Evaldo Gouveia, um trovador dos velhos tempos que não voltam mais

Faz tempo que quero homenagear meu conterrâneo EVALDO GOUVEIA. Já havia começado vários esboços, porém sua vida artística  é tão longa e profícua que desisti de escrever, fazendo-lhe homenagem através do próprio, narrando sua trajetória de vida e de arte no Programa História da Música – TV Ceará – Ulysses Gaspar.

Trago ainda gravações de EU E TU, com o próprio Evaldo; TUDO DE MIM, na interpretação de Os Rouxinóis; BLOCO DA SOLIDÃO, pelo saudoso Jair Rodrigues e O TROVADOR, pelo Coral do Estado do Ceará.

Ao Evaldo Gouveia a nossa simples homenagem e votos de que permaneça cantando por muitos e muitos anos, para alegria de todos os seus incontáveis fãs.

luciano

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18 comentários

  1. Ah Luciano, isso nãumm se faz

    Ah Luciano, isso nãumm se faz 🙂

    Trouxe-me as melhores lembranças da minha infância…EVALDO GOVEIA na melhor “INTERPRETAÇÃO”. A voz maviosa de MINHA MÃE.  

    Essa lembrança não tem preço.

    Bjs.

  2. Quem melhor interpretou o

    Quem melhor interpretou o Evaldo Gouveia foi o Altemar Dutra.

    De vez em quando ouço uma coletânia do Altemar Dutra, só com músicas do Evaldo Gouveia.

    Vixi ! Dá uma saudadezinha gostosa do passado, e da lembraça das antigas namoradas. Ainda bem que minha mulher não lê o blog, senão a velhinha me deixa de castigo, eh,eh,eh.

  3. A respeito de Evaldo Gouveia

    Evaldo foi um colega da noite paulistana. Eu cantava em várias casas de shows, hotéis, “night clubs” e ele também. Muitas vezes, coincidia de estarmos na mesma noite, nos apresentando. Eu era “crooner” de orquestra e ele, uma atração. Ele e o seu violão. Algumas vezes, me pedia para fazer um “back vocal” para ele e eu sempre recusava, dizendo que não era uma cantora “back” e sim uma solista. Ele resmungava, eu resmungava… Depois, ríamos dessas bobagens todas e jantávamos juntos, saíamos juntos para outras casas noturnas, encontrávamos com os colegas músicos e formávamos uma boa turma.Quando tinha tempo, ía me ver cantando na Baiúca Jardins ou no Hotel Maksoud Plaza (na época do 150 Night Club e do bar Triannon) 

    O último lugar em que coincidiu de trabalharmos na mesma noite, foi num  bar, chamado “Vinte Miglias”. Quando anunciei o meu casamento e me despedi da noite paulistana – decidi viver na Europa – ele chorou. Me telefonou, emocionado e disse muitas coisas lindas, que só um grande amigo poderia dizer. Casei e mudei. Ele, voltou para o Rio de Janeiro, pois sua família estava lá. Anos depois, soube de sua partida. Senti muito. Muito mesmo!

     

  4. Tô cheirando a tinta!

    Eita, um tipo desses so poderia ter feito boa musica. Não sabia que Evaldo Gouveia era seu conterrâneo, Luciano. Terra boa da peste!  Deu vontade de fazer uma tertulia uma hora dessas aqui. E o senhor, ta me devendo uma volta pelo salão, seu Lulu (não esqueci a traição com a Lourdes 🙂 

  5. Uma lembrança deliciosa

    Uma lembrança deliciosa Luciano

    OBRIGADA. 😉

    Pensei que a tinha perdido…no tempo. Aflorou todinha ahahah “Genaro, meu bem!” ahahahah

    Bjs.

  6. + comentários

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