Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos, por J. Carlos de Assis

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos

por J. Carlos de Assis

Esses nadadores norte-americanos deveriam receber uma medalha especial de diamante por perderem quatro provas simultaneamente com apenas algumas braçadas num posto de gasolina durante os Jogos Olímpicos do Rio: a prova de desmoralização do esquema de segurança dos jogos, a prova de tentativa de desmoralização dos atletas russos patrocinada pelos Estados Unidos por suposto doping, a prova de exibição de vaidade pelo Ministério Público determinado a aparecer no meio da confusão midiática, e a prova de vassalagem aos americanos por parte de William Wack ao atribuir a repercussão pelo vandalismo dos atletas não à atitude deles, mas à fama de insegurança do Rio.

Vamos aos poucos. Grande parte da imprensa americana torceu abertamente contra o sucesso das Olimpíadas do Rio sob o argumento de que a cidade é dominada pela crimiinalidade. Não bastou o fato de que o Comitê Olímpico Brasileiro, em estreita colaboração com as autoridades municipais, estaduais, federais, mundiais e Exército, tenha apresentado um dos mais cuidadosos planos de segurança em olimpíadas no mundo. Talvez até tenhamos pecado por excesso. Algumas prisões de supostos terroristas foram realizadas mais por precaução do que por risco efetivo de atentados. Numa palavra, para a organização de segurança de grandes eventos, demos um exemplo espetacular ao mundo.

É evidente que, diante do maior evento de relações públicas do mundo, a atitude dos atletas foi de grande benefício para a autoestima do Rio. Em outro ponto, porém, a contribuição dos atletas foi ainda mais espetacular. Os Estados Unidos, diretamente ou através de parceiros, tentaram de todo modo desmoralizar a Rússia e tirar seus atletas da competição sob o argumento de que havia um esquema estatal de doping. Entretanto, essa acusação não chegou a ser bem explicada. De fato, se era uma ação do Estado, os atletas não tinham culpa. Se era uma ação dos atletas, o Estado russo não tinha culpa. Por mais cruel que isso possa ser para atletas paraolímpicos, eles estão sendo barrados nas olimpíadas do Rio.

Diante disso, é preciso avaliar o que é pior para o moral de um país: ter arruaceiros entre seus atletas ou participarem esses atletas de um doping eventualmente involuntário. De qualquer modo, e tomando em conta a repercussão na imprensa, a arruaça ganhou do doping. A imprensa brasileira, e grande parte da imprensa mundial dedicaram uma semana para demonstrar que os americanos são arruaceiros, mentirosos e covardes. Os russos, inocentes ou não, se livraram dos holofotes. E espero que seus atletas paraolímpicos venham para a competição pois seria uma crueldade, por razões obscuras, deixá-los fora, ainda eles que são heroicos portadores de necessidades especiais.

Finalmente, o quarteto da arruaça deu oportunidade a William Wack para fazer uma grave reserva no Jornal da Globo quanto ao comportamento dele: são maus meninos, sim, deu a entender ele. Mas devem ser desculpados por causa da fama de criminalidade do Rio. Então é isso. Para a Globo e seus mais eminentes jornalistas, a arruaça e a quebradeira, desde que feitas por americanos, é um desvio menor. Pior é nossa criminalidade, mesmo quando ela não aparece nas estatísticas da Olimpíada. Talvez para se contrapor a essa vassalagem, um promotor fez o oposto: decidiu pedir o aumento da multa dos atletas para R$ 150 mil, a fim de ter alguns minutos adicionais de fama nessa pantomina olímpica.

J. Carlos de Assis – Economista, professor, doutor pela Coppe/UFRJ.

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11 comentários

  1. “Grande parte da imprensa

    “Grande parte da imprensa americana torceu abertamente contra o sucesso das Olimpíadas do Rio sob o argumento de que a cidade é dominada pela crimiinalidade”:

    NAO. Simplesmente nao aconteceu.  Quanto aa multa de 11 mil dolares (que de acordo com o radio ontem UM deles vai pagar)…  se acontecesse aqui, eles estariam pagando muitissimo mais.

  2. E o desperdício de dinheiro público?

    Interessante notar que parece não ter impressionado muito a monumental diferença do tratamento dispensado pela impren$$$a aos preparativos e realização das Olimpíadas, em relação ao estardalhaço que foi construído contra a preparação e realização da Copa do Mundo.

    Não houve nenhuma musa, Sininho, nem blackbloks, nem quebradeiras e nem revolta dos revoltados apolíticos, apartidários e horizontais, contra supostos desvios de recursos de educação e saúde para reforçar os investimentos da Copa.

    Teria sido porque em 2014 era questão de vida ou morte o vale tudo para ganhar as eleições presidencias? Que, afinal, só veio a ser ganha em 2016, por meio de GOLPE no tapetão? Ou porque em 2014 a marca do Lula na conquista do direito de sediar a Copa ainda estivesse muito forte? Ou ambos os motivos, tudo junto e misturado. De qualquer forma, nos dois casos, o ponto negativo ficou na conta da Globo/Mossack-Fonseca. Na Copa, pelo vexame da selecinha, da CBF, dos paneleiros, por conta da destruição do futebol brasileiro de responsabilidade daquela organização criminosa, sonegadora, associada a lavanderias internacionais, chamada Globopar. Na olimpíada o vexame foi protagonizado pela delegação favorita da mesma organização criminosa, cujo favoritismo o Wiilliam Waaacckk não faz questão de disfarçar.

  3. Queremos respeito?
    Então,

    Queremos respeito?

    Então, primeiro temos que nos respeitar!

    O EUA apoiam o golpe?

    Deve haver um andar inteiro na CIA dedicado a golpes:

    Você pode fazer adesão apenas com idéias, logisticas, apoio militar, MAS SÓ COMPRA QUEM QUER!

    Pode usar cartão de crédito e pagar em doze vezes SEM JUROS!

    Não consigo olhar para o senador Aluisio Nunes, Serra e Aécio SENDO SEDUZIDOS POR AMERICANOS!

    Foram eles que deram o ponta pé inicial…

    O Temer poderia ser seduzido?

    A ambição, a cupidez e miséria na qual vivem nos trouxe isso…

    Eles querem É O NOSSO NACIONALISMO EM ALTA, O NOSSO PATRIOTISMO!

    Um nós contra eles…

    Os ameircanos mijaram nas paredes, quebraram placas…

    A lava-jato esta mijando em nossas casas, DESEMPREGANDO MILHÕES, colocando em risco a coesão social!

    Respeito é bom e eu gosto, mas no RUMO QUE DEIXAMOS A COISA TOMAR, NÃO SEREMOS RESPEITADOS E ISSO VALERÁ PARA AS FORÇAS ARMADAS!

    ACORDA BRASIL!

  4. O melhor comentário a
    O melhor comentário a respeito dessa celeuma toda, foi feita por Gustavo Gindre em seu facebook.

    https://www.facebook.com/gustavo.gindre/posts/1067982196618410

    Argumento parecido com o do Cid Benjamin.
    Os norte-americanos são jovens e devem ter aberto mão de viver por um bom tempo para essa Olimpíada. Foram para a noitada e beberam todas (algo que tanto a cultura norte-americana quanto a brasileira acha ok).
    Junte a isso a conhecida prepotência do ethos norte-americano, especialmente em países ditos sub-desenvolvidos (estou generalizando, obviamente).
    E aí fizeram merda no tal posto de gasolina. Não satisfeitos com isso, demonstraram uma falha de caráter ao inventar uma mentira.
    Parece-me óbvio que devem ser punidos (não com prisão, claro). Uma boa pena pecuniária, por exemplo.
    Mas daí a transformar isso numa questão de afirmação nacional frente ao imperialismo norte-americano vai uma diferença gigantesca.
    Eu confesso que essas Olimpíadas estão me deixando chocado com a perda de foco de um nacionalismo muito estranho.
    É como reconhecer que não podemos fazer nada naquilo que realmente importa, onde nossa soberania é vilependiada diariamente, então vamos nos indignar com a cereja do bolo.

  5. Jogos belíssimos, despertou o País para o esporte

    Esta confusão é para deixar o evento completo, teve de tudo.

    Na próxima Olimpíadas a Inglaterra já nos mostrou o caminho das pedras.

    Quanto aos USA, eles que se virem com os atletas deles., uns chorões, vide os revezamentos, onde só fizeram lambança (parece que quatro deles juntos é sinônimo de encrenca rsrsrs…)

  6. CHAMA A MARILIZ! O BARCINSKI! O OTAVINHO!
      

    Saga de Lochte mexeu com ‘complexo de vira-lata’ do brasileiro, diz artigo na ‘New Yorker’

    19 agosto 2016 Image copyright Reuters Image caption Ryan Lochte se meteu em encrenca e saiu mal na fita, avaliaram colunistas americanos

    A saga do nadador americano Ryan Lochte mexeu com “complexo de vira-lata” do brasileiro e isso explica a “obsessão” com que foi acompanhado até o seu desfecho.

    É o que diz um artigo assinado pelo jornalista Alex Cuadros na prestigiada revista New Yorker.

    O texto busca explicar por que, em meio a tantas críticas à cidade sede, a história capturou tanto a atenção do público brasileiro na última semana.

    O autor atribuiu o fato a uma “peculiaridade cultural” do brasileiro: preocupar-se demais com o que os estrangeiros pensam dele. “Lochte, sem saber, tocou um nervo na identidade nacional brasileira”, escreve Cuadros.

    Atletas militares são ‘estratégia de marketing’, diz pesquisadorCom ouro no vôlei de praia, Brasil supera melhor desempenho em Olimpíadas, mas ainda está longe da metaCaso de nadadores mostra que ’em países sérios não dá para mentir para a polícia e escapar’, diz analista americano

    O texto reúne exemplos da relação conflitante dos brasileiros com sua própria autoestima, em um país no afã de se tornar parte da “primeira classe” e que leva a mal quando estrangeiros falam mal dele.

    Como resultado, apesar de todos os seus recursos, são os próprios brasileiros os primeiros a se acreditarem vira-latas – mesmo sendo um rótulo talvez injustificado, escreve Cuadros.

    ‘Arrogância’

    A saga de Lochte e cia ganha destaque em todos os principais jornais americanos. A maioria critica duramente o comportamento “arrogante”, “egocêntrico” e “juvenil” dos atletas.

    Mas muitos também criticam os personagens brasileiros no episódio: a violência do segurança que intimidou os americanos com uma arma no posto de gasolina e a rapidez da polícia carioca em “fazer um teatro público” com o caso.

    Para a colunista do USA Today Christine Brennan, ao “roubar a cena” da segunda semana dos Jogos, os nadadores americanos “devem desculpas a milhares” de pessoas envolvidas no evento.

     

     

    “Lochte criou uma mentira para encobrir um suposto vandalismo, para dizer o mínimo, e ao fazê-lo roubou a cena na segunda semana da Rio 2016”, escreveu a colunista.

    “Devem desculpas literalmente a milhares de pessoas: o comitê da Rio 2016, o Comitê Olímpico Internacional, o Comitê Olímpico americano e, principalmente, os atletas destes Jogos.”

    No jornal Miami Herald, a colunista Lynda Robertson escreve que “não se mente para a polícia e se insulta a sua inteligência, não importa em que país”.

    “Esse é o problema com os americanos arrogantes e desligados. Eles simplesmente não entendem.”

    A colunista vai ao ponto de comparar o que chama de “ar de superioridade” de Lochte e seus amigos com a de Donald Trump, para quem “os EUA são número 1 e sua república de banana terceiro-mundista é incivilizada comparada conosco”.

    ‘Brôu desagradável’

    A colunista do Washington Post Sally Jenkins, disse que Lochte “representa uma categoria especial de ‘brôu’ americano desagradável, com sua camiseta, jeans e tênis caros”.

    “Existe alguma coisa pior, em qualquer país, que um bando de jovens bêbados e arrogantes que quebram os móveis e urinam na parede?”

    Mas a colunista não deixa de questionar a atuação da polícia, que fez uma “grande teatro público” ao impedir o embarque de dois nadadores do grupo na quarta-feira.

    “A polícia precisava mostrar que os temores eram exagerados e esses Jogos são seguros – embora não sejam, em particular – e os americanos estúpidos lhes ofereceram uma oportunidade de se safar.”

    ‘Polícia não pode se arvorar’

    Para o colunista do Los Angeles Times Bill Plaschke, o erro de Lochte e cia “foi não se dar conta de que o Rio não é apenas uma coleção anônima de praias sujas e morros cheios de criminalidade, mas também milhões de pessoas com dignidade e orgulho”

    “O Rio pode ser seu saco de pancadas, mas não é saco de pancadas deles (dos cariocas), é a casa deles, da sua família”, escreveu.

    Porém, o colunista ressalva: “As autoridades não podem negar que um segurança sacando uma arma em um posto de gasolina não representa a violência. Usar uma arma para tirar dinheiro de Lochte e seus amigos seria um crime nos Estados Unidos.”

    Já para outra colunista do USA Today, Nancy Armour, “Ryan Lochte é um idiota, mas a polícia do Rio também não pode se arvorar moralmente”.

    “Por cinco dias, as autoridades brasileiras dedicaram consideráveis tempo e recursos para desfazer as várias versões da história de Lochte. Tempo e recursos que, tendo vista as preocupações graves de segurança do Rio, poderiam ser mais bem empregados”, criticou Armour.

    “Quantas pessoas morreram desde o domingo? Quantas vítimas mais de crimes violentos?”, questionou. “Os criminosos sabem que a polícia está se concentrando na Olimpíada e nos visitantes para os Jogos, e estão tirando vantagem disso.”

    E DIGO EU : oh, mon dieu de la france!

  7. Americano é tão bonzinho…

    O menino de recados da CIA, que por biscate ocupa a bancada de um programa de opinião que se autointitula jornalístico (não à toa carrega o nome da emissora, como jornal da globo), deve ter assistido e gostado muito de Kate Lira, com seu bordão que carregava em sotaque macarrônico, repisando o senso comum de que brasileiro não vale nada, mas mesmo assim é simpático.

    Podemos agora inverter a lógica do bordão.

    Mas desse fato, vamos ao debate:

    Caro Assis, o Rio é sim uma cidade dominada pelo crime, seja nas favelas, seja nas áreas mais nobres. O problema é que tiro, porrada e bomba só no morro.

    Eu estava na Rio Branco, a caminho do Boulevard Olímpico e cruzo com o imponente e bonitinho VLT, e na sua carenagem estava lá: ALSTOM…Uai, como assim????

    Não é aquele empresa que alimentou um propinoduto tucano durante décadas? Então esquartejamos a Petrobras, Odebrecht e outras, mas temos “leniência” com as demais, quanta leniência, não?

    Então, pode tudo, meu caro, desde que você não seja pobre, preto, ou petista.

    E dizer que tudo foi às mil maravilhas não conta nada. É só a ratificação que podemos fazer bem, só que sempre escolhemos os clientes a dedo.

    Justiça e polícia funcionam? Claro, desde que sua posição social justifique.

    Paparicamos gringos, com policiais poliglotas, gastamos “com força” em treinamentos e salamaleques, enquanto as delegacias que atendem aos pobres não têm sequer papel para limbar fiofó, quiçá para imprimir registros de ocorrência.

    E qual a virtude de termos tanta eficiência seletiva assim?

    O Rio do Leblon sempre será algo parecido com Bruxelas, enquanto o Rio de Benfica, Maré e do Jacarezinho será sempre zona conflagrada africana, e sabemos o porquê…

    Desde que o Tio Sam nos disse que a war on drugs era a pauta do momento, alimentamos a máquina estatal de trucidar gente preta e pobre, com gastos astronômicos estatais em blindados, fuzis (COLT, é claro), helicópteros e etc para enxugar gelo, enquanto os barões atacadistas suprem os narizes de garotos brancos e bem nutridos, como os nadadores.

    Agora queremos também a war on terror…socorro!!!

    O episódio em si não quer dizer nada mais que já sabemos:

    Turistas chegam aqui com o ímpeto de cagar em nossas cabeças, e nós, agradecidamente, como inuits, oferecemos até nossas mulheres.

    Delegacia de Atendimento ao Turista nos EUA e na Europa, Batalhão de Polícia tipo BPTur?

    P*rra nenhuma, se te acontecer algo por lá, e você for a uma unidade policial, muito mal um comunicado ao consulado, e se você reclamar muito é esculacho e deportação, se não mofar em alguma cadeia antes.

    E aí eu leio o esforço civilizatório dos analistas, dizendo isso ou aquilo, mas que qualquer coisa mais severa com “os meninos” seria exagero…tudo muito justo aliás….se… se fosse para todos:

    Ahhhh, não precisava de prisão ou de mais rigor, porque bastava multa pesada e um pedala-robinho.

    Dano, falsa comunicação de crime, falso testemunho, etc, etc, e vai ficar tudo por isso mesmo.

    Se fossem meninos pretos, ainda que atletas, quebrando tudo em um posto na coxinholândia (Barra da Tijuca) alguém aí poderia dizer como seria o desfecho? Pois é.

    Apanhem o gel, lambusem e esperemos a próxima…

     

     

  8. americanistas

    esse wack e essa globo são o fim da picada.

    o comentarista do atletismo quase abandonou o posto pra ir orientar os americanos airem entrar com protesto já que a meninas brasileiras atrapalharam as americanas no 4 por 400..foi tomado de uma indignação total quase aos gritos…

    a comentarista da ginastica só flatava sair do seu posto pra ir abraçar a americana em qqr apresentação que fizesse.

    pra terminar o wack e sua vassalagem explícita mesmo diante de um caso de desvio de ética, petulância e falta de educação dos atletas. já pensou no que diria se nadadores brasileiros depredassem um banheiro de posto de gasolina nos EUA?

  9. Ah, se fosse o único

    Ah, se fossem esses os únicos estadunidenses que vêm prá cá achando que aqui é um bordel, e o pior, encontrando babação de ovos por brasileiros babacas:

    – “Nossa, você é ‘americano’, é? Sabia que a prima do cunhado do meu vizinho mora em Nova Iorque?”

    E essa estupidez não acontece apenas no esporte – também em negócios, em organizações como amigos de bairros, clubes etc. – e nem apenas no Brasil. Faz parte da doente educação que os EUA dá a seus cidadãos, notadamente os chamados “wasp”, enfiar em suas cabeças que aquele país é o melhor país do mundo, que são religiosamente predestinados a serem os donos do mundo.

    E depois acusam muçulmanos de fundamentalistas religiosos, bah…

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Doutrina_do_destino_manifesto

  10. Comportamento Anti esportivo

    Não precisa prender, nem dar multa, nem obrigar a prestar serviço comunitario.

    Basta devolverem as medalhas e não mais competir nos jogos olimpicos.

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