Marina confirma apoio a Aécio, mas nega aliança para governar com o tucano

Jornal GGN – Confirmando as expectativas, a ex-presidenciável do PSB, Marina Silva, convocou coletiva de imprensa para este domingo (12), com o objetivo de declarar apoio a Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição contra a presidente Dilma Rousseff (PT). A ex-petista escreveu uma carta justificando sua decisão. Nela, Marina diz que é a favor de alternância de poder e que Aécio tem propostas honestas para agendas que ela defende. Ela nega que esteja, com isso, firmando aliança política com Aécio para ter espaço na máquina, caso o tucano seja eleito. Apesar disso, circula a informação de que Marina foi convidada a comandar o Ministério das Relações Exteriores.

A movimentação de Marina é diferente da adotada pela ex-ministra da eleição de 2010. Na época, a então candidata pelo PV preferiu ficar neutra, de olho no pleito deste ano, e não apoiou José Serra (PSDB) contra Dilma. Dessa vez, Marina optou por tentar definir a eleição e tirar o PT do plano federal. Sua decisão provoca um racha na base da Rede Sustentabilidade e do PSB. Ambos os partidos não concordam totalmente com o apoio ao projeto tucano de poder.

O GGN reproduz abaixo a carta de Marina sobre o apoio a Aécio.

Ontem, em Recife, o candidato Aécio Neves apresentou o documento “Juntos pela Democracia, pela Inclusão Social e pelo Desenvolvimento Sustentável”.

Quero, de início, deixar claro que entendo esse documento como uma carta compromisso com os brasileiros, com a nação.

Rejeito qualquer interpretação de que seja dirigida a mim, em busca de apoio.

Seria um amesquinhamento dos propósitos manifestados por Aécio imaginar que eles se dirigem a uma pessoa e não aos cidadãos e cidadãs brasileiros.

E seria um equívoco absoluto e uma ofensa imaginar que me tomo por detentora de poderes que são do povo ou que poderia vir a ser individualmente  destinatária de promessas ou compromissos.

Os compromissos explicitados e assinados por Aécio tem como única destinatária a nação e a ela deve ser dada satisfação sobre seu cumprimento.

E é apenas nessa condição que os avaliei para orientar minha posição neste segundo turno das eleições presidenciais.

Estamos vivendo nestas eleições uma experiência intensa dos desafios da política.

Para mim eles começaram há um ano, quando fiz com Eduardo Campos a aliança que nos trouxe até aqui.

Pela primeira vez, a coligação de partidos se dava exclusivamente por meio de um programa, colocando as soluções para o país acima dos interesses específicos de cada um.

Em curto espaço de tempo, e sofrendo os ataques destrutivos de uma política patrimonialista, atrasada e movida por projetos de poder pelo poder, mantivemos nosso rumo, amadurecemos, fizemos a nova política na prática.

Os partidos de nossa aliança tomaram suas decisões e as anunciaram.

Hoje estou diante de minha decisão como cidadã e como parte do debate que está estabelecido na sociedade brasileira.

Me posicionarei.

Prefiro ser criticada lutando por aquilo que acredito ser o melhor para o Brasil do que me tornar prisioneira do labirinto da defesa do meu interesse próprio, onde todos os caminhos e portas que percorresse e passasse só me levariam ao abismo de meus interesses pessoais.

A política para mim não pode ser apenas, como diz Bauman, a arte de prometer as mesmas coisas.

Parodiando-o, eu digo que não pode ser a arte de fazer as mesmas coisas.

Ou seja, as velhas alianças pragmáticas, desqualificadas, sem o suporte de um programa a partir do qual dialogar com a nação.

Vejo no documento assinado por Aécio mais um elo no encadeamento de momentos históricos que fizeram bem ao Brasil e construíram a plataforma sobre a qual nos erguemos nas últimas décadas.

Ao final da Presidência de Fernando Henrique Cardoso, a sociedade brasileira demonstrou que queria a alternância de poder, mas não a perda da estabilidade econômica.

E isso foi inequivocamente acatado pelo então candidato da oposição, Luiz Inácio Lula da Silva, num reconhecimento do mérito de seu antecessor e de que precisaria dessas conquistas para levar adiante o seu projeto de governo.

Agora, novamente, temos um momento em que a alternância de poder fará bem ao Brasil, e o que precisa ser reafirmado é o caminho dos avanços sociais, mas com gestão competente do Estado e com estabilidade econômica, agora abalada com a volta da inflação e a insegurança trazida pelo desmantelamento de importantes instituições públicas.

Aécio retoma o fio da meada virtuoso e corretamente manifesta-se na forma de um compromisso forte, a exemplo de Lula em 2002, que assumiu compromissos com a manutenção do Plano Real, abrindo diálogo com os setores produtivos.

Doze anos depois, temos um passo adiante, uma segunda carta aos brasileiros, intitulada: “Juntos pela democracia, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável”.

Destaco os compromissos que me parecem cruciais na carta de Aécio:

O respeito aos valores democráticos, a ampliação dos espaços de exercício da democracia e o resgate das instituições de Estado.

A valorização da diversidade sociocultural brasileira e o combate a toda forma de discriminação.

A reforma política, a começar pelo fim da reeleição para cargos executivos, que tem sido fonte de corrupção e mau uso das instituições de Estado.

Sermos capazes de entender que, no mundo atual, a ampliação da participação popular no processo deliberativo, através da utilização das redes sociais, de conselhos e das audiências públicas sobre temas importantes, não se choca com os princípios da democracia representativa, que têm que ser preservados.

Compromissos sociais avançados com a Educação, a Saúde, a Reforma Agrária.

Prevenção frente a vulnerabilidade da juventude, rejeitando a prevalência da ótica da punição.

Lei para o Bolsa Família, transformando-o em programa de Estado

Compromissos socioambientais de desmatamento zero, políticas corretas de Unidades de Conservação, trato adequado da questão energética, com diversificação de fontes e geração distribuída.

Inédita determinação de preparar o país para enfrentar as mudanças climáticas e fazer a transição para uma economia de baixo carbono, assumindo protagonismo global nessa área.

Manutenção das conquistas e compromisso de assegurar os direitos indígenas, de comunidades quilombolas e outras populações tradicionais. Manutenção da prerrogativa do Poder Executivo na demarcação de Terras indígenas

Compromissos com as bases constitucionais da federação, fortalecendo Estados e municípios e colocando o desenvolvimento regional como eixo central da discussão do Pacto Federativo.

Finalmente, destaco e apoio o apelo à união do Brasil e à busca de consenso para construir uma sociedade mais justa, democrática, decente e sustentável.

Entendo que os compromissos assumidos por Aécio são a base sobre a qual o pais pode dialogar de maneira saudável sobre seu presente e seu futuro.

É preciso, e faço um apelo enfático nesse sentido, que saiamos do território da política destrutiva para conseguir ver com clareza os temas estratégicos para o desenvolvimento do país e com tranquilidade para debatê-los tendo como horizonte o bem comum.

Não podemos mais continuar apostando no ódio, na calúnia e na desconstrução de pessoas e propostas apenas pela disputa de poder que dividem o Brasil.

O preço a pagar por isso é muito caro: é a estagnação do Brasil, com a retirada da ética das relações políticas.

É a substituição da diversidade pelo estigma, é a substituição da identidade nacional pela identidade partidária raivosa e vingativa.

É ferir de morte nossa democracia.

Chegou  o momento de interromper esse caminho suicida e apostar, mais uma vez, na alternância de poder sob a batuta da sociedade, dos interesses do país e do bem comum.

É com esse sentimento que, tendo em vista os compromissos assumidos por Aécio Neves,  declaro meu voto e meu apoio neste segundo turno.

Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos.

Faço esta declaração como cidadã brasileira independente que continuará livre e coerentemente, suas lutas e batalhas no caminho que escolheu.

Não estou com isso fazendo nenhum acordo ou aliança para governar.

O que me move é minha consciência e assumo a responsabilidade pelas minhas escolhas.
 

83 comentários

  1. A candidata da mudança

    Quanto a abrir mão da aliança pra governar com o tucano, ela muda de ideia facinho, o que é sua especialidade. Por que não me surpreendo?

  2. Gente, estou preocupado com o

    Gente, estou preocupado com o Gunter. Vocês sabem dele? Será que está doente? Se tiverem notícias, avisem. Obrigado!

    • Puxa, que tal parar com o “bullying” com o Gunter?

      Eu mesma caio nisso às vezes, porque a posiçao dele é incompreensível demais. Mas as pessoas têm direito a errar, desde que de boa-fé, o que é o caso do Gunter. Ele é um comentarista antigo aqui, já deu muito boas contribuiçoes, que tal deixar de ficar acossando-o? Assim cria-se um clima que nao permite que ele colabore mais, o que seria uma pena para o Blog. E afinal vozes discordantes, desde que nao sejam as de trolls, sao benvindas, enriquecem, e é democrático conviver com elas, mesmo criticando-as. Mas, no momento, já criticamos demais, deixemos ele em paz. 

      • Felizmente eu nao participei

        Felizmente eu nao participei de nenhuma dessas “criticas” ou enchecao de saco que Gunter tem recebido.  Se o Brasil der errado por causa de Aecio, eu nao quero ser a oposicao brasileira, e isso vai pesar enormemente pra eles.  O Gunter a gente ja conhece, nao precisa “explicacoes” nem de “situacao” nem de “oposicao”.

        Mas o resto vai pagar carissimo.

  3. Marina, ao apoiar Aécio

    Marina, ao apoiar Aécio Neves, cita o filósofo Zygmunt Bauman, dizendo que a política não pode ser a arte de prometer as mesmas coisas.

    Bem, de Bauman eu li um pouquinho e convicto estou de que a ex-futura presidente do Brasil tirou a frase de contexto a seu bel prazer.

    Cito aqui o contexto da frase:

    “Por que nos preocupamos com políticos que, seja qual for a matiz, só podem prometer as mesmas coisas. A Arte da política, se for democrática, é a arte de desmontar os limites à liberdade dos cidadãos; mas é também a arte de autolimitação: a de libertar os indivíduos para capacitá-los a traçar, individual e coletivamente, seus próprios limites individuais” Zygmunt Bauman, EM BUSCA DA POLÍTICA, p. 12.

    Há duas contradições de Marina, em relação a Bauman: a primeira é que se posicionando em torno da candidatura tucana, ela vai ao encontro do que Bauman está dizendo. Ou Aécio significa algo diferente? 
    Mas ela deveria apoiar Dilma?
    Também, não. Já que passou a campanha falando sobre o novo e a polarização que faz mal ao Brasil.

    O pior é que, logo depois, Bauman cita que cidadania, em nossa soceidade, não está fora do consumismo. Então a autolimitação que se deva pontuar aos cidadãos é o limite de acumular lixo, objetos de consumo desnecessários.

    Para uma ambientalista, ela poderia fazer uma crítica ao capitalismo e ao consumismo que as duas candidaturas representam. 
    Mas dá uma de cínica descontextualizando e invertendo o que o filósofo polonês escreveu.

    E outra, duvido que Bauman apoiaria Aécio…

     

    • FHC

      Tenho a impressão que o culto e poliglota FHC foi um dos autores desse discurso. Há poucos dias, Marina se encontrou com o mesmo, em seu apartamento de bairro nobre, durante uma manhã inteira.

    • Fingiu ser manteiga, mas nunca foi

      Prezado Reinaldo Melo,

      Agradeço seu comentário e esclarecimentos sobre mais esse pequeno detalhe nessa imensa fabricação que é a candidata do PSB.  E, de repente, até vale a pena tentar ler um pouco do cidadão Bauman que ela cita a esmo, talvez maliciosamente ou, tão ruim quanto, apenas porque leu o que alguém em algum banco escreveu.  E viva a Internet!

    • Citações são para demonstrar erudição!

      Reinaldo, esta carta deve ter sido escrita a várias mãos, e alguém sugeriu esta citação para demonstrar erudição, provavelmente foi tirada de algum site de citações!

      • Péra aí, gente, chega. Ele tem direito d defender a posiçao dele

        Eu a acho erradíssima, mas ele nao é troll nem cínico. Acredita no que diz, por mais que isso pareça inacreditável, de tao absurda e contraditória que a posiçao dele é. Mas é a dele, ele é um membro cadastrado deste Blog, puxa, que tal deixá-lo em paz? 

        • Não entendi seu comentário, Analu

          Não entendi seu comentário, Analu

          Alguém pediu uma manifestação do senhor Gunter, e alguém (eu) pediu para deixá-lo em paz (em inglês: Please, do not disturb).

          • Oh, sim. Pq ele estaria preparando seu bumerangue, né?

            Ora, ora, Francisco… 

            Acho uma pena se perdermos o Gunter. Mas claro, quem gosta de sacanear que sacaneie. É tao engraçado, né? E se perdemos um bom comentarista com isso, ora, ninguém está fazendo nada, só “brincando”. Direito de cada um, claro. Mas acho uma pena. 

          • Analu

            Analu,

            Usei o termo bumerangue como referência à uma das últimas manifestações do próprio Gunter no blog.

            O que você entendeu, Analu?

            Similarmente, utilizei o “está se informando”.As manifestações referidas do Gunter foram interessantes por serem bem-humoradas, apesar de terem logo se revelado como equívocadas, como demonstrado pelo desgraçado do Malafaia. 

          • Pode ser q eu tenha interpretado mal

            Mas o comentário nao foi só para você. Está havendo uma espécie de “bullying” com o Gunter aqui, e lamento porque ele sempre deu ótimas contribuiçoes ao Blog, e ninguém gosta de participar de um espaço onde está sendo tratado como alvo preferencial de pilhérias. Acho que deveríamos deixá-lo em paz pelo menos por uns tempos, para que ele mesmo vá caindo em si. Ou nao, o que também é direito dele. 

            Repare, sempre respondo às posiçoes dele, que julgo equivocadíssimas. Mas isso é diferente de ficar “Quede o Gunter” a cada vez que Marina se mostra o cavalo de Tróia que é. Colocar um revólver no peito dele cobrando que admita estar errado só dificulta que ele possa perceber isso. Gunter nao é troll, nao é alguém de má fé, acho que merece respeito. 

          • Ana Lú, Gunter já é grandinho.

            Ana Lú, a comunidade aqui sempre aceitou o Gunter e o respeitou, ele sempre se mostrou alguém com boa capacidade de expressão e não precisa apoios de fora para defender tanto os seus acertos como os seus erros.

            Agora seu apoio a Marina não foi decorrente de alguém colocando um revólver no seu peito, ele apoiou com suas convicções que a cada dia mostram-se mais equivocadas. O que está se cobrando dele é uma boa auto-crítica que ele tem condições de fazer, pois a cada momento fica mais evidente que o mesmo caiu no conto do vigário.

            Isto acontece com todos, se eu fizesse, como já fiz, opiniões que depois se mostraram equivocadas, TU MESMO me lapidaria com o máximo prazer, e enquanto que eu não tivesse MORTO o teu ataque perduraria. O que eu estou falando sabes muito bem que é verdade e já ocorreu.

            Não sei porque este espírito maternal com Gunter, ele está muito longe de ser um incapaz, considero isto que estás fazendo uma verdadeira discriminação (contra os outros, que não o Gunter).

          • KKK Auto-crítica, vc? Conta uma de papagaio.

            Queria bem ver a sua auto-crítica quanto ao papel vergonhoso que você teve num certo tópico do Portal… Até hoje, necas. 

            Mas nao há como “cobrar” auto-crítica. Auto-crítica, como o próprio nome indica, precisa partir da própria pessoa, e, a que eu saiba, o Gunter continua acreditando nas posiçoes dele, e ele tem direito a tê-las, por mais que eu e outros as considerem equivocadas. (Como você, teimoso e vaidoso como é, jamais vai reconhecer que fez um papel patético ali). 

            E você continua sem saber ler textos. É claro que eu nao disse que o apoio do Gunter a Marina foi com um revólver no peito, leia de novo, pela terceira vez você deve conseguir. 

            E nao é verdade que a comunidade o venha respeitando atualmente, acho que ele está sofrendo assédio, que isso nao é legal, nao gostaria de perder a contribuiçao dele no Blog. Você tem toda a liberdade de pensar de outra forma, mas penso assim e me manifesto de acordo com o que eu penso, nao com o que você acha. 

          • Xará: Há quanto tempo vc não

            Xará: Há quanto tempo vc não namora?

                    Tô aqui ,viu?

          • Nem q fosse o último homem do mundo

            Tenho 67 anos e nao estou interessada em namoros, já tive todos os que quis. Mas mesmo se estivesse matando cachorro a grito jamais namoraria um cara reaça, machista e patético como você, que ainda por cima adora se fazer de palhaço publicamente. Pela décima vez, PASSA FORA! 

  4. Hipócrita

    Como interpretar isso ?

     

    “Eu apóio o programa do Aécio Neves mas não quero participar dele porque, apesar de ser meu ex-concorrente ao planalto, nossos planos são iguais e não quero apenas uma boquinha”;

     

    “Eu apóio o programa do Aécio Neves porque nossos programas de governo são parecidos mas não tenho capacidade para aparar as diferenças”;

     

    “Eu apóio o Aécio Neves porque nossos programas são parecidos mas não quero ‘deixar o meu na reta’ quando a coisa começar a feder”;

     

    “Eu apóio o Aécio Neves mas não quero entrar no governo para a velha política não ficar tão na cara. Prefiro a teta inteira só pra mim em 2018”

     

    “Eu apóio o Aécio Neves porque quero é vingança contra o PT e apoiaria qualquer coisa contra a Dilma”;

     

  5. Valorizando o passe para

    Valorizando o passe para tentar garantir uma boquinha num governo tucano. E garantir também a sustentabilidade das palestras milionárias, como pagamento pelos serviços prestados à direita golpista. Politicamente, morreu, assim como Bob Freire do PPS e outros tipos de menor valor.

  6. “Se você fosse meu amigo, os

    “Se você fosse meu amigo, os seus inimigos seriam meus inimigos agora.” –  aka, nova política de Marina. Só consegui pensar na cena final de O Poderoso Chefão ao ler esta matéria ([video:http://www.youtube.com/watch?v=EfbYp9oaIT8 align:center])… http://www.cartacapital.com.br/blogs/carta-nas-eleicoes/somos-um-so-corpo-um-so-projeto-diz-aecio-sobre-marina-8520.html?utm_content=buffer50e2b&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer

  7. Os apoiadores de Aécio junto com Marina!

    Só para confirmar os apoios de Aécio, junto com Marina:

    “Manutenção das conquistas e compromisso de assegurar os direitos indígenas, de comunidades quilombolas e outras populações tradicionais. Manutenção da prerrogativa do Poder Executivo na demarcação de Terras indígenas”

    Deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS)

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=PjcUOQbuvXU%5D

     

  8. Não pegou bem essa opção de Marina

    No site da Rede Sustentabilidade, os sonháticos que levaram a sério a palavra de Marina na maioria repudiaram o apoio.

    Aécio precisa de 70% dos que votaram em Marina, na minha opinião a maioria de seus apoiadores votaram branco ou nulo.

    • Acho que Aécio não está muito

      Acho que Aécio não está muito preocupado com o voto dos sonháticos. Ele mira Pernambuco, que nunca votaria nele sem a máquina do PSB de lá e que votou Marina. Os marinistas mais desavisados, neoindigenistas, podem se sentir representados pelos compromisso vagos, também…

      Não é um cenário muito simples e requer consciência disso. Eu aposto na carta de Minas Gerais ao povo brasileiro para deixar claro o que está em jogo nesta eleição.

    • pesquisa Sensus/Isto é.

      Mesmo que 100% dos eleitores de Marina do primeiro turno, votassem em Aécio agora no segundo (impossível acontecer), sua vantagem seria de cerca de 13 pontos percentuais, levando-se em consideração que Dilma mantivesse os mesmos votos. Na pesquisa Sensus, Aécio está 17 pontos percentuais à frente. Brincadeira uma pesquisa dessa ser autorizada à divulgação pelo TSE. Amanhã estará em destaque no guia eleitoral do PSDB.

  9. Marina nunca mais!

    Em 2010 cheguei a me interessar pelo PV e pela candidatura da Marina. 

    Achei que poderiam  representar algo  novo em prol do desenvolvimento do país. Mantendo-se a mesma tendencia de deseão volvimento.

    Mas o tempo passou e agora estamos vendo como a candidata atua na prática. 

    Percebi que  assim como o PV, a candidata Marina está mesmo é querendo fazer parte do governo federal. Custe o que custar. 

    Percebe-se também que o NOVO não passa da velha manobra política para alcançar o poder a qualquer custo! Ferindo a própria palavra!

    Cara candidata, V.Exa, nunca mais terá o meu voto de confiança.

    E para repetir o que já não é novo, vai perder, DE NOVO.

     

     

     

     

     

  10. Nunca me enganou!

    Quem diria!   Osmarina tucanou !!!   E por onde passa traz consigo a desagregação e, quiçá a desgraça. Conseguiu com sua atitude vergonhosa, dividir um partido como o PSB e, também o partido que ela tenta formar. Realmente me dou razão quando digo que Osmarina me ASSUSTA ! Não parece um ser desse planeta!  E mais que nunca sou Dilma, pois caso vença Aéssim, pode ele estar impregnado com esse vírus malígno que ela leva a quem se une. Daí a desgraça nos atingiria. Cruz credo!  

  11. O apoio do PSB a Dilma no

    O apoio do PSB a Dilma no segundo turno provou que Marina Silva era apenas um fenomeno jornalístico-bancário alavancado por um enterro. Ela não tinha um partido e ganhou o direito de concorrer pela legenda por puro fisiologismo fúnebre.  Resta saber se o morto foi ou não deliberadamente assassinado para a beneficiar.

     

     

     

     

  12. As ´mudanças´ com AÉCIO: a salvação do PT

    Agora no 2º turno, MARINA-Rede e o PSB, cada qual a seu tempo e de forma independentes, manifestaram o apoio ao candidato AÉCIO com algumas condicionantes política e programaticamente a cumprir: apoiar o fim da reeleição nos executivos e reformas políticas e tributárias essenciais para melhorar o ambiente político e econômico, dentre elas. Mais do que uma aliança eleitoral, mais do que um eventual e equivocado antipetismo, manifestamos nossa esperança de indução do candidato a compromissos com as mudanças nas estruturas políticas nacionais. Desde a plataforma edificada por EDUARDO-MARINA, entendemos que a tal ´governabilidade´ nos moldes praticadas pelos governos FHC, LULA e DILMA representam aceitação da condição de reféns dos JEFFERSONS, VALDEMARES, JANENES, MALUFES, SARNEYS, RENANS, COLLORS o que impediu tais governos de cumprirem com maior fidelidade suas políticas social democratas e populares conforme desejavam.

    Se eleito pela vontade popular um governo de transição democrática é a premissa necessária para uma proposta de coalizão democrática em que PSDB, PT, PSB, parte do PMDB e aliados à esquerda precisam buscar no consenso para as profundas reformas institucionais, pois assim, em 2018, o novo governante será eleito com novas regras e novo ambiente político que a população deseja reformado com mandatos unificados de cinco anos.

    Se os brasileiros confirmarem, conforme as pesquisas, as ´mudanças´ votarão em AÉCIO que não significa votar na política do PSDB, mas num projeto nacional de reformas. Se o PT ganhar, com uma oposição mais robusta, ficará ainda mais refém dos fisiológicos e sua base parlamentar. Nos próximos meses uma série de prisões de ´aliados´ e próceres petistas acontecerão para a derrocada do PT e de sua vocação de personagem estratégica da política brasileira reconhecida por todos. A salvação do PT é perder as eleições de 2014 e fazer sua própria renovação sem ter que defender a corrupção de aliados. Continuará sendo o grande protagonista das reformas estruturais que o Brasil precisa seu ordenamento democrático e constitucional.

    O PSB desde 1989 foi aliado histórico das propostas políticas do PT. Em 2014, EDUARDO-MARINA representavam a 3ª via. A tragédia e depois a desonestidade política da campanha eleitoral, destinada a impedir que representássemos o sentimento de ´mudanças´ para uma nova forma de se fazer política foram condicionantes da nossa adesão em termos programáticos a AECIO.

    Com isso, ao optar por quem viabilize uma transição democrática, visamos impedir que neste segundo turno se repetisse o que seria desastroso: a consolidação da nefasta bipolarização entre PT x PSDB, impedindo aos melhores quadros políticos do Brasil, na atual geração, chegarem a um consenso majoritário. AECIO, pela trajetória, precisa ser mais do que é o PSDB.

    Historicamente AECIO que sempre teve boas relações políticas com LULA, com PIMENTEL, com DIRCEU, com GENOINO e outras lideranças do PT, especialmente quando ao lado de CIRO, se opôs ao golpe contra LULA com o uso inescrupuloso do episódio do ´mensalão´ e mais ainda quando governou Minas com grande parceria com o governo federal. Em Minas conseguiu construir com o PT uma parceria exitosa em torno do PSB. Entendemos que na falta de EDUARDO-MARINA, ele reúne condições de assumir o que propomos nessa fase crucial da campanha: o desafio aos brasileiros entre o continuísmo da atual defeituosa conformação de poder ou as mudanças para um novo ambiente político.

    O petismo não sectário reconhece que as vitórias das eleições de 2006-LULA e de 2010-DILMA passaram por Minas e por AÉCIO – os movimentos eleitorais  de ´Lulaécio´ e ´Dilmaécio´ não foram meros slogans marginais, e o credenciaram a nosso ver, a detenção de condições de prosseguir o que defenderam EDUARDO-MARINA: a busca consensos majoritários para as reformas políticas e institucionais através da convocação de uma Constituinte Reformadora Exclusiva que tem o apoio do PT e demais partidos de centro-esquerda numa ótica diferente de 1988.

    A ´Carta Cidadã´ de 1988 e suas conquistas nos direitos humanos e sociais precisa ser reformada para ampliar os direitos da cidadania também nos campos políticos e econômicos. O fato notório dessas eleições é a repetição da disputa ficar reduzida ao campo de centro-esquerda da representação política no Brasil: o PT, PSDB, PSB, PV e PSOL representaram o debate político predominante.

    A direita que controlou a constituinte de 1988 sairá politicamente ainda mais enfraquecida nas eleições de 2014. O PTB e o DEM ficaram nanicos. Porém, essa centro-direita saiu fortalecida no parlamento através de outros partidos que cresceram. Somente uma bem construída maioria de centro esquerda viabilizará um virtuoso processo democrático de reformas indispensáveis. Isoladamente nem PT nem o PSDB conseguirão fazei-lo.

    O PT e seus novos aliados impostos pela governabilidade de quem ficou refém, conforme comprova a corrupção dos 3% em todos os ministérios e estatais, não tem condições de abandona-los ao limbo (e aos processos criminais).  O PSDB teria que se amparar nas mesmas forças políticas do atraso.

    Diante da história recente confiamos na busca desse consenso através de AÉCIO, com a sabedoria da escola da ponderação mineira para encaminhar a convocação da Constituinte Revisora Exclusiva que DILMA já propôs em 2013 e, o bom senso da maioria a considera oportuna. Desse consenso depende a possibilidade de construção de um novo Pacto Republicano.

    Parece muito importante que AÉCIO tenha reconhecido a legitimidade de nosso programa e, pública e politicamente não se apresente como o candidato do PSDB, mas como representante desse sentimento de ´mudanças´, o que, sem dúvidas, representa também aspiração legítima da maioria do petismo e do lulismo.

    Não é novidade a constatação que o PT e o PSDB em polos opostos, ficam reféns e subordinados às forças fisiológicas da ´governabilidade´ e que não conseguirão a busca daquele consenso majoritário: a desconfiança recíproca de golpe parlamentar em vantagem ao detentor do poder interdita as mesas de negociações em alto nível.

    Porém, para se edificar condições políticas para as mudanças indispensáveis, a partir de um novo pacto federativo, novo sistema de representação política, novo modelo de desenvolvimento econômico e social com ênfase na exploração sustentável e não predatória de nossas imensas riquezas naturais, ainda melhor distribuição de rendas, reformas urbana e agrária, somente será possível num governo de transição democrática, em que os grandes partidos, PT, PSDB, PMDB e aliados à esquerda precisam construir um consenso majoritário e reconhecendo as mudanças estruturais sucessivas desde FHC, LULA e DILMA e se comprometam a aprofunda-las na representação política da nação.

    A oportunidade é inédita e rara. AECIO é dos tucanos o mais próximo do petismo e não tem razões para ser um governante antipetista e se o fizer perderá a oportunidade da consagração histórica de liderar uma transição democrática.

     

    Temos condições muito melhor hoje do que na constituinte de 1988. A nossa geração que participou dos debates constituintes, sob a égide do governo de transição de Sarney, sabemos que o ´centrão´ do desvirtuado slogan franciscano (é dando que se recebe), cuja significação corrupta e simbólica nos persegue até hoje, impediu que a Carta Cidadã contemplasse os avanços no poder político e econômico, então desejados.

     

    Na constituinte de 1988, dentre os 600 parlamentares, mais de 400 eram oriundos da direita e do centro mais conservador. Dentre eles os 300 picaretas que LULA eternizou para a posteridade. Somente o PMDB e PFL que sustentavam a base do governo tinham mais de 300 deputados. Os partidos mais à esquerda não chegavam a 100 constituintes, somando-se PSDB, PT, PDT, PSB, PPS e PCdoB. As conquistas decorreram mais da força moral das grandes lideranças que combateram à ditadura que dos desproporcionais embates em plenário. 

     

    Desde então perdemos os grandes ícones da luta pela democracia e liberdade. FRANCO MONTORO, ULISSES, BRIZOLA, ARRAES, JAML HADDAD, PLÍNIO, TANCREDO, DARCY RIBEIRO, FLORESTAN, PRESTES, JOSÉ RICHA, JOÃO AMAZONAS, TEOTÔNIO VILELA, ABDIAS DO NASCIMENTO e tantos outros já se foram. Referências intelectuais e do civismo também se foram: GOFREDO DA SILVA TELLES; EVANDRO LINS E SILVA, ANTONIO HOUAISS, ARIANO SUASSUNA, SERGIO BUARQUE DE HOLANDA, FLORESTAN FERNANDES, MILTON SANTOS, D.HELDER CÂMARA, D. PAULO EVARISTO empobreceram nossa formulação de um Brasil possível.

    Enfim, para 2015/2018 já não podemos perder a oportunidade das reformas sem remanescentes históricos daquelas jornadas: FHC, LULA, ERUNDINA, BROSSARD, SERRA, GENOINO, DIRCEU, SIMON, CRISTÓVÃO etc., precisam nos ajudar a completar sua obra republicana que não se consumou na Constituição de 1988. Ainda podemos fazei-lo.

    A aprovação da CF/1988 foi controlada e limitada pelo centro-direita. Agora, poderá ser reformada por uma ampla maioria que configura com muita representatividade a maioria do eleitorado brasileiro que é centro-esquerda. Por decorrência de 1988, a direita não tem voto, mas continua detendo os poderes econômicos e políticos e seus representantes conseguiram manter reféns os governantes eleitos de FHC, LULA e DILMA.

    Eis, portanto, a grande oportunidade da nação: a reforma da Carta Constitucional para que reflita a atual correlação de forças e o apoio manifesto nas eleições: a centro-esquerda é majoritária conforme as últimas eleições gerais, desde 1994.

    Porém, pelo andar da carruagem e diante de um 2º turno fratricida nos moldes da polarização que marcam o cenário desde 1994, o calor das agressões e denúncias recíprocas, poderia inviabilizar as mesas consensuais para um governo transitório de coalizão democrática com as principais lideranças do PT – PSDB, PSB e a parte sadia do PMDB, PDT e demais partidos afinados com o compromisso de novas instituições nacionais: a pauta é ampla do que o Brasil precisa e a população deseja, cabe a todos que tiverem algum juízo e racionalidade, a apologia por um governo de transição democrática.

    Por isso, renovo aqui minha argumentação sonhática já reiterada várias vezes, desde 2013: a nação brasileira precisa de reformas e por isso, o PSB-MARINA condicionamos o apoio a AÉCIO para ser o instrumento cívico e político dessa transição.

    No atual momento histórico com a perda de EDUARDO já não basta a AÉCIO ganhar essa eleição. É preciso conferir à decisão democrática do voto o seu maior significado: as mudanças serão feitas por consenso democrático.

    Não temos o direito de perder essa rara senão única e inédita oportunidade e não podemos ficar omissos: MARINA e o PSB acreditam que, pelo bem da nação, somente AÉCIO abandonando a polarização em nome do PSDB, reúne as condições políticas para um governo de transição democrática.

    Para o próprio PT-DILMA ganhar simplesmente as eleições sem construir condições para as reformas que mantém refém a governante, conforme confirmam as ´delações premiadas´ do caso Petrobrás, através da ação deletéria da política corruptora dos valores republicanos e clientelista de SARNEY´S, RENAN´S, BARBALHOS, MALUFES, VALDEMARES, ALVES, COLLORS etc. não terá valido a pena a vitória que irá frustrar as esperanças da população com as mudanças indispensáveis. 

    Se vitoriosa a campanha dessa transição democrática, abre-se, portanto, para os líderes desse Pacto Republicano, dentre eles LULA, AÉCIO, MARINA, SERRA, TARSO, BETO ALBUQUERQUE, CIRO, LUCIANA, PIMENTEL, JACQUES, CASAGRANDE, ROLEMBERG, HADDAD, GLEISI, BETO RICHA e uma provável renovação dos quadros políticos, assegurando um vasto caminho para a governança do Brasil nos próximos trinta anos.

    Assim, a nossa geração oriunda dos anos 1960 podemos, ao lado dos jovens dos anos 2010, podemos contornar a herança que recebemos do poderio da ´centro direita´ em 1988 e conduzir a refundação da República brasileira conferindo conteúdo aos valores republicanos devolvendo às autoridades civis a credibilidade política que desde a CF de 1988 a equivocada naturalização da corrupção dos valores políticos, vem solapando e desacreditando a autoridade política das autoridades republicanas pelo sentimento do povo não se sentir, efetivamente representados.

    Entre a omissão ou o conformismo com o aparelhamento do estado pelo que há de pior da velha oligarquia política preferimos de forma ativa nos aliar pela esperança das mudanças. Será também a salvação do PT que fará bem ao Brasil.

    José Roberto F.Militão, membro do Diretório Estadual do PSB/SP.

    .

    • Transição democrática???

      Transição democrática??? Estamos em uma ditadura?? reformar a consituição de 88? Aquela que nunca foi colocada em prática e já foi toda reformada por um viés liberal-conservador???? Parlemento de centro-esquerda na próxima legislatura?? Celso Russomano, Bolsonaro, deputados mais votados em SP e no RJ? com diminuição da bancada sindical e aumento da evangélica e dos empresários???

      Acorda Alice!!!!

    • PSB CORRUPTO DE PERNAMBUCO SE VENDEU AO PSDB POR PROTEÇÃO

      PSB CORRUPTO DE PERNAMBUCO SE VENDEU AO PSDB POR PROTEÇÃO

      Quando Dilma demitiu Paulo Roberto Costa em abril de 2012 estava liquidando o operador da corrupção do PSB de Pernambuco na Petrobrás. Com a aprovação da MP dos portos, contra o desejo do PSB de Pernambuco de se apoderar totalmente do Porto de Suape, Dilma deu um segundo duro golpe no esquema de corrupção do PSB-PE.

      O terror de grandes perdas financeiras e de se ver, na sequencia, investigado e descoberto na sua podridão fez o PSB-PE atacar, por um lado, o governo da Dilma com a mesma tática velha e surrada do PSDB do “pega ladrão”, do “ladrão indignado”. Por outro lado, sabendo dos seus podres, viu no grande esquema de proteção à corrupção do PSDB, na mídia, no MP, na Polícia e na Justiça, a possibilidade de escapar e se proteger. Foi em troca desta proteção contra a descoberta, investigação e punição dos seus malfeitos, que o PSB de Pernambuco se vendeu ao PSDB e ao seu esquema mafioso.

      O primeiro pagamento do PSB-PE pela proteção, similar ao ritual de iniciação na máfia maior, consistiu na traição aos princípios do próprio partido, servindo n-a bandeja, sem pejo, a independência do Banco Central à plutocracia mundial, em festejadas viagens do seu líder de então aos Estados Unidos. Ninguém entra na máfia internacional do PSDB pagando barato e sem vender a alma.

      Mas até aqui o preço pago está dando resultados. Todo o esquema de proteção mafioso do PSDB (mídia/MP/PF/Justiça) está cumprindo sua parte, como aperitivo, escondendo e protegendo toda a corrupção do PSB-PE e o crime eleitoral envolvendo o avião que levou à morte o líder do PSB pernambucano. Protegendo o PSB-PE nas CPIs do Congresso. E agora, com o “delator” Paulo Roberto Costa omitindo o PSB-PE da listinha de partidos que apresentou. Sem que o fabuloso juiz Sergio Moro lhe perguntasse se não haveria outros partidos, talvez para não fazê-lo mentir desbragadamente e todos perderem o seus “prêmios” por manipular uma eleição presidencial.

      Tudo pago no dia certo, sincronizado com a “delação premiada”, através do apoio maciço do PSB, liderado pelo PSB de Pernambuco, ao PSDB de FHC e Aécio.

      O tempo passou na janela e só Erundina não viu.

      —————————————————
      PS: Foi o PSB-SP, senhor Militão, sócio há longo tempo da corrupção do PSDB paulista, e conhecedor desse caminho, que o ensinou ao PSB de Pernambuco.

      • [  Quando Dilma demitiu Paulo

        [  Quando Dilma demitiu Paulo Roberto Costa em abril de 2012 estava liquidando o operador da corrupção do PSB de Pernambuco na Petrobrás  [  como Dilma já disse que só demite quando tem absoluta certeza de que o sujeito é corrupto, os tucanos estão espalhando isso para prejudicar os fatos. O correto é que esse pediu demissão, consta em ata, pois irria abrir uma empresa para si.

          • O que estou achando é que

            O que estou achando é que essa turma de Sp trouxe gente da Venezuela e Cuba para ensinar se limparem sem água, tal qual a mesma técnica que aplicar por falta de papel higiênico, pois já fiz pesquisa nos metrôs lotados e não achei nada ainda de fedor

    • É, Militao, vivendo e aprendendo

      Eu esperava que vc ao menos estivesse com Erundina e Roberto Amaral. Enganei-me. Mais um querendo se dar bem, e apelando para o cinismo. Falar das alianças petistas? E Bonhausen, Heráclito Fortes, Alckmin, etc? Ora francamente! Está mostrando quem é. 

      • Há um tempo em que o que

        Há um tempo em que o que estava oculto ou dissimulado é revelado. Estamos vivendo isso agora. Um pouquinho mais de atenção e outras revelações ocorrem. Ou melhor, ja ocorreram.

      • [   E Bonhausen, Heráclito

        [   E Bonhausen, Heráclito Fortes  [  estais dizendo isso apenas por anarquia ou não sabes que o petismo paraense mandou Padilha para se lascar em SP porque iria fazer aliança com  o DEM para tentar eleger o filho de Jader Barbalho como governnador?

    • “votarão em AÉCIO que não

      “votarão em AÉCIO que não significa votar na política do PSDB, mas num projeto nacional de reformas.”

      Meus Deus !

      Não acredito que estou lendo isso de uma pessoa com tanta experiência de vida.

      Acredite, com PSDB, nós negros e brancos pobres aqui da base da pirâmide vamos nos ferrar, para não dizer outra coisa.

      Talvez os negros do meio, ou do topo da pirâmide, sejam convidados de vez em quanto a participarem de um regabofe na casa grande.

      JB será um deles.

      Putz !

      O que a raiva ao PT produz nos pensamentos das pessoas.

      Alguém algum dia vai ter que desvendar porque o PT causa tanta repulsa em uma parcela da nossa sociedade.

       

      • Gilson, o PT sempre foi

        Gilson, o PT sempre foi mencionado com desconfiança pela imprensa, desde o nascedouro. As manchetes sempre foram negativas. Surge como uma espécie de viúva Porcina da política, como o partido que foi comunista sem nunca ter sido, e é combatido por causa disso. Quando ganha dimensão e ameaça chegar ao poder (1989) passa a ser uma espécie de bicho-papão da política, prevalecendo a ótica midiática da propagação do medo público. Finalmente, após chegar ao poder, e embora não tenha adotado na verdade nenhuma medida econômico-social hetedoroxa, apresenta sucesso em sua administração, melhor do que os governos comandados pelos doutores, o que é um golpe fatal no ego de parcela substancial da elite. Como é possível o governo do operário, do sindicalista, do semi-analfabeto (dizem eles) ter sido, mais do que razoável, bom? O bombardeiro se intensifica, agora não mais pelo medo da novidade, mas no embalo da mágoa, do rancor, da inveja e do elitismo. E as mensagens contrárias ao PT não provêm somente das manchetes, mas são inseridas em metalinguagem de obras ficcionais, principalmente novelas, e em alguns setores fundamentalistas da religião, principalmente as neo-pentecostais. Assim, num país cuja inteligência coletiva, sem entrar no mérito de suas causas, possui nível bastante baixo, o que me surpreende não é a extensão e intensidade do sentimento anti-PT que grassa no seio da sociedade, mas como o partido conseguiu se manter no poder por tanto tempo mesmo ante tamanha propaganda negativa, com manobras eleitoreiras a cada pleito, como essa agora da divulgação de trechos seletivos da investigação dos deliquentes que prejudicaram a Petrobras. Fosse em tempos pré-internet, Lula não teria sido sequer reeleito, o que demonstra a nossa força, de nós que frequentamos a mídia alternativa, nesse trabalho de formiguinha no gigantesco trabalho da informação. Acho que é isso. Abraços. Marcio Valley.

        • [  o PT sempre foi mencionado

          [  o PT sempre foi mencionado com desconfiança pela imprensa, desde o nascedouro [  Se conhecesse história saberia que já Golbery dizia na cara de generais tranqueira que Lula seria o maior presidente do Brasil e, portanto, comandante em chefe de alguns deles, pois seria quem faria a repartição social do fabuloso bolo econômico que estavam fermentando .

          • Golbery disse que “Lula seria o maior presidente do Brasil”?

            Golbery disse que “Lula seria o maior presidente do Brasil”?

            Caraca, o cara era muito bom em fazer previsões acertadas.

          • A turma dele estva fazendo o

            A turma dele estva fazendo o bolo econômico crescer da forma mais imoral possível, de tal sorte que quando sua esquerda fosse distribuir isso, bolsa  R$ 70,00 varia o sujeito mais importante do que deus

          • Aos fatos (esse é seu nome?),

            Aos fatos (esse é seu nome?), tenho que confessar minha ignorância em história: eu não sabia que o general Golbery era da imprensa. Marcio Valley.

          • Provou sua igniorância.

            Provou sua igniorância. Golbery não era da imprensa, mas simplesmente dono de toda imprensa. Pergunto ao Mino o porquê dos seus editorias  na Veja contando loas dos generais.

    • Militão…

      Caprichou no texto, mas não convence. Seu partido, infelizmente está esfacelado e, pelo discurso, vc já pode pular para a … Rede tranquilamente (ou para o próprio PSDB, talvez).

  13. Hipocrisia em doses letais…

    Mesmo sendo esperada a decisão, ela feita torna o ato, solene.

    Estou estarrecido (TM) com a hipocrisia de Marina. Ela jogou a carta de vítima (já vinha jogando) para apoiar a sua decisão, quando é claro que não é isto que pesou. Ela não teve a coragem de assumir seu ato e o que “pensa”, agora. “Estou apoiando o Aécio por que fui… atacada.”. Oh quanta hipocrisia! Ela já vem atacando a Dilma desde quanto ? muiiito. Era um dever cívico da Dilma (mesmo que não houvessem interesses políticos em jogo) denunciar a total falta de preparo pessoal e estruturas orgânicas para a Marina governar. Até eu, o Zé, a Maria, o João … denunciariam. Marina será uma das grandes decepções históricas deste Brasil. Com certeza, não é por aí que ela vai chegar a ser o “Mandela do Ambiente” como seus idealizadores (sim, por que ela foi idealizada) queriam.  Ela jogou para o povo a tarefa de “fiscalizar” suas convergências com o Aécio. Lava as mãos e não assume a reponsabilidade nem por isto. Tiro o chapéu para o Roberto Amaral. Mas infelizmente, foi apenas mais um casulo para a Marina, que a cada nascimento se transforma e se transmuta.

     

  14. Marina e a terceira via

    Acredito que Marina tem todo o direito de escolher a posição politica que achar melhor, mas fico bastante incomodado com os argumentos que ela utiliza nessa carta.

    Primeiro ela faz questão de enfatizar que não defende essa posição por questão pessoal e sim por que defende o que é melhor para o país.

    “Prefiro ser criticada lutando por aquilo que acredito ser o melhor para o Brasil do que me tornar prisioneira do labirinto da defesa do meu interesse próprio, onde todos os caminhos e portas que percorresse e passasse só me levariam ao abismo de meus interesses pessoais.”

    Ao longo do texto, entretanto, ela cita mais de uma vez os ataques e desconstrução que teria sofrido e atribui ao adversário(PT), o discurso de ódio e calúnia.

    “Em curto espaço de tempo, e sofrendo os ataques destrutivos de uma política patrimonialista, atrasada e movida por projetos de poder pelo poder, mantivemos nosso rumo, amadurecemos, fizemos a nova política na prática.

    Os partidos de nossa aliança tomaram suas decisões e as anunciaram.”

    “Não podemos mais continuar apostando no ódio, na calúnia e na desconstrução de pessoas e propostas apenas pela disputa de poder que dividem o Brasil.

    O preço a pagar por isso é muito caro: é a estagnação do Brasil, com a retirada da ética das relações políticas.

    É a substituição da diversidade pelo estigma, é a substituição da identidade nacional pela identidade partidária raivosa e vingativa.”

    Um discurso de ressentimento e totalmente deslocado da realidade. Basta olhar campanhas de anos anteriores(os ataques que Dilma sofreu em 2010 de Serra e da mídia), e os desse ano de Aécio(no qual chamou de medíocre e de estar a beira dos nervos, etc) e da mídia que se intensificaram nos últimos meses, para ver que a desconstrução e o questionamento do adversário é algo absolutamente comum na politica. Embora eu não tenha gostado o tom que a campanha do PT adotou, o conteúdo questionado foi absolutamente relevante.

    “Finalmente, destaco e apoio o apelo à união do Brasil e à busca de consenso para construir uma sociedade mais justa, democrática, decente e sustentável.”

    E mais de uma vez ela, que apoia Aécio, clama por uma sociedade democrática, para o candidato que limita a liberdade de imprensa em Minas, e que recentemente tentou calar tuiteiros que lhe faziam criticas, justa e decente, para candidato e partido que em diversos casos de corrupção nunca buscou investigação, pelo contrário, abafou e jogo-a debaixo do tapete.

    Marina apoia uma série de propostas genéricas de Aécio, onde a mais concreta é o fim da reeleição, e que Aécio sequer deixa claro se ira fazer, caso eleito, nesse mandado.

    Ou seja, a impressão é que para Marina apenas derrotar o PT é o suficiente para melhorar o Brasil, e bastou qualquer aceno favorável para ela declarar voto em Aécio.

    A terceira via, no Brasil, só existe em discurso.

  15. Mote da campanha

    Lembrando que no primeiro turno, o PSDB inundava o Facebook com a frase: “Não se engane, Marina é PT”… Certos eleitores do Aécio não sabem nada. Inocentes?

  16. Marina nas relações

    Marina nas relações exteriores é? Se eu acreditasse em teorias da consipiração acharia que realmente é verdade que a MArina é um agente da CIA. Obvio que isso é uma teoria maluca que não faz nenhuma sentido.

  17. CARTA VAZIA, MEDÍOCRE E DISPENSÁVEL

    Pálida imitação de carta de algum Estadista de 5ª categoria, fora de hora, de uma pessoa sem coerência, sem partido e sem mandato, numa clara extensão de alguns minutos de glória que ela teima em não apagar da sua memória. Marina protagoniza mais uma cena patética de negação ao seu partido de origem, partido que a tornou em algo importante e de projeção mundial. Ainda, fica isso demonstrado pela sua passagem interesseira em outros partidos, onde não apenas não conseguiu manter presença nem se firmar, mas que, junto com a sua saída, deixou para trás uma esteira de destruição. Marina, mais uma vez, demonstra apenas o profundo ódio – como mulher e política – pela mulher que (graças a Deus) foi preferida por Lula.

  18. Destaco dois trechos da carta

    Destaco dois trechos da carta de Marina:

    01- “A política para mim não pode ser apenas, como diz Bauman, a arte de prometer as mesmas coisas. Parodiando-o, eu digo que não pode ser a arte de fazer as mesmas coisas.”; e

    02- “Prevenção frente a vulnerabilidade da juventude, rejeitando a prevalência da ótica da punição.”

    Quanto ao primeiro trecho, acho que Marina quis dizer “parafraseando”, do contrário estaria fazendo piada com o pensamento sério de Baumann. Provável equívoco de quem redigiu a carta.

    No que toca ao segundo trecho, Aécio já foi bastante claro quanto à questão da redução da menoridade penal: irá manter a sua proposta. Marina está fingindo não observar as contradições dessa aliança apenas em função de sua mágoa pessoal com o PT. E, penso, que está se indispondo com considerável parcela de seu partido Rede à toa. Primeiro, porque não fará parte de um eventual governo tucano, sendo assim incapaz de influenciar qualquer política de governo. Segundo, porque os antipetistas não estão e não estarão fechados com uma futura candidatura Marina, mas sim com qualquer uma que tenha chances reais de vitória contra o PT (vide o desembarque massivo dos “marineiros” nos instantes finais do primeiro turno). Por outro lado, acho que seu apoio é meramente simbólico, incapaz de transferência substancial dos votos dirigidos à candidata Marina. Assim, essa opção por Aécio pode vir a se revelar útil para a Dilma, pois pode ser o que faltava para seus decepcionados eleitores rejeitaram a “velha política” evidenciada agora com mais intensidade pela Marina e andarem na direção de um partido que se revela socialmente melhor do que a opção tucana.

  19. Com certeza, ela irá continuar fazendo palestras

    Com toda a certeza, se o dito não for reedito, porque pode não ser dito, na incógnita de sempre do dito pelo não dito, ela continuará a  palestras sobre as sementinhas

  20. TRISTE FIM

    Era óbvio o desfecho da participação da Marina nesse pleito de 2014. Desde as escolhar de aliados até sua postura,  repleta de idas e voltas durante a campanha,não seria agora na reta final que deveriamos esperar de um dos maiores símbolos de incoerência política até então, um pouco de coerência. Mas o trágico. Trajeco não!!!! O vergonhoso é a forma como se dá a ultima articipação de Marina nessas eleições. Ficou fazendo suspense sobre uma atitude que todos já sabiam qual era com aintenção de conseguir maior dividendos políticos na tentativa vã de tentar imprimir uma “marca sua” no estilo de governo adotado pelo candidato desua preferência, mas nada consegue.Aécio literalmente “andou” para as suas condições relacionadas a maioridade penal e a questão da reeleição. Sem outra valternativa vergonhosamente teve que se dobrar à leio do “mais forte” dando seu apoio de qualquer jeito usando justificatívas vexatoriamente mais uma vez covarde e desconexas em relação à realidade que é assistida por todos. Tenta minimizar seu papelão desconversando e até invertendo o que foi dito pelo seu candidato em relação aos temas cobrados por ela e que não foram atendidos. Diz  que o que faz faz pq é um anseio do povo. Povo esse que segundo ela É QUEM TEM QUE COBRAR e SE VIRAR caso o seu candidato venha a se tornar um problema trando de suas costas qualquer responsabilidade de estar influenciando milhões e milhões já que é de se esperar que muitos de seus eleitores com certeza votariam em qualquer um que iesse a indicar.  Acho que a única parte da carta onde foi feliz e acertiva foi quando disse que esta disposta em responder pelos seus atos. Acho bom pq tanta falta de personalidade e tamanho oportunismo e covardia não passam imunes nem para seu iguais políticos, muito menos para grande parte do eleitor.

  21.  
     
    Marina, está dando uma de

     

     

    Marina, está dando uma de esperta  ou de mau carater?

    Se a casa estiver bonita estou dentro, se feia ( o que ocorrerá) tô fora .

    Em 2018 retorna como salvadora da pátria .

     

     

  22. Quem quiser acreditar que a

    Quem quiser acreditar que a fadinha da floresta não está esperando recompensa, que acredite. Já pensou a fadinha no Itamarati? Será que o Otavinho vai reclamar que ela não fala inglês?

    Pra quem já teve um Celson Amorim vai ser uma perda e tanto. Por isso, vamos de Dilma.

  23. JUCA CHAVES, AÉCIO, MARINA E A PROSTITUIÇÃO POLÍTICA

    JUCA CHAVES, AÉCIO, MARINA E A PROSTITUIÇÃO POLÍTICA

    Juca Chaves se deliciava, ao contar a história de uma cantada que alguém fez a outra pessoa (vou ser politicamente correto aqui).

    Como era uma proposta realmente indecorosa a outra pessoa puxou do fundo da alma um resto de algo parecido com inocência que supunha ter e disparou: “Tá pensando que eu sou prostitut@?”.

    Ao que @ primeir@ personagem, com muito cinismo, arrematou: “Isto eu já sei que você é. Estou querendo discutir é o preço”.

    Como não lembrar Juca Chaves neste triste espetáculo de prostituição política que os brasileiros assistimos durante uma semana inteira, e que vemos se consumar hoje?

    Não podiam, pelo menos, ter deixado passar o domingo do Dia das Crianças?

  24. Essa Marina é o próprio

    Essa Marina é o próprio esgoto do PSDB. Ela trai, de maneira cruel e vingativa, todos os seus eleitores. Eles não te perdoarão Marina. Para você o Ostracismo político. Sua Rede não passou de uma Rede de Intrigas para facilitar a volta da extrema direita ao poder. Você Marina está compactuando com a corrupção, com o racismo, com a miséria do povo pobre do nosso país. Você é traidora de Chico Mendes. Você é traidora da classe trabalhadora. Você é traidora dos jovens que lutaram no 13 de junho. Você só sabe trair. Seu nome deve ser de batismo Marina Traira da Silva. 

  25. Marina, o esgoto do PSDB.

    Essa Marina é o próprio esgoto do PSDB. Ela trai, de maneira cruel e vingativa, todos os seus eleitores. Eles não te perdoarão Marina. Para você o Ostracismo político. Sua Rede não passou de uma Rede de Intrigas para facilitar a volta da extrema direita ao poder. Você Marina está compactuando com a corrupção, com o racismo, com a miséria do povo pobre do nosso país. Você é traidora de Chico Mendes. Você é traidora da classe trabalhadora. Você é traidora dos jovens que lutaram no 13 de junho. Você só sabe trair. Seu nome deve ser de batismo Marina Traira da Silva. 

  26. Fora da disputa, Marina busca marcar espaço para 2018

    Em caso de derrota do PT nestas eleições Marina Silva terá pouco espaço em 2018, já que o PSDB terá o candidato do governo e Lula será o principal candidato da oposição.

    Aécio e o PSDB com o resultado do primeiro turno mantiveram a liderança da oposição, que esteve seriamente ameaçada por Marina Silva.

    O último suspiro de Marina Silva no primeiro turno foi um desesperado “Só Marina pode tirar o PT do Poder”—–“. O PSDB teve três chances e perdeu.””

    Agora Aécio Neves do PSDB conta com uma aliança política ampla neste segundo, em caso de nova vitória do PT, praticamente não haverá desculpas, e reforçara a tese de “”Só Marina pode tirar o PT do Poder”-“. O PSDB teve quatro chances e perdeu.””

    Precisamos lembrar que em 2010 Aécio Neves mesmo sendo do PSDB não se esforçou muito por uma vitória de Jose Serra em Minas gerais.

    Marina Silva pode se consolidar como nova liderança da oposição ao PT, é uma aposta ousada, que muito provavelmente é baseada na expectativa de que  o resultado das eleições de 2010, vai se repetir em 2014, com uma parte significativa dos eleitores que votaram em marina Silva no primeiro turno, vote na Presidenta Dilma Rousseff no segundo turno.

     

    • Marcar espaço para 2018?

      Marcar espaço para 2018?

      Só se for em substituição à Dilma Roussef, caso ela seja reeleita e sobreviva ao massacre a que será submetida em seu segundo mandato. Porem, concorreria em condições bem desfavoráveis. Não será novidade e o discursinho já não causará impacto.

      Se o eleito for Aécio Neves, em 2018 tudo já estará resolvido e o stablishment não mais precisará dos seus préstimos.

      • Uma aposta ousada

        Foi exatamente o que eu disse, ….

        Em caso de derrota do PT nestas eleições Marina Silva terá pouco espaço em 2018, já que o PSDB terá o candidato do governo e Lula será o principal candidato da oposição.

        Marina Silva está apostando em nova derrota do PSDB, para liderar a oposição em 2018 com o disrcurso

        “Só Marina pode tirar o PT do Poder”-“. O PSDB teve quatro chances e perdeu.”

  27. E O VENTO LEVOU…

    O QUE MARINA FALA NAO SE ESCREVE!!!

    QUANDO ESCREVE E O FAZ A LÁPIS, APAGA.

    QUANDO USA A CANETA AÍ SIM SE REVELA!!!

    RABISCA TUDO ATÉ FORMAR UM BORRÃO.

    EXATAMENTE COMO FEZ COM A SUA TÃO PROPALADA PSEUDO-BIOGRAFIA.

    MELHOR ASSIM!!!

    MAIS FÁCIL DE ENTENDER.

     

  28. Sejamos honestos

    Era o que dizíamos sempre. A Marina enganou seus eleitores.

    o PT não pode ser culpado por muita gente ter caído do cavalo.  Tem gente com habilidade de ludibriar…

  29. Ontem, em

    Ontem, em Recife(…)(blábláblá…)(…)minhas escolhas.

    Carta inútil, hipócrita.

    Marina é um dos maiores blefes da história política brasileira. Para encaixar os acontecimentos em suas ambições pessoais faz um malabarismo digno de acrobata de circo. O papel de Marina e da família Campos nessas eleições é lamentável.

    Marina só o que é por causa do partido dos trabalhadores. Fora os partidos de extrema esquerda. o perfil de Marina não seria aceito em nenhum outro partido. Até poderia ter aceitação, mas para ser coadjuvante. Ministra e senadora, jamais.

    Desde o começo, já em 2010, o que move Marina é ter sido descartada da sucessão de Lula. Vai morrer com essa mágoa. Em cada frase dita sobre o governo petista isso fica patente. As vezes parece que não fez parte desse mesmo governo e que militou décadas no partido, este  possibilitou que a ex-seringueira virasse protagonista na polítca.

    Eduardo Campos antes do governo Lula era um deputado federal no ostracismo. Sua participação no governo do avô trouxe desconfianças sobre sua capacidade de gestão e posição ética(precatórios). Lula quando assumiu levou Campos para o ministério e deu todo apoio a sua candidatura ao governo pernambucano. Dificilmente, sem a exposição de ministro e apoio do PT conseguiria êxito. Os governos Lula/Dilma, ao contrário de governos anteriores, investiram horrores em PE. O mínimo, uma vez eleitos seus candidatos locais, seria a família ter o pudor de ficar neutra na disputa presidencial. Infelizmente, decidiram usar a memória do ente falecido para apoiar uma candidatura, claramente, anti-povo.

    Daqui por diante a marca maior da “nova política” é a ingratidão.

    PS1. Quando vão usar no programa eleitoral o “cano” que milhares de funcionários da educação mineira levaram de Aécio. Foram iludidos com a nomeação fajuta que a justiça provou ser fraudulenta.

    PS2. Meus evangélicos e católicos estão com Dilma.

  30. a turma petista já deve ter

    a turma petista já deve ter dados mostrando que certos ditos petistas conseguiram nos úlitmos dias mais voto para Aécio atuando contra Marina do que tudo a favor do petismo em anos de trabalho.

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