Economistas declaram apoio a Dilma Rousseff

Jornal GGN – Um grupo de economistas, professores e pesquisadores de diversas faculdades do país, se reuniu para apoiar a candidatura de Dilma Rousseff. “O que está em jogo nesta eleição é a volta ao passado ou a continuidade do modelo que abre as portas do futuro. É a opção entre as políticas que serviram para perpetuar as desigualdades e o modelo que contribuiu para aprofundar a democracia, trazendo à luz milhões de novos cidadãos”, diz o manifesto.

Economistas com Dilma: “O Brasil não quer voltar atrás”

Do Brasil Debate

O que está em jogo nesta eleição é a volta ao passado ou a continuidade do modelo que abre as portas do futuro. É a opção entre as políticas que serviram para perpetuar as desigualdades e o modelo que contribuiu para aprofundar a democracia, trazendo à luz milhões de novos cidadãos

O Brasil está vivendo uma profunda transformação social que interrompeu o ciclo histórico da desigualdade no País. Nos últimos 12 anos, dezenas de milhões de pessoas tiveram acesso à economia formal e conquistaram um novo patamar de cidadania. Na base dessa transformação está o modelo de desenvolvimento econômico com inclusão social iniciado no governo do presidente Lula e que prossegue no governo da presidenta Dilma Rousseff.

Este modelo ampliou o acesso ao emprego, ao crédito e ao consumo. Combinado com a valorização dos salários e a transferência de renda, dinamizou o mercado interno, estimulou o investimento e promoveu o crescimento econômico, beneficiando a sociedade como um todo. A nova dinâmica da economia permitiu aumentar os investimentos sociais e em infraestrutura. O Brasil tornou-se mais robusto diante das oscilações internacionais.

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Mesmo no contexto econômico global mais adverso dos últimos tempos, o governo Dilma manteve seu foco no aumento do bem-estar da população, com ênfase na promoção da igualdade de oportunidades, para que todos possam progredir e realizar seus sonhos e aspirações. Em quatro anos, foram criados 5,5 milhões de empregos formais e a renda das famílias continuou a crescer.

Dificuldades conjunturais existem e devem ser enfrentadas com firmeza; fazendo correções e ajustes sempre que necessário. Mas não podem servir de pretexto para um retorno às políticas econômicas do passado, que se voltavam apenas para uma parcela da população e, diante dos problemas, impunham à maioria o preço da recessão, do desemprego, do arrocho salarial e do corte dos investimentos sociais.

Nos governos Lula e Dilma, a garantia da estabilidade econômica sempre esteve associada ao objetivo de promover o crescimento econômico, com geração de emprego e renda, e a superação das desigualdades sociais e regionais. Essa é a diferença essencial em relação ao modelo anterior, representado pela candidatura do PSDB.

O que está em jogo nesta eleição é a volta ao passado ou a continuidade do modelo que abre as portas do futuro. É a opção entre as políticas que serviram para perpetuar as desigualdades e o modelo que contribuiu para aprofundar a democracia, trazendo à luz milhões de novos cidadãos.

Quem reduziu a pobreza e a desigualdade de renda tem mais capacidade de avançar no processo de inclusão social. Quem aumentou a geração de empregos e ampliou o acesso ao crédito tem mais capacidade de fazer o País crescer. Quem investiu no futuro, duplicando para sete milhões o número de vagas no ensino superior, é capaz de continuar mudando o Brasil e dialogar com demandas sociais crescentes e justas.

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Quem construiu as bases de um novo ciclo de desenvolvimento é capaz de conduzir o Brasil nessa nova etapa. Quem democratizou a oferta de oportunidades, criando os alicerces de uma Nação mais justa, é que pode manter o País unido e superar os desafios do momento, sem deixar nenhum brasileiro para trás.

Para o Brasil continuar avançando, com democracia e desenvolvimento econômico para todos, apoiamos a reeleição da Presidenta DILMA ROUSSEFF.

Dê seu apoio, colocando nome e local de trabalho em: [email protected]

Lista de Apoio Inicial

Maria da Conceição Tavares, Professora Emérita da UFRJ e Unicamp

Luiz Gonzaga Belluzzo, Professor da FACAMP e UNICAMP

Nelson Barbosa, Professor e Pesquisador da FGV e Professor da UFRJ

Ricardo Carneiro, Professor UNICAMP e Diretor do BID

Fabricio Augusto de Oliveira, Professor da UFMG

José Flores Fernandes Filho, Professor do Instituto de Economia da UFU

Lauro Mattei – Professor Universidade Federal de Santa Catarina

Márcio Pochmann, Professor da Unicamp

Ana Maria de Paiva Franco, Professora IE, Universidade Federal de Uberlândia

Clemente Ganz, Economista do DIEESE

Jorge Mattoso, Professor da Unicamp

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35 comentários

  1. Gilberto Gil votou em Marina e agora é Dilma!

    “Eu votei em Marina, sou do Partido Verde, é a candidata do Partido Verde. Vou votar em Dilma no segundo turno. Convivi com ela em ambiente de governo, em situação, enfim, de ministério, que decisões precisavam ser tomadas, que a disputa pelo orçamento se dava, e ela sempre tratou o Ministério da Cultura com muito respeito, muito apreço, dando a ele muita importância”, disse Gilberto Gil. Além de Gil, Chico Buarque entrará na campanha neste segundo turno para dizer aos brasileiros que Dilma é a melhor escolha para um Brasil mais justo com distribuição de renda e política social.

  2. não vão gostar………..

    os economistas do Blog: Free Walker, Motta Araujo, Leonidas, e outros não vão gostar.

  3. esse depoimento pungente dos

    esse depoimento pungente dos economistas

    deveria ser divugado e expandido para toda a sociedade.

    o texto é bastante convincente para que

    as pessoas adiram tb à cabndidatura dilma.

    e mostra que todo economista deveria ter um

    texto claro e objetivo como este para facilitar o

    entendimento da economia. de  um número muito maior de pessoas.

  4. Nassif,
     
    A manchete deveria

    Nassif,

     

    A manchete deveria ser “economistas, que nunca tiverem a oportunidade de serem ouvidos pelo governo ou mesmo possuem qualquer aceno de serem ouvidos no futuro governo, mesmo assim, apoiam Dilma”

  5. E o principal economista do país?

    Ah esqueci. O Serra não mostrou o diploma.

    Lúcifer, bom economista é o Fraga?

    E o Gunter, alguém o viu por aí?

  6. É a lista dos economistas

    É a lista dos economistas verdadeiramente brasileiros, acadêmicos, pesquisadores e gestores públicos experimentados.

    A lista do outro é a dos economistas de segundo escalão dos bancos, dos arrogantes da Av. Paulista e dos golden boys da Bolsa.

    Os primeiros argumentam com qualidade, com dados e com premissas, sintetizando o mais profundo sentimento de pátria unida e fraterna.

    Os segundos fincam o argumento em mantras midiáticos nunca comprovados, destilando ódio, mentiras e insinuações que manipulam os incautos e preconceituosos e indignam os esclarecidos.

    Eu fico com os primeiros.

     

  7. apoio dilma

    Eu declaro meu apoio à Dilma…. Não vejo outra alternativa no momento…. O almofatinha do Aécio nunca ralou, não sabe o que é ser povo!

    Não sabe o que é salário minimo…..

     

    Vamos com os economistas….

  8. FORMADORES DE OPINIÃO

    Excelente iniciativa, pois os economistas constituem um grupo de fortíssima influência na formação de opiniões. E um dos aspectos mais relevantes do embate eleitoral deste segundo turno está muito bem destacado no texto do manifesto, que faz referência à diferença essencial entre o modelo econômico elitista e recessivo esposado pelo PSDB, caracterizado pela nefasta doutrina neoliberal do estado mínimo, e o modelo adotado pelos governos do PT, que prima pela promoção do desenvolvimento econômico com redução das desigualdades. Este é o âmago da disputa eleitoral em marcha, e deve ser, portanto, um dos focos centrais dos debates a serem travados. A questão crucial é a que está destacada no manifesto: evitar o retrocesso que seria o retorno do PSDB constitui tarefa de todos os que desejam um futuro mais inclusivo e mais equilibrado. Vamos somar esforços para divulgar a importância da reeleição de Dilma.

  9. Economistas dão apoio a Dilma

    Economistas? A lista começa (não sei se por acaso) com Maria da Conceição Tavares. Esta mulher viveu a economia brasileira no século XIX. É a mais retrógrada de todos. Vou respeitar a opinião deles, mas como Advogado sou obrigado a não concordar com os economistas. Se eles fossem bons, não teriam deixado o pt quebrar o País. Teriam feito um alerta à Nação, chamando a atenção do povo para os desmandos do Governo petista. Fico com a impressão que eles querem mostrar serviço, com o fim de se locupletarem do Poder, para faturar um pouco mais. Precisamos Economistas, Advogados, Engenheiros, Professores, Médicos com mais compromisso com o Governo e menos com a Política. 

    • machiavel

      o pais tá quebrado????…..deixa o abominavel homem das Neves ganhar (toc-toc-toc) pra voce sentir o que é um país quebrado.

    • Economistas dão apoio a Dilma

      Machiavélico, você é economista ou advogado? Ou advogado economista? Seu comentário me faz lembrar um epsódio vivenciado por minha neta, dia desses. Ao sair do salão onde fora cortar o cabelo, ao ligar o carro percebeu que o mesmo não “pegava”. Todos correm para ajudar. Abre o capô e a opinião abalizada do cabelereiro: peças velhas foram colocadas no lugar das novas. Chamado o mecânico (de confiança) verificou-se que o problema era outro. Moral da história: advogado que se arvora em economista é igual a cabelereiro que se traveste de mecânico. 

    • Mostre como o PT quebrou o

      Mostre como o PT quebrou o país?

      Incrível como se disseminou a idéia de que quem apóia o governo ou simplesmente não adere à fúria anti-PT que tomou conta da mídia tradicional,só age assim porque está vislumbrando algum benefício escuso.

       

       

    • Que é isso? Quantos aninhos tem o advogado?

      Quem quebrou nosso país e, por três vezes, foi FHC  o atual protetor de Aécio. Alías protetor de Aécio e Armínio Fraga! Lembra de  Armínio Fraga? Pergunta ao papai!

    • Em que planeta…

      Em que planeta vc vive ? PT quebrou o país ? parafraseando Gilmarzinho, seu comentário é “risível”. Que blá-blá-blá… Com um discurso desses vc pode, com certeza, ser advogado de porta de cadeia…

    • Wagner, os maiores juristas

      Wagner, os maiores juristas brasileiros, dentre os quais você,  com certeza, não está,  também fizerem um manifesto, encabeçado por BANDEIRA DE MELLO, a favor de Dilma. Será que também eles estão querendo uma boquinha no governo petista ou é você que está querendo entrar para a quadrilha de um improvável governo do Aócio Never?

       

    • FÓRMULA DE GOEBBELS

      Seria engraçado se não fosse tão triste. Na época em que o PSDB estava na presidência da república, a taxa básica de juros chegou a 45% ao ano, e hoje é de 11% aa; o câmbio do dólar ultrapassou a marca de $ 4 reais, e hoje é de R$ 2,40; o Brasil viva submetido às exigências recessivas do FMI, do qual dependia para evitar o colapso do Balanço de Pagamentos, e hoje as reservas internacionais são superiores a US$ 300 bi; a taxa de desemprego era mais do dobro da de hoje, que é a menor da história. Além disso, as privatizações feitas pelo PSDB venderam por preço vil empresas valiosíssimas, tais como a Vale, a CSN, a Embraer e a Telebrás. E mesmo assim ainda tem quem tenha a desfaçatez de dizer que o PT quebrou o país, e que as coisas iriam melhor se o PSDB voltasse ao poder. Os asseclas da direita golpistas acreditam demais na fórmula fascista do famigerado Goebbels, mas a verdade há de triunfar.

  10. Saiu no Conversa

    Saiu no Conversa Afiada.

    Inpossível não se revoltar e não lacrimejar vendo este documentário da Globo, de 2001, sobre a fome no nordeste.

    Segundo um especialista da época, eram 2 boings 737 de crianças mortas de fome, POR DIA!

    Que revolta saber que aquela corja deu tudo para os banqueiros e especuladores e nada fez para salvar aquela gente, ou se fez, fez muiito pouco.

    https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-A9zEQ1-ODQ

     

    • Ou seja…

      Mataram muitos nordestinos de fome (enquanto o PT matou a fome de muitos nordestinos) e agora vão matar os paulistanos de sede. Eita gente incompetente! Tucanos de rapina, uma nova espécie.

  11. O outro lado

    MANIFESTO DE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DE ECONOMIA

     Este texto é um manifesto de um grupo de 164 professores universitários de Economia, ligados a diversas instituições no Brasil e no exterior. O nosso objetivo é desconstruir um dos inúmeros argumentos falaciosos ventilados na campanha eleitoral.

    1) Não há, no momento, uma crise internacional generalizada.Alguns de nossos pares na América Latina, uma região bastante sensível a turbulências na economia mundial, estão em franca expansão econômica.Projeta-se, por exemplo, que a Colômbia cresça 4,8% em 2014, com inflação de 2,8%. Já a economia peruana deve crescer 3,6%, com inflação de 3,2%. O México deve crescer 2,4%, com inflação de 3,9%.1No Brasil, teremos crescimento próximo de zero com a inflação próxima de 6,5%.1Entre as 38 economias com estatísticas de crescimento do PIB disponíveis no sítio da OCDE, apenas Brasil, Argentina, Islândia e Itália encontram-se em recessão.2Como todos os países fazem parte da mesma economia global, não pode haver crise internacional generalizada apenas para alguns.É emblemático que, dentre os países da América do Sul, apenas Argentina e Venezuela devem crescer menos que o Brasil em 2014.1

     

    2) Neste cenário de baixo crescimento e inflação alta, a semente do desemprego está plantada. E os avanços sociais obtidos com muito sacrifício ao longo das últimas décadas estão em risco.

     

    3) O atual governo tenta se eximir de qualquer responsabilidade pelo nosso desempenho econômico pífio e culpa a crise internacional. Entretanto, como a realidade dos fatos mostra que não há crise internacional generalizada, a explicação só pode ser outra.

     

    4) Em grande parte, atribuímos o desempenho medíocre da economia brasileira e a perspectiva de retrocesso nas conquistas sociais às políticas econômicas equivocadas do atual governo.

     

    5) O atual governo ressuscitou os fantasmas da inflação e da instabilidade macroeconômica.

    Uma política monetária inadequada gerou a suspeita de intervenções de cunho político no Banco Central, que foi fatal para sua credibilidade.A utilização recorrente de truques contábeis destruiu a confiança na política fiscal.Esta combinação de políticas monetária e fiscal opacas e inadequadas gerou um cenário macroeconômico extremamente adverso, com inflação alta e crescimento baixo.

     

    6) O governo Dilma amedrontou os investimentos.

    Houve mudanças constantes e inesperadas de regras, como alterações arbitrárias de alíquotas de impostos.Diante desta instabilidade das regras do jogo, a desconfiança aumentou e o horizonte dos empresários encurtou.O acesso privilegiado aos órgãos governamentais passou a ser uma atividade mais lucrativa que o planejamento e investimento de longo prazo.

     

    7) A mudança das regras do jogo não afetou apenas a iniciativa privada.

    O excesso de intervencionismo nas empresas estatais, como o represamento artificial dos preços de energia e gasolina, minou a capacidade de investimento dessas empresas.Por conta de empreendimentos questionáveis do ponto de vista econômico, a capacidade de investimento da Petrobrás foi comprometida.

     

    8) O atual governo expandiu a oferta de crédito subsidiado de forma discricionária e irresponsável.

    A distribuição arbitrária de crédito subsidiado produz distorções na alocação de recursos do país e contribui para o baixo crescimentoeconômico.Os subsídios envolvidos geram altos custos fiscais que o atual governo tenta esconder com malabarismos e truques contábeis. Estes expedientes destruíram a confiança nas estatísticas fiscais do país.Os recursos gastos na forma de subsídios injustificados poderiam ser utilizados para ampliar programas sociais e investimentos públicos em educação, saúde e infra-estrutura.O Brasil precisa continuar avançando na direção de uma sociedade mais justa e igualitária, com melhor distribuição de renda.Além de deletéria para o desenvolvimento do país, a política de distribuição arbitrária de crédito subsidiado para grandes grupos econômicos é concentradora de renda.

     

    No ambiente econômico do Brasil de hoje, os frutos de um novo empreendimento podem ser facilmente corroídos por mudanças inesperadas nas regras do jogo, pela alta inflação e pelo baixo crescimento econômico. Portanto, não é surpreendente que o investimento tenha colapsado. Sem investimento, o Brasil jamais retomará o seu caminho para o desenvolvimento. E sem desenvolvimento, os avanços sociais obtidos com muito sacrifício ao longo das últimas décadas sofrerão retrocessos.

     

    O Brasil tem sérios desafios pela frente e para enfrentá-los precisamos de um debate transparente e intelectualmente honesto. Ao usar de sua propaganda eleitoral e exposição na mídia para colocar a culpa pelo fraco desempenho econômico recente na conjuntura internacional, se eximindo da sua responsabilidade por escolhas equivocadas de políticas econômicas, o atual governo recorre a argumentos falaciosos.

     

    14 de outubro de 2014

     

    Fontes:

    1 Dados retirados do World Economic Outlook, FMI, Outubro de 2014.

    2 Dados retirados do sítio da OCDE (http://stats.oecd.org/). Recessão definida como variação negativa do PIB real dessazonalizado nos últimos 2 trimestres com dados disponíveis.

     

    Contato: [email protected].

     

    Assinam (em ordem alfabética) os professores abaixo:

     

     NomeTitulação, InstituiçãoAfiliação atual    (1)Ademar RomeiroPhD, EHESSUnicamp(2)Adriana Bruscato BortoluzzoDoutor, IME/USPInsper(3)Afonso Henriques Borges FerreiraPhD, New SchoolIbmec MG(4)Alan André Borges da CostaMestre, UFMGUFOP(5)Alan MoreiraPhD, ChicagoYale University(6)Alberto SalvoPhD, LSENational University of Singapore(7)Alesandra de Araújo BenevidesMestre, CAEN/UFCUFC(8)Ana Beatriz GalvãoPhD, WarwickUniversity of Warwick(9)Anderson Mutter TeixeiraDoutor, UnBFACE/UFG(10)André CarraroDoutor, PPGE/UFRGSPPGOM/UFPel(11)André da Cunha BastosMestre, USPUFG(12)André Portela SouzaPhD, CornellEESP/FGV(13)Antonio F. GalvaoPhD, IllinoisUniversity of Iowa(14)Antônio Márcio BuainainDoutor, UnicampUnicamp(15)Ari Francisco de Araujo JuniorMestre, UFMGIbmec MG(16)Arilda TeixeiraDoutor, UFRJFucape(17)Arilton TeixeiraPhD, MinnesotaFucape(18)Armando GomesPhD, HarvardWashington University in St Louis(19)Aureo de PaulaPhD, PrincetonUniversity College London e EESP/FGV(20)Bernardo de Vasconcellos GuimarãesPhD, YaleEESP/FGV(21)Bernardo Soares BlumPhD, UCLAUniversity of Toronto(22)Braz Ministério de CamargoPhD, UPennEESP/FGV(23)Bruno Cara GiovannettiPhD, ColumbiaFEA/USP(24)Bruno Cesar Aurichio LedoDoutor, EPGE/FGVFEA/USP-RP(25)Bruno FermanPhD, MITEESP/FGV(26)Bruno FunchalDoutor, EPGE/FGVFucape(27)Camila F. S. CamposPhD, YaleInsper(28)Carolina CaetanoPhD, BerkeleyUniversity of Rochester(29)Carlos Eduardo GoncalvesDoutor, USPFEA/USP(30)Carlos Eugênio Ellery Lustosa da CostaPhD, ChicagoEPGE/FGV(31)Carlos Viana de CarvalhoPhD, PrincetonPUC-Rio(32)Cecilia MachadoPhD, ColumbiaEPGE/FGV(33)Cézar Augusto Ramos SantosPhD, UPennEPGE/FGV(34)Cristian HusePhD, LSEStockholm School of Economics(35)Christiano Arrigoni CoelhoDoutor, PUC-RioIbmec RJ(36)Christiano Modesto PennaDoutor, CAEN/UFCCAEN/UFC(37)Cristina TerraPhD, PrincetonUniversité de Cergy-Pontoise(38)Claudio Djissey ShikidaDoutor, PPGE/UFRGSIbmec MG(39)Claudio FerrazPhD, BerkeleyPUC-Rio(40)Claudio Ribeiro de LucindaDoutor, EAESP/FGVFEA/USP-RP(41)Cleyzer Adrian da CunhaDoutor, UFVFACE/UFG(42)Daniel Barboza GuimarãesDoutor, CAEN/UFCUFC(43)Daniel Bernardo Soares FerreiraPhD, ChicagoLondon School of Economics(44)Daniel de Abreu Pereira UhrDoutor, UnBUFPel(45)Daniel GottliebPhD, MITUniversity of Pennsylvania(46)Daniel MontePhD, YaleEESP/FGV(47)Daniel Oliveira CajueiroDoutor, ITAUnB(48)Daniel Ribeiro CarvalhoPhD, HarvardUniversity of Southern California(49)David TurchickDoutor, EPGE/FGVFEA/USP(50)Eduardo Augusto de Souza-RodriguesPhD, YaleUniversity of Toronto(51)Eduardo Correia de SouzaDoutor, UFRJInsper(52)Eduardo FaingoldPhD, UPennYale University(53)Eduardo Fonseca MendesPhD, NorthwesternUniversity of New South Wales(54)Eduardo ZilbermanPhD, NYUPUC-Rio(55)Elano Ferreira ArrudaDoutor, CAEN/UFCCAEN/UFC(56)Emanuel OrnelasPhD, Wisconsin-MadisonLondon School of Economics e EESP/FGV(57)Emerson MarinhoDoutor, EPGE/FGVCAEN/UFC(58)Emilson Caputo Delfino SilvaPhD, IllinoisUniversity of Alberta(59)Fábio Massaúd CaetanoDoutor, PPGE/UFRGSUFPel(60)Fabio MiessiPhD, LSEFEA/USP(61)Fabio OrfaliMestre, USPInsper(62)Felipe Garcia RibeiroDoutor, EESP/FGVUFPel(63)Fernando BotelhoPhD, PrincetonFEA/USP(64)Fernando Vendramel FerreiraPhD, BerkeleyUniversity of Pennsylvania(65)Flávia Lúcia Chein FeresDoutor, Cedeplar/UFMGPPGEA/UFJF(66)Francisco Junqueira Moreira da CostaPhD, LSEEPGE/FGV(67)Gabriel de Abreu MadeiraPhD, ChicagoFEA/USP(68)George Henrique de Moura CunhaDoutor, UnBUCB(69)Geraldo Biasoto JrDoutor, IE/UnicampIE/Unicamp(70)Gil RiellaPhD, NYUUnB(71)Gisele Ferreira Tiryaki PhD, George MasonUFBA(72)Gregorio CaetanoPhD, BerkeleyUniversity of Rochester(73)Guilherme Hamdan GontijoMestre, PPGE/UFRGSIbmec MG(74)Guilherme IrffiDoutor, CAEN/UFCCAEN/UFC(75)Gustavo MansoPhD, StanfordUniversity of California, Berkeley(76)Gustavo Mauricio GonzagaPhD, BerkeleyPUC-Rio(77)Gustavo Ramos SampaioPhD, IllinoisUFPE(78)Heitor AlmeidaPhD, ChicagoUniversity of Illinois at Urbana-Champaign(79)Helder Ferreira de MendonçaDoutor, UFRJUFF(80)Jair Andrade AraujoDoutor, CAEN/UFCMAER/UFC(81)João Manoel Pinho de MelloPhD, StanfordInsper(82)João Victor IsslerPhD, San DiegoEPGE/FGV(83)José A. Rodrigues-NetoPhD, WisconsinAustralian National University(84)José Coelho Matos FilhoDoutor, UnBUFC(85)José Guilherme de Lara ResendePhD, ChicagoUnB(86)José Maria Ferreira Jardim da SilveiraDoutor, UnicampUnicamp(87)Juliana InhaszDoutor, FEA/USPInsper(88)Juliana Terreiro SalomaoPhD, StanfordUniversity of Minessota(89)Juliano Junqueira AssunçãoDoutor, PUC-RioPUC-Rio(90)Klenio de Souza BarbosaPhD, ToulouseEESP/FGV(91)Leandro RoccoPhD, IllinoisUFC(92)Leonardo RezendePhD, StanfordPUC-Rio(93)Lucas MaestriPhD, YaleEPGE/FGV(94)Luciana Yeung Luk TaiDoutor, EESP/FGVInsper(95)Luciano I. de CastroDoutor, IMPAUniversity of Iowa(96)Luis Henrique Bertolino BraidoPhD, ChicagoEPGE/FGV(97)Marcel ScharthPhD, VU University AmsterdamUniversity of New South Wales(98)Marcelo Arbex PhD, IllinoisUniversity of Windsor(99)Marcelo Cunha MedeirosDoutor, PUC-RioPUC-Rio(100)Marcelo de Albuquerque e MelloPhD, IllinoisIbmec RJ(101)Marcelo de Castro CalladoPhD, University of CologneUFC(102)Marcelo de Oliveira PassosDoutor, UFPRUFPel(103)Marcelo Eduardo Alves da SilvaPhD, UNC Chapel HillUFPE(104)Marcelo FernandesPhD, Université Libre de BruxellesEESP/FGV e Queen Mary University of London(105)Marcelo Rodrigues dos SantosDoutor, EPGE/FGVInsper(106)Marcelo Savino PortugalPhD, WarwickUFRGS(107)Marcio Gomes Pinto GarciaPhD, StanfordPUC-Rio(108)Márcio Veras CorrêaDoutor, Universidade Técnica de LisboaCAEN/UFC(109)Marco BonomoPhD, PrincetonInsper(110)Marcos Costa HolandaPhD, IllinoisCAEN/UFC(111)Marina Mendes TavaresPhD, MinnesotaITAM, Mexico(112)Mauricio BenegasDoutor, CAEN/UFCCAEN/UFC(113)Maurício Soares BugarinPhD, IllinoisUnB(114)Mauro RodriguesDoutor, UCLAFEA/USP(115)Marco Aurélio BittencourtDoutor, UnBUCB(116)Naercio Aquino Menezes FilhoPhD, University of LondonInsper e FEA/USP(117)Natalia PiqueiraPhD, PrincetonUniversity of Houston(118)Nathalie Gimenes SanchesPhD, Queen Mary University of LondonFEA/USP(119)Nelson Camanho da Costa NetoPhD, LSECatolica Lisbon School of Business & Economics(120)Nelson Seixas dos SantosDoutor, USPPPGE/UFRGS(121)Osvaldo Candido da Silva FilhoDoutor, UFRGSUCB(122)Paulo NatenzonPhD, PrincetonWashington University in St Louis(123)Paulo Rogério Faustino MatosDoutor, EPGE/FGVCAEN/UFC(124)Pedro A. C. SaffiPhD, London Business SchoolUniversity of Cambridge(125)Pedro Cavalcanti FerreiraPhD, UPennEPGE/FGV(126)Pedro H. AlbuquerquePhD, Wisconsin-MadisonKEDGE Business School(127)Pedro HemsleyPhD, ToulouseUERJ(128)Peri Agostinho da Silva JuniorPhD, IllinoisKansas State University(129)Pery Francisco Assis ShikidaDoutor, ESALQ/USPUnioeste(130)Pricila MazieroPhD, MinnesotaUniversity of Pennsylvania(131)Priscila CasariDoutor, ESALQ/USPUFG(132)Rafael B. BarbosaDoutor, CAEN/UFCSobral/UFC(133)Rafael de Vasconcelos Xavier FerreiraDoutor, EPGE/FGVFEA/USP(134)Rafael Dix CarneiroPhD, PrincetonDuke University(135)Rafael Lopes de MeloPhD, YaleUniversity of Chicago(136)Regis Augusto ElyDoutor, UnBUFPel(137)Renata NaritaPhD, UCLFEA/USP(138)Renato Dias de Brito GomesPhD, NorthwesternUniversité de Toulouse(139)Renato Fragelli CardosoDoutor, EPGE/FGVEPGE/FGV(140)Ricardo A. de Castro PereiraDoutor, EPGE/FGVCAEN/UFC(141)Ricardo D. O. BritoDoutor, EPGE/FGVInsper(142)Ricardo de Abreu MadeiraPhD, BUFEA/USP(143)Rinaldo Barcia FonsecaDoutor, UnicampUnicamp(144)Roberto Ellery JrDoutor, UnBUnB(145)Rodrigo de Losso da Silveira BuenoPhD, ChicagoFEA/USP(146)Rodrigo Lanna Franco da SilveiraDoutor, USPIE/Unicamp(147)Rodrigo MoitaPhD, IllinoisInsper(148)Rodrigo Nobre FernandezDoutor, UFRGSUFPel(149)Rodrigo R. SoaresPhD, ChicagoEESP/FGV(150)Rogério MazaliPhD, Tulane UniversityUCB(151)Rogério Moreira de SiqueiraMestre, CAEN/UFCUFC(152)Romero Cavalcanti Barreto da RochaDoutor, PUC-RioUFRJ(153)Ronald Otto HillbrechtPhD, IllinoisPPGE/UFRGS(154)Rozane Bezerra de SiqueiraPhD, UCLUFPE(155)Ruy Monteiro RibeiroPhD, ChicagoPUC-Rio(156)Sabino da Silva Porto JúniorDoutor, PPGE/UFRGSUFRGS(157)Thiago de Oliveira SouzaPhD, University of LondonSouthern Denmark University(158)Tiago V. de V. CavalcantiPhD, IllinoisUniversity of Cambridge(159)Tiago Couto BerrielPhD, PrincetonPUC-Rio(160)Vander Mendes LucasPhD, Université Catholique de LouvainUnB(161)Vinicius CarrascoPhD, StanfordPUC-Rio(162)Vitor Borges MonteiroDoutor, CAEN/UFCFEAAC/UFC(163)Vitor Hugo Miro Couto SilvaMestre, CAEN/UFCUFC(164)Walter Novaes FilhoPhD, MITPUC-Rio
         

     

    • kkkkkkkk

      O cara me faz uma lista só de Chicago Boys. Juntando todos não dá meia Maria da Conceição Tavares (não vou nem colocar os demais).

      Fala sério: todos da áreas econômica sabem que a mesma é divida em aproximação dos pólos neoclássicos e marxistas.

       

      Você só colocou gente do mercado financeiro nessa lista.

       

      Não insulte a inteligência dos leitores do GGN, por favor.

       

      Economistas desenvolvimentistas passam longe da sua lista. Pq? Para eles o país é mais importante, não o próprio bolso e do seus patrões financistas.

       

  12. Vergonhoso, tentar

    Vergonhoso, tentar influenciar as pessoas com mentiras, mas era de se esperar isso mesmo de petistas!

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