Vazamento da Mossack revela 107 empresas relacionadas com a Lava Jato

Jornal GGN – O vazamento dos documentos da Mossack Fonseca, chamados de Panama Papers, mostra 107 offshores ligadas a empresas e políticos citados na Operação Lava Jato. A investigação mostra que a empresa do Panamá criou offshores para ao menos 57 pessoas investigadas na operação.

16 offshores são ligadas à empreiteira Odebrecht e às famílias Mendes Júnior, Schahin, Queiroz Galvão, Feffer, do Grupo de Papel e Celulose Suzano, e Walter Faria, da Cervejaria Petrópolis. Entre os políticos, aparecem Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o usineiro e ex-deputado federal João Lira, do PTB.

Os “Panama Papers” contém dados de 140 políticos de mais de 50 países, além de parentes de chefes e ex-chefes de estado, empresários e figuras de outros setores. Entre alguns dos citados estão Vladimir Putin, presidente da Rússia, Petro Poroshenko, presidente da Ucrânia, Maurico Macri, presidente argentino, e Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal.

Enviado por Carioca

Do G1

Vazamento revela 107 empresas no exterior ligadas a alvos da Lava Jato

Caso ‘Panama Papers’ é baseado em dados da firma Mossack Fonseca. Contas no exterior de 72 chefes e ex-chefes de estado foram reveladas.

Do G1, em São Paulo

Uma investigação feita a partir de documentos do escritório de advocacia e consultoria Mossack Fonseca, no Panamá, revela 107 offshores – empresas constituídas no exterior – ligadas a empresas e políticos citados na operação Lava Jato.

As informações, chamadas de Panama Papers, foram inicialmente obtidas pelo jornal alemão Süddeutsche Zeitung e compartilhadas por um consórcio de jornalistas de vários países. No Brasil, participam repórteres do portal UOL, do jornal Estado de S. Paulo e da Rede TV.
A investigação aponta que a Mossack Fonseca criou offshores para pelo menos 57  pessoas suspeitas de participar do esquema de corrupção na Petrobras.

O nome offshore é dado a empresas abertas por pessoas e empresas em um país diferente daquele em que se reside, para aplicações financeiras e compra de imóveis. Ter uma offshore não é ilegal, desde que a empresa seja declarada no Imposto de Renda.

Segundo as informações divulgadas neste domingo (3), a Mossack operou para pelo menos seis grandes empresas brasileiras e famílias citadas na Lava Jato, abrindo 16 empresas offshore, das quais nove são novidade para a força-tarefa.

 Essas 16 offshores são ligadas à empreiteira Odebrecht e às famílias Mendes Júnior, Schahin, Queiroz Galvão, Feffer, do Grupo de Papel e Celulose Suzano, e Walter Faria, da Cervejaria Petrópolis. Integrantes da família Feffer não sofrem acusações da Lava Jato, mas a força-tarefa investiga a compra da Suzano Petroquímica pela Petrobras, em 2007.

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O escritório brasileiro da Mossack Fonseca foi alvo da 22ª fase da Lava Jato, em janeiro deste ano. Os investigadores suspeitam que a empresa tenha ajudado a esconder o nome dos verdadeiros donos de apartamentos no edifício Solaris, no Guarujá.

Entre os políticos citados, estão o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do PMDB, e o usineiro e ex-deputado federal João Lira, do PTB.

Os documentos da Mossack Fonseca apontam também para João Henriques, que seria um dos operadores do PMDB. Ele é sócio de uma offshore do ex-controlador do Banco BVA, José Augusto Ferreira dos Santos. O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró citou em sua delação premiada a relação do BVA com o senador Edison Lobão, do PMDB.

O vazamento de informações da Mossack Fonseca também repercutiu em outros países. Segundo a BBC, os 11 milhões de documentos mostram como a empresa ajudou clientes a evitar o pagamento de impostos e a lavar dinheiro. Segundo a BBC, os documentos mostram ligações com 72 chefes e ex-chefes de estado.

Os dados envolvem pessoas ligadas às famílias e sócios do ex-presidente do Egito, Hosni Mubarack, do ex-líder da Líbia, Muammar Gaddafi, e do presidente da Síria, Bashar Al-Assad. Eles também levantam suspeitas de um esquema de lavagem de dinheiro comandado por um banco russo e por pessoas ligadas ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, e ao primeiro-ministro da Islândia, Sigmundur Gunnlaugsson.

O escritório panamenho afirma que trabalha há 40 anos dentro da legalidade e que jamais foi acusado de qualquer crime.

Os “Panama Papers” contém dados de atividades de 140 políticos de mais de 50 países, além de parentes de chefes e ex-chefes de estado, empresários e figuras ligadas ao esporte e outros setores. Veja abaixo alguns dos citados e quais suas respostas ao caso. 

 Carlos Jasso/Reuters)

Vladimir Putin, presidente da Rússia

O QUE SAIU: O famoso violinista Sergey Roldugin, amigo desde a adolescência e padrinho da filha do presidente da Rússia, foi dono de três offshores, duas delas descritas pelo governo dos EUA como “bancos pessoais para altos oficiais russos”. Outros dois russos, os irmãos Arkady e Boris Rotenberg, amigos de infância de Putin, tinham pelo menos sete companhias nas Ilhas Virgens Britânicas. As empresas pertencentes aos três movimentavam negócios em praticamente todos os setores da Rússia, da construção de caminhões a emissoras de TV. De acordo com o “Panama Papers”, até US$ 2 bilhões podem ter circulado secretamente entre as companhias deles. Segundo a BBC, as offshores de Roldugin lucraram com transações falsas, serviços de consultoria inexistentes e a compra de ativos suspeitas e documentos afirmam que “A companhia é uma barreira corporativa criada principalmente para proteger a identidade e confidencialidade do verdadeiro beneficiário da companhia”.

O QUE DIZ: Nenhum dos empresários respondeu aos pedidos de comentário da International Consortium of Investigative Journalists (ICIJ), responsável pela divulgação das informações.

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Sigmundur Gunnlaugsson, primeiro-ministro da Islândia

O QUE SAIU: O primeiro-ministro e sua mulher, Anna Sigurlaug Pálsdóttir, compraram em 2007 a offshore Wintris, que tinha investimentos milionários em três dos maiores bancos islandeses, que faliram em 2008 e fizeram acordos de ajuda financeira com o governo. Em 2009, ao assumir o cargo de primeiro-ministro, ele não declarou sua participação na empresa e, meses depois, vendeu seus 50% à mulher por US$ 1.

O QUE DIZ: Em uma entrevista a uma emissora de TV em março, Gunnlaugsson negou que já tivesse sido dono de uma offshore. Ao ICIJ, um porta-voz declarou agora que “o primeiro-ministro e sua esposa seguem as leis islandesas, o que inclui a declaração de todos os seus bens, seguros e lucros em restituições de impostos desde 2008”.

Maurício Macri, presidente da Argentina

O QUE SAIU: Ao lado de seu pai, Francisco, e de seu irmão, Mariano, ele é indicado como um dos diretores da Felg Trading Ltda., incorporada nas Bahamas em 1998 e dissolvida em janeiro de 2009. Ele não declarou sua participação na empresa em 2007 e 2008, quando era prefeito de Buenos Aires.

O QUE DIZ: O porta-voz oficial de Macri, Ivan Pavlovsky, afirmou que ele não declarou a empresa porque não tinha capital de participação. A companhia, usada para participar de negociações no Brasil, era ligada ao grupo empresarial de sua família e por isso Macri foi ocasionalmente seu diretor, embora nunca tenha sido um acionista.

Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal

O QUE SAIU: O ex-presidente do STF teria deixado de pagar um imposto sobre a compra de um apartamento em Miami, em 2012. De acordo com o jornal “Miami Herald”, ele adquiriu o imóvel através da Assas JB1 Corp, uma offshore criada pela Mossack Fonseca, em um procedimento legal. Mas o campo relacionado ao imposto chamado documentar stamp tax, que deve ser pago no ato da compra, aparece zerado no Registro Público de Miami, o que indica que ele ainda está pendente. A taxa é de US$ 0,60 para cada US$ 100 pagos pelo imóvel e, ainda segundo o jornal, seu valor no caso do apartamento de Barbosa seria de US$ 2 mil.

O QUE DIZ: Em resposta ao “Miami Herald”, Barbosa nega irregularidades e diz que a empresa que intermediou a negociação deveria ter pagado a taxa. Ele diz ainda que o valor da transação pode ser consultado no portal Multiple Listing Service, um site privado e voltado para corretores de imóveis.

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Petro Poroshenko, presidente da Ucrânia

O QUE SAIU: Em agosto de 2014, mesmo mês em que tropas russas invadiram o leste da Ucrânia, Poroshenko se tornou o único acionista da Prime Asset Partners Ltd., uma empresa nas Ilhas Virgens Britânicas. Uma empresa cipriota de advocacia, representante da companhia, afirmou na época que ela pertencia a “uma pessoa envolvida com a política”, mas que não tinha “nada a ver com suas atividades políticas”. Durante sua campanha presidencial, Poroshenko alegou ter vendido a maior parte de suas ações, que foram transferidas para a Prime Assets Capital.

O QUE DIZ: Um porta-voz do presidente disse que a criação do fundo e de estruturas corporativas relacionadas não tiveram qualquer ligação com eventos políticos e militares na Ucrânia. Embora Poroshenko não tenha incluído a Prime Asset Partners em sua divulgação financeira, seus conselheiros destacaram que nem a empresa e nem suas duas companhias relacionadas no Chipre e na Holanda mantém ações. Eles disseram que a companhia era parte de uma restruturação financeira para ajudar a vender o grupo Roshen. A estrutura está de acordo com “as práticas de mercado na Ucrânia para negócios com a intenção de venda para investidores estratégicos ou para a entrada nos mercados de capital, lançamento de IPO etc”. Embora Poroshenko seja o acionista, suas ações são controladas por uma empresa licenciada de gerenciamento de ações e suas ações são mantidas por um fundo independente, o Prime Asset Capital, desde 2005. Essas ações serão transferidas para um “fundo” cego assim que formalidades legais estiverem concluídas, ainda segundo a resposta de seus conselheiros transmitida ao ICIJ por seu porta-voz.

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29 comentários

  1. Tem caroço no angu panamenho

    Tem caroço no angu panamenho. É curioso que um vazamento dessa natureza aponte majoritária e quase que exclusivamente para os inimigos ideológicos dos EUA/UE. Parece incrível não haver entre os primeiros da leva um único nome realmente importante no cenário político-empresarial dessas duas fortalezas político-ideológicas. Não aparece nenhunzinho. A impressão que dá é que esse vazamento mais parece uma operação de propaganda política. A começar pelo consórcio de jornalistas supostamente investigativos que monopoliza esses documentos. Para os brasileiros mais bem informados, é motivo de bastante questionamento o fato de que as empresas “jornalísticas” escolhidas para separar o joio do trigo desses documentos sejam justamente as que fazem renhida oposição ao governo federal. Causa espanto (ou melhor, deveria causar, mas não causa), o fato de que um dos “jornalistas investigativos” desse consórcio que começa a divulgar o material é o mesmo Fernando Rodrigues que fez de tudo e mais um pouco, para esconder até onde pôde as contas bancárias dos patrões no escândalo do HSBC, quando também detinha o monopólio virtual sobre a documentação vazada.

    No caso em tela, Ferando Rodrigues já começa mal ao afirmar que “Muitos outros cruzamentos foram realizados e o resultado que tenha relevância jornalística e interesse público será publicado nas próximas reportagens da série Panama Papers.” A porca torce o rabo no trecho “que tenha relevância jornalística e interesse público”. Quem determina o que tem “relevância jornalística e interesse público”? Fernando Rodrigues?

    Esse vazamento parece que vai ser do tipo HSBC. Não tenho a menor dúvida de que irão fazer a tucanagem de sempre: “Aquilo que é bom, a gente mostra. Aquilo que é ruim, a gente esconde.” Talvez com uma suavização: “Aquilo que não der jeito de esconder, a gente mostra, mas alivia a mão.”

    Incrível que, no PSDB, só apareça o nome de um falecido (Sérgio Guerra). Incrível que não haja nenhuma referência ao principal nome associado à MF, isto é, a Família Marinho com sua Paraty House. Vou me surpreender enormemente se FR for atrás do alto baronato da mídia. Mas duvido que faça isso, pois é exatamente aquilo que não interessa mostrar.

    E, no caso de um dos nomeados do PMDB (Newton Cardoso), fala-se da compra de um apartamento em 1992, pelo valor (à época) de £ 1,2 milhão. Fernando Rodrigues faz um cálculo equivocado e atualiza os valores simplesmente multiplicando as libras de 1992 pelo câmbio de 2016, quando sabemos que o mercado imobiliário londrino (onde está o apartamento) é um dos que mais se valorizou ao longo desse período. Usando apenas a inflação do período, hoje, o apartamento estaria valendo £ 2,3 milhão (R$ 11,9 milhões ao câmbio do dia). Só que, segundo os documentos disponibilizados (vide página 15 em http://download.uol.com.br/fernandorodrigues/newton-card-desco.pdf), o apartamento encontra-se no seguinte endereço: 81 Cadogan Place, London, SW1 0DY (num dos bairros mais exclusivos de Londres, Kensington and Chelsea). Segundo um site britânico especializado em imóveis, esse apartamento estaria avaliado em aproximadamente £ 5,5 milhões (R$ 28,1 milhões). O valor é aproximado, pois a última venda registrada nesse endereço ocorreu em 17 de setembro de 2004 (vide http://www.rightmove.co.uk/house-prices/SW1X-9RP.html), há mais de 11 anos. No entanto, segundo Fernando Rodrigues, o apartamento, hoje, valeria “apenas” R$ 6,3 milhões.

    Que o foco parece ser tentar minar ao máximo possível o governo federal, não é escondido nem pelo próprio consórcio (vide  https://panamapapers.icij.org/20160403-panama-papers-global-overview.html):

    “In Brazil, the law firm has become a target in a bribery and money laundering investigation dubbed “Operation Car Wash” (“Lava Jato,” in Portuguese), which has led to criminal charges against leading politicians and an investigation of popular former president Luiz Inacio Lula da Silva. The scandal threatens to unseat current President Dilma Rousseff.

    Employees of Mossack Fonseca were among those arrested by Brazilian police as part of Operation Car Wash.

    In January, Brazilian prosecutors labeled Mossack Fonseca as a “big money launderer” and announced they had filed criminal charges against five employees of the firm’s Brazilian office for their role in the scandal.”

    Resumidamente, o texto acaba associando Lula e Dilma (ainda que indiretamente) à MF. Não há um pio sobre o fato de que os funcionários presos da MF já estão livres, leves e soltos por ordem do próprio juiz da Vaza Jato, tão logo este descobriu que uma das offshore da MF, proprietária de um famoso triplex no Guarujá que não pertence ao ex-Presidente Lula, estava diretamente vinculada à Paraty House, idílica propriedade construída ilegalmente em área de preservação ambiental, pertencente a não se sabe quem, mas de usufruto da Família Marinho.

    Até no The Guardian não dá mais para confiar. Há tempos, ele tem apresentado uma pauta pra lá de tendenciosa. O correspondente do jornal aqui no Brasil, Jonathan Watts, é uma piada. Em artigo recente (vide http://www.theguardian.com/world/2016/apr/03/brazil-michel-temer-dilma-rousseff-impeachment), afirmou que o Temer era a esperança do Brasil!!!! Esse subtitulo acabou sendo trocado em razão do enorme número de reclamações.

    Enfim, é preciso estar com os dois pés atrás.

    • Tambem estou achando que o

      Tambem estou achando que o santo anda fazendo milagres demais!  Nao da pra acreditar.

      Ah, antes que eu me esqueca…  o que esta sendo “revelado” a respeito de Joaquim Barbosa eh analiticamente puro lixo:  faz sentido alguem montar uma off-shore pra nao pagar 2 mil dolares de imposto?  Quem fez essa analise, a Bela Adormecida?!?!

  2. 107 empresas

    Como tudo vaza na lava jato, nós queremos saber quais empresas e pessoas envolvidas nas 107 empresas. Logicamente que poderão ter inocentes, que terão declarado suas empresas na receita, mas os demais deverão explicar e daí…

  3. Aqui no Brasil…

    Aqui no Brasil a PF “republicana” não vai investigar isso, porque se investigar vai chegar na Vaincre, dona da mansão sem dono em Paraty, que tem um endereço comercial do ex-marido de Paula Marinho…   

    Já viu né? Vão jogar pra baixo do tapete.

     

    Vaincre, Veine e Shiraz dividem um mesmo endereço de correspondência: rua Bulhões de Carvalho, 296, apartamento 610.

    Também era o endereço de correspondência de uma sociedade entre João Roberto Marinho e a filha Paula: a FN5 Participações Ltda

     

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/anotacao-em-documento-liga-herdeira-da-globo-diretamente-a-tres-empresa-offshore-uma-delas-a-vaincre-dona-da-mansao-de-paraty.html

     

    Anotação em documento liga herdeira da Globo diretamente a três empresas offshore, uma delas a Vaincre, dona da mansão de Paraty

     

     

  4. Os mandantes & soldadinhos
    Agora, imagina se o Lula fosse o comprador do tal Ap. nas mesmas condições que o Batman o adquiriu?
    Os Marinho, Frias, Civita… – pelos seus soldadinhis – estariam agora “mexendo” com a cabeça dos tolos e incautos amestrados.

  5. putin nao esta (ainda) na

    putin nao esta (ainda) na lista. como a midia bras. contra o lula faz, a midia alemã diz a toda hora “o amigo” do putin, sicrano, o “amigo do putin” beltrano…

  6. O telhado dos Marinho é de vidro

    E o G1 esqueceu de falar da casa de praia dos Marinho em Paraty? Meu dedinho me diz que a famiglia Marinho ja esta dando um jeito de desfazer todas as pistas que os levam até a Mossack Fonseca, Vaincre e a super casa de Paraty, construida em area ambiental. E a Lava a Jato do Moro nunca chegara até os Marinho.

  7. Joaquim Barbosa ex-ministro

    Joaquim Barbosa ex-ministro do STF. O Mais interessante é que, no dia 10/05/2012 o relator do mensalão tucano no STF, o ministro Joaquim Barbosa entrega seu relatório do mensalão e em Miami é aberta a sua Offshore a Assessori JB1, que no dia 14/05/2012 efetua a compra do Apartamento.

    Pode não ser nada demais, apenas coincidência, né? mas que está esquisito pra caramba, tá!

    Ontem Joaquim Barbosa postou em Twitter que tem 02 Offshore, mas não declarou o nome da outra. Disse que não tinha feito nada de errado. Eu lhe perguntei, se isto estivesse acontecido com alguém do PT na epoca do mensão, o que ele teria feito. Joaquim Barbosa não me respondeu.

    De tudo que já vivi, a pior ainda é a desesperança na justiça brasileira.

  8. O BOICOTE JÁ COMEÇOU! SEGUE

    O BOICOTE JÁ COMEÇOU! SEGUE ABAIXO A LISTA DE PATROCINADORES DA REDE GLOBO:

    Produtos Unilever
    Produtos P&G
    Guaraná Antactica
    Bradesco
    Santander
    Seara
    Perdigão
    Sadia
    Itaú
    Vivo
    Claro
    Oi
    Tim
    Nestlé
    Sky
    Net
    Casas Bahia
    Volskswagen
    Gillette
    Skol
    Brahma
    Fiat
    Chevrolet
    Itaipava
    Johnson & Johnson
    Coca-Cola
    Ford

      •  
        Não é mais viável boicotar

         

        Não é mais viável boicotar a Globo? Isso dá pra fazer! Agora, quem é que vai deixar de usar celular e TV paga?

        Quem vai deixar de consumir cerveja ou refrigerante? Quem vai deixar de consumir  alimentos processados? Quem vai deixar de compra carros das mantadoras nacionais?

    • concordo

      Heitor………o boicote tem o meu apoio

      mas quero saber se o gov. federal e suas estatais, como BB, CAIXA, Petrobras vão aderir, ou vão continuar enfiando milhões na mídia golpista.

    • Acho q o boicote tem q ser melhor elaborado

      Tentar boicotar tudo isso ao mesmo tempo nao vai ser bem sucedido. Há que se escolher um ou dois, entre os patrocinadores, e centralizar neles, para dar prejuízo. E tem que ser escolhido um mais fácil de boicotar. Ninguém vai lembrar quais sao todos os produtos Unilever ou P&G, acho difícil alguém deixar de comprar o carro de sua escolha ou de beber a cerveja ou refrigerante favoritos. Agora Gillette (fácil de lembrar, tem substitutos, e ninguém tem especial ligaçao afetiva com…), Casas Bahia, talvez Nestlé, me parecem melhores escolhas. Seara, Perdigao e Sadia poderiam ser, individualmente, boas escolhas, mas como todos os 3 grandes concorrentes anunciam lá, nao dá, porque ninguém que goste vai deixar de comprar esse tipo de produto, e boicotar só um deles ajuda os outros. Idem as telefônicas. E é difícil boicotar a Net porque há lugares em que ela é a única banda larga disponível.

      Boicotar sem planejamento vai dar errado e fortalece a Globo em vez de enfraquecer, porque passa a idéia de que é impossível boicotar. Tem que ser bem pensado e planejado.

  9. Esqueçam, quem vazou isso foi

    Esqueçam, quem vazou isso foi a mesma cabeça que desbaratou o esquema da fifa e abastece a vaza a jato, é contrainformação para acabar com a reputação de inimigos.

  10. Do site da Folha

    04/04/2016 13p2

    Políticos brasileiros e seus familiares aparecem como beneficiários de empresas offshore criadas ou vendidas
    pela Mossack Fonseca, firma panamenha especializada na abertura de pessoas jurídicas em paraísos fiscais.
    As informações são do UOL. Segundo as reportagens, políticos de PDT, PMDB, PP, PSB, PSD, PSDB e PTB
    aparecem entre os beneficiários. Entre eles estão: o deputado federal Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG) e o pai
    dele, o ex-governador de Minas Gerais Newton Cardoso; o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto; os ex-deputados
    João Lyra (PSD-AL) e Vadão Gomes (PP-SP), e o ex-senador e presidente do PSDB Sérgio Guerra, morto em 2014.
     

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/04/1757274-politicos-aparecem-em-documentos-de-firma-que-abre-contas-no-exterior.shtml

    Leio no texto acima que 7 partidos possuem políticos citados como mbeneficiários de empresas offshore. Procurei, mas não encontrei, o PT. Dos sete partidos, quatro querem o impedimento da Presidenta Dilma.

     

  11. Islândia não é aquele país que desafiou o mercado financeiro?
    Pode ser que eu esteja enganado, mas a Islândia não seria o país que desafiou o mercado financeiro na crise de 2008 e definiu que não iria salvar banco algum? Que coincidência aparecer o primeiro ministro de lá na lista. Não acham?

  12. Caro Nassif
    Quem vazou são os

    Caro Nassif

    Quem vazou são os mesmo que apostam na derrota das eleições do PT e não no afastamento da Dilma via golpe.

    A dona CIA. Eles manipulam os fios.

    Já deduraram Eduardo Cunha, que joga sua última jogada na queda da Dilma,  mataram o Eduardo Campos, Moro entre outros, são marionetes, e se achando que não são.

    Não interessa para a CIA, com todo arsenal de mortes que eles tem, em causar uma guerra civil, é mais caro que derrubar a Dilma e o PT.

    Saudações

  13.  Não se trata de  vazamento e
     Não se trata de  vazamento e de forma alguma de teoria de conspiração. Quem diz isso está completamente desinformado. É um escândalo de proporção  mundial que envolve polìticos e personalidades do mundo inteiro.O jornal alemão, Süddeutsche  Zeitung,  justamente por sua independência e credibilidade recebru há cerca de um ano os bancos de dados da Mossak Fonseca, que compartilhou com um pool de 400 jornalistas investigativos de todo o mundo. É o maior banco de daos existente, contém 1,6 terabytes. O Süddeutsche Zeitung, depois de investigar os  dados por um ano,comoarando com orocessos judiciais, trabalho de filigrana,   resolveu publicar em suas suas  páginas ontém, 3 de abril. Está tudo disponível aqui:
    http://www.sueddeutsche.de/Envolve desde estrelas do futebol, como também Presidentes e Premuers e  até o pai de David Cameron, Premier britânico que ajudava investidores britânicos a abrirem offshores nas Bahamas. Na Alemanha estão envolvidas firmas como a Siemens, que depois dos escândalos de corrupção no Brasil transferiu  o dinheiro sujo para as Bahamas em vez de trazer para a matriz na Alemanha. Também 28 bancos alemães, Deutsche Bamk e inclusive bancos estatais que abriam offshores pasra clientes lá. 
    É preciso olhar além do umbigo. 

  14. Puta sacanagem

      Me desculpem os palavrões, mas estes imundos jornalistas ,antes de colocarem todos os que controlam off shores no mesmo saco, cometeram uma tremenda irresponsabilidade, pois nem todos, aliás a maioria deles, não são bandidos, estes idiotas estão fazendo o jogo, estão sendo utilizados, em beneficio do Dept of Justice americano e seus correlatos europeus, tipo o BND alemão, pois uma vez que “atiram para todo os lados”, contribuem para o FBI/SEC/DofJ, e as incompetentes instancias de controle tributário, visando controlar a livre movimentação de capitais, através de um esforço de midia, um tipico trabalho de imprensa marrom.

       Claro que estes pentelhos, jornalistas investigativos cevados por seus patrões, não vão colocar as contas dos Murdochs da vida, dos Marinhos, de Silvio Abravanel, Turner, Eisner, Disney, o pessoal da Stern, até do Sudd, os Mesquista, Frias, e demais nos esquemas, ou nunca mais escreveram em algum lugar.

       Jornalismo investigativo “adquirido”, comprado, que coloca a todos como suspeitos, é papel higienico usado, querem é dinheiro, achacar, são pusilanimes, não investigativos, um bando de f.d.p., simples funcionarios, tipo procuradores que naõ entendem nada, cumpridores de ordens, que vem de cima, dos patrões.

       Planejamento tributario externo, é legal, até mesmo pela OCDE.

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