Sob o silêncio de Moro, jornal cria PowerPoint para Flávio Bolsonaro e milícias do Rio

 

Jornal GGN – Enquanto a estrela da Lava Jato, Sergio Moro, hoje ministro da Justiça do governo Bolsonaro, silencia sobre os escândalos que rodeiam a família presidencial, o jornal Folha de S. Paulo decidiu desenhar, literalmente, as ligações do filho mais velho com as milícias do Rio de Janeiro.

Flávio Bolsonaro já vinha ocupando o noticiário graças ao motorista Fabricio Queiroz, que movimentou, de maneira suspeita, R$ 7 milhões em 3 anos. Sem ter, segundo o Coaf, renda nem patrimônio compatíveis com as transações.

Mais recentemente, o enredo ficou ainda mais dramático quando o Ministério Público do Rio deflagrou a Operação Os Intocáveis, com mandado de prisão para dois milicianos acusados de comandar o Escritório do Crime (maior grupo de extermínio em atividade, na favela Rio das Pedras): o ex-capitão do Bope Adriano Nobrega e o major Ronald Pereira.

Flávio já prestou homenagens aos dois milicianos na Alerj. Segundo a Folha, Adriano estava preso quando recebeu sua medalha Tiradentes. Jair Bolsonaro também assistiu ao julgamento do juri do capitão acusado de homicídio.

Não suficiente, Flávio empregou esposa e mãe de Adriano em seu gabinete, ao longo dos últimos anos. Depois de ser ligado ás milícias que possivelmente executaram Marielle Franco, o hoje senador afirma que era Queiroz, amigo de Adriano, o responsável pelas contratações.

Leia a matéria da Folha aqui.

 

19 comentários

  1. mapa mais claro que este

    mapa mais claro que este nunca vi….

    se usar a tecnica do moro, então, todos deveriam ser punidos

    imediatamente, na tal tese do dominio do fato,

    e se compararmos com o power point infame do dellagnol em relação ao lula….

    mas o estado de exceção só pune um dos lados

    – o lado do pt e dos movimentos sociais e de esquerda….

  2. Nassif;
    Com o infortunio do

    Nassif;

    Com o infortunio do acidente em Brumadinho e não menos doloroso falecimento do irmão do Lula e a tramóia do judiciario para impedí-lo de ir, o caso tenebroso das ligações dos bolsonaros com as milicias ficou em segundo plano.

    Penso que a imprensa democrática deva voltar suas atenções com mais vigor e até a exaustão,  para os casos de corrupçã, o do “presidente”.

    Isto para os que os brasileiros que cairam no canto da sereia se concientizem, da merda que fizeram.

    Genaro

  3. A mídia hegemônica jamais

    A mídia hegemônica jamais ultrapassou um certo limite na exposição do submundo que envolve as milícias, o tráfico de drogas, de armas e de humanos. O limite é dado pelas instituições que estão emaranhadas nesse submundo: judiciário, forças armadas, congresso e legislativos, além do sistema financeiro. Faltava a presidência da república, não mais. Quem vai investigar quem ?  O limite é Flávio Bolsonaro, se chegarem a tanto, ir além disso seria cortar na própria carne. 

  4. A CobraFumando

    Nassif: depois dessa o avivado de PatoBranco vai querer direitos autorais.

    Mudando um pouco, parece que a morte de Mariele foi em vão. Quem vai investigar, se por tras de tudo deve estar os VerdeSaúvas de República de CruzAlta? Só louco se mete com os caras. Aproveitando, melhor avisar ao IndioFardado que o pessoal daquela região gostava de trucidar os indíos Kaingang. Melhor deixar as barbas de molho.

  5. já era tempo, demorou…

    na maioria dos setores de interesse o verbo destruir já estava tomando o lugar do verbo democratizar

     

    deixar milicianos adquirirem tanta força não é bom para ninguém

    • e o que se tem de imagens e sons…

      dos queridinhos deles, como Aécio, por exemplo, já dá para criar o museu da imagem e do som da impunidade parceira

       

      o ouvi dizer que condena inocentes vale mais do que um estou vendo e ouvindo, mas é dos nossos

       

      mundo está perplexo; tantas provas e todos eles livres

  6. Ah, agora sim me sinto quase

    Ah, agora sim me sinto quase vingado! Só vou me sentir completamente vingado quando o Marcelo Adnet fizer uma zoação e o Zorra Total (será que ainda existe?) e a Escolinha do Prof. Raimundo também. Aí terei esvaziado toda mobilização para lutar e protestar contra a porcaria que está nosso país, trocarei a indignação pelo riso sarcástico e enfim pela gargalhada distensionadora e… tudo bem! O que não tem remédio, remediado está.

    Melhor que ficar lelé… lelé ki sô tan-tan…

  7. Diferença

    Enquanto o do beato hipócrita foi um conjunto de meras suposições levianas, posto que sem nexo nem provas objetivas, este da Folha, pelo que a mídia já constatou, tem veracidade.

  8. Capacidade de se indignar

    Acho que, de tanta arbitrariedade contra Lula e o PT e, ainda, de tanta impunidade para tucanos e amigos de elite, estamos perdendo (ou já perdemos) a nossa capacidade de indignar-nos e de reagir. Estamos calados, sem reação e eles aproveitam-se disso. O único que poderá mudar as coisas é a mobilização popular. Não vejo outro caminho. Uma frente de esquerda, unida e coesa em torno da defesa do Lula e dos direitos do povo deverá ser brevemente montada. Precisamos de comando unificado para agir, seja marchando nas ruas, batendo panelas ou deixando de consumir determinados produtos. Falta comando, unidade e organização. Aguardo orientação.

  9. Padrão ético da Folha ao tratar da esquerda

    O Infográfico segue o padrão ético da Folha ao tratar da esquerda.

    Marielle está visualmente no gráfico como se fosse uma a mais da quadrilha.

    Tem que ler letras miúdas para se descobrir que na verdade ela é a vítima.

    • A seta que liga Marielle às milicias não tem mão dupla

      A seta que liga Marielle à milicia, aponta da Marielle para a milícia. Ou seja, é uma seta de mão única, portanto, de combate da mílicia pela nobre parlamentar. A seta que liga Flávio Bolsonaro ao Fabrício Queiroz deveria ser uma seta de mão dupla, mas ela aponta apenas do Flávio Bolsonaro para o Queiroz.

  10. “cidadões” de bem

    Hoje uma família de “cidadões” de bem não pode mais homenagear miliciano com a Medalha Tiradentes, receber cheque de assessor que se esconde em comunidade dominada por milicianos e que nela opera um negócio de “transporte alternativo” que geralmente é controlado por miliciano, empregar a esposa e a mãe de miliciano, que na agência do Itaú em frente ao seu comércio fez 18 depósitos na conta de seu assessor, ser eleito com apoio de miliciano, relativizar a absurda execução de Marielle Franco pelas milícias, votar contra a CPI das milícias, ter como seguranças dois milicianos presos na Operação Intocáveis, irmãos da tesoureira estadual do seu partido, elogiar em discursos a atuação das milícias e defender sua legalização, ir no plenário da Câmara para desancar um coronel que depôs contra um miliciano, que logo a imprensa-vermelha-comunista inicia uma campanha de difamação tentando criar do nada uma suposta ligação da família com a milícia…

    (Copyright do comentarista da Folha, Emerson Luis de Moraes)
     

  11. + comentários

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