Os temas que não foram adiante, no Blog

Nassif,

A turminha da “Diretoria” do blog se resiste a responder fatos, mas apenas apela e responde com ironias. Vou postar aqui um resumo de assuntos que nestes dias recentes não tem sido respondidos. 

O CAVALO DE TRÓIA NA SOCIEDADE DE HOJE 

Grandes discussões têm sido levantadas neste blog em relação ao Feminismo e ao universo GLS (acho que agora tem mais letras naquela sigla – existem várias novas categorias).

Existe vasta literatura que demonstra que, a rigor, por necessidade de supervivência do modelo de crescimento atual, estamos sendo conduzidos para um consumismo exacerbado que, suportado por bandeiras aparentemente nobres em relação a essas minorias, em verdade perseguem unicamente a elevação do consumo por parte das pessoas, com base em três estratégias principais: 1) O Feminismo (movimento que postula uma aparente “libertação” das mulheres) e que estimula o consumo nesta parcela da população; 2) O fomento para o crescimento do público GLS, mediante Leis e defesa geral da classe, reconhecidamente o grupo mais consumidor do planeta; e 3) Desagregação da família, grupos, comunidades e nações, visando a “atomização” do mercado (uma casa, um carro, um celular, e muita fome de consumo para cada cidadão do mundo).

Com base nessa aceleração do consumo trocamos de celular a cada hora, de penteado e até de cônjuges.

Essa situação acima é antiga, e se assemelha ao fato da libertação dos escravos, fazendo passar essa situação como se fosse uma bondade da Princesa Isabel e não uma necessidade econômica do mundo moderno que se iniciava na época, como de fato aconteceu.

As minorias sentem que estão lutando por algo nobre e são incentivadas; criam lobbies no congresso e conseguem Leis favoráveis e, assim arrastam à sociedade como um todo para uma aberração que nos leva ao modelo consumista dos sonhos globais: o Homo-Shopping. 

 

Cito como exemplo algumas matérias sobre o assunto: 

Do Livro: Crítica à Tolice Feminina (Agenita Ameno)

“Por isso, pensar a condição existencial feminina tornou-se primordial, pois tudo que afeta a mulher reflete diretamente no “caixa” do mundo capitalista e vice-versa. É necessário que estejam sempre prontas, lindas e felizes para continuar consumindo, mas ao mesmo tempo elas precisam deixar acesa a chama de não poderem estar sempre tão lindas, prontas e felizes(…).”

“a máquina de fazer dinheiro já arrumou um jeito de sair consertando e recosturando a mulher toda vez que ela precisar.”

 

Empresas que apostam em consumo Gay têm muito mais lucro! 

As empresas têm revisto seus conceitos e abraçado cada vez mais esta clientela que antes era esquecida. Só no Brasil são 18 milhões de consumidores (Fonte: IBGE), que gastam em média 30% a mais que os heterossexuais, com roupas, lazer, gastronomia e em se tratando de estética, os gays gastam 60% a mais com produtos de beleza.

Outro setor que cresce a cada ano é o turismo gay, de hotéis de luxo a cruzeiros (nacionais e internacionais). São mais de 4.5 bilhões de dólares movimentados neste ramo a cada ano.

Os números são impressionantes, e indicam que os que optam por uma vida de solteiro, sem filhos, têm muito mais para gastar do que os que optam por uma família convencional.

Pesquisas recentes também mostram que 89% dos gays vão regularmente ao cinema, 60% frequentam muito o teatro, 73% viajaram pelo Brasil, 56% costumam comprar livros e 57% costumam visitam regularmente museus e galerias.

 

Veja o Link: http://oconfessionario.wordpress.com/2010/09/14/empresas-que-apostam-em-consumo-gay-tem-muito-mais-lucro/

 

 

Universo Gay e o mundo dos negócios

 

Matéria publicada no portal do Época Negócios – 13/08/2012

 

Responsáveis por movimentar R$ 150 bilhões por ano só no Brasil, o público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) tem se tornado cada vez mais importante para a economia.

Donos de bom poder aquisitivo, fiéis às suas marcas preferidas e muito interessados em inovação, gastam até 30% mais em bens de consumo, 43% mais com lazer e 64% a mais com cosméticos dos que os heterossexuais, segundo pesquisa da consultoria InSearch.
Potencial que se explica principalmente pela diferença no estilo de vida –
como a maior parte deles não tem filhos, sobra mais dinheiro para viagens, roupas,lazer e investimento no desenvolvimento pessoal.

Segundo dados divulgados pela Embratur, em 2010, 890 mil pessoas participaram da Parada Gay realizada na cidade, o que corresponde a 20% do total de visitantes ao Rio no ano. O mesmo levantamento indica que os homossexuais gastam três vezes mais e permanecem 2,5 vezes mais tempo na cidade do que heterossexuais. As marcas já se conscientizaram da necessidade de criar ações focadas nos homossexuais porque não querem perder a chance de vender para um contingente estimado em 18 milhões de pessoas.

Até 2009, a cidade de Tel Aviv, em Israel, recebia poucos turistas gays. Para mudar esse cenário, Steiner e outros ativistas lançaram em 2009, com apoio do escritório de turismo local e da prefeitura da cidade, a marca Tel-Aviv Gay Vibe. Foi o suficiente para em 3 anos a cidade ser eleita o “melhor destino gay do mundo” na eleição anual realizada pelo site de turismo Gay Cities em parceria com a American Airlines.

Depois de ser eleita o melhor destino gay em 2011, a Parada Gay de Tel Aviv se tornou uma das maiores do mundo, com 150 mil participantes por ano. Desse total, 20 mil são turistas. Os comerciantes locais sentiram o impacto positivo da eleição no caixa. “Os homossexuais gastam 30% a mais quando viajam”, diz.Steiner.

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