O maior espetáculo da Terra, por João Sucata

Esporte Bretão

O maior espetáculo da Terra

por João Sucata

Dois jogos deste fim de semana colocam o futebol como o ou um dos maiores espetáculos artísticos da Terra.

Em um deles o Real Madri venceu o Kashima, do Japão, tornando-se campeão mundial. O time japa surpreendeu, chegou a estar vencendo por 2 x 1, depois o Real empatou; no último minuto do segundo tempo um dos atacantes japoneses perdeu uma ótima oportunidade de liquidar a fatura e a Ásia levantar o troféu, o que seria ótimo para o futebol. Na prorrogação, a máquina de futebol do Kashima foi superada pela máquina de jogar futebol que é Cristiano Ronaldo. O português estava terrível, implacável, o Real ganhou por 4 x 2. Destaque-se três brasileiros entre os campeões: Marcelo, Casimiro e Rafinha.

E esse confronto emocionante e requintado perdeu em brilho do jogo do Barcelona contra o Espanhol,  4 x 1 para o Barça. Neste o artista máximo foi Messi, excepcional, divino, supremo bailarino. Em dois dos gols o argentino foi para cima de quatro adversários e o deixou a ver navios, driblou na ida e na volta, alguns ficaram sentados no chão. No quarto gol fez um passe a Suárez, que devolveu com toque de gênio, por cima dos zagueiros, Messi correu por traz da zaga e deu outro toque de gênio, no meio das pernas do goleiro.

O Espanhol, também da cidade de Barcelona, estava há dez jogos invicto, tem um bom time, bom jogo de conjunto, tem garra, mas Messi não é normal, é muito talento junto e se falta alguma coisa tem ainda quatro craques fora de série logo ao lado: Neymar, Suárez e o maestro Iniesta. Este, lembra Ademir da Guia, Gerson, Rivelino, Pedro Rocha, põe a bola no chão, tranquiliza o time, comanda o meio de campo.  O restante do time também é formado por  craques, mas esses citados são o quarteto maravilha (são os astros máximos das seleções do Brasil, Uruguai, Espanha e Argentina; Cristiano Ronaldo de Portugal), Messi o craque dos craques, genial, brilhante, se já é excepcional rotineiramente, não há quem o segura quando está inspirado; esperemos que nunca faça o que fez com o Espanhol, contra o Brasil.

Real e Barcelona são coleções de craques, seleções mundiais, mas diferentes.  O primeiro é objetivo, preciso, eficiente, estonteantemente rápido e  o Barça é tudo isso e mais um corpo de baile, têm malabaristas, artistas talentosos, é um prazer imenso poder sentar na frente da TV e ver dois times dessa qualidade em um único dia. Estamos no apogeu do futebol.

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João Sucata

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1 comentário

  1. debalde, + 1 debate vazio, de idéias e argumentos

    <<no último minuto do segundo tempo um dos atacantes japoneses perdeu uma >.E a falta escandalosa de Sergio Ramos, que já tinha 1 cartão e seria expulso, ao matar 1 contra-ataque, vc Não VIU? Cunhamos + 1 neologismo. ZAMBIArra> quando um juizeco do 3@mundo vem apitar e se borra todo.ele foi alertado pelo ponto eletronico pelo 4@ arbitro e nem quis ver o vídeo, que estreou nesse mundial, exatamente, para dirimir dúvidas.PS> quanto levou o negão pra zambia, em euros ou yens?PS.2.cara.para de escrever sobre futebol aqui. seus parcos conhecimentos sobre, e seus argumentos tem a profundidade duma película protetora de celular, nem proporciona debate.

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