Novo recuo à vista: governo Bolsonaro prepara indulto humanitário para presos

 
Jornal GGN – Um novo recuo do governo Bolsonaro está à vista. Dessa vez, é em relação ao decreto de indulto. Há algumas semanas, o presidente disparou: “Já que o indulto é um decreto presidencial, a minha caneta continuará com a mesma quantidade de tinta até o final do mandato em 2022. Sem indulto.” Mas, segundo a Folha desta quinta (10), a equipe do ministro da Justiça Sergio Moro, contrariando a fala de Bolsonaro, está discutindo um “indulto humanitário”.
 
A ideia é focar em presos com “doenças graves ou terminais”, por exemplo, por isso o título “humanitário”. “A medida, em discussão no Ministério da Justiça, pode ser editada até o fim do mês”, e “atingiria aqueles que até 25 de dezembro do ano passado estejam dentro das exigências que estão em elaboração.”
 
Presos por crime de corrupção não devem ser contemplados.

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4 comentários

  1. Modernidade à Porta

    Voltar atrás de voltar atrás do voltar atrás — modalidade governamental daBala

    Nassif: isto é manobra política ideológica. EliotNessTupiniquim vai selecionar os “beneficiários” segundo os critérios do Grupo — dos daBala, dos VerdeSaúvas (AttaLaevigataCaesernorium, variedade saldadesca cabeça lisa, sem brilhantismo), dos VangélicosAvivádos do Templo e adjacências), dos Gogoboys, dos Empresários safados, dos julgadores indecentes e dos congressistas corruptos, nesta ordem e sucessivamente.

    Os que em suas delações conseguiram acrescentar as palavras “Lula”, “SapoBarbudo”, MelianteOperárioNordestino”, “NoveDedos”, “TriplexGuaruja”, “SitioAtibaia” e “MarisaLetícia” serão amplamente “premiados”, inclusive com perdão das penas e uns troquinhos no exterior. O X9 Jefferson será inscrito no rol dos herois da pátria, com direito a retormar o Antro doTrabalho, e Delcídio agraciado com a nova “Comenda VerdeSaúva”. Yousseff, então, vai ser ministro especial da Justiça (um anexo ao SuperMinistério), com status plenipotenciário.

    Mas, no fundo no fundo, isto é pra livrar a barra do Queiroz. As investigações vão se alongar até a prescrição. Então, o perdão.

    Quem sabe haverá umas verdinhas para aquele escritório que conduzia as delações, sob o manto indireto do Verdugo de Curitiba, as conversar pra condenar NoveDedos. Foi um trabalho colossal. Redeu até um posto no ministério.

    Enfim, esse governo parece aquela criança que sonhava em ter um pirulito. Não sabia como, mas queria. Então vieram uns nazi-sionistas, que antes habivam por Varsóvia, e mostraram o caminho. Mas quando conseguiu começou a lamber sem saber que tinha antes de tirar o selofane que embalava o confeito. E começo a lambê-lo e se engasgar…

    Parece, não será o novo do mesmo. Será muito pior. Pelo menos é o que prevê o N.Y. Time.

  2. heheheheh

    Já já vai ter gente chamando o Bozo de petralha… heheheh

    Fazer discurso fácil dizendo que vai acabar com isso e com aquilo é moleza, difícil é resolver o problema carcerário.

    Tão logo alguém com um mínimo de raciocínio diga a ele que, mudar a embaixada para Jerusalém trará altos prejuízos em vários segmentos da indústria e do comércio brasileiro, ele também voltará atrás.

    Sem falar no risco de atentados terroristas islâmicos, que eles se cagam de medo.

     

  3. Os Bozos vão comungar com os erros dos Criminosos?

    “Se algo estiver errado, seja comigo, com meu filho ou com o Queiroz, que paguemos a conta deste erro, porque nós não podemos comungar com o erro de ninguém. Da minha parte, estou aberto a quem quiser fazer qualquer pergunta sobre este assunto, tenho sempre me colocado à disposição e o que a gente mais quer é que isso seja esclarecido o mais rápido possível, sejam apuradas as responsabilidades, se é minha, se é do meu filho, se é do Queiroz ou de ninguém”. – Jair Bolsonaro

     

    “Mantendo nossa coerência de sempre, não existe passar a mão na cabeça de quem errou. Não fiz nada de errado, sou o maior interessado em que tudo se esclareça pra ontem, mas não posso me pronunciar sobre algo que não sei o que é, envolvendo meu ex-assessor”. – Flávio Bolsonaro

     

    Vão passar humanitariamente  a mão na cabeça dos criminosos.

  4. Se fosse doente terminal, o ex-golveiro Bruno receberia indulto

    Já o Marcos Valério, se estivesse na mesma situação, não receberia indulto.

    O patrimônio vale mais do que a vida. Quem pratica crime contra a vida tem mais dignidade do que quem pratica crime contra o patrimônio.

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