18 comentários

  1. E sobre os 0,25 a mais que o

    E sobre os 0,25 a mais que o governo resolveu dar para os ricos? ninguém tem nada a falar?

    Quanto custa o bolsa família em relação ao PIB?

    E o bolsa bamqueiro, quanto custa em relação ao mesmo PIB?

  2. Ate 2004 nada de bolsa

    Ate 2004 nada de bolsa familia nos planos de governo do PT, pelo contrário o PT SEMPRE foi contra programas do mesmo tipo, “eram programas assistencialistas que tinham objetivos eleitoreiros”.

    O grande programa do PT  era o fome zero que foi um fracasso.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=1tPZJ7PSPhY%5D

     

     

     

    • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      só rindo, procura na youtube o bill clinton botando FHC no lugar dele.

      kkkkkkkkkkkk

      • Duro é um contraditório com

        Duro é um contraditório com esses argumentos. Não dá para avançar nenhum centimetro.

        Parabéns!

        • Tem o “banco do povo” esqueci

          Tem o “banco popular” esqueci mas ele vai dizer que foi a maior ação do mundo.

    • E eram, Aliança Liberal.

      E eram, Aliança Liberal. Tenho absoluta certeza que, pelo menos neste ambiente, minha palavra tem mais credibilidade que a tua.

      Teu intuito é apenas confundir. Eu, não: dou testemunho como cidadão e como servidor de uma empresa estatal, Banco do Brasil, que, à exceção de dois anos na Ilha de Marajó, sempre trabalhou no interior do nordeste; especialmente no Ceará.

      Existia, sim senhor, só assistencialismo. E dos mais abjetos possíveis. O processo se inicia já no governo Juscelino quando da criação de frente de trabalho nas épocas de estiagem, gerando os chamados “cassacos”. No regime militar passou a receber outro nome: “frente de serviços”. Tudo passageiro e sob a completa mediação dos políticos locais e dos donos das propriedades que se apossavam da maioria dos recursos cadastrando “flagelados” fantasma. O que recebiam mal dava para comer. As obras somente de fachada: os famosos açudes “sonrisal”, aceiros de estradas vicinais construção de cacimbas, e por aí vai. 

      Foi no governo Sarney que começou um esforço, tímido, através dos famosos “vales”: vale gás, vale leite etc de mitigar a miséria. Fernando Henrique, à frente Dona Rute, deu sequência e maior amplitude em termos de beneficiários.Mas nada ainda de orgânico.  Pior: permanência das distorções que até então vigoraram, principalmente a instrumentalização assistencialista pelos políticos. 

      Foi com Lula que efetivamente se estruturou um programa com efetividade, ou seja, gerador de resultados. Suas críticas às políticas anteriores que hoje tomam de forma desonesta como contraditórias, não espelhavam apenas a realidade dos fatos. O dever dele como vítima desse sistema(vais negar isso também?) era denunciar e prometer um resgate. 

      Por não teres vivenciado essas experiências, Aliança, talvez nunca consigas avaliar o que efetivamente esteve e está em jogo.

      Dom Pedro II disse certa vez impressionado com a miséria dessa parte do Brasil: “Venderei até o último diamante para que nenhum cearense morra de fome”. Entretanto, cearenses e nordestinos continuaram a morrer de fome e/ou das sequelas da mesma.

      Lula não foi tão altissonante. Disse apenas no seu discurso de posse: ” No meu governo todo brasileiro terá direito a almoçar, jantar e merendar”. E foi o que realmente aconteceu. O Brasil saiu do mapa indigno da fome.

      A promessa de Dom Pedro finalmente se efetivara. Não por imperadores, duques, princesas, presidentes populistas como Getúlio, ou Juscelino. Muito menos por governos militares que podiam tudo; menos elidir uma mancha infame no tecido da nação brasileira.

       

      • As respostas estão no video ,

        As respostas estão no video , não coloquei em vão.

        A assistência social é um processo continuo e sem fim.

        Observe, o bolsa familia NÃO é o maior programa de transferênvcia de renda do nosso país.

        O FUNRural e o LOAS estão a frente do bolsa familia quando se leva em conta o montante gasto.

        Bolsa familia é o mais abrangente. 

        Os governos petistas  tem seus méritos mas a propaganda é superdimencionada, o PT é mais propaganda que ações efetivas, NUNCA desce do palanque e campanha eleitoral o  tempo todo.

  3. Sem falar que Bolsa Familia não é custo, é investimento

    Veja, 30% do que o sujeito recebe de benefício volta para o governo já na primeira rodada de compras dele no mercado. Quando o mercado repões o estoqu, paga mais 30% sobre o valor de sua compra, mais retorno pro governo.

    E assim vai. Depois que o BF entra em circulação na economia, cada vez que ele troca de mãos o governo recebe 30% da transação.

    No caminho, vai gerando mais emprego, dinamizando o comércio e a economias locais, melhorando a qualidade de vida, promovendo a elevação dos salarios em mercados de trabalho sub-remunerados, como é o caso da maioria das regiões do NE, e ainda desestimulando o trabalho infantil e semi-escravo, també, frequente nas regiõs mais atrasadas.

    Contribui portanto para a redução das desigualdades regionais, diminuindo o fluxo migratório para centros urbanos já super povoados, reduzindo a pressão sobre a infra-estrutura urbana desses centros, já tão precaria.

    É um investimento social de altíssimo retorno, portanto. Incrível que ainda ouvimos esse discurso de esmola, um pouco de informação básica desmonta o discurso na hora.

    Acho que está faltando renovar a estratégia de comunicação do Bolsa Familia, do governo todo na verdade.

  4. O programa Bolsa Família,

    O programa Bolsa Família, como nada neste mundo, não é perfeito. Tem ainda distorções dado a sua amplitude e, como seria de se esperar, existir pessoas que dele se aproveita. Mas tudo dentro do aceitável; de uma margem na qual os benefícios superam em anos-luz  as disfunções pontuais.

    O que intriga, espanta e causa nojo, são os argumentos utilizados por alguns para desqualificá-lo. A lista começa pelas puerilidades, a exemplo do vaticínio de que “vai viciar os beneficiários”, para terminar em avaliações pretensamente racionais, mas que na realidade só camuflam preconceitos, como debitar ao programa eventual carência de mão-de-obra para trabalhos braçais ou que demandam pelos de menos escolaridade e formação profissional. 

    No meio, os infames, os “escravocratas” erustidos, os fascistas reacionários, que cobrem com pechas de “vagabundos” e “preguiçosos” os beneficiários do programa. Muito deles, se não todos, sonegadores de impostos; tomadores de recursos emprestados dos bancos públicos à juros subsidiados para depois desviá-los para desfrute próprio;  exploradores de expregadas domésticas;  adeptos da servidão no campo; nascidos e criados numa sociedade determinista em termos de oportunidades e dignidade de vida só para uns poucos, restando a miséria e a indigência para a maioria. 

    A contrário da voz corrente, não comungo com essa proposta de tornar o Bolsa-Família um “programa de Estado”. Tanto por se tratar de uma redundância(todo programa de governo deve ser do Estado),  como trazer no seu âmago uma espécie de conformismo com a permanência dos fatores que ensejaram a sua criação, no caso a miséria absoluta. 

    Nada disso. A pobreza absoluta deve ter prazo para terminar: pode ser amanhã, daqui a um ano, dez anos, não interessa. Nenhuma nação que se dê a respeito deve permitir nem resquícios da iniquidade. Nesse sentido,  o Bolsa família deve ser sempre encarado como provisório. Mas não no sentido de se restringir à políticas apenas mitigadoras e não contar com as chamadas “portas de saída”. Nada disso. Deve ter como presente que seu ideal, sua culminação, será o dia em que “morrerá” por falta de público-alvo.

    Não devemos confundir pobreza com miséria. Esta inconcebível; aquela contigencial.  

     

     

  5. tão natural lhes parecia…

    que muitos nem sabiam o que era miséria;

    com Lula, ou a partir do momento em que a miséria deixou de ser herança, souberam

    descobriram que não era uma coisa natural, revigoraram-se e partiram pra luta mais confiantes

  6. O PT faria um bem enorme ao

    O PT faria um bem enorme ao Brasil e a si mesmo se fizesse um esforço para divulgar mais a importância desses programas de renda mínima. Existe ainda um preconceito cavalar quanto ao Bolsa Família, alimentado, difundido e defendido por pessoas absolutamente incultas e de visão estreita.

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