Eleições: França irá anunciar apoio de quarta legenda

Com isso, vice-governador e pré-candidato ao governo do Estado de SP terá mais de 18 minutos de propaganda eleitoral, superior a dos possíveis concorrentes 
 
divulgacao.jpg
(Reprodução)
 
Jornal GGN – O vice-governador de São Paulo e pré-candidato ao governo no Estado, Márcio França (PSB) está na frente da corrida eleitoral no pleito, ainda sem definição dos nomes que vão participar da disputa, mas que podem incluir João Doria, pelo PSDB, Paulo Skaf, pelo MDB e o ex-prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, pelo PT. 
 
Segundo informações do Estado de São Paulo, França deve anunciar nesta segunda-feira (18) o apoio do PSC a sua chapa, completando quatro siglas somando PR, Solidariedade e PROS. O fator pode se tornar decisivo para a vitória do vice-governador que assim irá assegurar mais de 18 minutos de propaganda eleitoral por dia na TV e rádio.
 
As legendas hoje com maior tempo de TV, PT e MDB, têm cerca de 11 minutos, mas não estarão juntas na campanha deste ano. Portanto, França deverá deter o maior tempo de televisão. França contabiliza ainda que outros partidos devem aderir a sua base como o PV, o PPS, o PCdoB e o PHS. 
 
Apesar do apoio já sinalizado do governador e pré-candidato a presidência da República Geraldo Alckmin nos bastidores, França não pretende uma aliança com o PSDB, que tem 8 minutos, e nem com MDB. Ele também descarta a possibilidade de atrair DEM e PSD à chapa.
 
Alckmin flerta com o PSB de França para conseguir apoio para a sua candidatura ao Planalto e, assim, conseguir mais tempo de propaganda eleitoral, mas não tem garantias do seu partido em São Paulo para apoiar ao governo do estado um nome que não seja da própria legenda. Além disso, Dória sinaliza o interesse de concorrer a vaga. 
 
Leia também: Dória volta atrás e diz ser favorável às prévias em 2018
 

8 Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

J.Roberto Militão

- 2018-02-19 14:45:50

Lobos perdem o pelo mas não perdem o vício...

Na Câmara Federal o MÁRCIO FRANÇA/PSB foi líder do bloco de apoio ao governo LULA, em que obteve resultados extraordinários entregando quase sempre 100% do votos em plenário.. O PSB apoiou a eleição de HADDAD em São Paulo, a nossa candidata a Vice - Luiza Erundina somente renunciou diante do inesperado e inacreditável gesto petista de ´beijar a mão´ de Paulo MALUF, o inimigo número um das políticas sociais Em 2010, retirou a candidatura CIRO para apoiar a eleição da DILMA.

Em 2014, com EDUARDO CAMPOS e MARINA, o PSB de forma leal, apresetou uma plataforma de 3a VIA, em que, reconhecendo os méritos de políticas sociais e estruturais do PT e do PSDB, se propunha a formular as reformas estruturais na política, as tributárias, o pacto federativo, a previdenciária que o país tanto precisa. Também de forma leal, desde 2013 denunciava o desgoverno na área econômica e a falta de administração política demonstrada por DILMA e foi vítima da mais infamante campanha política da história democrática.

Como as pesquisas indicavam que no segundo turno a MARINA-PSB ganharia de DILMA o PT escolheu o AÉCIO/PSDB para ser o adversário a ser batido no segundo turno.

Enfim, para os petistas, como sempre aliado bom é aliado subserviente e dependente sem aspirações naturais de disputar o poder. Temos sido aliados leais tanto do PT quanto do PSDB em situações conjunturais pois reconhecemos em ambos méritos e virtudes, assim com as detemos.

Em 2018, em São Paulo os tucanos estão desesperados com a ascenção do Vice-Governador, por suas qualidades de articulador político, pois estavam acostumados com Vices sem pretensões tais como Cláudio Lembo e Goldmann que apenas cumpriram tabela. Também seremos leais se os tucanos vierem nos apoiar, porém, como não querem perder o controle do maior estado brasileiro, isso de fato não acontecerá.

Temos o nosso programa de governo. Que será distinto dos tucanos. E o setor do PSB que a busca de alianças de ´centro-esquerda´ vem dentro da realidade paulista e brasileira: a direita neoliberal encontra-se em evidente expansão e está procurando apoderar-se da provável vitória de MÁRCIO FRANÇA.

Por isso, o setor mais a esquerda do PSB busca aliança com PT e demais partidos da esquerda caso contrário a direita conseguirá engessar os compromissos populares do futuro governador MARCIO FRANÇA.

Esperamos que o petismo caolho que não enxerga o horizonte em termos nacionais seja superado pelos petistas de bom senso e capazes de formular alianças no contexto nacional.

Henrique Macedo

- 2018-02-19 05:23:06

O PT nao lançou, ou o Haddad
O PT nao lançou, ou o Haddad não quis pegar essa bucha de canhao ?? Imagine ele eleito, magicamente todos os escandalos de corrupção entrariam no noticiário dia e noite, do assalto a merenda ao rio Tiete sujo. Do rodo anel eterno até os pedagios absurdos.E por aí vai... Fico com a segunda opçao da minha pergunta.

Wilton Santos

- 2018-02-19 01:31:34

O PT simplesmente desistiu de disputar o governo de São Paulo

O PT simplesmente desistiu de disputar o governo de São Paulo. Ao invés de lançar a candidatura do Haddad, decidiu concorrer com um candidato inexpressivo e sem nenhum carisma. Infelizmente o Estado de São Paulo continuará controlado pelos tucanos por mais 4 anos!

 

Wilton Santos

- 2018-02-19 01:27:08

Desde de quando do PSB de São Paulo é de centro esquerda!?

Desde de quando o PSB de São Paulo é de centro esquerda!?

Márcio França é soldado do Alckimin e representante dos mesmos setores que aparelharam o Estado de São Paulo pelos tucanos. Inclusive o próprio Alckimin estava cogitando se lançar candidato à presidência pelo PSB caso o Aécio Neves fosse o candidato do PSDB em 2018.

Não há diferença nenhuma entre o PSDB e o PSB paulista. A única difreneça é apenas uma letra. O Tunanistão vai continuar sob controle das mesmas oligarquias de sempre. Não vai mudar absolutamente nada. O Ministério Público, o Tribunal de Justiça, as polícias civis e militares do Estado continuarão sob controle da mesma máfia tucana. 

Serjao

- 2018-02-19 00:01:30

Avisa lá
Estamos em guerra, exército e tanques pelas ruas.

naldo

- 2018-02-18 23:45:21

Pois é,   O Brasil é o

Pois é,

 

O Brasil é o paraíso dos lojistas, fazem o que querem, e são paulo é a sua capital....

LCAP

- 2018-02-18 22:46:45

Sai maçom (ou Opus Dei, tanto faz) e entra outro.

Esse Márcio França é maçom, assim como, outros tantos políticos de (quase) todos os partidos no Brasil. E é por isso que nada vai mudar, nem em São Paulo, nem em lugar nenhum desse país.

Fonte: http://www.maconariaemacao.org.br/noticias.asp?lkjaomvhjmitoinjwiotghuhvguhg75yt438yvmjtguhfvqvg8ocfhiq4tg=1178&b=s

Texto retirado da fonte acima mencionada:

Quatro Respeitáveis Irmãos compõem a Assessoria Parlamentar do Grande Oriente de São Paulo (GOSP). São eles: Márcio Luiz França Gomes (atual vice-governador do Estado de São Paulo); Luiz Felipe Baleia Tenuto Rossi (deputado federal por São Paulo na Câmara Federal);  Welson Gasparini e Itamar Francisco Borges (ambos deputados estaduais junto à ALESP).

J.Roberto Militão

- 2018-02-18 20:45:39

PSDB fora dos ´cofres´ paulistas

Finalmente com a consolidação do governo MARCIO FRANÇA-PSB em São Paulo, a partir do final de março e já preparando a campanha para a reeleição em outubro, conseguiremos retirar das ´asas´ tucanas o orçamento do estado de São Paulo e pontofinalizar obras que se arrastam há mais de 20 anos, sem fim, fonte inesgotável de recursos financeiros conforme as delações de empreiteiras estão confirmando.

Os tucanos estão desesperados por perderem as galinhas dos ovos de ouro... Calhas e revitalização do Rio Tietê. Linhas do metrô e monotrilhos. Reservas de água das represas da cantareira e sistema Guarapiranga. Tudo obras intermináveis. Revigorar os programas habtacionais do CDHU e fortalecimento das atividades econômicas de micro e pequenos empreendedores que são os maiores empregados e fazem a economia de escala funcionar.

Esperamos construir uma aliança nacional de centro-esquerda, inclusive com PT e demais partidos da esquerda em SP, Minas, Rio, RGSul, ES, DF, PE, CE, Bahia a fim de assegurar a conquista do governo federal.

Se LULA não puder concorrer temos MARINA, CIRO e JOAQUIM BARBOSA para se antepor à onda golpista da direita que não medirá esforços e medidas de impacto - tal como a inconstitucional intervenção MILITAR no Rio de Janeiro,

LULA fez um grande governo sem apoio irrestrito de São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. Imaginemos agora, uma coalizão de centro-esquerda no governo federal com apoio desses estados RS, Bahia, PE, CE, MS, GO, DF etc. Será factível uma boa maioria congressual capaz de atrair os fisiológicos de sempre que viabilize as grandes reformas econômicas e políticas que a nação espera e precisa.

 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Seja um apoiador