A mídia e a síndrome da irrelevância

Por Alexandre

Mudando um pouco de assunto, mas nem tanto:

Jornal do Comércio-PE – Talvez o governo Lula falhe também na comunicação do que ele está fazendo nessas áreas (Ciência e Tecnologia e Educação).

SÉRGIO REZENDE – Pode ser. Mas deixa eu contar algo que mostra que é mais do que isso. Na última terça-feira (dia 03), eu e o ministro Fernando Haddad (Educação) convocamos uma coletiva para anunciar o resultado da Olimpíada Brasileira de Matemática na Escola Pública. Foram 18 milhões de estudantes, de 40 mil escolas públicas e de 98% dos municípios do Brasil. É a maior olimpíada de ciência do mundo. Pois bem, não tinha um grande jornal lá. É uma olimpíada feita só para escola pública, os três mil premiados recebem bolsa do CNPq e assistência de 200 censos do Brasil para continuar estudando matemática, então é uma coisa interessantíssima que está ocorrendo na escola pública e o que saiu no dia seguinte nos jornais? Nada, isso não existe! Não é fácil comunicar determinadas áreas. A cultura e educação não são valorizados no Brasil.

A pergunta que eu faço é:

Faltou o presidente na apresentação para ela atrair a grande imprensa?

Detalhe:

Eu só fiquei sabendo que o Brasil agora tem uma fazenda marinha, pq o presidente foi lá para inaugurar?

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23 comentários

  1. A bem da verdade, e como
    A bem da verdade, e como crítica construtiva à indignação do Sr. Ministro, o site do CNPq deu pouquíssimo espaço ao assunto, assim como o site do próprio MCT. E o site do programa (http://www.obmep.org.br/) carece de certa transparência (ah, o velho tema…). Por exemplo, ao acessar os resultados, não é possível saber as notas dos alunos. De forma que não é possível saber, por exemplo, se as notas vêm melhorando ao longo das edições do prêmio.
    Não é surpresa a pouca mídia que a C&T nacional recebe. Falta substância.
    []´s

  2. Enquanto Lula fica fazendo
    Enquanto Lula fica fazendo campanha (ilegal) para Dilma em inalgurações de fachadas, obras que nem foram licitadas ou projetos nem mesmo finalizados, medidas significantes e bem vindas como essas são abandonadas.

    Interessante que com toda essa briga de Lula com a midía, esta nunca deixou de lhe dar palanque e palavra (mesmo as mais absurdas) em quais quer de seus atos.

    Nunca o mais “neocon” dos jornais da TV mostrou de forma critica ou no minimo severa os “comicios” de inalgurações do ar para a ministra Dilma.

    Lula está em seu ambiente, o palanque e a campanha. Nunca vai abandona-lo.

    Enquanto isso a oposição se acanha covardemente. Não ouvindo os conselhos de FHC, que bateu Lula 2 vezes, preferindo o conflito interno e a divisão ao invéz de propor medidas e projetos para o futuro do Brasil.

    Como diria Julio César sobre Pompeu na batalha de Farsália: “Hoje a vitória teria ido para nossos oponentes se eles tivessem alguém com a coragem de vencer”.

  3. O governo deveria investir
    O governo deveria investir mais na comunicação via sites oficiais, livrando-se da dependência das empresas privadas de comunicação. A estas só interessam banalidades. Assuntos mais profundos, depende de quem for governo: se amigo, presidente que solta dinheiro público a rodo, como fez FHC e esperam eleger Serra com o mesmo objetivo, ou se o presidente não é amigo. Amigo dos grandes grupos, diga-se.

    Além do mais, é sabido que jornalista brasileiro, em sua maioria, é extremamente ignorante. O cara não tem pós, não freqüenta cursos de especialização, não vai a congressos, seminários ou palestras sem ser a serviço, lê muitiíssimo pouco livros, quando os lê, não viaja com a mente aberta ao novo e ao diferente. Jornalista brasileiro acha que se faz na “escola do jornalismo”, coisa mais do que falsa, pois é o mesmo que o cachorro mordendo o rabo. Jornalista se “aculturando” lendo apenas outro jornalista como ele.

    Jornalista só lê, em geral, seus concorrentes diretos. Nada mais de aprofundar um mísero conhecimento.

    Então, Ciência, Educação e Cultura não têm valor para essa categoria, a não ser que seja para exaltar o presidente amigo ou para defenestrar o inimigo. A coisa complica se o inimigo está fazendo coisas excelentes na área. Aí, é ficar quietinho.

    Viva a internet, a libertadora!

  4. Todos sabem como funciona a
    Todos sabem como funciona a midiazinhona. Trabalhava no Estadão na época em que Erundina era a prefeita. Augusto Nunes era o chefão. A ordem era: só falar de Erundina se for para meter o pau, alguma coisa ruim. Notícia boa sobre alguma ação desenvolvida pela prefeita era terminantemente proibida. Portanto, novidade nenhuma nessa história. Nada mudou de 1991 para agora… talvez só tenha piorado. Pensando bem, talvez agora tenha até melhorado, pois sabemos exatamente qual é a posição de cada um desses jornalões e revistões.

  5. Liquidificador
    Liquidificador Markun

    Lillian Witte Fibe deixa “Roda Viva” por divergências com direção da TV Cultura

    Redação Portal IMPRENSA

    À frente do “Roda Viva” desde 9 de junho de 2008, a jornalista Lillian Witte Fibe vai deixar a atração da TV Cultura. Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo no último domingo (15), ela informou que tomou a decisão por estar insatisfeita com a direção do programa.
    Segundo Lillian, mudanças combinadas por ela com Paulo Markun, diretor-presidente da Fundação Padre Anchieta, não ocorreram. “Tínhamos combinado que melhoraríamos o quadro de entrevistados. Aquela cadeira é muito especial e não podemos banalizá-la com personagens sem muita relevância para o telespectador”, declarou.

    Questionada sobre uma suposta restrição editorial do governo do Estado – que sustenta parte do orçamento da TV – a jornalista afirmou que se houve, não foi informada. “Acho que foi falha da direção do programa mesmo. O cardápio tem de ser variado e tivemos excelentes entrevistas, com Fernando Meirelles, Wagner Moura, a diretora da BBC, Jana Bennett, a Maurren Maggi… Mas, para uma época de depressão mundial, mal abordamos economia”, disse.

    Ela teria, de acordo com o Estadão, sugerido várias entrevistas que não foram acatadas, como “o Mantega (ministro da Fazenda), o Sarkozy (presidente da França), que estava aí dando a maior sopa, a Ingrid Betancourt (ex-refém das Farc). Não quero ter poder de decisão, mas sinto que a direção não gostou das minhas sugestões”.

    A assessoria da TV Cultura informou que só irá se pronunciar após a reunião que Lillian terá com Markun, na tarde desta segunda-feira (16), mas que ainda não há nada definido.

  6. O PIG, que sei lá porque é
    O PIG, que sei lá porque é chamada de “GRANDE” imprensa, as mais das vezes, (ponderação pra não perder a pose socrática que caracteriza esta ave), não se interessa por nada que confira qualidade ao Governo, neste momento, nem muito menos à cultura…

    Enquanto isto, BBBs da vida, plásticas & fuxicos de fundo de quintal, seguem turvando a mente dos seus leitores & eleitores…

    “Povo confuso, sempre será vencido!!!”

    Saudações a todos O/

  7. Nassif, raramente consigo
    Nassif, raramente consigo acessar ao seu Blog, trava o computador, páginas que demoram uma eternidade para abrir, etc…

    Hoje, por sorte, consegui abrir um dos posts, e ao responder, já travou tudo, e passado um tempinho, vejo que não “entrou” o comentário ainda…

    Peninha!! Será por quê ???

    Saudações Blogueiras O/
    P.S. Perdoe pelos possíveis erros, mas não dá pra reeditar o texto, rsss…

  8. Nassif.

    Outro ” Em primeira
    Nassif.

    Outro ” Em primeira mão ” do Noblat.

    Paula: “Pode ser que eu tenha perdido os bebês antes”

    Na última segunda-feira dia 9, poucas horas depois de ter sido supostamente agredida por três neonazistas em um lugar ermo perto de uma das estações de trem de Dubendorf, cidade a três quilômetros de distância de Zurique, a advogada Paula Oliveira, 26 anos, foi informada por médicos e policiais que a atenderam que não estava grávida como dizia. E que, portanto, não poderia ter abortado filhas gêmeas em um banheiro da estação como ela insistia em afirmar.

    Foi a própria Paula que confidenciou o fato a um amigo suíço na quarta-feira dia 11. Na ocasião, ela admitiu: “Pode ser que eu tenha perdido os bebês antes. Eu tenho lúpus, e a doença torna difícil qualquer gravidez”. O amigo perguntou: “Mas você não sentiu nada? Não teve nenhum sinal de que possa ter abortado antes”? Paula respondeu que não. Na sexta-feira dia 13, Walter Bar, diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, foi taxativo: Paula não estava grávida no dia da suposta agressão.

    Leiam mais clicando AQUI

  9. Quem pretende ficar bem
    Quem pretende ficar bem informado através da grande imprensa e da grande mídia, perde seu tempo; eles só informam o quê, e da forma quê, querem que saibamos. Como já disse o jornalista Paulo Henrique Amorim, jogue o PIG no lixo.

  10. Sem medo de errar, é possível
    Sem medo de errar, é possível apostar que na mídia nacional é crível contar nos dedos das mãos os jornalistas que sabem o que significa ciência. Portanto, é compreensível que não se publique nada sobre o desenvolvimento científico. Ninguém fala sobre o que ignora. Se o Brasil tivesse há séculos doutores ou um ensino de graduação capaz de transmitir conhecimentos sobre ciências, ou ainda, fosse cercado por países desenvolvidos, poderíamos esperar dos profissionais da mídia, tupiniquim, reportagens mais elaboradas e construtivas. No estágio intelectual e profissional em que nos encontramos é uma dádiva termos uma reportagem com o ministro das Ciências, embora pouquíssimos tenham lido. O país da aristocracia escravocrata e liberal não pode comportar a Ciência. Seria o mesmo que exigir da Fé um apoio irrestrito ao conhecimento científico. E, viva a… Imortal, eterna e salvadora… Liberalismo sem fé e caridade não é liberdade, segundo o pensamento dos nossos aristocratas e liberais. É o Brasil e a Mídia Nacional liberal e liberalizante, salvadora e eterna.

  11. Em última tentativa:

    O PIG,
    Em última tentativa:

    O PIG, que sei lá porque é chamada de “GRANDE” imprensa, as mais das vezes, (ponderação pra não perder a pose socrática que caracteriza esta ave), não se interessa por nada que confira qualidade ao Governo, neste momento, nem muito menos à cultura…

    Enquanto isto, BBBs da vida, plásticas & fuxicos de fundo de quintal, seguem turvando a mente dos seus leitores & eleitores…

    “Povo confuso, sempre será vencido!!!”

    Saudações a todos O/

  12. COMO O OUTRO POST SOBRE
    COMO O OUTRO POST SOBRE EDUCAÇÃO JÁ ENTROU PARA A HISTÓRIA E CONFIRMA O QUE SE DIZ ACIMA, DA FALTA DE INTERESSE PELA EDUCAÇÃO, VOU COLOCAR AQUI OS MEUS COMENTÁRIOS. É UM POUCO LONGO E TALVEZ NINGUÉM LEIA, MAS JÁ QUE ESCREVI MESMO, LÁ VAI:

    Nassif disse: “(…) o desastre que seria e da Secretaria da Educação jamais ter atacado a base desse desastre, que é a preparação dos professores.”

    O pior de tudo é que a Secretaria da Educação tem, sim, investido em capacitação de professores. Da época da Sra. Neubauer até hoje milhões – quiçá bilhão – foram colocados em ações atualização de professores. Sejam em atividades presenciais centralizadas (realizadas pela própria Secretaria em algum hotel, por exemplo), atividades descentralizadas (feitas pelas regionais da educação) e até mesmo em grandes e abrangentes ações à distância. Neste último quesito o investimento (ou seria gasto?) foi milionário. Portanto, a questão é pior ainda, caros senhores, o gasto de fortunas durante Neubauer e Chalita não reverteram em nada de melhoria da qualidade do ensino. Isso é gravíssimo pois mostra que há algum erro na estratégia de investimento.

    Nassif diz: “(…) a decadência do ensino paulista – e brasileiro – começou com a proposta da educação continuada.”

    Primeiro é preciso corrigir, não é educação continuada, mas, sim, progressão continuada. Aqui precisamos levar em conta algumas coisas, entre elas é que o sistema educacional sempre puniu as crianças pela péssima educação praticada. Se as crianças vão mal não é o sistema que é ruim, é a criança e então, puna-a com a reprovação.

    Todos sabemos que as crianças entram em situação desigual na escola, muito em função dos problemas e carências familiares. Em grande parte dos casos seus pais não têm qualquer tipo de educação formal e elas são as primeiras da família a entrarem e se manterem em uma escola. Para essa família qualquer educação que seus filhos recebam é boa, pois eles não têm como avaliar se a educação dada pela escola pública é boa ou ruim. Sempre que é feita uma pesquisa com pais de alunos os resultados são sempre satisfatórios quanto à educação fornecida pelo Estado.

    Portanto, a progressão continuada é uma boa política sim. Se ela tira o poder do professor para punir o aluno, isso é uma outra questão e mostra que a educação não consegue ser outra coisa que um sistema punitivo, afunilado. Isso é um problema para os grandes especialistas e teóricos que não conseguem formular nada melhor que punir o aluno para obrigá-lo a dedicar-se ao ensino. Isso se agrava mais quando a própria família já não tem como punir seus filhos para que eles façam “a coisa certa”. Por isso é bem engraçado ver essa porra de querer forçar a escola a punir enquanto a própria família não consegue fazer isso. No meu tempo a professora me agredia quando eu fazia algo fora dos padrões de disciplina. Reguadas, puxões de cabelo, castigos variados eram aplicados. Será que é isso que se quer de volta?

    Outra coisa importante de se levar em conta é a questão da decadência do ensino. Engraçado não é, a classe média saiu da escola, deixou que esta fosse agora dos pobres e acha que estes iriam receber do estado uma educação como a que ela recebia? Na época em que eu estudava quem dava aulas eram pessoas da classe média, mulheres de advogados, de outros professores, de dentistas, de vereadores, de médicos… hoje quem dá aula para os pobres são os próprios pobres. Pessoas simples que se formaram com grande luta, na maior parte das vezes engrossando os cofres de instituições privadas de ensino que não se preocuparam com qualidade, graças à conivência com o poder público (daí a importância destes Conselhos Estaduais ou Federal de Educação que são mais representações com vistas ao negócio e não quanto às questões educacionais propriamente dita.

    Nassif diz: “O Estado perdia muito com os repetentes, por isso os diretores e professores teriam que fazer de tudo para evitar a repetência.”

    Essa questão de que o Estado “perdia muito com os repetentes” não tem o menor sentido. Não é essa questão não, isso é uma simplificação. Todas as ações das décadas anteriores, em todos os países da América Latina na área da educação eram voltadas para a cobertura universal, a qualquer preço, da oferta de educação fundamental. O Banco Mundial colocou no Brasil empréstimos de bilhões. Havia recursos específicos para o Nordeste do país, Minas tinha seu empréstimo específico, São Paulo, Paraná e muitos outros Estados. Todo esse dinheiro foi, fundamentalmente, para construção escolar e um pedacinho menor para ações de capacitação de professores, avaliações e equipamentos e materiais pedagógicos. O Banco Mundial fez com que todos os países colocassem na sua agenda a universalização, a qualquer custo. E isso foi feito. Vejam a abrangência do Ensino Fundamental no Brasil (e na maior parte dos outros países latinoamericanos.

    Foram construídas milhares de escolas. São Paulo tem prédios em excesso tanto que vive fechando escolas por falta de alunos na região. Em alguns casos a população do lugar envelhece e não precisa mais da escola como a conhecemos. Isso acontece muito em certos conjuntos habitacionais (há casos assim em Barueri, Carapicuíba, onde em certa época era necessário, exagerando, criar uma escola por mês para dar conta de tanta gente que era “removida para os conjuntos populares tipo BNH). Hoje em muitos lugares destes as escolas estão ociosas.
    Bom, então, não era mais necessário reprovar os alunos para garantir vagas para aqueles que “queriam realmente estudar”. Com a construção de escolas a rodo (acredito que só o Estado de São Paulo tenha hoje capacidade instalada para uns 7,5 milhões de alunos e não tem mais que 5,5 milhões matriculados).

    Agora era preciso sim enfiar todo mundo na escola. Era uma exigência constitucional (1988) e também obrigação para justificar a construção de tantas escolas.

    Nunca se fez muito com relação à qualidade do ensino oferecido, em especial porque é muito mais fácil construir e equipar escolas, comprar equipamentos e materiais, do que preparar melhor os professores. Além do mais, nunca houve uma ação conjunta do ensino básico com o superior, para ver que profissionais o sistema educacional público, com suas pretensões universalizantes precisava. As faculdades privadas deitaram e rolaram com a necessidade de professores com formação universitária e as públicas continuaram com sua política elitista de só servirem às classes médias e alta. Hoje esta mesma universidade, com seu nariz de classe empinado olha os professores pobres, que se formaram por esforço (e que esforço) própria, entrando nas porcarias de cursos que lhes eram oferecidos, verdadeiros caça níqueis. Estão ai, como no texto aqui colocado mesmo fala: as uninoves, as unipes, as anhangueras da vida.

    Para se adequar à nova legislação a Secretaria de Estado simplesmente criou “uma faculdade própria de pedagogia” para fazer com que seus professores tivessem, em tempo recorde, seu diploma universitário. Cerca de 10 mil professores da Rede Estadual receberam seus diplomas universitários através desta ação da própria Secretaria. Estes mestres tinham apenas curso normal até aquele momento.

    (PODERIA CONTINUAR, MAS NEM SEI SE HÁ ALGUM INTERESSE POR ESSAS COISAS)

  13. Nassif,

    Não foi esse
    Nassif,

    Não foi esse Ministério (Ciência e Tecnologia) que teve 18% de suas verbas cortadas no orçamento p/2009?

    Talvez a verba para divulgação esteja inclusa nos 18% mencionados…
    Juro que não entendo certas coisas.

    Soledad

  14. Oi, Neander
    Pelo menos uma
    Oi, Neander
    Pelo menos uma leitora aqui está muito interessada no que você disse (embora nao concorde com tudo) e no que poderia continuar dizendo. Você é da Comunidade? Se é, venha nos “visitar” no tópico “Todos pela Educação” (que, avanço, nao é de elogio ao movimento de mesmo nome, mas predominatemente de crítica). Se nao é, por que nao entra? Precisamos de mais pessoas interessadas em Educação.
    Um abraço
    AnaLú, a Anarquista Lúcida

  15. Já fui assinante da Veja, FSP
    Já fui assinante da Veja, FSP e Estadão. Depois, passei apenas a ver uma ou outra de suas manchetes em bancas de revistas. Hoje, e para o bem da minha saúde, não perco mais tempo com essa maléfica grande prensa

  16. Por favor Neander, continue
    Por favor Neander, continue porque o assunto me interessa e muito, haja vista que os alunos da progressão continuada estão chegando hoje nas faculdades e universidades deste país. O seu argumento é forte, mas gostaria de saber o restante dele.

    Abraços e PAZ

    Lúcio

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