Impactos do acidente no Golfo do México

Por Neves

baixo seguem avaliações do impacto dos acontecimento do Golfo do México nas atividades petroleiras.

1) Dirigente da Total diz que petróleo em águas profundas é necessário.

“Exploração de campos de petróleo em águas profundas continua a ser essencial, apesar da moratória no setor americano do Golfo do México, após o derramamento de petróleo BP”, diz Christophe de Margerie, dirigente da Total. “Se nós pararmos de produzir no Mar do Norte, os preços sobem.”

Dirigentes de outras petroleiras concordam com ele, como o presidente da Chevron, John Watson, e fazem as mesmas advertências contra proibições em águas profundas.

“Tudo isso significa cuidados extras, com potencial de custos adicionais … e isso pode significar pequenos atrasos, antes que novos projetos sejam anunciados”, disse de Magerie. “Isso só pode ter impacto negativo sobre os preços do petróleo” e impulsioná-los mais. O preço do petróleo poderia facilmente voltar aos US$ 90 por barril no final do ano, com o desastre do poço da BP, também houve redução de investimentos na busca de novos campos.

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2) Agência Internacional de Energia adverte para grande queda do fluxo com proibição da perfuração.

Em decorrência da catástrofe do Golfo do México, a Agência Internacional de Energia (AIE) estima que uma moratória global em novas perfurações, nas regiões offshore, poderia cortar, potencialmente, a produção mundial de 800 a 900 mil barris por dia até 2015.

A AIE está confiante na sua estimativa de que de 100 a 300 mil bpd poderiam ser perdidos se os novos projetos no Golfo do México for adiado por um ou dois anos, até 2015, disse o diretor executivo da AIE, Nobuo Tanaka.

“Se o mesmo atraso de um ou dois anos ocorrer no mundo, para a perfuração offshore global de novos projetos, se isso acontecer, calcula-se cerca de 800 a 900 mil barris diários”, continuou Tanaka.

“Se um milhão de barris/dia é retirado do mercado, isso é significativo. Pode ter enorme impacto a médio e longo prazo. Prêmios de seguro estão em alta, muitos países estão revendo os regulamentos e tentando descobrir se podem ter problemas semelhantes em suas operações”.

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