O covarde zagueiro e a coruja indefesa

Por DiAfonso [editor-geral do Terra Brasilis

Poderia inciar este comentário vociferando impropérios contra o tal do Luís Moreno, mas não seria razoável. Poderia, também, considerar o momento de desequilíbrio de um jogador submetido a uma acirrada disputa  e sua fraqueza diante de alguma adversidade em plena partida de futebol. Afinal, somos humanos e fraquejamos sem razão aparente. Poderia dizer mais coisas, alegar motivos mil, argumentar com outras tantas palavras que viessem a minimizar ou demonizar a atitude do homo sapiens devidamente uniformizado com as cores de um time que paga seu salário.

Entretanto, o que me chega aos olhos é tão cruel e tão covarde que, em  silêncio, apago o homem cuja cabeça se encontra nos dedos encobertos pela chuteira e enquadro o meu campo de visão na figura indefesa de uma ave que nada entende de bola rolando, de gols, de torcida e… da insensatez humana.

Irmã coruja, peço-lhe perdão pela covardia de que foi vítima.

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