Flamengo e o imaginário político nacionalista popular

Trabalho acadêmico que explica como o clube se tornou o mais querido do Brasil, suas causas políticas, sociológicas e esportivas

Sugerido por Jorge Leite Pinto

Em comentário à publicação “Ninho do Urubu, por Rui Daher

Permita-me recomendar a leitura, extremamente interessante e didática, de uma tese de doutorado em história (UFF) que descobri por acaso na internet cujo título é: “Um Flamengo grande, um Brasil maior: O C. R. Flamengo e o imaginário político nacionalista popular (1933-1955).

Trata-se de um trabalho acadêmico que explica como o clube se tornou o mais querido do Brasil, suas causas políticas, sociológicas e esportivas, e explica, pelo que apurei, esta polaridade radical das outras torcidas em relação ao clube e a estranha postura de toda a imprensa nacional, que simplesmente não consegue ser imparcial quando se trata de analisar ou noticiar qualquer assunto que envolva o clube.

Um Flamengo grande, um Brasil maior: o Clube de Regatas do Flamengo e o imaginário político nacionalista popular (1930-1955)

 

Título:

Um Flamengo grande, um Brasil maior: o Clube de Regatas do Flamengo e o imaginário político nacionalista popular (1930-1955)
Autor(es): Coutinho, Renato Soares
Orientador(es): Ferreira, Jorge Luiz
Data do documento: 2013
Citação: COUTINHO, Renato Soares. Um Flamengo grande, um Brasil maior: o Clube de Regatas do Flamengo e o imaginário político nacionalista popular (1930-1955). 2013. 196 f. Tese (Doutorado em História) – Departamento de História, Universidade Federal Fluminense Niterói, 2013. Disponível em: <http://www.historia.uff.br/stricto/td/1453.pdf>.
Resumo: O trabalho tem como objetivo investigar os fatores que contribuíram para a popularidade e para a abrangência nacional do Clube de Regatas do Flamengo. O período analisado – 1933 a 1955 – foi marcado pela implantação do regime profissional no clube e pelo progressivo processo de fidelização de torcedores em todo território nacional. As campanhas de marketing das gestões dos presidentes José Bastos Padilha e Gilberto Cardoso serão interpretadas a fim de associar a construção da identidade do clube mais popular do Brasil aos símbolos e valores sociais correntes no imaginário político nacionalista divulgado pela propaganda estatal nas décadas de 1930 e 1940.

 

Abaixo, a introdução:

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