Desembargadora que atacou Boulos desafia o CNJ

Jornal GGN – Desembargadora que se notabilizou no caso Marielle, ao acusá-la de estar “engajada com bandidos”, além de ataques a pessoas com down, Marilia Castro Neves saiu definitivamente da toca. Antes, se manifestava em grupos de WhatsApp. Agora, navega em blogs e Facebook.

Uma das intervenções foi na UOL, saudando a invasão militar no Ministério. “O Brasil se libertando da opressão marxista!”

A outra foi no Facebook, em uma notícia do GGN sobre a perseguição sofrida por seu colega, desembargador Siro Darlan. Mostrando que a indisciplina passou a dominar o Judiciário, a desembargadora faz duras acusações ao órgão máximo de controle do Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça.

E a desembargadora continua sua saga. Guilherme Boulos denunciou nas redes o mais novo ataque, desta vez a ele.

6 comentários

  1. camisa de força

    Realmente os holofotes e o fascinio do fascismo estão corrompendo a razão de muitas das supostas autoridades do Brasil.

  2. Esta ninguém pune e nem

    Esta ninguém pune e nem punirá

    Pelo menos o moro fez um favor pra maioria dos brasileiros que achavam que as instituiões se autoregulavam. Este juix de terceiro mundo provou que quem manda nas instituições são os seus próprios menbros, ao poderem fazer o que querem sem ser incomodado pela própria instituição. Como o cnj não o puniu, assim como o stf, agora todos fazem o que querem porque comprovou-se, via moro, que os órgãos reguladores do judiciário são de mentirinha, e assim o judiciário como um todo. Tchau replública, alô idade média e a nova constituição, cópia do Martelo das Feiticeiras.

  3. A falência de tudo

    As palavras dessa senhora revelam que ela se apoia na certeza de que nunca será punida e jamais perderá o cargo público e as benesses desse cargo. Isso também revela a falência de tudo em nosso país, da justiça, da segurança, da política, da cidadania e em breve, da economia. Caminhamos para o desastre final.

  4. a necessária imparcialidade

    a necessária imparcialidade do julgador já foi jogada na lata do lixo

    da história desde o famigerado e infame  mensalão……

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