Com Doria, dono do cofre da prefeitura de São Paulo será economista do Itaú

Jornal GGN – É destaque na Folha de S. Paulo desta quarta (9) que o prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), vai anunciar omo secretário da Fazenda o economista do Itaú Unibanco Caio Megale. O jornal usou a expressão “dono do cofre” para se referir ao novo secretário.

Além da Fazenda, Doria também definiu outras áreas do governo municipal. Vai nomear para o Desenvolvimento Urbano a ex-secretária de Planejamento de Celso Pitta, a arquiteta Heloisa Proença. E para a Comunicação escolheu Fabio Santos, que deixará a vice-presidência da CDN, uma das maiores empresas de jornalismo do país.

Paulo Mathias, segundo a coluna, chefiará a subprefeitura de Pinheiros. Ele estava cotado para a SPTuris, mas está impedido de assumir por causa da Lei das Estatais.

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6 comentários

  1. Primeira consequência: sai BB, entra Itaú

    A folha de pagamento dos servidores municipais sempre foi moeda de troca. Tudo começou em 1999, com o Celso Pitta, quando o BB conquistou a folha de pagamento dos 180 mil servidores, na época, mediante a concessão de uma operação ARO – Antecipação de Receitas Orçamentárias, de cerca de R$ 240 milhões. Na época, funcionários do interior do Estado foram deslocados para São Paulo, em uma força-tarefa, para viabilizar a transferência da folha para o BB. 

    De lá para cá, a folha dos servidores foi jogada de banco em banco mediante leilão feito pelos prefeitos. Em 2010, Kassab vendeu novamente a folha ao BB em troca de 726 milhões, e pagou a multa de R$ 120 milhões ao Itaú, então detentor da folha, pela rescisão contratual. Em 2014, Haddad renovou o contrato com o BB por R$ 580 milhões, pelo prazo de 5 anos. Logicamente, deve haver multa pesada pela rescisão, que o Itaú pagará de bom grado, a partir de 2017. 

    Consequências funestas imediatas para o BB: praticamente todo o funcionalismo da prefeitura está pendurado no crédito consignado. Ao migrar a folha de pagamento dos mais de 200 mil servidores para outro banco, o BB não tem mais onde debitar as parcelas dos empréstimos. Logo, o servidor paga se quiser. Inadimplência brutal a vista. 

  2. Com Dilma, o dono do cofre

    Com Dilma, o dono do cofre era economista do Bradesco

    Com Lula, do bank de Boston

    Ta ficando feio esse jornalismo heim, uma pena que nãao publicam

     

    • E com o Haddad?
      Não publicam

      E com o Haddad?

      Não publicam o que?

      Este fato que você esta levantando ja foi alvo de inumeros artigos, pena que você não tenha lido.

      Aqui a materia trata do plano municipal de São Paulo e não da federação.

  3. Caio Megale
    Passou a integrar

    Caio Megale

    Passou a integrar a equipe econômica do Banco Itaú em janeiro de 2011. Antes, foi economista do Lloyds Bank, Gávea Investimentos e Mauá Investimentos. Caio é economista formado pela USP, com mestrado na PUC-Rio. É colunista do Valor Econômico e da revista América Economia e, foi professor de economia no Insper-SP.

  4. Faltou deixar perfumaria de lado e falar mais sobre Caio Megale

     

    JornalGGN,

    Um título mal ajambrado que pretende dizer muito e depois quando se lê a matéria inteira se percebe que nada é dito. Em praticamente três linhas diz muito mais o comentário de CEduardo, enviado quarta-feira, 09/11/2016 às 16:30, aqui para este post “Com Doria, dono do cofre da prefeitura de São Paulo será economista do Itaú” de quarta-feira, 09/11/2016 às 14:23.

    Li alguns artigos de Caio Megale lá no Valor Econômico e os achei razoáveis. Há mesmo um artigo que eu faço menção e deixo o link em comentário que enviei sábado, 29/08/2015 às 04:19, junto ao post “A parada indigesta da CPMF” de sexta-feira, 28/08/2015 às 01:00, aqui no blog de Luis Nassif e de autoria dele e que pode ser visto no seguinte endereço:

    https://jornalggn.com.br/noticia/a-parada-indigesta-da-cpmf

    Vou transcrever a seguir o trecho do meu comentário em que eu faço referência ao artigo de Caio Megale. Disse eu lá:

    “Aliás, a queda nas exportações comprovável em todos os levantamentos semanais da balança comercial o que dá amparo à presidenta Dilma Rousseff ter alegado que o problema econômico brasileiro se acentuou já no meio do período eleitoral, pois se as exportações tivessem caído antes, não haveria agora no mês de agosto uma queda de 20% das exportações, o que ajuda você não ser desmentido pela realidade, mas não pode ser tomado como um trunfo supremo. Assim não se esqueça, o que faz a recuperação não é o aumento das exportações, mas de um lado o aumento da entrada de reais na economia (E não o aumento das exportações em dólares) via exportações com taxa de câmbio mais favorável ao exportador e de outro a substituição das importações via a produção própria nacional. E aqui talvez merecesse uma referência ao ótimo artigo de Caio Megale intitulado “Câmbio e o Ajuste Externo” publicado no jornal Valor Econômico de quinta-feira, 27/08/2015, e que pode ser visto no seguinte endereço, ainda que só para assinantes:

    http://www.valor.com.br/opiniao/4197846/cambio-e-o-ajuste-externo

    E como o artigo no Valor Econômico só estar disponível na íntegra para assinantes, eu ,depois de transcrever um trecho do artigo dele, deixei outro link para o artigo e que deixo aqui também. Assim, pelo menos na época, o artigo “Câmbio e o Ajuste Externo” podia ser visto no seguinte endereço:

    http://assessoria.vrc.puc-rio.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=43077&sid=70

    Quando deixei o link informei da precariedade desses links alternativos que quando menos se espera saem do ar., mas pelo menos na consulta que fiz antes de disponibilizar o link, o artigo podia ser acessado.

    Clever Mendes de Oliveira

    BH, 09/11/2016

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