Este exercício nos levará a ver que a maior oposição (real e que funciona) é o PMDB. Essa é a oposição inteligente, a da surdina, que tanto agrada aos conservadores mais inteligentes. É o grupo que morde e assopra e poucos percebem. Estão resguardados. É no PMDB que se encontra este segmento.

    É este partido que tem manietado e submetido o governo às suas maiores derrotas.

    Exemplos,

    A derrota na CPI de Cachoeira, a descaracterização da proposta de reforma do Código Florestal do governo pelas várias emendas peemedebistas, etc.

     

     

     

    • Parece o texto de um

      Parece o texto de um sonhático da rede.

      Primeiro que o PSDB não passou “décadas sem apresentar propostas programáticas e se fixar em negar todos os avanços do governo”, afinal está a apenas uma década fora do governo federal.

      O PSDB não acabou, isso é a maior besteira que alguém que quer discutir política seriamente pode dizer, a política é cíclica, o partido pode voltar a ser forte em um futuro próximo. O que aconteceu nesses 11 anos de governo petista é que o sucesso das políticas sociais, de distribuição de renda e os rumos econômicos esmagaram os tucanos, que se entricheiraram na imprensa mais reacionária e pensaram que com esse discurso conseguiriam algo.

      Fazer a análise do que acontecerá em 2014 1 dia depois da surpresa que foi a aliança Campos-Marina é chute puro, pode não decolar, podem brigar no meio do caminho, existem várias dúvidas em como se dará de fato a composição dos discursos, Campos tem buscado diálogo frequente com o empresariado, como vai falar sobre sustentabilidade para esse público?

      Enfim, vamos tentar ser mais serenos e menos pitonisas com ar de superioridade, você não entendeu nada do que está acontecendo porque não se pode compreender, apenas podemos achar e imaginar as consequência, sem previsões e afirmações concretas sobre o desconhecido.

      Não me surpreenderei se Aécio ou Serra forem ao segundo-turno e Campos-Marina morrerem na prai, mas não vou afirmar isso, não sou pedante para tanto, não misturo desejo com análise.

      • unico comentario com o qual

        unico comentario com o qual me identifico. tendo a supor que a alianca Marina-Eduardo pode ter muitos conflitos, tanto entre eles, egolatros, como entre suas bases de politicos e populares. O discurso anti-PT vai esbarrar em muitas contradicoes. O discurso contra as aliancas do PT perdem validade frente as aliancas com ruralistas. Isso vai causar estupefacao nas bases populares, de militantes. Também haverá um processo de negociacao por cargos e responsabilidades na campanha, e os egos sao hipertrofiados e, como diz Sirkys, nao existe auto-critica na Marina. O discurso nao podera ser contra as conquistas sociais, só mesmo dizer que se pode fazer mais, mas isso Dilma também fará. O discurso desenvolvimentista de Eduardo nao casa com a sustentabilidade de Marina. Sera dificil ajustar. Bastara em um debate Dilma, mehor, seu vice perguntar se Marina é a favor da construcao de Belo Monte, isso puxara a tona um montao de contradicoes. Outro problema será o religioso. Sao muitas complicacoes para resolver em um curto espaco de tempo, e todas elas dao margem para o PT questionar as contradicoes das aliancas, da falta de projeto, da superficialidade do discurso.  O problema do PT é, como voce diz, a soberba. E nao é só da Dilma, mas de dirigentes e militantes, que acho pior entre os militantes, pois sao estes que sairao pelas ruas com um discurso (que nao pode ser raivoso nem contraditorio), para pedir votos. 

  71. fórmula e dever de casa

    Vou começar pela fórmula que acho a ideal  para a nova aliança: m + ev + dc = EG ( Marina e 
    Eduardo vice igual a ELEIÇÃO GANHA ), Eduardo vice é a conjuntura mais favorável, não esquecendo é claro de somar o dever de casa; o dever de casa é saber conduzir suas alianças sem arrogancia e como gente grande e serem técnicos e inovadores no seu projeto de país sem esquecer é claro de ouvir a voz das ruas, eles tem cacife para cumprirem suas metas, fazendo bem o seu dever de casa.

    Eduardo tem feito a melhor gestão estadual das ultimas décadas, Pernambuco é o estado que mais cresce no pais com uma gestão moderna e inovadora em todas as áreas, o PIB de Pernambuco tem crescido muito, seus projetos economicos no estado tem sido ousados e ele tem se esforçado muito nos quesitos sociais ,na saúde , educação e segurança.

    Marina é sempre muito coerente em suas colocações, demonstra inteligencia e ser aberta ao dialogo, se nao se sufocar em um discurso muito puritano, fora da realidade do jogo político e demonstrar aos seus 20 milhões de eleitores que romantismo não muda o país e absorver as vozes das ruas com certeza essa fórmula vai dar muito trabalho para Dilma.

  72. Até que fique claro onde o

    Até que fique claro onde o poder da nova mídia em superar a mídia atual, partidos politicos terão que considerar o interesse da mídia que quase sempre é sem pudor!

    Os interesses podem mudar! Dependerá do páis com a qual a mídia terá maior identificação! OS EUA j´entenderam isso, quando a há anos atraz disse não para a mudança na governança da internet!

    Eles já controlavam as redes! O futuro poderá ter o EUA no centro do poder de cada país através do controle da rede!

  73. DEMOCRACIA: UM TÚNEL PARA INÍCIO DE UMA LUZ!

    A composição Eduardo Campos e Marina Silva, abre uma brecha para a reflexão da politica brasileira no que tange as relações partidárias e a observação da opinião pública do caráter democrático do jogo sucessório para  2014. De um lado o Partido dos Trabalhadores – PT aliançado com os representantes do que há de mais retrógrado e reacionário; Malluf, Collor, Sarney, Calheiros, etc, do outro o Partido da Social Democracia Brasileira-PSDB e Partido Socialistas Brasileiro – PSB, hegemonizando a esperança de uma vertente socialista hoje antenada com o descontentamento e indignação popular, diante a frustração com a condução fisiologista que domina os bastidores palacianos do governo federal e a tática de transformar os poderes do Estado em meros apêndices de uma diretriz partidária.

    É inegável que há uma atmosfera favorável aos governistas, que conseguem sustentar a ideia de bem estar e desenvolvimento social, mas essa mesma atmosfera entra em choque com a ética, com o modo republicano no tratamento da coisa pública. Acentuando uma contradição flagrante da teoria do discurso com a prática das ações.

    Há dez anos a maioria dos brasileiros credenciava ao PT à responsabilidade de um Estado ético, comprometido com os interesses geral  do povo; reforma agrária, desenvolvimento, educação, saúde, justiça social etc.  Apesar de alguns índices positivos nesses setores, a população também foi ofuscada com o projeto de vale tudo para o poder e pelo poder. Consignado ao PT a representação do povo brasileiro, nesse tempo foram feitas relações nacionais e internacionais em que o povo se quer fora consultado, agindo de forma arbitrária e com interesses apenas ideológicos. O povo não elegeu o PT para ser o Estado, o elegeu para administrar o Estado. São coisas bastante distintas.

    O afã presunçoso dos seus dirigentes em todas as esferas do poder delata que não é democracia que se pretende e sim um projeto totalitarista de domínio dos poderes. Podemos verificar na câmara dos deputados e no senado, dos legislativos em muitos estados e municípios, suas bases forjadas na cumplicidade sob as benesses e distribuição do erário, através das ditas emendas parlamentares; configurando um verdadeiro esquema de adesões aos interesses do executivo. E se olharmos para o judiciário, percebemos que as prerrogativas da indicação dos ministros pelo governo, foram evidenciadas para o aceite das suas demandas. Nos Estados é municípios não é diferente, pressionados pela onda dos repasses e financiamentos federais, muitos prefeitos se enfileiram numa fila de pedintes, com receio de perder seus eleitores e condições privilegiadas no poder.

    Não será PSDB ou PSB que poderá desmoronar o projeto petista de governar, mas a própria intencionalidade totalitarista do projeto do PT: tornar-se o próprio Estado. Cada vez mais claro e evidente para a população.

    Queremos DEMOCRACIA! Anda que nos seja doloroso aprender a instaurá-la. Nenhum partido ou grupo político pode dar-se ao luxo de querer nos fazer entender que são detentores dela. Pois se assim for, democracia não há. Pois, democracia é um processo de relações e de conflitos permanente, de superação coletiva das adversidades sociais, não é um remédio, é prática constante e sucessiva de acertos e erros. Assim é que é a dinâmica da democracia! Não é propriedade de nenhum partido. E qualquer partido que se arvora se o único na evidência de instaurá-la, por si só, se apresenta como ditador.

    Com toda certeza haverá uma estratégia milionária de marketing, e manifestações apaixonadas de militante e bajuladores, querendo a todo custo demonizar quaisquer outras composições político-partidária que não esteja afinada com os interesses do projeto petista. Que bom que seja assim, notaremos o fervor da presunção, de como reagem, e quão são capazes de engendrar um processo meticuloso e muitas vezes sórdido, fazendo uma expolição dos seus discursos para o patrulhamento massivo, de que, só existirá democracia no Brasil se for com o comando dos petistas.

    Muitos dirão que minhas palavras são de “direita”, não ligo. Pasmem todos que pensam assim, mas sou uma vítima, votei em Lula por duas vezes e em Dilma, não me arrependo, pois fazemos muitas coisas que nos elevam à sabedoria de entender o mundo e aquilo que está a nossa volta. Quando votei, foi com a convicção de ter em nosso país a democracia. Quero antecipar aos desavisado, que também auxiliei, do meu modo, como artista e educador, na instauração do processo democrático em nosso país. E é em favor dessa democracia que questiono os métodos usados pelo governo atual.

    Estamos atualmente diante de um cenário totalmente adverso do que tínhamos em dez anos atrás, são outros personagens no cenário político, prefiro refletir. Meu ceticismo está justificado no processo e não nas pessoas, no projeto de poder, que já não mais satisfaz as minhas aspirações.

    Prefiro posicionar-me como um espectador, nessa brecha criada, por outros atores na política, uma brecha em que a reflexão é a melhor maneira de estudar os diversos aspectos, no sentido de um posicionamento, para minha tomada de consciência; e a tenha como a mais acertada, mesmo que esta opinião leve-me a abstenção de uma escolha, seja para continuidade de um projeto que está no poder, ou apostar em outro, que, se apresenta como alternativa em favor de nossas esperanças de progresso. Qualquer que seja minha atitude estará fundada na consolidação da DEMOCRACIA em nosso Brasil. Esta deve de ser a nossa luta permanente.

     

    Nell Gonçalves

    Educador

  74. “Um governo sem povo.” Essa é

    “Um governo sem povo.” Essa é maneira do PSDB governar. Se, por azar,  tivermos a infelicidade de ter um Aécio Neves como presidente, sentiremos na pele o que é um governo sem povo. Será muito pior do que foi o governo do FHC, que destruiu o Brasil. As privatizações do FHC só serviram aos interesses de multinacionais, a meia dúzia de apaniguados e aos altos dirigentes do PSDB, que saíram milionários do governo.

  75. Esse movimento de
    Esse movimento de “endireitar-se” da Marina começou desde o dia em que ela apunhalou pelas costas Lula (e Chico Mendes por tabela) quando deixou o Ministério, exacerbou-se na campanha em 2010 com os apoios que ela recebeu das forças mais retrógadas desse pais, esse passo de agora é só a colocação da cereja no bolo, no caso o bolo canalha que não tendo propostas, nem mesmo idéias, alternativas para vencer o projeto PT-Lula-Dilma no plano federal parte para as piores baixarias possíveis, esse ataque a Simon Bolivar de certa forma é até positivo,despe Marina Silma dessa aura de santa-salvadora e avanço-sustentável que ainda ilude uma parcela de pessoas que ainda lhe dá algum crédito, eu já deixei de a levar a sério, como pessoa capaz de comandar essa nação, desde aqueles arroubos de criacionismo. Mas não nos iludamos, o inimigo está somando esforços, nada mais me surpreenderá, nem mesmo o Feliciano se filiar ao PSB, o jogo será nojento do lado de lá, Dilma-Lula… preparem teus fígados e mantenham a cabeça fria, os dias de paz-e-amor acabaram, até Outubro de 2014 será uma pauleira. E FHC está se tornando apenas nisso: num urubú sacrilégico a nos jogar as mais demoníacas pragas.

  76. Destruição não será esquecida

    Governo Dilma destruiu a Polícia Federal, a Petrobrás e a Eletrobrás. Montou em seu governo um cabide de empregos com seus 40 ministérios, conseguiu ter o pior Ministro da justiça de todos os tempos, a equipe econômica está totalmente perdida com a inflação + pibinho… melhor programa de governo que conseguiram fazer foi ” Fronteiras abertas ao crime organizado”… Fora Dilma… PT nunca mais…

  77. Verdade Antiga em Assunto Novo

    Nassif: a ex-ministra Marina é de uma ingenuidade que beira a tolice. Especialmente agora que aliou-se a Heloisa Helena e Erundina na trama diabólica de vingança contra Lula. Verdadeiro “trio malvadeza”. E para fomentar o ódio, aliou-se agora ao “coronel” Eduardo Campos. Sim, porque o apessoado e de olhos azuis, 1,85m de altura, voz mansa e sorriso fácil, educado nas refinadas escolas do Brasil e do exterior, não passa de mais um tradicional coronel, com arraial político e voto de cabresto, com  tudo o mais que a patente lhe faculta. E se não anda no lombo de jegue, como seus antecessores, agora exibindo o Rolls Royce financiado pelos Bornharusens, não deixa de ser coronel. Coronel como aqueles que a ex-senadora conhece dos socavões do Acre, sua terra natal. Coronel, do mesmo naipe daqueles que sonhavam com o “afastamento” de Chico Mendes. A lição tirada no PV, onde o “povo da floresta” compactuou com a maiores furtunas do Pais, não foi suficientes para esclarecer-lhe o jogo dos poderosos. A vingança falou mais alto. Pena vê-la usasda como “inocente útil” nas mãos de quem só o lucro interessa. Evidentemente, isto cativou FHC e seu séquito real, que assossia-se ao capeta, como Erundina e Heloisa Helena, só para contrariar Lula. Cativou principalmente porque permitira ao Partido implantar o laisser-faire laisse-passer à brasileira, a  “democracia sem povo”, tão sonhada pelo PSDB, de quem o PSD (tiraram só “B”) é sucessor e continuador legítimo. E nesta nova-velha polarização, espero não vingue o ovo da serpente.

  78. Polarização
    Está criada uma força politica capaz de fazer estragos irreparaveis ao PT e PSDB, e de quebra ainda deve sobrar até para os sanguessugas do PMDB. OLHO NELES.

  79. Faltam propostas alternativas ao atual modelo.

    Quando na oposição o PT paltava seu discurso em soluções discrepantes às adotadas pelo PSDB. Defenderam asneiras, como por exemplo, a moratória da dívida, no entanto, sempre apresentando um discurso alternativo, que nem sempre facilitava o entendimento das camadas mais baixas, que até meados da década de 90, viam o eterno canditado Lula com grande desconfiança. 

    O PT amadureceu e cresceu com os erros dos governos de centro-direita, aprimorou seu discurso para atingir as massas e chegou ao poder,conseguindo convencer o país de que o legado do PSDB/FHC era maldito. Foi tão bem sucedido nesta empreitada que até mesmo o PSDB, em suas candidaturas posteriores, renegou o seu passado, sendo este, talvez, o maior erro dos Tucanos. 

    Atualmente os canditados de oposição não conseguem apresentar propostas alternativas. Não conseguem apresentar um projeto que coloque em dúvida o caminho traçado pelo PT para o país. 

    Marina Silva foi a única que representou um projeto alternativo, por isso, conseguiu amealhar nas pesquisas cerca de 20% das intensões de voto. Aécio representa a negação ao PT, mas não convence com seu discurso de Estado mínimo e neoliberalismo, as massas não estão preparadas para viver sem a presença do estado paternalista. Eduardo Campos representa o continuísmo em mãos diferentes, ora, se é para continuar para que trocar de nome(?), melhor deixar os que aí estão, pois já deram provas que conseguem governar, assim pensa o povo que não tem alternativas. 

    Falta enfrentar os erros políticos e de gestão do PT. Demonstrar que o país pode mais, se realizar as reformas, que a princípio podem desagradar certos setores, no entanto, são necessárias para alavancar o desenvolvimento do país a longo prazo. 

    Falta mostrar aos eleitores que o PT deixou de ter um projeto de governo para o país e agora tem um projeto de poder, governando de acordo com os interesses de grupos que o apoia, deixando de lado os interesses da nação. Em simples palavras é como deixar uma criança fazer o que quer sem pensar nas consequencias do futuro, assim tem sido o governo Petista de Dilma. 

    Os canditados de oposição deveriam demonstrar que o atual modo do chefe do executivo e do PT de se relacionar com os demais poderes, principalmente com o legislativo, é nocivo para o país. O Mensalão é o exemplo mais sórdido que poderia ser melhor aproveitado pelos opositores. Não pela corrupção, que para o povo é generalizada, mas pelo que representa para o Estado Democrático e para a República. 

    Os opositores deveriam demonstrar a ineficiência na gestão, trazendo como alternativas reformas estruturantes do serviço público, uma reforma administrativa, a qual foi ensaiada no governo do PSDB e paralisada no governo do PT. Questionar como o país que possue um dos mais eficientes sistemas de arrecadação do munco, quando se trata de aplicar estes recursos, patina na prestação dos serviços básicos de saúde e infraestrutura. 

    O atual modelo de gestão implantado pelo petismo capitaneado pela presidente Dilma não é sustentável. O país não suportará o desperdício de dinheiro público, pois a carga tributária está no limite. 

  80. “o velho vai sendo

    “o velho vai sendo enterrado.”

    Essa é uma expressão que se aplica personalisticamente ao FHC.

  81. Marineiro desaprova aliança com Campos

    Deputado José Antônio Reguffe (PDT/DF), um dos mais próximos aliados de Marina Silva, afirma que irá defender candidatura própria do PDT, encabeçada por Cristovam Buarque

    A aliança entre Marina Silva e Eduardo Campos já começa a mostrar alguns problemas localizados. O deputado José Antônio Reguffe (PDT/DF), um dos mais notórios marineiros, afirma que irá apoiar a candidatura própria do PDT. É o que informa o Painel:

    Despertar A ideia de que Marina seja vice de Campos não agrada aos sonháticos. “Espero que essa chapa se inverta e seja Marina presidente e Eduardo vice. Caso contrário, vou defender candidatura própria do PDT”, diz o deputado federal Reguffe (DF), que não se filiou ao PSB.

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/116959/Marineiro-desaprova-alian%C3%A7a-com-Campos.htm

  82. Jamais vi jogada política tão

    Jamais vi jogada política tão infantil como essa da Marina Silva. Isto, fortaleceu a minha tese de que Marina é uma amadora, de uma ignorância política sem precedentes. Ela imaginava-se uma descendente da família Gandhi e revelou-se uma bocó.

    Como é que uma lider política com supostos 20 milhões de votos e com um suposto discurso ético, baseado numa vaga idéia de “sustentabilidade”, entrega de bandeja seu destino político a um outro lider que utiliza-se do bordão socialista apenas como um nicho do mercado político que o permite manter-se como um dos atores na disputa eleitoral de 2014 ?

    Se ela se achava um Gandhi verde, a única saída válida para o seu movimento seria, impulsionada pela impugnação do seu Partido pela Justiça Eleitoral, lançar-se, vigorosamente, na expansão de sua Rede de Sustentabilidade como um movimento de luta pelos direitos civis atrelado aos ideais dos verdes.

    Acontece que os verdes estão em baixa em todo o mundo como movimento político. Não emplacaram nenhum governo na Europa, na Ásia e nas Américas e estão perdendo, cada vez mais, força política até para comporem-se em governos hegemonizados por outros partidos. 

    O fato concreto é que a agenda verde já foi incorporada por partidos de diversas tendências programáticas, enquanto, os verdes se tornaram uns chatos ecológicos.

    Talvez, Marina tenha percebido essa tendência de declínio dos verdes e tentou vender seu estoque de votos para Eduardo Campos.. Campos, que não tem nada de bobo, ganhou de graça o apoio de Marina e, ainda, fez exigências para acomodá-la no PSB. Ou sai de vice ou não sai a nada, pois, nem  para o Senado, Marina tem apoio em seu reduto eleitoral do Acre. Ou, alguém, em sã consciência, acha que Eduardo vai ceder seu espaço no PSB para Marina ? Se acha, pode esperar deitado.

    • Ficou sem escada, pendurada pelo pincel…

      Pois é Sr. João Jorge, Marina sucumbiu a falta de uma legenda. Mas tomou o caminho errado. O cacife pessoal dela a faria protagonista em qualquer legenda. Imagine uma chapa no PDT Marina/Cristovan Buarque!!!

      Essa decisão mudou o cenário. Com marina candidata a presidência seria inevitável um segundo turno. Agora Dilma está en cima da “carne Seca”, muito tranquila; o Eduardo Campos não conseguirá assimilar os votos de Marina Silva; e o PSDB terá que obrigatóriamente lançar o Serra, pois tal como o Campos o Aécio é um ilustre desconhecido fora de seu curral eleitoral, e tem um telhado de vidro muito grande devido a sua vida de “boyzinho”.

      A Marina perdeu muito… talvez a sua carreira política.

  83. PSDB

    O PSDB está muito mais enfraquecido do que era 15 anos atrás, mas está longe de acabar.

    Quem viaja por terra de Curitiba até Belém percorre somente estados governados pelo PSDB, sem interrupção.

    Todos os partidos têm altos e baixos. O PT em 1994 estava muito mais enfraquecido do que o PSDB atual e depois ficou um partido muito mais forte.

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