A suspensão de Twitter do governador da Bahia

Por Jura

Se a moda pega…

Procurador pede suspensão de Twitter do governador da Bahia

Da Redação

O governador da Bahia, Jaques Wagner, foi acionado pelo procurador regional eleitoral na Bahia, Sidnei Madruga, que requereu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) a suspensão por 24 horas do Twitter do governador. Madruga acusa Wagner de antecipar a propaganda eleitoral pelo microblog. No requerimento, o procurado exige até R$ 25 mil como multa à suposta propaganda eleitoral.

A página é mantida por jornalistas da assessoria de imprensa do governador e divulgou apoio de prefeitos à candidatura de reeleição de Wagner, além de inaugurações de obras e agendas de governo.

O jornalista Ernesto Marques, assessor de imprensa responsável pelo microblog do governo, garante que não há nenhum problema com o perfil e que a página continuará sendo atualizada, até que se conheça a decisão judicial.

A denúncia partiu de representantes do PMDB no TRE, pela postagem “Prefeito de Alagoinhas declara em praça pública apoio ao governador Jaques Wagner”.

O jornalista que mantém a página nega que ela seja usada para propaganda eleitoral. “Não sou marqueteiro, sou assessor de imprensa. O Twitter da assessoria tem que divulgar o que o governador está fazendo”.

Apesar de negar intenções publicitárias, o jornalista admitiu que a postagem questionada foge ao critério de divulgar apenas as ações do governo. “Esse foi o único caso a que, talvez, se poderia dar outra conotação. Depois dessa polêmica, nós redobramos o cuidado”, afirmou. Após as denúncias, a aparência da página foi alterada. No lugar dos símbolos do governo, apenas um fundo vermelho e a foto do governador.

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O procurador regional eleitoral alega que o governador Jaques Wagner, “notório pré-candidato à reeleição, agiu de forma deliberada no sentido de associar as ações políticas do governo ao seu nome e à sua imagem, com nítidos objetivos eleitorais”.

A propaganda eleitoral só será liberada a partir de 5 de julho deste ano, segundo determina o artigo 36 da Lei nº 9.504/97.

As informações são do jornal A Tarde

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