Roberto Requião, o melhor plano B de Lula

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN – André Barrocal publicou reportagem na CartaCapital afirmando ter ouvido de pessoas próximas de Lula que Roberto Requião é o “melhor” plano B caso o ex-presidente seja inabilitado para a eleição de 2018. A decisão passaria pela saída do senador do PMDB, o que já seria cogitado por ele, segundo um assessor não identificado.
 
A reportagem diz que além dos méritos pessoais e da trajetória de Requião, o senador é o preferido porque os demais presidenciáveis lançados por partidos à esquerda não caíram nas graças de Lula.
 
Jaques Wagner, ex-governador da Bahia, Wagner seria “tímido” demais para se impor politicamente. 
 
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é tido como de perfil parecido (e indesejável) com o de Dilma Rousseff: gerencial e centralizador demais, político e carismático de menos.
 
Ciro Gomes, do PDT, é pouco confiável e não perde a oportunidade de cutucar Lula – como na afirmação recente de que Justiça boa é Justiça rápida, feito em alusão à definição da data do julgamento do petista em segunda instância.
 
Apoiar a candidata do PCdoB, Manuela D’Ávila, está fora de cogitação. A missão de Manuela é “puxar votos para os comunistas e garantir que eles ultrapassem a cláusula de barreira e possam eleger deputados”.
 
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18 comentários

  1. Querida esquerda, precisamos

    Querida esquerda, precisamos falar sobre nacionalismo

    29/03/2016editorbrasilem5

    Querida esquerda brasileira,

    chegamos em um ponto em que todos se dão conta que uma mudança em nossos rumos é necessária, mesmo que as alternativas sejam várias.

    Vamos tocar num assunto que você não gosta de falar? Nacionalismo. Não faça careta, por favor. Não te incomoda esse monte de gente de verde e amarelo na rua, achando que é patriota? As mesmas pessoas que gritam aos quatro ventos que têm vergonha de ser brasileiro? Sim, incomoda. Mas vejamos, eles não são nossos verdadeiros inimigos. Sim, muitos ali são conservadores mesmo, mas tantos outros estão ali manipulados. E tomam como símbolo de sua manifestação aquilo que há de comum: são todos brasileiros.

    O que me incomoda, e gostaria de dividir com você, é o fato de não utilizarmos os símbolos pátrios. Afinal, não somos também brasileiros? Não é sábio para um projeto político e social de massas, simplesmente deixar de graça para o inimigo uma ideologia que mexe com algo comum a todos, você não acha?

    Sim, eu sei, a classe trabalhadora é internacional, Marx disse. Só que Marx também disse, no próprio Manifesto que “a luta do proletariado contra a burguesia, embora não seja na essência uma luta nacional, reveste-se dessa forma num primeiro momento”. Negar a nacionalidade e a influência que ela tem sobre as pessoas é querer negar a gravidade. Negar que o mundo está dividido em Estados-nação há séculos e achar que isso pode ser simplesmente jogado de lado é um erro colossal. Negar que é justamente a classe trabalhadora que carrega, nos seus genes, na sua produção diária e no seu patrimônio simbólico o ser brasileiro, é ser míope diante da realidade.

    Numa rápida análise histórica, vemos que as revoluções socialistas ocorreram, na sua grande maioria, em países da periferia do sistema. Onde a causa da libertação nacional do colonialismo e do imperialismo sempre esteve presente. Alguém negará o caráter nacionalista de Revoluções como a Cubana ou a Chinesa? De que Chávez só fez o que fez, porque aliou um projeto nacional à revolução social?

    Quando se fala em Nação, se fala em nome de todos. É um discurso legitimador, pois brasileiros somos todos nós. Para além de bandeiras, e paleta de cores, as pessoas são brasileiras porque se sentem brasileiras e esse patrimônio coletivo não pode ser negado por projetos de transformações sociais.

    Querida esquerda brasileira, sei que você passa por momentos difíceis. Mas sejamos otimistas e trabalhemos. Nas horas de crise é que aparecem as mais criativas soluções. Acreditamos na transformação como princípio, não é mesmo? A única certeza é que “tudo que é sólido desmancha no ar”.

    De quem sinceramente continua acreditando em você,

    Roberto Santana Santos

     

    Almir Felitte
    advogado

     

    Esquerda deveria ressignificar nacionalismo brasileiro 

     

    Foto: Eduardo Galeano (Montevidéu, 3 de setembro de 1940 – Montevidéu, 13 de abril de 2015)/Divulgação

    “Para os Estados Unidos sai mais barato o ferro que recebem do Brasil ou da Venezuela do que o ferro que extraem de seu próprio subsolo.”

    O trecho poderia pertencer a qualquer jornal brasileiro da atualidade, mas foi retirado da antológica obra de Eduardo Galeano, “As Veias Abertas da América Latina”, clássico publicado em 1971.

    O uruguaio segue, em sua análise, lembrando a trágica queda de Getúlio Vargas, o qual escolhera desrespeitar a imposição americana firmada em acordo militar que proibia o Brasil de vender matérias-primas estratégicas para países socialistas, vendendo ferro para a Polônia e a Tchecoslováquia a preços mais altos que os que conseguia com os EUA em 53 e 54.

    Em 1957, a americana Hanna Mining Co. compraria grande parte da mineradora britânica que explorava o Vale do Paraopeba, em Minas Gerais, onde, à época, se encontrava a maior concentração de ferro do mundo. Mas, apesar do grande negócio, a empresa não estava legalmente habilitada para explorar a riqueza cobiçada. A mineradora, porém, contava em seus quadros com pessoas que integravam o alto escalão do Estado brasileiro.

    Jânio Quadros, em 21 de agosto de 1961, tentaria se defender da cobiça das empresas americanas, anulando as autorizações ilegais que favoreciam a Hanna e restituindo as jazidas de ferro à reserva nacional. Quatro dias depois, porém, seria obrigado a renunciar após pressão de ministros militares. Mas a Campanha da Legalidade, liderada por Brizola, frearia o anseio militar e americano ao colocar o vice João Goulart no poder.

    Jango tentaria pôr em prática o ataque fatal a Hanna, a partir de julho de 1962, com um plano de estabelecer um entreposto de minerais no Adriático para abastecer europeus capitalistas e socialistas. Tal objetivo somou-se a outras medidas, como a restrição à drenagem dos lucros de empresas estrangeiras, criando uma situação cada vez mais explosiva no país que culminaria no golpe militar de 1964.

    A revista Fortune consideraria o golpe como um “resgate de último minuto pelo Primeiro da Cavalaria” para a Hanna. Já o Washington Star diria que “um bom e velho golpe de estado, no velho estilo, dos líderes militares conservadores bem pode servir aos melhores interesses de todas as Américas”.

    Mas a história logo mostraria que nem todas as Américas sairiam satisfeitas.

    Logo após o golpe, homens da Hannah ocuparam a vice-presidência do Brasil e mais três ministérios. Não tardaria para que a mineradora americana tivesse seus desejos atendidos. Em 24 de dezembro de 1964, quando o corpo da democracia ainda esfriava, a Hanna ganharia um decreto que a autorizava a explorar o ferro de Paraopeba.

    E a US Steel não poderia ficar atrás. A outra mineradora americana se associou à Vale do Rio Doce, o que lhe garantiria a concessão das jazidas de ferro da Serra dos Carajás, na Amazônia. Galeano ainda lembra que, “como de costume, o governo aduziu que o Brasil não dispunha de capitais para realizar a exploração por conta própria”.

    Estes primeiros atos da ditadura militar certamente contrastavam com o discurso que o tinha “justificado” meses antes e que seguiria em forma de propaganda nos 21 anos seguintes. Slogans como “Brasil, ame-o ou deixe-o” e até mesmo o uso político da vitoriosa seleção brasileira seriam recorrentes em todo o regime.

    Mas as tenebrosas transações entre os militares brasileiros e o governo e o capital privado americanos mostravam uma história bem diferente. Ao final da ditadura, a herança do “milagre econômico” seria a alta dependência externa, uma inflação monstruosa e uma dívida externa impagável, tudo isso sem que se atingisse o sonho de ver o país, enfim, possuir uma indústria verdadeiramente nacional que pudesse dar uma sustentação estável à economia.

    O mesmo roteiro se seguiu em outros países latinos. Se as reformas de base de Jango, que buscavam a redução das desigualdades e a melhoria das condições de vida do povo brasileiro, ensejaram o golpe no país, no Chile de Allende, as políticas de coletivização de fábricas multinacionais e de nacionalização das reservas de cobre seriam a justificativa para os militares chilenos, igualmente apoiados por americanos. Em ambos, o verdadeiro nacionalismo, de caráter popular, acabou sendo engolido por uma patriotada fajuta propagandeada por militares e civis de desejos entreguistas.

    Mas foram vários os momentos na história brasileira em que movimentos semelhantes ocorreram. O atual, por exemplo, é um deles, e ainda está em jogo.

    As manifestações que levaram ao impeachment de Dilma e ao golpe no país eram recheadas de discursos patrióticos de pessoas que vestiam-se e pintavam-se com as cores brasileiras. Boa parte dos políticos da direita surfaram nessa onda pseudonacionalista para angariar votos. A grande imprensa (a mesma de 64) não poupou editoriais “em defesa da pátria” ao propor o impeachment, repetindo o apoio ao golpe militar em 64.

    Mas as políticas que se sucederam ao golpe não seguiram o tom dito “nacionalista”. O Wikileaks, por exemplo, já revelou que, em documentos de 2009, Exxon e Chevron, petrolíferas americanas, tinham o desejo de alterar a legislação brasileira para acabar com o domínio da Petrobras sobre o petróleo nacional, usando-se de relações com políticos como Serra e organizações como FIESP e CNI.

     

    Pouco tempo após o impeachment, não por acaso, a Câmara aprovou projeto de autoria de Serra que possibilitava a exploração do pré-sal por companhias estrangeiras.

     

    Mesmo a família Bolsonaro, que tem ganhado público na Câmara com um discurso patriótico vazio, votou a favor da entrega de nossas reservas aos estrangeiros.

    Sinais do sentido que tomou o sentimento nacionalista no país. Um “nacionalismo” que vê as pessoas de pele mais escura como inimigas.

    Que enxerga como mais “merecedores” da condição de brasileiros aqueles que vivem mais ao sul. Uma verdadeira patriotada que não hesita em defender políticas que tirem vidas de outros brasileiros. Mas que, paradoxalmente, adota práticas entreguistas que acabam favorecendo o capital estrangeiro em detrimento do próprio povo brasileiro.

    Assim, o nacionalismo fajuto brasileiro acabou se transformando em uma espécie de refúgio para a direita liberal, uma patriotada que do fascismo europeu herdou apenas a truculência, o discurso de ódio e o apelo policial.

    Não que ideais nacionalistas sejam, necessariamente, fascistas. Há exemplos pelo mundo de políticas nacionalistas que, ao contrário do ideal nazifascista, reconheciam a luta de classes e a diversidade e, justamente por isso, criaram projetos de desenvolvimento nacional soberanos sem recorrerem a discursos de ódio e xenofobia ou à criação de um inimigo interno.

    Nossa vizinha Bolívia, por exemplo, sofreu inúmeras críticas quando adotou uma política de nacionalização de setores estratégicos, como o de exploração de hidrocarbonetos. Hoje, vê a grande mídia se calar para evitar maiores holofotes no país que criou um modelo nacionalista e inclusivo de desenvolvimento econômico.

    Entre 2007 e 2012, por exemplo, os bolivianos experimentaram um aumento anual médio de 4,8% em seu PIB. O próprio FMI, antes crítico do país, já reconheceu que as políticas de Evo Morales ajudaram a aumentar em quase três vezes a renda média da população e reduziram a pobreza e a desigualdade.

    Os elogios vieram apesar das críticas ao órgão pelo presidente boliviano, que já afirmou que o FMI deveria ressarcir seu país pelos danos causados com os 20 anos de imposição de medidas neoliberais.

    O próprio nacionalismo cubano, apesar das críticas, com seu tom anti-imperialista e anticapitalista, trouxe inúmeros benefícios para o país. Afinal, aRevolução Cubana alçou um país agrário de população miserável a uma nação que praticamente erradicou o analfabetismo, incluiu negros nas universidades e criou um sistema de saúde que é exemplo para o mundo todo.

    Na Europa, também, apesar do que alardeia a grande mídia, não é só a extrema direita que adota o discurso nacionalista.

    Desde a crise de 2008, a esquerda europeia tem crescido com um discurso antiglobalista, antiliberal e que reconhece as injustiças regionais da UE. Por lá, a posição “anti-europeísta”, como se diz, não é exclusiva da extrema direita, muito menos ligada apenas ao discurso xenófobo.

    Foi com esse discurso, por exemplo, que Portugal fez aquilo que, para o povo grego, ficou apenas no desejo. O país governado pelo Bloco de Esquerda peitou o FMI e a UE ao recusar as medidas de austeridade como forma de superar a crise de 2008. Hoje, os dois órgãos, principalmente em suas figuras alemãs, têm de engolir seco e ceder elogios à economia de base socialista portuguesa. Além disso, o país adota uma série de medidas que impulsionaram o turismo por lá e aumentaram a receptividade portuguesa aos estrangeiros.

    São exemplos de nacionalismo como esses que a esquerda brasileira deveria observar. Seria um ótimo contraponto ao patriotismo preconceituoso que vem crescendo na direita liberal de nosso país.

    Desse modo, a esquerda brasileira deve trabalhar para tomar o discurso nacionalista do país para si, ressignificando-o. É preciso agregar à bandeira brasileira valores esquecidos como a igualdade entre as variadas etnias e gêneros, a redução das desigualdades regionais e de classe e o respeito aos estrangeiros.

     

    É necessário, também, que o sentimento verde e amarelo revisite sua própria história para, enfim, reconhecer que a insistência em políticas liberais nos torna cada dia mais dependentes e subordinados aos países mais desenvolvidos.

     

    Por fim, a esquerda brasileira deveria criar um sentimento nacionalista colado a um projeto político que passe pela criação de uma indústria nacional que torne nossa economia independente, sem se esquecer de que tal processo deve ser feito de forma popular, para que nenhum brasileiro (ou quem quer que escolha morar nesse país) fique para trás.

    Um nacionalismo que negue, enfim, qualquer forma de exploração.

    Almir Felitte é advogado, graduado pela Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

  2. Não é e nunca será plano B, mas sim plano AAA

    Lula não está correndo o Brasil fazendo campanha, não é e nunca será candidato, o que está fazendo é aquilo que na roça se conhece como fogo de encontro, técnica usada para apagar incêndio. Essa mobilização catártica toda tem como único objetivo criar uma comoção nacional para livrá-lo da prisão em segunda instância, criar um fato. Se houver eleição, Requião será a cabeça de chapa. 

  3. A história nos dá uma segunda chance

    As causas populares precisavam, na década de 90, de Leonel Brizola primeiro, antes do Lula, para podermos primeiro ter um Brasil para chamar de nosso, antes de gerar justiça social dentro desta nação autônoma. O poder econômico global fez de tudo para evitar Lula e Brizola e, tendo que optar por um deles, puxou em favor do Lula para leva-lo a um segundo turno contra Collor e todos sabemos o que aconteceu. Fosso Brizola ao segundo turno teria dado Brizola na cabeça. Haveria uma nova nação e, na sequencia, Lula chegaria em plenitude, sem necessidade de carta aos brasileiros ou puxada de saco das elites.

    Hoje, o Requião é quem melhor reencarna o espírito do Brizola e da nação brasileira (e é também do sul, com chegada à classe média) e, junto com Lula, poderão repetir a sonhada dobradinha “Brizula” da década de 90.

  4. Acho a ideia excelente!

    Acho a ideia excelente! Requião tem uma dose de ousadia no enfrentamento que nem Lula nem Dilma eram capazes….. Precisamos de alguém assim na Presidência!!!!!

  5. Candidatura fora da ‘politica

    Candidatura fora da ‘politica tradicional’ e com experiência, no seu governo cortou verba dispendiosa da mídia e investiu em programas sociais, para enfrentar a campanha de cobertura politica falsa e enviesada dos meios cartelizados.

  6. Se o senador Requião for…
    O

    Se o senador Requião for…

    O senador Requião é costumaz frequentador do SMU, tem excelente relacionamento (próximo) com o chefe do forte apache, é benvisto e respeitado por boa parte de nós…  Ao que pese profunda rixa (com X) com a RPC local e o jardim botânico em referência a imagem nacional do senador na grande mídia.

  7. QUE CHAPA !!!!

    A dos meus sonhos !!!!  A  paciência do Lula e a impetuosidade do Requião .

    E se Lula, não puder concorrer , Requião será o substituo ideal . Tão bom , que o PMDB não quis expulsá-lo.

    Faz um bom tempo que não me sinto tão esperançosa ! Ainda mais com a Globo e Moro em baixa !

    Ciro, não confio nele, assim como Lula. E pode ser inteligente, mas como estrategista, nota zero. É a mesma visão curta de todos os PSDBistas , achou que o Lula era coisa do passado, e começou a falar mal dele. Daí o cavalo passou encilhado e ele não percebeu. Além de sua lingua de trapo, mais que comprovada ! Um Cearense paulista mesmo.

    É o Paraná nos surpreendendo, para o bem e para o mal.

  8. Balão de ensaio, fogo amigo e alfinetada

    Esse tipo de matéria até parece vindo do PIG/PPV, nos tempos em que ainda tinha alguma pudor e verniz e se tornado a cloaca e oesgoto que atualmente exala esse odores pútridos e fétidos, sobretudo depois da fraude do “mensalão” e ORCRIM lavajateira.

    Roberto Requião é político sério, corajoso, nacionalista, que parte para o enfrentamento e não teme o PIG/PPV e as ORCRIMs midiáticas e judiciárias. Mas se Requião for lançado agora como vice na chapa encabeçada por Lula ou mesmo como cabeça de chapa, caso o tapetão judiciário inabilite o Ex-Presidente operário para a disputa da presidência da república, os integrantes das ORCRIMs judicárias farão com ele, Requião, o mesmo tipo de perseguição e caçada perpetrada contra o Ex-Presidente. 

    Fernando Haddad, preparadíssimo, bem articulado, bom debatedor, excelente administrador, padece da falta de carisma; mas Haddad não pode ser comparado à Presidenta Dilma Rousseff, pois é muito mais bem articulado do que ela. O que falta a Hadda é a garra, a verve, a vontade de vencer e convencer, tão necessária a qualquer pessoa que deseja chegar ao poder pelo sufrágio popular e conduzir políticas públicas que atendam às classes trablhadoras, exploradas e excluídas.

    Gleisi Hoffmann, essa combativa e incansável senadora e atual presidente do PT, não tem liderança e penetração política nas diversas regiões do País. Pela perseguição que as ORCRIMs midiáticas e judiciárias impõem a ela ea o marido, Paulo Bernardo, Gleisi terá dificuldades até mesmo de se reeleger senadora peo Paraná, o mesmoestado em que atuam os principais integrantes da ORCRIm lavajateira.

    Pelo exposto, percebe-se que os dois grandes nomes que hoje integram o PT, os quais poderiam participar de convenção partidária, para escolha do candidato a cncorrer à presidência da república na eleição do ano que vem, estão na mira das ORCRIMs judiciárias, que tê,m engatilhados investigações, processos e denúncias contra eles.

    Se Requião for lançado, de forma precipitada,  como Plano B, como esta matéria sugere, corre o risco de ser queimado ou mesmo impedido, como querem fazer com Lula e ou outros do PT histórico.

    José Dirceu é conhecido pelo gênio político que sempre fo e continua a ser, mas também pela alta dose de arrogância e autoritarismo, que sempre foi marca da personalidade dele. Vladimir Palmeira,  intelectual e líder histórico do PT fluminense, deixou de disputar – com reais chances de vencer – a eleição para governador do estado, em 1998. No comando nacional do partido, José Dirceu impediu a canddatura de Vladimir. O PT entrou em declínio no estado, a partir de então. NUNCA mais o partdo consegui eleger bancada significativa na câmara da capital e na ALERJ; NUNCA mais o partido consegui apresentar um nome competitivo para disputar o governoestadual e contam-se nos dedos de uma mão os deputados que o partido consegue eleger, a cada legislatura, para a Câmara Federal. O PT fluminense não consegue eleger senador. Se o PSOL tem força no RJ, isso se deve á desastrada decisão de JD, em impedir que o partido tivesse candidato próprio na elição de 1998.

    Como Super-Ministro da Casa Civil, José Dirceu se sentiu poderosíssimo e pensou que teria leniência e complacência dos setores mais reacionários e conservadores; em sua empáfia, JD esnobou Roberto Requião, quandoeste lhe disse para tomar cuidado como PIG/PPV, em especial coma Rede Globo. JD achou que Globo era a emissora oficial do governo, desdenhando a sugestão de Requião pra fortalecer a comunicação pública e reduzir o bolo publicitário aos veículos do PIG/PPV. O resultado todos nós sabemos qual foi. Será que agora JD está dando a mão a palmatória, ao lançar Requião como opção ao Ex-Presidente Lula, caso este seja impedidopelo tapetão judiciário? Se estiver rifando Ferndo Hadda, para compensar erro passado, JD comete outro erro.

    Esse tipo de fofoca de bastidor, vindo de uma revista e de umrepórter identificado com a Esquerda, só serve de munição para o lado inimigo.

  9. Se Lula for inabilitado e
    Se Lula for inabilitado e Requião se eleger, Globo e os reaças da direita se arrependerão de terem detonado o Lula.

    Com Requião não tem conversa, papo nem acerto. Será como Leonel Brizola, vai detonar a Globo.

    Na minha opinião vai passar o rodo geral, tanto à esquerda como à direta.

    Duvido que MSTs e sindicatos vão tirar onda como faziam no governo do PT.

    Muitos vão sentir saudades do colo, afagos e abraços do companheiro Lula.

  10. Quando que aquele bando de

    Quando que aquele bando de midiotas fantaziados de verde&amarelo se esguelando aos berros, por um país de “padrão-fifa.” Um idiota desse sabe lá do que se trata nacionalismo algum, cezar perin?

    Veja se uns bostas que vestem camisetas da CBF, indivíduos sem noção, capazes até de elegerem o ronaldinho gaucho pro Senado. Olhe, me deixe viu?

    Orlando

  11.  
    Ótimo. Só discordo de

     

    Ótimo. Só discordo de chamar o acordo de plano B. Esta é uma estratégia formidável, capaz de colocar toda quadrilha golpista numa tremenda “sinuca de bico.” Daquelas que não implicam em acuar o fdp, e, a brecha de escape que oferece é o “suicídio” do oponente.

    Se os bandidos golpistas optarem por quebrar a mesa de bilhar chutando o pau da barraca, estejam à vontade. Mas, que o façam tirando a máscara descarada de democracia “pra inglês ver.” Que adotam, tão ao gosto de nossas eleites de merda. Se duvida: veja o discursinho sem vergonha de sua excrescência o ministro Barroso do stf minúsculo e acovardado.

    Orlando

     

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