Desde Sarney e Collor, Dilma sofreria a pressão mais forte em um segundo mandato

Por Flavio Patricio Doro

Ref. ao post: O que seria um segundo governo Dilma?

A dinâmica da campanha eleitoral deixará sequelas. No início do segundo mandato, Dilma Rousseff sofrerá a pressão mais intensa a que um presidente foi submetido desde Sarney e Collor. Pelo menos é essa a minha previsão. 

Há também uma novidade: o respaldo da população ao governo será menor do que nos três mandatos anteriores. Basta lembrar que, por duas vezes, Dilma esteve atrás nas simulações de segundo turno. A maioria da população já não a apoia. Um segmento relevante – suficiente para assegurar-lhe a vitória – vota nela como um mal menor.

Para reverter o quadro a presidente terá de mostrar a curto prazo, se não resultados (que demoram a aparecer), pelo menos planos muito consistentes, que deem uma resposta aos que com razão criticam sua condução no quadriênio que se encerra.

 

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