\\\” Será o Benedito, oops! O MESSIAS\\\”

Um resultado de exame médico por si só já é confidencial cabendo apenas ao examinado abrir aquele papelzinho que vem lacrado e, no caso de internamento, à equipe médica. Creio que o paciente Jair Messias Bolsonaro tenha sido atendido no sistema de saúde, devido a possibilidade de contaminação pelo Coronavírus (haja vista os antecedentes da viagem), com todos os cuidados e dentro de todos os requisitos previstos pelo Ministério da Saúde e dentro das normas do HFA quanto à coleta, análise e divulgação do resultado (que só cabe a ele e a seu médico) e, com todo cuidado e privacidade a que teria direito um Presidente da República.

Sou testemunha do criterioso atendimento prestado pelo HFA, a não ser que tenha mudado de 1988 para cá e, neste caso a mudança certamente teria sido para melhorar seus processos. O sistema de controle de atendimento nos hospitais militares não aceita pseudônimos que não os previstos em leis e regulamentos internos como posto/graduação/nome da autoridade, seguidos do número de controle. São rígidos e criteriosos processos de controle o que, provavelmente, não permitiria falhas no curso destes processos.

Por outro lado, não podemos perder de vista as notícias que brotam do DNA do Messias como aquelas noticiadas a partir do Ministério Público de que ele teria feito gestão indevida junto ao Exército para a extinção de portarias de controle e rastreabilidade de armas no país. Vá saber…

Quanto ao imbróglio coronavírus/exames/justiça, em que pese o resultado de determinado exame de saúde só interesse ao examinado e a seu médico não podemos esquecer de que dependendo da situação, cabe à justiça determinar que seja dado a luz aos fatos, vide os testes de DNA que viraram rotina na vida do ser humano, por exemplo.

 

 

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