PSOL irá lançar pré-candidatura de Boulos ao Planalto

Evento neste sábado marcará candidatura informal ao lado de artistas, intelectuais e políticos 
 
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(Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)
 
Jornal GGN – O PSOL realiza neste sábado (03) um encontro com intelectuais e artistas em São Paulo para festejar a pré-candidatura do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos. A chapa para o Planalto será formada também pela liderança indígena Sonia Guajajara como vice.
 
O lançamento da pré-candidatura não será oficial, mas contará com a participação de nomes como os cantores Caetano Veloso e Maria Gadu, os escritores Marcelo Rubens Paiva e Frei Betto, além da urbanista Raquel Rolnik, o antropólogo Luiz Eduardo Soares e as apresentadoras Monica Iozzi e Marina Person. Estão também na lista de confirmados o deputado estadual João Paulo Rillo (PT) e o vereador petista Nabil Bonduki. 
 
Segundo o portal Fórum, Boulos disse que o encontro chamado de “conferência cidadã” é resultado de um processo construído “nos últimos meses de aproximação com artistas, intelectuais e um conjunto de movimentos sociais e que vai no sentido de consolidar a pré-candidatura em aliança com o PSOL.”
 
Já, para o Estado de S.Paulo, o deputado Ivan Valente (PSOL-SP) explicou que o evento será uma “demonstração da amplitude que pode alcançar a candidatura” do líder do MTST.  
 
No início de fevereiro, em entrevista para a Folha, Boulos declarou que o debate sobre sua candidatura estava avançando junto ao PSOL. Sua filiação ao partido, inclusive, acontecerá na próxima segunda-feira (05). 
 
Sobre uma possível candidatura de Lula e o direito do ex-presidente concorrer ao pleito deste ano, Boulos destacou que defende a participação do petista na disputa, reforçando que o MTST e a Frente Povo Sem Medo, estão entre os grupos da “linha de frente pelo direito de Lula ser candidato”. 
 
Já sobre o possível enfraquecimento da frente de esquerda com vários partidos do espectro político lançando seus candidatos, Boulos ponderou que, apesar de toda a esquerda estar unida em torno de pautas específicas, como a reforma da Previdência, é preciso considerar que “há diversidade”. 
 
“E a diversidade da esquerda, de opiniões e propostas, não pode ser anulada”, completou.
 
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