Itaú Unibanco lucra R$ 5,733 bilhões no primeiro trimestre

Jornal GGN – O Itaú Unibanco encerrou o primeiro trimestre com um lucro líquido de R$ 5,733 bilhões, o que corresponde a um aumento de 29,74% em relação ao visto em igual período de 2014. Em bases recorrentes, o lucro contabilizado chegou a R$ 5,808 bilhões.

“O crescimento do resultado no primeiro trimestre de 2015 em relação ao trimestre anterior deve-se ao crescimento de 5% de nosso produto bancário, decorrente, principalmente, do crescimento em nossa margem financeira gerencial, que foi parcialmente compensado por maiores despesas com provisões para crédito de liquidação duvidosa e por menores receitas de recuperação de crédito de liquidação duvidosa (que costumam ser sazonalmente menores nesse trimestre)”, diz a instituição, em relatório divulgado ao mercado. “Contribuíram também para esse crescimento, menores despesas não decorrentes de juros e sinistros, com reduções de 2,3% e 25,9%, respectivamente”.

A margem financeira gerencial totalizou R$ 15,963 bilhões no primeiro trimestre de 2015, com crescimento de R$ 1,258 bilhão ante o quarto trimestre de 2014, explicado pelo aumento de R$ 405 milhões de nossa margem financeira com clientes, apesar da menor quantidade de dias corridos no trimestre, entre outros fatores, totalizando R$ 14,092 bilhões e pelo aumento de margem com o mercado em R$ 853 milhões, que totalizou R$ 1,871 bilhão. Na comparação com o mesmo período de 2014, houve um aumento de R$ 3,475 bilhões na margem financeira gerencial.

O estoque de financiamentos do banco fechou março em R$ 543,394 bilhões, um aumento de 13,2% em 12 meses, com destaque para as linhas consignado e imobiliário, com altas de 81% e 19,6%, respectivamente.

Ao final do primeiro trimestre de 2015, a carteira de crédito total (incluindo operações de avais, fianças e títulos privados) alcançou o saldo de R$ 578,596 bilhões, com aumentos de 3,4% em relação ao quarto trimestre de 2014 e de 13,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Desconsiderando-se o efeito da variação cambial, a carteira de crédito teria reduzido 0,6% no trimestre e crescido 6,3% no período de 12 meses.

No segmento de pessoas físicas, destacaram-se crescimentos nas carteiras de crédito de menor risco: consignado, com evoluções de 10,1% no trimestre e 81% no período de 12 meses, e imobiliário, com evoluções de 4,5% e 19,6%, respectivamente, enquanto a carteira de veículos, reduziu-se em 9% no trimestre e 29,0% em 12 meses.

O segmento de pessoas jurídicas, excluindo-se os títulos privados, apresentou um crescimento de 3,1% no trimestre e 10,7% no período de 12 meses. A carteira de grandes empresas cresceu 3,7% em relação ao trimestre anterior e 14,5% nos últimos 12 meses, enquanto a carteira de micro, pequenas e médias empresas cresceu 1,6% no primeiro trimestre de 2015 e 1,9% em 12 meses.

A expansão do crédito veio acompanhada da 11ª queda consecutiva da inadimplência medida pelo saldo de operações vencidas com mais de 90 dias, a 3%. No fim de dezembro, esse indicador tinha sido de 3,1%, enquanto no primeiro trimestre de 2014, o índice fora de 3,5%. As despesas com provisões para perdas esperadas com calotes somaram R$ 5,515 bilhões no período, altas de 19,5% e de 29,7% nas bases sequencial e anual, nesta ordem.

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