Metendo a mão em cumbuca, por Gustavo Gollo

Quase 2 meses atrás, fomos aterrorizados e convencidos a nos confinar. Enganaram-nos, deixando que acreditássemos que o confinamento duraria uns 15 dias, ou pouco mais, quando planejavam confinar-nos por mais de 1 ano.

Agora, chegamos às portas do inverno ─ época das doenças respiratórias e do maior número de óbitos ─, com baixa imunidade devido à falta de contato com outras pessoas e com o mundo, e ao stress, sem vitamina D e sedentários em decorrência do confinamento que já nos enlouqueceu o suficiente para que não o toleremos mais.

Caímos em uma arapuca!

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