De olho em 2018, Alckmin quer reduzir taxação sobre remédios e criar Fundo de Pobreza

Jornal GGN – O projeto 2018 do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi destaque no Painel desta quarta (28). Na tentativa de gerar fundos para o governo estadual, o tucano enviará à Assembleia Legislativa, nesta semana, uma proposta que aumenta o ICMS da cerveja (de 18% para 25%) e do cigarro (de 23% para 30%). Em contrapartida, a ideia é diminuir o tributo sobre remédios (de 18% para 12%) e zerar o ICMS do arroz, do feijão e da areia.

O governador também pretende criar um “Fundo de Pobreza”, “que receberá 2% dos recursos arrecadados para projetos da área social. Se as medidas forem aprovadas, R$ 3,4 bilhões entrarão no cofre do Bandeirantes. Parte do dinheiro será compartilhada com municípios.”

Segundo aliados, o sucesso de Alckmin nas políticas estudadas não só melhorariam a arrecadação estadual, mas também teriam um efeito político positivo, diferenciando sua gestão da administração de Dilma Rousseff (PT), “que pouco tem ajudado a resolver os problemas de caixa dos demais entes da federação.”

O governador conta com apoio da maioria dos deputados na Assembleia Legislativa.

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14 comentários

  1. No meu entender,Geraldo não

    No meu entender,Geraldo não será nem candidato , que dirá presidente.Não porque ele não queira,mas não será.

      Mesmo assim ,Geraldo quer aprovar uma lei fantástica pra trabalhador, pobre e necessitados de remédios.

        E prejudicar financeiramente quem bebe e fuma –como eu.

             E por isso,mesmo me afetando, vou discordar? Claro que não.]

                    Mas o PT DISCORDA. Não da lei em si,mas de uma provável aceitação pública

                 Desde a Constituinte, O PT contra,o partido petista naõ aprova nada de interesse público, a não ser planejado por eles.

                     Isso não faz sentido.

                       Aliás,no Brasil, nenhum partido faz sentido. NENHUM.

                        Mas o PT consegue ser o pior dos piores.

  2. lona estadual rasgada

    Feche o restante das escolas publicas do estado, despeça os professores, este é o caminho.

    Quando alguém em Brasília ventila um aumento de imposto a imprensa o judiciário o Skaf ficam histéricos, no tucanistão este é virtude. Estado mínimo somente na casa da mãe Joana.

  3. Esse homem se eleito será uma

    Esse homem se eleito será uma desgraça para o país. A incompetência protegida pela mídia aliada. Falta água, fecha-se escolas, a PM que mais mata. Quais são as obras relevantes desse governante? O que ele semeia para um futuro melhor? Os acionistas da Sabesp podem reponder.

  4. Isto, Alckmin e o PSDB em

    Isto, Alckmin e o PSDB em 2018! Os governos do Tukanistão construiram 53 presídios nos últimos 20 anos, agora vão fechar centenas de escolas; acabaram com o abastecimento de água, mas não deixaram de distribuir dividendos aos acionistas da SABESP e nem gordas verbas de propaganda para a mídia em campanhas inúteis; os pedágios estão entre os mais caros do mundo; toda denúncia de corrupção é empurrada para debaixo do tapete; Santa Casa em crise; cadeias sob comando do PCC; PM violentíssima. O estado do Tukanistão está quebrado, porque é a isto que tucanos se propõem: quebrar o estado para entregar baratinho à iniciativa privada. Precisamos levar esta experiência toda para o resto do Brasil!

  5. Se o cara que fechou escolas

    Se o cara que fechou escolas e impôs um racionamento não declarado de água à população for eleito…. 

  6. Caraca !! 
    Será que esse

    Caraca !! 

    Será que esse cidadão acredita mesmo que tem condições de ser presidente do Brasil ?

    Será que ele acredita que a população brasileira é tão idiota como uma parcela da população de SP ?

    A imbecilidade de alguns gera falsos líderes.

    Acorda Alkimin !!! o Brasil não seu quinntal como SP.

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