Ednardo vai processar organizadores dos atos pro-Sérgio Moro por uso indevido de Pavão Mysterioso

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Por Inácio França I Marco Zero Conteúdo

O cantor e compositor Ednardo, autor da música Pavão Mysteriozo, perdeu a paciência com os organizadores das manifestações em defesa de Sérgio Moro. Após saber que a gravação original, com a sua voz, foi tocada nos trios elétricos nesse domingo, dia 30, no Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre, o músico cearense decidiu processar os responsáveis pelas contratações dos caminhões de som e convocação dos atos de rua bolsonaristas.

A música é uma referência à conta fake de Twitter que, logo após o começo da Vaza Jato, foi usada para divulgar boatos e notícias falsas contra o jornalista Glenn Greenwald e seu marido, o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ). A conta com o nome da canção foi deletada logo após a disseminação do boato, mas a família Bolsonaro e o apresentador Ratinho ajudaram a espalhar a fake news.

Logo depois da manifestação de domingo na praia de Boa Viagem, a equipe da Marco Zero procurou Ednardo, que não escondeu sua irritação: “Fiz esta música no tempo da ditadura militar, e seus versos caem como luva crítica contra este atual desgoverno. Será que os caras não perceberam que ao insistir na sua utilização indevida numa manifestação grotesca, estão dando um tiro nos seus próprios pés?”, questionou o compositor. 

Inicialmente, Ednardo disse que não pretendia tomar nenhuma medida judicial, pois estava passando muitas horas em estúdio, gravando seu próximo álbum: “Já me pronunciei publicamente contrário à utilização da música de minha autoria nestas manifestações pró-coisa ruim. Mas não posso impedir que as pessoas cantem. Aliás, os caras são tapados mesmo, sequer prestam atenção na letra!”

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