fazendeiro do ar, poema de romério rômulo

sou fazendeiro do ar,
do mar, índia, portugal,
do natal, das trevas, minas.
sou fazendeiro da noite,
um fazendeiro esquisito,
mais pra feio que bonito,
menos do bem que do mal.
claros delírios, donzelas
verdes azuis amarelas,
nascentes do meu jardim.
fazendeiro de fazendas,
mistura de pano e rendas,
de bois, jumentos e éguas.

cada passo eu piso léguas
da fazenda que há em mim.

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