Gilmar vota a favor de Cunha, mas ex-deputado continuará preso

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN – A segunda turma do Supremo Tribunal Federal negou, por 2 votos a 1, o habeas corpus do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB). Com outras três ordens de prisão, mesmo que saísse vitorioso dessa votação, Cunha continuaria preso.
 
O recurso foi apresentado contra a prisão determinada originalmente pelo juiz Sergio Moro. Os ministros Edson Fachin e Dias Toffoli, relator do habeas corpus, votaram contra Eduardo Cunha. Gilmar Mendes deu parecer favorável, mas foi vencido. Os ministros Celso de Mello e Ricardo Lewandowski não participaram da sessão.
 
Gilmar defendeu que fossem adotadas medidas alternativas à prisão, como uso de tornozeleira, a serem determinadas por Moro.
 
Moro condenou Cunha a 15 anos e quatro meses de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, por suspeita de ter recebido US$ 1,5 milhão em propina relativa a um contrato da Petrobras. 
 
O ministro Edson Fachin também decretou a prisão de Cunha por conta do escândalo da JBS.
 
Cunha está detido no Complexo Médico-Penal de Pinhas, próximo a Curitiba, desde outubro de 2016.

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3 comentários

  1. Gilmar Mendes,

    Alexandre Moraes… e tem gente que acha que o crime organizado pode assumir algumas instituições do Estado. Pode? 

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