Meu pedaço cavalo permanece, por Romério Rômulo

O tempo que carrego é sempre ingrato

Meu pedaço cavalo permanece

por Romério Rômulo

1.
Meu pedaço poesia me consome
Meu pedaço cavalo permanece
Ao rever cada verso o corpo cresce

Ao bater, quando a carne me faz homem.

2.
O tempo que carrego é sempre ingrato
Um pedaço cavalo que é amargo
É por tudo que sempre me destrato.

A visão vem de cada: onde eu vago.

Romério Rômulo

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