PF pede informações ao WhatsApp sobre disparos em massa pró Bolsonaro

 
 
Jornal GGN – A Polícia Federal solicitou ao WhatsApp informações sobre os números de onde partiram mensagens em massa com conteúdo a respeito das eleições presidenciais.
 
A instituição também quer saber o que foi disparado na rede social e contra quem. A ação ocorreu após abertura de inquérito motivado por reportagem da Folha de S. Paulo, que revelou financiamento empresarial ilícito em favor de Jair Bolsonaro. A ação pode ser enquadrado como caixa 2 e abuso de poder econômico.
 
Segundo a Folha, “nos bastidores, a polícia se diz pessimista sobre o tipo de ajuda que o WhatsApp poderá fornecer aos investigadores. (…) Nos últimos anos, a empresa, em alguns casos, tem informado às autoridades não ter acesso a dados e, por isso, diz não ter como ajudar.”
 
Além de aguardar informações do WhatsApp, a PF deve focar nas agências citadas na reportagem da Folha, que oferecem às empresas anti-PT recursos para os disparos em massa: Quickmobile, Yacows, Croc Services e SMS Market.
 
O jornal ainda informou que a PF já investiga mais de 2.000 denúncias abertas por causa das eleições. O inquérito do zapgate, que também envolve a campanha de Fernando Haddad, pode durar no mínimo 30 dias.

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2 comentários

  1. Adivinha!

    Só aparecerão as provas contra a campanha do Haddad, mesmo que seja uma só, e plantada.

    Otimismo fundamentado nas diligentes investigações da polícia federal nos últimos tempos no âmbito político.

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