Giro GGN Queimadas: A situação do Brasil em dados do Inpe

Corumbá lidera o ranking dos últimos cinco dias, com 385 focos ativos. Porém, Porto Velho apresentou um salto de 4.000% nos focos, indo de 3, no dia 27, para 123, no dia 28.

Jornal GGN – Segundo dados do Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais eis um panorama das queimadas pelo país. O Inpe fornece dados coletados por satélites e são disponibilizados diariamente. Veja as tabelas a seguir.

O mês de agosto foi muito preocupante para grande parte dos países da América do Sul. Agosto foi quando explodiram os focos de incêndio. O Brasil teve 249% mais focos, Argentina, 214%, Chile 280%, Peru apresentou 390% mais e Uruguai, 303%. Em setembro, na comparação com agosto, mesmo com poucos focos, a Guiana teve um salto de 850% mais focos, indo de 10 para 95. A Argentina recuou em 415 e o Uruguai reagiu ao perigo, com recuo de 44%.

Nos últimos cinco dias, muitas variações em número de focos. A Argentina observou um salto de 60 focos no dia 27 para 908  no dia 28, aumento de 908%. A Bolívia, de 27 para 28, teve um aumento de 551%. Já o Brasil apresentou um aumento de 11%, com 1.761 focos no dia 27 e 1.948 focos no dia 28.

Dos estados brasileiros, Pará mantém o mesmo patamar de agosto, porém preocupante ao extremo, com 10.259 focos se mantendo ativos. O Amazonas apresentou recuo de agosto para setembro depois de vários meses com aumentos expressivos.

No cômputo diário, Amazonas volta ao radar. De 27 para 28 de setembro, a região apresentou um aumento de 1.717%, indo de 6 focos para 109.

Barão de Melgaço, no Mato Grosso, é o que mais focos apresenta nesta crise ambiental. Em maio, a cidade tinha 1 foco e, em setembro, chega a 2.095.

Corumbá lidera o ranking dos últimos cinco dias, com 385 focos ativos. Porém, Porto Velho apresentou um salto de 4.000% nos focos, indo de 3, no dia 27, para 123, no dia 28.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora