Quase afogado em mijo e merda, Jair Messias tenta escapar nadando, por Sebastião Nunes

O malfeitor da vez, como de outras vezes, é o antipresidente Jair Messias, pagando num pântano de merda os malfeitos que comete contra todos nós.

Mangroves are various kinds of trees up to medium height and shrubs that grow in saline coastal sediment habitats in the tropics and subtropics – mainly between latitudes 25° N and 25° S. The remaining mangrove forest areas of the world in 2000 was 53,190 square miles (137,760 km²) spanning 118 countries and territories.[1][2] The word is used in at least three senses: (1) most broadly to refer to the habitat and entire plant assemblage or mangal,[3][page needed] for which the terms mangrove forest biome, mangrove swamp and mangrove forest are also used, (2) to refer to all trees and large shrubs in the mangrove swamp, and (3) narrowly to refer to the mangrove family of plants, the Rhizophoraceae, or even more specifically just to mangrove trees of the genus Rhizophora. The term "mangrove" comes to English from Spanish (perhaps by way of Portuguese), and is of Caribbean origin, likely Taíno. It was earlier "mangrow" (from Portugues mangue or Spanish mangle), but this was corrupted via folk etymology influence of "grove". The mangrove biome, or mangal, is a distinct saline woodland or shrubland habitat characterized by a depositional coastal environments, where fine sediments (often with high organic content) collect in areas protected from high-energy wave action. Mangroves dominate three quarters of tropical coastlines.[4] The saline conditions tolerated by various mangrove species range from brackish water, through pure seawater (30 to 40 ppt), to water concentrated by evaporation to over twice the salinity of ocean seawater (up to 90 ppt).[4][5]

Quase afogado em mijo e merda, Jair Messias tenta escapar nadando

por Sebastião Nunes

Se você não está lembrado, refrescarei sua memória: no final do último capítulo nossos amigos imortais-mortais-imortais estavam urinando, com o maior prazer, na cara do antipresidente.

Chegando atrasado à mijação coletiva, nem por isso deixou Adão Ventura de contribuir com seu estoque de urina ácida, produzida com cachaça e torresmo de Santo Antônio do Itambé e despejada com valentia, alegria e entusiasmo nas fuças de Bolsonaro, que arfava, bufava e urrava, praguejando e cuspindo merda.

Merda metafórica? Não, merda verdadeira, pois a urina formou extenso pântano, das dimensões do Lago Paranoá, em Brasília, no qual o vento gerava ondas e correntes que fizeram aflorar cagalhões de todos os tipos e tamanhos, desde os marrom-escuros dos sofredores de prisão de ventre até os amarelo-diarreia dos cagadores compulsivos.

O cheiro era nauseabundo. Enquanto continuavam disparando jatos, nossos amigos ataram lenços aos narizes, de modo a disfarçar o fedor. Mas Jair Messias, que no pântano se desesperava em braçadas e pernadas, tentando fugir, tinha de absorver toda a carga fedorenta pelas narinas e pela boca.

Pela boca também, claro. Pois toda vez que a abria, tentando atrair um pouco mais de ar para os pulmões cansados, era obrigado a engolir pequenos troços de merda, molengas ou duros, que ali em volta sobrenadavam.

Nossos amigos Adão Ventura, Jimi Hendrix, Sancho Pança, Lobato, Sérgio, Vieira, São Pedro e Gabriel, só assuntavam. Assuntavam e mijavam. Freneticamente.

OS PALCOS DA, TALVEZ, SALVAÇÃO

Nadando e nadando, esperneando e esperneando, chegou Bolsonaro ao primeiro palco, no qual anteriormente se exibiu a carantonha grotesca do ex-presidente Donald Trump. Estava vazio. Não exatamente vazio: tinha um guarda grandalhão de olho.

Fazer o quê? Nada além de pedir ajuda, pois o corpo todo doía.

Dirigiu-se Jair Messias ao guarda gigantesco, de semblante feroz, armado até os dentes (desculpem o atroz clichê, mas é a mais transparente verdade).

No que chegou, em duras braçadas, conseguiu implorar, enquanto engolia quatro cagalhões de variado formato, cor e textura:

– Meu caro amigo, será que eu poderia entrar um pouco para descansar, pelo amor de Deus misericordioso, o pai de todos nós?

De nada adiantou a humildade do canastrão Bolsonaro, pois o gigante respondeu educadamente e em breves palavras, mas num vozeirão de dar medo:

– Sinto muito, senhor, mas esta passagem é exclusiva para aqueles cuja vida tenha sido orientada pela ética e pela decência, o que não é o seu caso. Sua entrada aqui, portanto, é expressamente proibida.

– E se eu nomear você meu ministro da economia? – aventurou-se Jair Messias.

– Aqui você não manda nada, meu caro, e não pode nomear ninguém. Desista.

– Mas e se eu…

– Desista, já disse, ou será pior.

Diante da decepção que exibiu o cara de pau, acostumado a fazer o que lhe desse na telha, nossos amigos não resistiram: caíram na risada.

Bolsonaro olhou para eles, furioso, engoliu alguns litros de mijo acompanhados de dois ou três rijos cagalhões, e nadou, vagarosamente, até o segundo palco.

     DESISTINDO DAQUI, TENTANDO ACOLÁ

O segundo palco, onde antes pontificava o próprio Jair Messias, era parecido com o primeiro. Ao lado da entrada via-se outro cara grandalhão, que poderia ser irmão gêmeo do anterior.

Sem alternativa, Bolsonaro adoçou a voz, procurando exibir humildade, mas sem deixar de engolir mijo e merda.

– Nobre e distinto guardião, como tem passado? – pronunciou pausada e até, para um troglodita, educadamente.

Não houve resposta.

Jair Messias olhou para trás, reparou na cara galhofeira dos imortais-mortais-imortais, engoliu em seco, respirou fundo e voltou à carga:

– Estimado ministro-chefe da portaria, será que, por suprema gentileza, o senhor me autorizaria a transpor a magnífica porta que está a guardar?

– Não senhor – respondeu com voz de trovão o grandalhão. – Esta porta só dá passagem a pessoas adultas e responsáveis. E não é o seu caso.

– Compreenda, caro senhor, que no Brasil posso ser-lhe muito útil. – Tentou de novo Bolsonaro. – O que posso lhe oferecer em troca da permissão?

– Nada – informou secamente o porteiro. – Fora daqui. Imediatamente!

O jeito era tentar a entrada do terceiro palco. E foi em direção a ela que Jair Messias recomeçou, penosamente, a nadar, enquanto nossos amigos riam, riam e riam.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora