Invasão de terras protegidas da Amazônia Legal aumentou 56% no governo Bolsonaro

Os hectares incluem unidades de proteção ambiental, conservação e terras indígenas, que foram invadidas e desmatadas por grileiros

Retirada de madeira ilegal na Terra Indígena Karipuna, registrada em 2019 - Foto: Chico Bata/Todos os Olhos na Amazônia

Jornal GGN – A ocupação irregular de áreas protegidas da Amazônia aumentou 56% nos dois primeiros anos do governo de Jair Bolsonaro. A informação é do Instituto Socioambiental (ISA).

Até o final do ano passado, uma área de 10,6 milhões de hectares da Amazônia Legal estavam ocupadas de forma irregular, o que se compara a uma extensão de todo o estado de Pernambuco.

Os hectares incluem unidades de proteção ambiental, conservação e terras indígenas, que foram invadidas e desmatadas por ação de grileiros. Além de usar as terras para a venda, também exploram os seus recursos.

Essa prática aumentou 274% entre 2018 e 2020, em áreas de uso sustentável, 54% em unidades de conservação federal de proteção integral, 46% em zonas de proteção ambiental e 31% em terras indígenas, segundo o Instituto Socioambiental (ISA).

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