Para Cunha, sequela da eleição na Câmara pode ser rompimento entre PT e PMDB

Jornal GGN – Após derrotar o governo Dilma Rousseff na eleição para a presidência da Câmara, o deputado federal Eduardo Cunha evitou falar, em entrevistas exclusivas ao Estadão e à Folha, em nome do PMDB, ao ser questionado sobre quais as consequências da disputa acirrada contra o PT.

Porém, o fluminense deixou no ar uma declaração que pode servir de esboço para a corrida presidencial de 2018. Cunha não descartou que uma das “sequelas” do enfrentamento duro com o PT seja, por exemplo, o rompimento definitivo entre os dois partidos. “Isso é uma coisa partidária”, disse ele. “É uma coisa que o partido vai ter que responder no seu devido tempo e na sua devida forma. (…) O que houver de sequela já é problema partidário.”, acrescentou ao Estadão. Hoje, o PMDB mantém a vice-presidência da República, com Michel Temer.

Fortalecido, Cunha ganhou todas as páginas de jornais como o homem que não só impôs uma vergonhosa derrota aos articuladores políticos de Dilma, mas também como aquele que deve causar muita dor de cabeça ao governo – a exemplo do que já vinha demonstrando desde o ano passado.

Para ele, o governo Dilma saiu derrotado da eleição porque orientou os homens fortes (Aloisio Mercadante, Pepe Vargas e Miguel Rossetto) a meterem o nariz onde não deveriam. “O governo errou em ter candidato. Quis fazer interferência. O que ficou foi muito claro: um candidato de governo, bancado pelo governo a qualquer custo nas últimas semanas, um de oposição, bancado pela oposição a qualquer princípio. E eu fiquei sendo o candidato da Casa”, disse à Folha.

“Os articuladores políticos do governo, muito atrapalhados, simplesmente resolveram fazer uma política absurda dentro da Casa. (…) Eles não tinham a mínima noção. Até porque são pessoas, do ponto de vista de articulação política, sem tanta experiência para isso”, pontou. “Como é que alguém que tem um cargo de relações institucionais busca quebrar a institucionalidade agindo dessa forma?”, disparou contra Vargas.

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Cunha disse que sua prioridade na Câmara, essa semana, é votar o orçamento impositivo – outra pauta indigesta ao governo Dilma.

Ele também defendeu a discussão da reforma política, a começar por medidas que fortaleçam os grandes partidos existentes. Cunha aproveitou o ensejo para disparar contra a formação do PL, novo partido que o ministro Gilberto Kassab (PSD) deve tirar da gaveta nos próximos meses, com o intuito de abrir uma janela para congressistas interessados em trocar de partido e, assim, reduzir a influência e tamanho do PMDB.

“Não dá para permitir cooptação de parlamentares de outros partidos. Isso seria um revés no governo, que vai se beneficiar da criação de um outro partido para diminuir sua dependência do PMDB, de criar uma base alternativa…Será contestado judicialmente e aqui, na Câmara, vamos tentar produzir algum tipo de legislação para, no mínimo, impedir”, prometeu Cunha.

O deputado, mais uma vez, evitou responder quanto custou sua campanha à presidência da Câmara. Ele viajou por todos os estados e bancou jantares com deputados, em busca de votos. Segundo a Folha, há a estimativa de que a empreitada custou quase R$ 1 milhão. O jornal também levantou nos bastidores que o grupo JBS ajudou na eleição de Cunha “pedindo votos”. Ele não negou.

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18 comentários

  1. Contra o jogo sujo há que se

    Contra o jogo sujo há que se jogar pesado. A única atitude possível é o confronto em todos os níveis. A parte da sociedade civil que se identifica com o destino do país como nação e com a soberania popular tem que se mobilizar em todos o sentidos, desde o embate judicial através de ações populares até a manifestações de rua para valer.

    E por que não na frente da casa dos persionagens chaves desta direita torpe, a exemplo do que se faz com os torturadores e assassinos da ditadura? FHC, Yves Gandra, Gilmar Mendes, por que não?

    E, no plano político, fazer o bom combate. Partir para cima. Jogar pela destruição do PMDB. E mesmo, dar toda força ao projeto Kassab.

    Mas, antes, limpar a própria casa!

  2.   Esse cara é

      Esse cara é maquiavélico…

      Primeiro diz que trabalhará em colaboração com o governo (só se for para dar facada nas costas)

      Agora vem com essa de rompimento. Deixa o PT numa sinuca de bico: se não romper, passa recibo de fisiológico; se romper, deixará aliados ainda importantes falando sozinhos dentro do PMDB.

      O jogo é pesadíssimo e muito sujo. Só mesmo uma Luciana Genro pra fingir que dá pra fazer alguma coisa sem tocar na sujeira (apesar de que setores do PT se sujaram além da conta).

  3. Governo

    O governo precisa criar uma nova base aliada e liberar verbas para os novos parceiros. Esqueçam o PMDB. Deixe seus políticos à mingua. Espero que o Kassab traga sangue novo para apoiar os projetos da presidente.

     

    Papelão do vice-presidente. Esse morreu politicamente para mim. Um traidor de marca maior.

  4. a ver até onde vai essa força

    a ver até onde vai essa força obscura  e desagregadora das instituições do cunha….

  5. Dilma X Eduardo Cunha

    Talvez, a Eleição de Eduardo Cunha signifique uma nova etapa na Política brasileira. O PT terá que sair do imobilismo eleitoral e da sua constante preocupação em ter um Projeto de Poder acima de ser um Governo transformador, batendo, finalmente, de frente com os inimigos diários do Brasil: a mídia hegemônica e as elites brasileiras, incrustradas com suas garras no Judiciário e no Congresso Nacional.

    A libertação do PT e do Governo Dilma dessas garras se dará para além do Congresso e do Executivo. Porém, é preciso ir de encontro ao povo, representado por toda a sociedade organizada e progressista.

    Será preciso escancarar o Projeto de Eduardo Cunha e muitos outros congressistas e a Política dos interesses privados que está acima dos anseios da sociedade brasileira. Deputados que no Congresso são patrocinados e eleitos por grupos e interesses privados. Como escancará-los?

    A Presidenta Dilma precisa mostrar com toda força em seus discursos o que buscarem de interesses privados acima dos interesses públicos na Câmara dos Deputados presidida pelo Deputado Eduardo Cunha.

    O confronto tem que ser diário.

    Entrevista diária da Presidenta seria de grande valia, além, de Rede Nacional em mais momentos do que datas pontuais e comemorativas do calendário. Vamos ver quem tem um discurso progressista, anticorrupção, Ético e de interesse da maioria do povo brasileiro.  Mídia e seus apaniguados no Legislativo e Judiciário ou o Governo Dilma?

    Quem pode dar as cartas é a Presidenta Dilma, reeleita em 2014 para mais 4 anos. Se ela se comunicar e mantiver uma postura firme anticorrupção e mostrar por A + B que este Governo investiga e pune todos os corruptos, sejam de que partido for, se ela demonstrar os mecanismos de combate à corrupção presentes em seu Governo e que não existiam da Era FHC para trás, melhor será.

    Dilma tem que, diariamente, mostrar os feitos concretos do Governo e destruir o caráter seletivo da discussão sobre o tema corrupção que se faz presente na velha mídia e no discurso oposicionista. Romper com a hipocrisia da velha mídia, de parte do Judiciário e dos oposicionistas, que só querem enxergar nos governos do PT, de esquerda e nos aliados políticos dos petistas: corrupção. Romper e mostrar quem está do lado do povo e do Brasil para valer.

    O caminho é falar, sem meias palavras e agir sem medo. É preciso contra-atacar, sempre!

    Infelizmente, o republicanismo e sossego exagerado do Ministro da Justiça, o receio de bater de frente com a velha mídia e a falta de uma Política efetiva de comunicação do Governo Federal para enfrentar à mídia hegemônica atrapalham. Seria saudável rebater de imediato todas as inverdades da velha mídia e ter mecanismos novos (canais) de transmissão das informações das ações do Executivo em tempo real.

    Quem sabe se o Deputado Eduardo Cunha não mete os pés pelas mãos e faça, sem notar, o serviço de escancarar o novo Congresso, em boa parte, fisiológico, defensor de interesses particulares (privados) e oportunista. Escancarando junto: velha mídia, oposição e a parte do Judiciário aliada desses dois grupos.

    Com boa comunicação se rompe o monopólio midiático e o discurso antinacionalista e moralista das oposições. Esses grupos não tem nada de produtivo e patriótico para apresentar ao povo brasileiro.

    Talvez, a vitória do Deputado Eduardo Cunha seja mais positiva do que negativa. Projetos antagônicos de Brasil podem ser escancarados se o Governo Dilma se propuser a combater o bom combate da Comunicação e informação junto de seu Ministério e junto do PT, das esquerdas e do povo brasileiro. 

    Estamos diante de dois projetos de Brasil, o do Executivo: progressista e nacionalista e do Legislativo: conservador e antinacionalista. É claro que a boa comunicação ajudará a vencer a desinformação e triunfar o Projeto que quer a inserção independente do Brasil no mundo desenvolvido e socialmente justo para todos.

    O Brasil do retrocesso defendido pela velha mídia e seus apaniguados está agora, de cara limpa, através de seu novo porta-voz: Eduardo Cunha.  E pode perder de vez o que resta de credibilidade.

    O jogo começou.

     

  6. O PT, a Dilma e o Lula dormiram

    e agora não dá mais tempo, o impeachment da Dilma será concluído. Será uma choradeira só. Vai ser um tal de se lamentar dizendo: devíamos ter feito isso, devíamos ter feito aquilo … O PIG e toda sua cambada de canalhas estão em festa. Com os canalhas de volta ao poder, o Brasil será mais um Haiti em poucos anos.

  7. Para entender Eduardo Cunha
    Para entender Eduardo Cunha

    A vitória acachapante de Eduardo Cunha para Presidente da Câmara explicitou um processo que ocorre desde o início do 1º governo de Dilma Rousseff: o de fortalecimento do lobby empresarial no legislativo brasileiro.

    Dilma buscou enfraquecer a velha política. As emendas parlamentares foram distribuídas a conta gotas, os ministros tinham a tutela de secretários-executivos da confiança da presidenta e pouco podiam se manifestar, feudos importantes nas estatais foram desfeitos. O PAC reduziu a importância dos parlamentares na negociação de grandes obras, pelo menos para a maioria do congresso. O RDC (Regime Diferenciado de Contratação) reduziu a discricionariedade do gestor especialmente em pequenas e médias obras.

    Nem mesmo a arte de simular influência, tão comum na política, foi permitida aos congressistas. Não havia carona no avião presidencial e a sonhada foto do parlamentar descendo do avião em sua base ao lado de um presidente da república. Dilma pouco recebia os congressistas no Palácio do Planalto e eram raras as fotos ao seu lado.

    Ao mesmo tempo que Dilma enfraquecia os instrumentos tradicionais de política, não houve um esforço para estabelecer uma nova forma de se fazer política no legislativo. Poucas foram as vezes que um parlamentar progressista pôde discutir com a opinião pública um tema relevante, com a rara exceção de Alessandro Molon (PT-RJ) no debate sobre o Marco Civil da Internet.

    Pauta positiva não faltou: endurecimento da legislação de lavagem de dinheiro, reforma da previdência do setor público, punição para empresas corruptoras, PEC das Domésticas e cotas em universidades públicas e no serviço público são apenas alguns exemplos. E qual foi a exposição de parlamentares nesses debates?

    Como na política não há vácuo, o espaço foi preenchido pelos lobbies empresariais articulados por grandes escritórios de advocacia. Hoje, muito mais que atuar no judiciário, esses escritórios oferecem soluções jurídicas a seus clientes, estejam elas no Poder Judiciário, no Legislativo ou no Executivo.

    Eduardo Cunha, aliado a esses grandes escritórios, ofereceu a saída política e financeira ao congresso, especialmente no financiamento de campanhas eleitorais que chegaram a custar de R$ 10 milhões a 15 milhões na disputa para a Câmara dos Deputados.

    Não houve tema de relevância econômica que Eduardo Cunha não tenha participado das negociações: desonerações da folha de pagamentos e dos investimentos, novo prazo para o Refis da Crise, perdão das multas aplicadas pela ANS, tributação de empresas coligadas no exterior entre outras.

    Na articulação sobre as desonerações que chegaram a R$ 100 bilhões por ano, Cunha deu um verdadeiro baile no Governo. Desorganizado, o Governo não montou um modelo lógico de negociação com o Congresso. As MPs eram enviadas sem que os parlamentares fizessem sugestões de setores a serem incluídos nas desonerações dentro de critérios estabelecidos pelo Governo. As demandas dos parlamentares eram acatadas no Congresso sem contraponto do Governo, mas posteriormente vetadas. Na apreciação dos vetos, os setores com maior poder de pressão política eram incluídos na MP seguinte.

    Se fosse um Delfim Netto negociando uma quantidade tão grande de desonerações, teria saído Presidente da República. Contudo, como grande parte das desonerações havia sido obtidas “na marra”, não houve ganho legislativos para o Governo e o Ministro Mantega foi demitido durante o processo eleitoral, sem o apoio de um único setor digno de nome.

    O resultado das eleições legislativas foi fruto desse processo. O PT perdeu 30% de sua base parlamentar na Câmara, houve uma enorme fragmentação política e o domínio do PSB se deslocou para lideranças de direita.

    O cenário já era adverso e a articulação política colecionou tropeços.

    Dilma nomeou para a articulação política o deputado Pepe Vargas (PT-RS), da minoritária tendência petista Democracia Socialista. Esta tendência também emplacou os nomes de Henrique Fontana (PT-RS) como líder do governo na Câmara e Miguel Rossetto (PT-RS) como Secretário-geral da Presidência da República. Estes são nomes de primeira grandeza, com boa capacidade de discursar e interesses republicanos. No entanto, não possuem a capacidade de articulação necessária para estes cargos.

    Na Casa Civil, foi mantido Aloizio Mercadante que é uma espécie de Serra do PT, com incrível poder de desagregação. Mercadante busca o monopólio da interlocução com a presidenta, buscando desgastar eventuais concorrentes. Contudo, foi o responsável pela articulação nas maiores derrotas dos governos petistas: a queda da CPMF quando era líder do Governo e agora na eleição da mesa diretora da Câmara dos Deputados.

    Mesmo distribuindo uma enorme quantidade de cargos a figuras pouco recomendáveis, a articulação política encabeçada por Mercadante não evitou a humilhante derrota Câmara.

  8. Por esse comentário de Cunha

    Por esse comentário de Cunha “o governo Dilma saiu derrotado da eleição porque orientou os homens fortes (Aloisio Mercadante, Pepe Vargas e Miguel Rossetto) a meterem o nariz onde não deveriam”, podemos dizer apenas que ele desqualificou a força dos homens fortes de Dilma. Para mim, ainda falta ver a força de negociação dos articuladores políticos governistas, sem o PMDB, isso ficou claro pela postura do ex aliado, vice-presidente de Dilma. Li outro dia um artigo (muito bom, por sinal) do ex-presidente do PSB comparando Cunha ao personagem do seriado House of the cards. Guardadas as devidas proporções, Cunha seria a caricatura do personagem caricato criado para didaticamente expor o jogo do poder no centro do mundo. Cunha seria a caricatura porque a mídia nacional (que já é uma cópia mais cruel da mídia mais reacionária do mundo democrático) é a parte didaticamente exposta nesse processo que acompanhamos desde a fase brasileira de reabertura democrática. Se a política mudou, decaiu ou apenas tornou-se a política de resultados tão bem edificada pela globalização, se todos os governos mundiais são atualmente governos de coalisão, como e quando vamos reapreender a agir políticamente? Vamos ter que esperar a nova experiência grega para sabermos como contrapor ao jogo cínico do mercado? Vamos ter que decidir rápido, a mídia misturou o baralho todo, conbdundiu, já pediu a um tributarista anti-PT para preparar o impeachment de Dlma,  estão declarando a Petrobrás falida, a tropa de choque do congresso está armada até os dentes. Quê mais falta?

  9. Derrota do governo na eleição para presidente da Câmara

    Olá Nassif,

    Em relação à derrota do governo para o “NOBRE” Deputado Eduardo Cunha, eu gostaria de dizer que talvez a Presidenta Dilma, tenha dado lenha para que o “NOBRE” deputado se enforque. Será que ela não teria uma carta na manga? Por exemplo: A certeza de que o “NOBRE” deputado estará na relação de políticos citados na Lava Jato?. Dessa forma, ela sairia limpa dessa eleição por não ter cedido às pressões para fazer uma aliança com esse sujeito! Pode ser uma viagem, mas não consigo tirar da cabeça aquela suposta consulta da presidenta ao Procurador Geral da República Rodrigo Janot. Aquele episódio soou como uma atitude quase que imatura por parte do governo em anunciar para a imprensa de que o mesmo faria a consulta ao PGR. Pra mim, na base do imaginário mesmo, acho que no fundo no fundo a Presidenta Dilma sabe quais são os políticos citados nos depoimentos e tem a certeza de que o agora Presidente da Câmara irá aparecer como investigado na lava jato. 

  10. Esta havendo uma MAGNIFICAÇÃO

    Esta havendo uma MAGNIFICAÇÃO do Eduardo Cunha no rescaldo da eleição na Camara.

    Cunha não domina o PMDB e tem no partido muitos desafetos, o papel do Vice Michel Temer aumenta no novo quadro porqu caberá a ele arbitrar os conflitos no partido. O Governo tambem tem algumas armas no armario contra Cunha que tem um arsenal de processos voando, presidente da Camara não é imune a processos, como bem sabem outros ex-presidentes como Ibsen Pinheiro, Severino Cavalcanti, João Paulo Cunha, o maior problema todavia não está no predio da Camara e sim no Planalto, com uma articulação politica proxima de zero.

  11. Comprou votos ?

    Comprou votos ? R$ 1 milhão em gastos ? Já vi essa história antes . Qual era o nome do partido mesmo ? PSDB ? Acho q era esse …

    Por que ñ vi isso na Globo ? Ah! eu ñ assisto Globo.

  12. The piauí Herald :

    CATHO – Em dinâmica de grupo realizada na Câmara dos Deputados, o gestor de RH Eduardo Cunha foi eleito headhunter do Congresso. “Já estou recebendo currículos”, anunciou. “Inclusive, antecipo que já foram preenchidas as cinco vagas de Analistas de Projetos Sênior para estar trabalhando na mesa diretora “, completou.

    Enquanto anunciava a abertura de vagas para trainee na Ouvidoria Parlamentar, Cunha anunciou suas primeiras medidas: “Prometo estar criando um banco de cadastro para parentes e amigos. Além disso, até o meio do ano, vamos estar lançando o serviço de alerta de vagas por SMS”, revelou.

    Para demonstrar sua boa vontade com o Governo Federal, Cunha prometeu negociar o fim da estiagem. “Em nome da ordem e do progresso, disponibilizarei duas vagas para os familiares de São Pedro na diretoria da ANA”, celebrou.

  13.  
    O governo tem que ir pra

     

    O governo tem que ir pra cima desses reacionários, fazer como o Gabrielli ex-presidente da Petrobras. Tem que chegar forte, com palavras duras. Nada de bancar o civilizado com essa bandidagem tucana tipo o Aécio, bando de  hipócritas  mentirosos.

    Orlando

  14. Com Lula candidato é pouco provável

    O protagonismo do PMDB ocorre justamente em função do PT, onde os setores conservadores da sociedade buscam o PMDB para fazer a interlocução.

    além disso, o PMDB não tem candidato para presidente. e numa eventual aliança com o PSDB perderia o protagonismo que tem hoje.

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