Considerações sobre o episódio William Waack, por Luis Nassif

No GGN e no Facebook meu artigo sobre William Waack bombou de críticas pesadas. Consideram que coloquei o coleguismo acima do fato, que todo mundo está falando do racismo, logo não teria motivo para apresentar outros ângulos da sua personalidade.

Tenho dentro de mim um anjo (seria diabo?) provocador, que detesta até o fundo da alma os movimentos de manada, os linchamentos seja contra quem for.

Em um exercício de autoanálise, vou tentar entender porque ajo assim, em vez de embarcar nas asas da unanimidade.

Antecipadamente, explico que não tenho nenhuma relação pessoal com Waack, com quem cruzei uma ou duas vezes em eventos, limitando-nos a meros cumprimentos. Nossa última conversa foi justamente aquela narrada no artigo, lá pela segunda metade dos anos 80.

Também não aprecio seu radicalismo no exercício do jornalismo. Um intelectual pode ser radical na defesa de suas ideias, não o jornalista, a quem cabe levar informações amplas ao seu público.

A primeira razão para fazer o contraponto é romper com o quadro de informação monofásico. Se todos batem no racismo de Waack, qual a contribuição para as informações do exercício de repisar o mesmo tema? Apenas mostrar que sou mais um dos muitos indignados com o racismo.

Daí a iniciativa de mostrar ângulos positivos de sua personalidade, que eu mesmo testemunhei. Se a unanimidade fosse em relação à louvação, a novidade seria apresentar o contraponto negativo. Tudo pela ampliação das informações, não pela redundância.

A segunda razão é o respeito pelo sujeito caído. Quando fui alvo da mais incessante campanha de difamação já ocorrida na Internet, alimentada por blogueiros da Veja, em um período em que havia pouco contraponto e que a Veja infundia medo – porque Roberto Civita autorizou seus jornalistas a investirem sobre qualquer colega que ousasse fazer o contraponto e os demais veículos não davam o direito do revide -, nenhum desses colegas teve coragem de sair em minha defesa. Ao investir no contraponto, no caso Waack, tento apenas me mostrar melhor do que eles.

A terceira razão é que Waack foi nitidamente alvo de uma armação. A partir dela, está fora do jogo. Qual é o sentido prático de bater em quem não conta mais? Apenas explicitar o ódio que condenamos aqui, quando perpetrado pela direita? Se bradamos que defendemos a civilização contra a barbárie, qual a razão para nos comportarmos como os bolsominions, os Augustos e companhias?

Muito mais proveitoso é saber quem armou e por que abandonou o companheiro ferido no campo de batalha. E entender que os males brasileiros não estão nos jornalistas que, por convicção ou oportunismo, tornam-se raivosos e linchadores para atender à demanda da mídia por ódio e rancor – e, no caso do Waack, a radicalização era por convicção. Tenho respeito pessoal e profissional por pessoas que se impõem pela própria personalidade e competência, e não pelo jogo de mesuras aos chefes. E , mesmo discordando da maior parte de suas ideias, admito que Waack é dessa natureza, assim como Olavo de Carvalho – muito melhor do que os que copiaram seu estilo, manias e preconceitos, para se oferecer ao novo mercado que se abria.

O problema é quem define as regras do antijornalismo.

Talvez a Globo tenha entendido que seu objetivo político se torna mais palatável com o proselitismo revestido de uma vestimenta mais neutra. Talvez tenha sido mais um capítulo da disputa interna por poder. Mas a Globo continuará a ser a questão nacional por excelência, não seus jornalistas.

De qualquer modo, o episódio me remete à decisão profissional mais fácil que tomei em minha vida: recusar um convite da Globo para ser comentarista, lá pelos idos de 1987. Havia um almoço me esperando, com o Alberico, Alice Maria – a notável criadora da Globonews. Antes, recebi um telefonema do Paulo Henrique Amorim, com quem já trabalhara na Veja, me cumprimentando.

Pensei pouco e recusei. Aceitar mudaria minha vida imediatamente. Me tornaria conhecido em todo o país, abriria um amplo mercado de palestras etc. Preferi ficar com meu programa Dinheiro Vivo, na TV Gazeta.

Duas razões pesaram. A primeira, saber que minha opinião seria restringida pela linha editorial da Globo. A segunda, o medo de ficar amarrado a um bom emprego e me acomodar. E, em um dia qualquer do futuro, ser surpreendido com uma demissão humilhante, por um motivo qualquer. Na época, não imaginei que as novas tecnologias abririam a possibilidade de estratagemas sofisticados, de vazar conversas para as redes sociais.

 

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Leia também:  Globo defende ideais do Instituto Millenium, por Wilson Gomes

187 comentários

  1. “Em um exercício de

    “Em um exercício de autoanálise, vou tentar entender porque ajo assim”:

    Nao precisa, eu te digo:  humildade como posicao tecnica.  Nada a ver com psicanalise nem com psicologia:  eh parte ou nao eh parte de uma personalidade.  E no seu caso…  eh mesmo.

     

    (Nada a ver com “ser bonzinho”, alias, mas eu ainda nao escrevi meu tratado “Humildade Como Posicao Tecnica”.  Ainda nao.  Tou aprendendo Latim ainda!)

  2. Tudo isso é verdade. MAS (sempre tem um mas, rs)

    Nao se deve gastar boa vela com mau defunto… Entendo que o Nassif nao queira ser mais um a bater no sujeito caído. Só que há diferenças a serem estabelecidas. Se ele estivesse sofrendo injustiça, ou calúnia, por mais deplorável que eu o ache como pessoa eu estaria contra isso. Mas nao. Foi armaçao sim, mas provavelmente consequência das atitudes que ele toma com os outros. Ele nao hesitou duas vezes antes de agir de modo horroroso com outros. Mereceu aquilo pelo qual está passando agora. Nao vou chorar por ele nao…

    • Você colocou álcool na minha
      Você colocou álcool na minha boca e ficou com o efeito.Eu já disse e repito:Claro que foi armação,e o autor foi o calhorda do Ricardo Noblat.A pista que eu segui foi a da vingança.Noblat não tem intelecto quiçá cultura.A partir dessa linha de investigação foi mamão com açúcar.

    • Você colocou álcool na minha
      Você colocou álcool na minha boca e ficou com o efeito.Eu já disse e repito:Claro que foi armação,e o autor foi o calhorda do Ricardo Noblat.A pista que eu segui foi a da vingança.Noblat não tem intelecto quiçá cultura.A partir dessa linha de investigação foi mamão com açúcar.

    • Você colocou álcool na minha
      Você colocou álcool na minha boca e ficou com o efeito.Eu já disse e repito:Claro que foi armação,e o autor foi o calhorda do Ricardo Noblat.A pista que eu segui foi a da vingança.Noblat não tem intelecto quiçá cultura.A partir dessa linha de investigação foi mamão com açúcar.

  3. Quanto aa sua afirmacao de

    Quanto aa sua afirmacao de “armacao”, eh verdadeira tambem:  o video foi filmado ao vivo, em dois lugares das Americas.  Todo mundo dentro da rede golpe ja sabia que ele existia.  E no entanto vazou agora, so agora.  E a rede golpe “toma iniciativa” agora, fazendo o que deveria ter feito imediatamente no ano passado ou retrazado, quando da gravacao.

    Uma lastima que a rede golp se sai de heroi anti-racista…  Logo a rede golpe…

    • Acidente e armação. O escândalo da parabólica

      O escândalo da parabólica, como ficou conhecido na época (01.09.1994), e que derrubou o ministro Rubens Ricúpero, foi claramente um acidente. Agora o caso WW: como é possível que um vídeo explosivo como esse não tenha sido imediatamente apagado tão logo constatado? Quem preservou (ou mandou preservar) e porque segurou todo esse tempo? 

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=M9DLxSclz6w%5D

      • Não acredito que foi

        Não acredito que foi acidente, mais de meia hora de gravação, o proprio ricupero reclama no final que não o avisaram que estava gravando, na época os jornais noticiavam que ele queria sair candidato, mas não era o queridinho dos bambambãs, e a reprercussão foi gigantesca, se quisessem teria abafado, sou mais que o derrubaram para colocar o ociólogo que aceitou o cargo correndo se pavoaneando até no programa do homem do baú para explicar a complicada urv. 

        • “Não acredito que foi

          “Não acredito que foi acidente, mais de meia hora de gravação, o proprio ricupero reclama no final que não o avisaram que estava gravando”:

          So que nao eh pra acreditar mesmo nao:  nao colaria, Naldo.

          Nao o avisaram que estavam gravando????  Nao cola.  Se alguem o tivesse avisado que nao estavam transmitindo teria sido direcionamento mau intencionado.  Mas politico experiente estar em frente a cameras e ainda dizer que “nao sabia” que estavam GRA VAN DO ???

          A mesmissima coisa vai pra esse jornalista preto que caga na entrada e caga na saida do item.  (eh que eu sou mais daltonico que o prefeito de Sao Paulo)

        • Prezadíssimos Naldo e Ivan

          Calma aí, não é bem assim. Essa patacoada aconteceu em 01.09.1994, faltando apenas 32 dias para as eleições, FHC era o candidato em campanha, Ricúpero não estava disputando a preferência do partido, era o Ministro da Fazenda. Acompanhei tudo, dia a dia, lá de Araçatuba, onde morava, e cheguei a comemorar a derrocada do PSDB nas urnas, dali a 32 (trinta e dois) dias. O vídeo está cortado. Carlos Monforte e Ricúpero conversam sem saber que as imagens estão sendo captadas pelas parabólicas do Brasil inteiro. No final, avisam pelo ponto eletrônico que o sinal estava aberto, que era para parar de conversar. Foi acidental, puramente acidental. 

  4. É o que nos falta nos tempos

    É o que nos falta nos tempos atuais, SOLIDARIEDADE.

    Bom que voce esta sendo solidario ao Waack, não que ele mereça, muito ao contrario.

    Mas, nestes novos tempos, principalmente de COLHEITA, tendo plantado ódio e rancor, uma pitada de solidariedade ao menos alivia, a cura virá dele mesmo quando refletir em tudo o que fez, o que falou e o que instigou nos ultimos tempos.

    Bom jornalista o Waack, mas um pessimo ser humano.

    Jornalista inteligente e dedicado, mas dado ao trabalho para os de lá, os chefes globais. E não falo da Gloebels, mas sim dos maiorais.

    Enfim, que ele siga sua vida e tenha tempo para muitas reflexões.

    Felicidade eu desejo a voce Nassif, pela atitude solidaria. Precisamos mais deste sentimento e atitudes.

    • é….

      Não sei as razões das armações. Mas é padrão RGT. Mas Waack é um dos Jornalistas mais preparados intelecto e culturalmente. Se fosse este o padrão brasileiro em todas as áreas?!! Quanta diferença?! Talvez até seja esta a razão. 

      • “Um dos jornalistas mais
        “Um dos jornalistas mais preparado intelecto e culturalmente”afirma vosmece.Não sou jornalista,mas sou isso que você está afirmando sobre Traack elevado a décima potência,além do que sou igual a Silva aquele que trabalhou na Globo:bonitinho bonitinho simpaticozinho simpaticozinho. Isso eu tenho certeza,Traack não é.

  5. notícia
    acho que a notícia não foi a cagada do cara, mas, quem estava a seu lado:

    “do Facebook do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS):

    Esse é o amigo que dá gargalhadas da piada racista de William Waack

    Trata-se de Paulo Sotero, um dos principais apoiadores do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff em território norte-americano. Ele é diretor do Brazil Center no Woodrow Wilson Center, uma instituição dos Estados Unidos de estudos de geopolítica que levou Moro e Janot aos EUA, diversas vezes para falar sobre: Lava Jato e o Brasil.

    Além desses eventos públicos ele organizou reuniões privadas para o juiz Sérgio Moro nos EUA, especialmente Washington.”

    tem outro não-sei-que center, igual a esse, com um argentino de fachada, fazendo a mesma coisa na Argentina.

    • Ele seria simplesmente

      Ele seria simplesmente expulso dos EUA se desse essa mesma rizadinha a respeito de um preto norte americano ante uma “piada” (coff coff) dessas.

  6. Se eu descobri o advogado

    Se eu descobri o advogado espano/brasileiro Rodrigo Tacla Duran,detentor de informações que abalarão as vigas mestras da muralha da China na videoconferencia do dia 30 do andante,sobre a Industria das Delações Premiadas Lavajatenses,e repassei ao Moreno Vivo que mandou ver,como eu não descobriria o autor desta armação venal,patife e canalha que patrocinaram contra um dos mais belos,simpatico e carinhosos jornalistas brasileiros,de colocar no chulé Chico Pinheiro,esse verdadeiro gentleman dos salões da realeza inglesa,que deixou o Papa Francisco arrasado,William Traack:O sacripanta atende pelo nome de Ricardo Noblat.”Cada povo tem o governo que merece”.

  7. Luis Nassif é o Lula do

    Luis Nassif é o Lula do jornalismo brasileiro, sempre disposto a perdoar, sempre disposto a conciliar.

    Continuo admirando e acompanhando seu trabalho, apesar de uma ou outra discordância, como nesse caso. É a primeira e a última página de jornalismo da internet que abro, todos os dias, com inúmeros outros acessos no decorrer do dia.

    Só gostaria de dizer, e faço isso sem a menor intenção de estar chutando cachorro morto, que duvido, do fundo da alma, que tenho forte suspeita de que nossos comentários, como leitores, neste e em outros blogs, acerca do caráter – pelo menos do agora visível traço de caráter, desse rapaz, por mais sarcásticos, impiedosos, ou seja lá que adjetivo depreciativo que se queira dar, não chega a fazer nem sequer a brisa de uma cócega, na mais remota e afastada pluma da gigantesca cauda de pavão que é a vaidade desse rapaz.

    Não estamos chutando cachorro morto, porque esse rapaz não está morto. Está muito vivo, dispõe de meios para se recuperar, seja lá de que forma for, por barganha ou o que quer que seja, junto aos seus atuais patrões, e eventuais fututos patrões, tudo farinha do mesmo saco.

    Cachorro morto sou eu, é o povo brasileiro, desempregado, humilhado por uma reforma que o faz voltar à condição de escravo, sem representantes constituídos, sem direitos, sujeito a ser humilhado novamente por uma justiça que o despreza – desprezará o Waack, em caso de eventual disputa judicial? – não dispõe de informações privilegiadas, amizades influentes…

    Deixe parar por aqui, antes que me torne amargo.

    Outra coisa: desculpe, amigo Nassif, mas a expressão “companheiro ferido no campo de batalha”, não se aplica a ninguém na Globo.

    Nem os que já caíram, nem os que ainda vão cair.

    Estão todos metidos em baile de cobra, e se não estão usando perneiras, problema deles.

    Fossem mineiros, como você, não teriam nem entrado lá.

  8. The Wild Bunch

    Basta pensar um segundo no massacre descomunal que essa gente vem fazendo desde 2005 contra Lula/Dilma, o PT e suas figuras mais representativas, a democracia, a economia, o país enfim, para ter vontade de ir muito além de palavras.

    Lembro da maioria dos ingleses vibrando e comemorando a morte da Thatcher e entendo e me solidarizo cada grito de alegria, cada brinde nos pubs. 

    Foram “eles” que fizeram isso. E vão receber de volta dobrado, triplicado, tudo que plantaram.

     

  9. Nassif, o problema é a

    Nassif, o problema é a maneira como você fulaniza a discussão, desviando do foco central da questão, qual seja, a mentalidade racista, preconceituosa da elite brasileira, principalmente de seus “formadores de opinião”.

    As manifestações preconceituosas de Waack, Casoy e afins são bastante ilustrativas da mentalidade do grupo social e profissional ao qual pertencem. Diga honestamente, uma pessoa de bom caráter se prestaria ao trabalho sujo executado por Waacks e Leitões da vida?

    Mesmo na descrição de casos pessoais, sua comparação é descabida. Você sofreu uma campanha de difamação, ou seja, uma tentativa de macular sua imagem por meio de falsidades, mentiras, distorções(aliás, algo que Waack pratica, ou praticava, diariamente como âncora do Jornal da Globo), bem diferente do caso de Waack, cuja verdadeira natureza que se apresenta nos comentários racistas. No caso dele, a mistificação, a mentira, a falsidade está na imagem de jornalista isento, imparcial.

  10. Porque somos quase brancos, quase negros, quase mulatos…

    Entendo sua posição Nassif. Não gosto de linchamentos. Quando todo mundo começa a “jogar pedra”, me retiro. Essa historia que veio à tona é apenas um pingo d’agua no oceano do racismo intrinseco à sociedade brasileira. Frequentemente ouço frases racistas de gente que se diz não racista… Em sua biografia, Martin Luther King relata que era uma criança feliz, com seus pais, seus avohs, a igreja, a musica. Até que aos seis anos, mais ou menos nessa idade, ele descobriu pelo olhos do preconceito que era inferior, diferente. Era negro. Esse dia marca uma das suas maiores dores de existir.

    Que Waack seja punido pelo que fez como uma forma de pensar sua atitude preconceituosa e de exemplo, mas se quiséssemos realmente punir o racismo, ja teriamos feito um trabalho sério, abrangente e forte através dos Meios de Comunicação sobre esse tema e demais preconceitos.

  11. O que aconteceu com Waack é

    O que aconteceu com Waack é um reflexo do que houve para a tirada de Dilma. No momento em que um grampo ilegal foi usada para dar a última martelada no governo Dilma ( o grampo que impediu Lula de ser chefe da casa civil) e foram vazados grampos que nada tinham de importante apenas para expor os inimigos ( o de Dona Marisa é um dos mais momentos mais baixos dessa tática asquerosa) e a mídia oficial, na figura de jornalistas como Waack e Azevedo, não só não atacaram essas violações (ao contrário da posição do Nassif; e é por isso que agora, Azevedo e Nunes, ao defenderem Waack, me lembram a saudosa Aracy de Almeida e a sua frase “dez mangos pela cara de pau” rs ) como se valeram dela pra tirar Dilma do poder. No momento em que o poder central sofre esse golpe, os demais, como diz Ciro Gomes, viram geleia. As pessoas que estão a fim de se vingar de alguém pensam = “se agir assim destroi um presidente, então imagina com meu inimigo ou com aquilo que não concordo.”  E aí é um passo pra juiz proibir peça de teatro por não concordar com o tema; reitor de universidade ser humilhado a ponto de ficar tão abalado que tirou a própria vida; ex governador já em cana ir pra presídeo de segurança máxima porque o promotor achou que estava sendo ameaçado…A lista não tem fim. 

    No fim, Azevedo e Waack, que se imaginavam pro papel de Hamlet, descobrem que ambos são companheiros no papel de Rosencrantz e Guildenstern e têm o mesmo fim desses dois personagens. 

  12. Qualquer leitor atento e

    Qualquer leitor atento e antigo desse espaço, compreende que o LN não é afeito a movimento de manada, mas daí ele sair, a mim pareceu, na defesa do cara, querendo dizer, pelo passado dele, que ele pode não ser assim, tendo sido o episódio, apenas um lapso, isso, novamente, na minha maneira de ver, é que pegou mal. Vamos em frente!

  13. Quero que o tal Waack se

    Quero que o tal Waack se exploda! Sabe o que vai acontecer? Nada. Ele deve ter giuardado muito dinheiro ao longo de todos estes anos se prestando a este papel sujo. A globo dá um pé na bunda? E daí? Ele arruma outra emissora ou rádio ou o que quer que seja pra continuar fazendo seu serviço e não vai ficar na rua da amargura. O que vai acontecer é que ele vai ficar muito puto com quem poderia ter feito esta armação. Em relação ao resto, inclusive aos “pretos”, ele não vai mudar de opinião. Como alguém escreveu aí embaixo, não vale a pena gastar vela com mau defunto.

  14. ASSÉDIO E RACISMO

    Após os episódios evolvendo assédio sexual com José Mayer na TV Globo e os episódios divulgados mais recentemente que vinham sendo praticados por Harvey Weinstein e Kevin Spacey em Hollywood, surge agora este episódio de racismo de William Waack. Gostaria de chamar a atenção para um ponto: não houve mais casos de assédio nesse ambiente de poder, glamour, ambição e celebridades da Rede Globo que mereçam ser divulgados ou houve uma ação de bastidor para estancar uma sangria? Não vi nenhum questionamento sobre isso.

  15. O episodio é um exemplo de
    O episodio é um exemplo de expurgo na Globo. Falta saber quais foram os reais motivos para a queda do Waack, porque por uma frase apenas os Marinho não puxariam o tapete de um de seus ideólogos.

    • É sintomático de que ha algo
      É sintomático de que ha algo mais nesse episodio o fato do afastamento do jornalista ter sido noticiado na página principal do G1. Algo assim nunca foi feito, as mudanças e afastamentos de funcionários sempre foram feitos com discrição nas empresas dos Marinho.

  16. Indignações
    “Se todos batem no racismo de Waack, qual a contribuição para as informações do exercício de repisar o mesmo tema? Apenas mostrar que sou mais um dos muitos indignados com o racismo.”
    Preferia não ter lido isso, Nassif. Você fica indignado que todos batam no ww, fica indignado pela armação contra ele, mas… não acha que valha a pena ser mais um indignado com o racismo que assola o país. Legal.

  17. Ninguém solicitou um artigo
    Ninguém solicitou um artigo de linchamento.

    Que não se tocasse no assunto estaria tudo bem.

    Mas qual o sentido e mostrar qualidades do sujeito? Ora com certeza muitos senao a maioria de nazistas eram pessoas de caráter e competentes. Sim racismo e trabalho sujo é feito por pessoas de retidão. Isso é atenuante? Ou agravante?

    De na dad importa que um racista é competente em sua profissao e nao é um crapula em todos os seus relacionamentos ou aspectos ds vida.

    A comparação com a sua perseguição nao faz sentido. Ser acusado injustamente e difamado é totalmente diferente.

    Compreendo e seria nobre se ele como amigo seu vc lhe desse apoio de forma privada, mas escrever sobre as qualidades de um racista nao faz o menor sentido como atenuante de racismo.

  18. Certa vez houve um furto de

    Certa vez houve um furto de toca-fita (isso mesmo) de um carro na garagem do prédio onde morava. Alguns moradores desceram para a garagem, dentre eles eu e um senhor simpático vizinho meu que sempre me vendia queijos fabricados no seu sítio. Conversávamos sobre possíveis atitudes a tomar quando esse senhor simpåtico se dirigiu a mim e disse: eu vi um escurinho rondando aqui ontem, não tenho nada contra, mas esse pessoal (passando o dedo sobre o braço) não presta. Discordei dele veementemente e ele saiu meio sem graça.

    Desde então nunca mais comprei os deliciosos queijos do bondoso e simpático senhor.

    • Nem uma coisa e nem outra.

      “Desde então nunca mais comprei os deliciosos queijos do bondoso e simpático senhor.”

      Nem bondoso e nem simpático, era tudo falso! Bondade e simpatia são virtudes que se complementam.

       

       

  19. Meu amigo Nassif

    Meu amigo Nassif, quem há de duvidar de sua genialidade e elegância inconfundíveis? Saísse você radicalmente em defesa do âncora da Globo, e lá iria eu raciocinar dois três dias sobre sua opinião. No entanto, esse, meu honorável jornalista, não é o caso de “empurrar bêbado em ladeira” e sumir na massa como diria Arnaldo Antunes. Acontece que na guerra fria em que vivemos, de afirmações político-ideológicas, venha de fogo amigo ou não, o míssel que atingiu Waack soa como aquela pedra que atingiu Golias. Não fossem essas pedrinhas, vez em quando, que sabor de vitória teriam os milhões de brasileiros golpeados dia e noite pela imprensa poderosa que ele representa? A mim pouco interessa de onde venha o golpe e imagino que, também, a muitos cidadãos desse país os quais, há três anos, são massivamente tolhidos da informação imparcial, de um jornalismo decente, em especial voltado para a grande massa desinformada que não dorme ou arrota o cuscuz com ovo sem antes responder ao boa noite do Jornal Nacional. Desculpe-me, querido, mas ao ler seu texto pela manhã, a despeito de me sentir assim meio traído, percebi sua sensibilidade. No entanto, é vida que segue. Amo-o ainda mais ao contar a hitória sobre sua quase ida para a Globo. Tenho certeza de que corremos o risco de perder o olhar e fala tão técnicos e tão bem informados que você nos oferece desde sempre. Por outro lado, ficou ali, no antro global, outros tantos a afundar o pensamento nacional, conduzindo e manipulando a massa que historicamente sempre foi carente de educação, autonomia no pensar e, consequentemente, de pernas abertas para Waack e seus pares. Para mim, já vão tarde todos os golpistas e imperialistas da informação.

  20. Vamos acreditar que tenha

    Vamos acreditar que tenha sido uma armação contra o racistinha.

    Com certeza,depois de ver alguns estragos provocados por ex-funcionários,quase todo em blogs sujos,a emissora golpista aproveitou que precisava se livrar do sujeito,uma dos dedos da longa mão golppista,para enviar um recado a todos os demais “colaboradores” que sabem muito bem o que foi dito e quando foi dito em off.

    É mais uma ameaça golpista contra a liberdade de imprensa,contra a democracia e contra o povo brasileiro.

  21. Concordo com o Nassif. O
    Concordo com o Nassif. O episódio mostra que a tática do jornazismo terrorista é perigosa, visto que um de seus soldados morreu com o disparo da própria arma. RIP, Waack.

  22. Vamos ser Práticos

    Usando os “Ditos Populares” (Alguns deles Racistas ou Meritocratas, rs…)

    – No Episódio Impeachment da Dilma, Waack foi de uma Deselegância e Crueldade Ímpar.

    Sempre fazendo Comentários sem Provas, com base em Opinião Pessoal (e, dos Patrões)

    Então:

    “O Inferno está Cheio de Bem Intencionados”

    – No trato com os Colegas, era Visível (e, Constrangedor) a Petulância e a Soberba.

    Então:

    “Quem com Ferro Fere, com Ferro será…”

    – Finalmente, sobre os Elogios do Nassif ao Caráter do Intragável (e, Invertendo o Racismo do Waack):

    “Ele age como Branco (Cabra Ruim) , mas tem a Alma de Preto (Gente do Bem)”, rs…

     

     

     

  23. “Tenho dentro de mim um anjo

    “Tenho dentro de mim um anjo (seria diabo?) provocador, que detesta até o fundo da alma os movimentos de manada, os linchamentos seja contra quem for.”

     

    Bravo! Continue assim….

  24. Devagar com o andor que somos todos de barro

    Parabéns pela sinceridade, em tema tão complexo e em que seria fácil “ficar bem na foto” sem se expor pessoalmente. 

    Mais interessante ainda porque o assunto permite observar, discutir, entender e conhecer várias camadas de algo que só falamos bidimensionalmente – o noticiário e o público -, de maneira metalinguística; é um momento de autoexposição e autocrítica não apenas da abstrata “imprensa” mas de seus operários, que envolve as relações trabalhistas e interpessoais entre os profissionais do jornalismo, mas também a relação da opinião pública com o trabalho do jornalista e sua figura simbólica. 

    Nessa situação todo mundo é pedra e vidraça pois julgar é sempre algo delicado, e todos os preconceitos de todo mundo são mobilizados, e até o fato de que o erro do jornalista antipático é irrelativizável e ponto, faz com que esse seja o limite para a legitimidade das reações: sim, foi preconceito, foi repugnante ter sido dito com a sem-cerimônia de quem o faz habitualmente porque “natural” no seu ambiente, ele é golpista e de certo modo está provando do veneno de intolerância que alimentou, mas (1) que haja a possibilidade de seu erro ter sido instrumentalizado para situações ainda mais sórdidas (disputas de poder em ambiente de trabalho e outros fariseus (kamelianos) poderem bancar os justiceiros moralistas às suas custas), (2) que se perca a proporção da punição para o ato justificando que a sordidez do preconceito (que transcende o ato específico) permite a destruição moral e profissional de alguém dá um gosto amargo de que (1) não temos meios legítimos de resolver todas as nossas diferenças com alguém que tanto prejuízo nos causou com sua atuação profissional detestável. e discutível, (2) de que não se está fazendo justiça mas justiçamento e a serviço de interesses tão ou mais escusos que o ato do jornalista, e (3) de que racismo e preconceito nunca são reprovados e punidos per si mas explorados como forma de desmoralização de alguém, e que ao final, como agora, a questão do racismo estrutural e social no país e nas relações sociais não é seriamente discutida. São coisas distintas, a meu ver. 

    O caso do preconceito não sei como se resolve, ele dificilmente vai mudar de personalidade e visão de mundo por este fato (pode até ocorrer o contrário), mas é imprescindível que se retrate publicamente se achar que deve essa satisfação à opinião pública, e do contrário, sofrerá as consequências de assumir publicamente condutas reprováveis, inclusive as judiciais, pois já é consenso social que preconceito e sua manifestação não são apenas “questão de opinião”. 

    De seu trabalho como jornalista, que obviamente é impactado pela visão de mundo que subjaz ao ato reclamado, não tenho muito a dizer porque há muito deixei de assistir TV e até onde consegui assistir, não suportava a maneira calhorda e soturna com que ele o realizava no jornal da Globélica, e simplesmente aboli o programa, depois o canal, por fim o aparelho. Mas acho que misturar as coisas fere o senso de justiça de que cada ato deve ter uma reação proporcional e que, segundo a justiça restaurativa que eu pessoalmente admiro, não se mantenha a relação de subjugação e violência mudando apenas os atores em cada pólo da relação desigual: houve um erro, que deve ser reconhecido e reparado, mas o autor do erro não deve ser por isso tratado como Judas, inclusive pagando sozinho e pessoalmente pelo que é o trabalho sujo de uma empresa e de uma classe social – o comentário racista dele é grave mas a moralwashing da emissora que pratica discriminação sistemática e se aproveita dos seus funcionários para limpar a imagem dizendo que não é racista, que não tolera assédio… é muito mais grave, transcende os meros defeitos de caráter e conduta de alguém porque capitaliza sobre eles, literalmente. 

    SP, 09/11/2017 – 18:56

     

  25. UM CORPO QUE CAI

    Esse projeto de Jornalista…é um sujeito sem escrúpulos…que experimenta agora  a Lei da Gravidade….Tem um filme denominado UM CORPO QUE CAI…

  26. Há aqui quem o admira pela

    Há aqui quem o admira pela essa sua postura, Nassif. E que tenta se espelhar nela. Você é um dos raros exemplos nesse sentido. Continue firme. Espero um dia passar esses valores a outros também. Em tempo: não nutro nenhuma simpatia pelo William Waack, mas não acho que isso é motivo para apoiar o seu linchamento. Se divulgar as conversas privadas de todo mundo, pouca gente (na verdade, acho que ninguém) sobraria, então se trata de um procedimento de absoluta cretinice e covardia. 

    • Jornalismo não é o que ele fazia ultimamente.

      Quem tem um microfone na mão e uma câmera filmqndo para o mundo, na maior rede de mídia do país,

      tem que que ser honesto, íntegro e imparcial, SEMPRE. 

    • Jornalismo não é o que ele fazia ultimamente.

      Quem tem um microfone na mão e uma câmera filmqndo para o mundo, na maior rede de mídia do país,

      tem que que ser honesto, íntegro e imparcial, SEMPRE. 

  27. Waack

    Claro que é armação interna, foi um bom modo de se livrar de quem representava os ideais da empresa. Agora que a volta do Lula é mais do que provável a Globo começa a limoar as gavetas. O primeiro esqueleto que achou foi o do Waack.

    • Foi a classe operária da Globo que se rebelou contra Waack

      Foi dois ex-funcionários negros, um operador de VT (que gravava a cena, ficou indignado e guardou uma cópia) e outro design gráfico que ajudou a divulgar. Está no Diário do Centro do Mundo, contando a história.

      Foi a casa grande subestimando as “pessoas invisíveis” da senzala.

      Ah… se toda a classe operária fizesse o mesmo com todos os podres de seus patrões.

  28. Então …

    Tô doidinha pra saber sobre a “armação”, o seja, o vazamento. Este é o assunto. A Waack é esse canalha bundão que a gente já conhece. Não precisa ficar repisando suas posições. O que me interessa mesmo é saber como e porque a armação foi armada. Minha hipotese é que se trata de um cruel descarte promovido pelos proprios donos da empresa. Precisavam de um motivo. Então vazaram a famigerado video. Mas por que os donos da empresa fariam isso? Acho impensavel um funciuonario qualquer, jornalista ou não, ter vazado um video de 2016, sem que ninguem saiba quem foi. Não existe controle pra essas coisas? Os jornalistas televisivos são assim tão vulneráveis? Todos soltam os cachorros quando estão fora do ar. É um xingamento aqui, um comentario impróprio ali … Tudo fica gravado e registrado. Imagino que isso seja guardado a sete chaves. Ou não? Como funciona essa coisa?  

  29. O debate sequer começou; e é

    O debate sequer começou; e é outro!

    Ele é um racista esquerdofóbico, que trabalha em um aparelho ideológico racista e esquerdofóbico. E ambos negam o racismo e dissimulam a propaganda esquerdofóbica sob o disfarce de jornalismo “liberal”.

    Ignoram que direitos e garantias de minorias sao características de sociedades liberal-democráticas, e não de stalinismo e de comedores de criancianhas. E essa “confusão” não é nada gratuita: o “liberalismo” dessa turma simplesmente sai pela janela quando qualquer sinal justiça bate à porta (quando não enfrenta à bala).

    Apontar este fato não tem nada a ver com “chutar cachorro morto”. É exatamente o contrario: é defender a civilidade.

    • Continuei a ler os

      Continuei a ler os comentários. Me parece mesmo que é de civilidade que se trata.

      A questão toda é se realmente sabem com quem e de quem estão falando, ou se é puro ‘CAVALHEIRISMO”.

      A mençao àquele tarado atormentdo do Olavo de Carveaho na “autoanálise” do Nassif não foi gratuita. Ele deverá entender que a diferença é só em grau, não em espécie (vai, ainda, chegar o dia em que vai aceitar)

      Quando aquele “písico” supra citado vocifera que “com esquerdista não tem diálogo, tem combate”, não devemos esquecer que ele teve passagem pelo O Globo por um bom tempo. Acho até que ao mesmo tempo que o Merquior!

      Sim, a dupla Merval Pereira e Ali Kamel estava bem lá na direçao da panfletagem na época (em que eu parei de ler essas porcarias).

       

  30. A emenda pior que o soneto

    Quando li o primeiro artigo de Nassif, sobre o caso Waack  confesso que não gostei.

    Não entendi onde ele quis chegar com um bom-mocismo para analisar um caso escroto de uma pessoa escrota.

    Waak é o exemplo do jornalismo mais execrável desse país. Alguma dúvida?

    E também não foi “armação”.

    Armação é planejar, urdir uma situação.

    Ninguém deixou a câmera ligada “pra ver se ele falava alguma besteira”.

    Cada um é responsável pela sua história Nassif. E pelos seus atos.

    E o caso foi tão óbvio, tão explícito, tão flagrante, que fica impossível não sair divulgando um caso desses.

    Principalmente de uma pessoa dessas. Que ajuda diariamente a foder o país.

    Na emissora que mais fode o país.

    Não cola esse papo de linchamento midiático ou efeito manada.

    De duas uma: ou vc tem algum interesse profissional na questão, ou quis pagar de “equilibrado” no meio desse caos histérico que vive o país. Espero que seja a segunda.

    E se foi a segunda vc se saiu mal.

    Me soou uma pagação de cristianismo a lá Maria Madalena ou pior, um bom-mocismo para tentar se mostrar diferenciado.

    Sabe lá Deus…

    Assuma a pisada na bola que é melhor.

  31. Provavelmente é vaidade……….

    do Nassif , não do Waack , claro !

    Em todo santo episódio em que alguém está enrolado com a opinião pública , Luis Nassif teima em fazer um contraponto , ora justificável , ora sem sentido – como é o caso agora em questão . Provavelmente o subconsciente ordena : tenho que ser sempre o jornalista do contraponto,  dos oprimidos ……  É uma espécie de vaidade. 

    Convenhamos : ver o Waack um pouquinho no chão , com aquele nariz empinado e aquela empafia em que ele se apresenta todos os dias em frente às câmeras escarnecendo os desafetos de seus patrões  , acho que vai fazer bem pra ele como ser humano , pra trazer ele um pouco pra realidade , se tornar um pouco mais consciente de seus abusos , e como tem desempenhado um papel rasteiro nos últimos anos . Vai aliviar um pouco o karma que ele tem acumulado , pois se assim continuar é capaz de vir como uma pedra na próxima encarnação ! 

  32. Não posso afirmar,ouvir dizer
    Não posso afirmar,ouvir dizer que o Patíbular é um rabo de saia desgraçado.Ajoelhou tem que rezar.Quem diria,com aquela cara de Comissário de Menores.Mas há quem tenha peninha de uma infelicidade desta.

  33. Não posso afirmar,ouvir dizer
    Não posso afirmar,ouvir dizer que o Patíbular é um rabo de saia desgraçado.Ajoelhou tem que rezar.Quem diria,com aquela cara de Comissário de Menores.Mas há quem tenha peninha de uma infelicidade desta.

  34. Waack

    Senti-me representado nesse texto, Nassif!
    Já cheguei até a pensar que estava sozinho. 
    Sei que não é fácil ser e pensar assim, mas “navegar é preciso, viver não é preciso”.

     

    “Tenho dentro de mim um anjo (seria diabo?) provocador, que detesta até o fundo da alma os movimentos de manada, os linchamentos seja contra quem for.”

    Este também sou eu.

    Um abraço do admirador,

    Emmanuel Ramos de Castro

  35. O Nassif está parecendo a
    O Nassif está parecendo a Dilma com suas boas intenções…e no final se lascou, mas fez td conforme suas convicções,bom o blog é seu Nassifão vc escreve o q quiser e todos aqui tb escrevem,obrigado pela Democracia praticada aqui!

  36. Deixa pra lá

    O Waack foi, insisto foi, um brilhante jornalista quando trabalhava no Jornal do Brasil como correspondente na Alemanha. Mandava excelentes matérias. Quando voltou afundou tempo depois no estilo Globo de jornalismo podre. Virou oportunista, de direita nazistóide, se por dinheiro, ou por amor a açúcar, não sei. Mas afundou e foi afundando cada vez mais na escrotidão global. Então, não tem o menor sentido essa solidariedade. Briga entre escrotos não é bom se meter a defensor.

  37. Considerações sobre o episódio William Waak

       No último parágrafo você mesmo define  os “jornalistas” que trabalham para a globo: “…saber que minha opinião seria restringida pela linha editorial da globo.” Ou seja por dinheiro deixam a ética e o jornalismo de lado. Não esperem nenhuma solidariedade de minha parte para pessoas que comprovadamente mentem descaradamente e destrõem pessoas e o País. Armação ou não recebeu apenas uma pequena amostra do que ele vem praticando há anos. O racismo explicitado por ele é asqueroso, desumano e merece sim todo esse “efeito manada”, segundo você.

    • Waak com Deus

      Perfeito, Maria das Graças.

      Gosto do Nassif e aprecio o seu trabalho. 

      Mas por mais que explique e justifique … o fato é que o seu artigo faz uma defesa velada do racista. 

      O Nassif não precisava disso, dessa abordagem, apesar de todas as explicações que deu depois.

      Não se trata de vingança etc… Mas apenas de achar que alguma justiça foi feita com quem ajudou a produzir tantos males para pessoas e para o país. 

      Quando  agente é criança a gente fala “bem feito”. Depois a gente cresce e amadurece e não fala mais assim.  Mas pensa… 

       

  38. Estranho que essa semana
    Estranho que essa semana quando aquela Empiricus foi desmascarada e 3 analistas tomaram suspensão da Apimec por 30 dias; lembrei que os analistas da Empiricus eram figurinha carimbada no programa do Wack na GloboNews. Confesso que demorou serem desmascarados e na hora pensei no Wack e veio um pensamento estranho de que só faltava ele. Não desejei mal à ele até porque nem fico assistindo aquele lixo de programa velhaco feito entre amigos de um lado só do espectro político e econômico, em que os convidados que tinham cadeira cativa eram somente os analistas de direita, Instituto Millenium e da Empiricus.
    E ontem fico sabendo desse vídeo rascista, o Wack cai e parece que seu programa foi suspenso da grade da Globo News também. Os casos não tem relação entre si mas foi um stryke.

  39. ARMAÇÃO PARA WAACK?

    Quando vi a notícia na internet, pensei na hora, seus chefes querem demití-lo, pois deve ganhar rios de dinheiro e dar prejuízo, pois suas idéias são do século pasado e quem vive no século atual não o suporta e passa a não assistir nem ver a Globo.

    Eu não suporto nem mesmo ouvir a voz dele, depois que ele tanto jogou contra LULA e DILMA, irresponsavelmente, apoiando o golpe e rindo a cada bvez que um petista era indiciado.

    Se houve armação, foi para demití-lo mesmo, pois o caso nunca deveria ter sido escondido, como foi até agora, pois era para a Globo muito bom ter um FERRENHO ANTI PETISTA na sua lista de empregados que faziaqm tudo que lea queria 

    Ele se regozijava em mostrar coisas do mesmo tipo de petistas e comentá-las com tucanos, que eram uma constante ao seu lado em todos programas que participava, e QUEM COM FERRO FERE, COM FERRO SERÁ FERIDO, é uma das leis da vida humana, que pode, como toda boa lei, tardar, mas não falha.

     

     

     

  40. “A tolerância ilimitada deve

    “A tolerância ilimitada deve levar ao desaparecimento da tolerância. Se ampliarmos a tolerância ilimitada mesmo para aqueles que são intolerantes, se não estamos preparados para defender uma sociedade tolerante contra o ataque do intolerante, então o tolerante será destruído e a tolerância com eles. 

    Esta perspectiva não implica, por exemplo, que devamos sempre suprimir o enunciado de filosofias intolerantes; desde que possamos contrariá-los por argumentos racionais e pelo debate público, a supressão certamente seria imprudente. Mas devemos reivindicar o direito de suprimi-los, se necessário, mesmo pela força.

    É possível que eles não estejam preparados para disputar o campo do argumento racional e os escutem como se fossem denúncias. Eles podem proibir seus seguidores de ouvir argumentos racionais, porque são enganadores, e ensiná-los a responder argumentos com o uso de seus punhos ou pistolas. Devemos, portanto, reivindicar, em nome da tolerância, o direito de não tolerar o intolerante.”  Karl Popper

     

  41. Nassif.
    Ande um pouco nas

    Nassif.

    Ande um pouco nas favelas para ver a miséria que as pessoas passam. A miséria é o principal desrespeito aos direitos humanos. Passam fome, são mal tratados nas filas do SUS, moram precariamente e são sub-empregados. Portanto, odeio eles, uma minoria sem carater e sem vergonha nos cornos que tem esse canalha ai como um dos seus porta – voz.

    Não tem essa, é fogo nele, pois ele nunca teve esse sentimento que vc expressa, quando faz o mesmo com a gente. Eu tenho lado e quero derrota – los custe o que custar.

    • Exatamente! O tal Wiliam não

      Exatamente! O tal Wiliam não vai passar fome, não vai para fila do Sus se ficar doente e nem precisar de seguro desemprego! Então quero mais é que se FERRE em todas as possibilidades que este episodeo puder destruí-lo! E que seja destroçado pelos mesmos valores anti racistas que ele e sua “turma” pregam para se protegerem e continuarem vivendo nas sombras, parasitando e transformando a vida de milhões de pessoas em um inferno real! 

  42. Kokutai, ou…
     Sobre o não perdão de Ciro Gomes, o perdão de Lula e o bom mocismo de Nassif. Curioso como figuras e assuntos não tão próximos estão entrelaçados nestes dias. A primeira e provocadora foi o “perdão” cedido por Lula aos que perpetraram crimes contra sua pessoa e tantos outros – pessoas e instituições; um  perdão aliás não solicitado por nenhum dos perpetuadores.Outra foi Ciro Gomes, criticando a impropriedade de tal nobreza “Esse gesto de perdoar não toca a ele. O golpe não foi contra ele, foi contra a  nação, a democracia. Ele se dá a faculdade, sendo candidato, de confraternizar com os golpistas”.Um terceiro gesto que percebo como correlacionado é o gesto ético de Luis Nassif, o que ele denominou de “contraponto” à quase unânime defenestração  de William Waak em suas expressões racistas. Ao episódio, considera a covardia de “…respeito pelo sujeito caído…”, remetendo à figura do soldado  /lutador caído que não oferece mais resistência ou reação e que atingi-lo seria um ato covarde, não humanitário. Parece-me que nenhuma das posturas citadas é muito boa, ou melhor dizendo desejável nem sensata nestes tempos nestes tempos. Acredito que parte de uma resposta a um melhor caminho esteja na fala de Ciro Gomes, quando diz que não cabe o perdão de uma pessoa a determinado  grupo (sobre suas atitudes, uma antiéticas e outras criminosas), pois não se trata de ofensas pessoais ditas em ocasião de acirramento de ânimos.  Tal grupo cometeu crimes contra a Pátria que em outra ocasião, tempo e sociedade levaria a uma guerra civil ou assassinatos não fora circunstâncias  que não cabem discutir neste momento. Não se trata de perdão ou não-perdão; é algo que extrapola a esfera de passionalidades e também não é uma  chance de mostrar resiliência a ofensas como bom mártir. Também não acredito (ao contrário de CG) que Lula esteja candidatando-se a décimo terceiro  membro do Colégio Apostólico, canonização ou a substituir algum argentino em funções piedosas. Vejo-o além de bom orador uma governante EXTREMAMENTE  pragmático. Ele, como qualquer presidente sabe que a conciliação em um sistema democrático e particular como o brasileiro é o que permite certo  mando – o oposto a isso vimos com a ex-presidenta Dilma em seus resultados – daí dar a entender relevar tanto. Mas não se trata de aplicar o não- perdão. O que temos são atos de crimes de lesa-pátria estes bem descritos na própria Constituição, temos assaltos aos cofres públicos e privados e  principalmente e pior assalto ao que em espanhol se diz “pundonor” ou “kokutai” em japonês, sendo estes marcas próprias da Escravidão e toda sua  ignomínia em aprisionar corpos e mentes. Ser um contraponto por apenas contrapontear só faz sentido em situações lógicas ou em debates acadêmicos em que se produz conhecimento, ou o  aprimoramento deste ao fundir-se antíteses. Não se trata também de aplicar o respeito ou o não-respeito. Os inimigos que há – a maioria das pessoas ainda que fracamente pensadora e informada sobre os atuais ocorridos percebe que há – são grupos ou  pessoas sem fronteiras éticas ou limitações morais. Acusa-los de sociopatia seria uma definição bastante imprecisa. Provavelmente são os tipos de  adversários mais próximos de שָטָן , شيطان ou satanás do que da humanidade propriamente; são Judas vendidos por algumas moedas, com as quais  comprariam um escravo para não precisar mais trabalhar. Não se trata de respeitar num resgate à ética ou aplicação de sentimentos irrefutavelmente  nobres. Trata-se de salvaguardar um país e seu povo da servidão. Elementar e básico assim. As lições das duas Grandes Guerras não podem ser novamente esquecidas. Da primeira temos a a paz vingativa que destruiu nações e pessoas, semeando o  aparecimento dos mais sombrios e sórdidos tempos que foi a Guerra seguinte praticamente uma continuação da Primeira exponenciada em horror e crimes.  Entre as duas o entreato foi um então denominado pragmatismo e a paz a todo custo de Neville Chamberlain que teve seu ápice em um acordo em Munique  (ou Sentença de Munique, como diziam os Tchecoslovacos).  Estenda a mão a esse adversário que não se pode levantar por derrotado e ele o puxará para o chão para poder lhe esfaquear. Ofereça-lhe uma  convivência honrosa e ele usará esse tempo para se reorganizar e novamente ataca-lo. Explique-lhe sobre os valores soberanos da ética, compaixão e  paz e perderá seu tempo ouvindo mentiras.  Não tornar-se ele, em seus ódios seletivos e oportunismos é algo; ignorar que esses grupamentos são danosos até a morte é outra. Não é uma escolha binária entre o certo e errado, bons e maus. É bem mais custoso. De qualquer forma para assunto tão árido, faço uma sugestão da Cultura Pop: o aclamado episódio The City on the Edge Forever de Star Trek TOS de 1967.

  43. Não me peçam grandeza de espírito nessa hora

    Estou com a Globo entalada na garganta desde o fatídico 17.12.1989, quando me filiei e atuei de corpo e alma na campanha, em Jataí (GO), e atuei no dia da eleição como fiscal do Partido. Saí arrebentado do processo, porque me envolvi de forma absurda e irracional. Em plena região onde reinava Ronaldo Caiado. Não existe grandeza para com uma empresa e um cara que fodem o meu país, e a vida dos meus filhos e netos. O cacete. 

    • Nassif precisa de análise sim
      Não é questão de chutar quem está caído, é questão de mostrar quem são os bandidos no Brasil. A direita tomou o poder, falando mentiras a respeito de Lula e do PT 24 horas por dia. E agora você quer que nós sejamos magnânimos com o Waackinho ? Haja paciência Nassif. Estamos numa guerra para mostrar o povo quem é que está destruindo o seu futuro. E você acha que devemos ser bonzinhos, com uma pessoa que trabalhou incessantemente para demolir um governo ? Não se trata de querer esquartejar o Waackinho, mas sim deixar bem claro para o povo enganado, quem são aqueles que fizeram sua cabeça. Fala sério Nassif. Não há nada de magnânimo na sua posição, mas sim uma arrogância desmedida, a prepotência intelectual de quem se acha mais sábio do que a maioria.

    • é o cacete mesmo!

      To contigo.

      Esse bom mocismo de “perdão” e “grandeza de espírito” é o cacete! Ainda mais neste momento. Se bobear, vamos dar as mãos aos bolsomitos e respeitar um possível governo do fascista. Não é viagem! Na atual conjuntura, tudo é acreditável no brazil. Imagina, Bolsonaro eleito e a esquerda dizendo: temos que ser republicanos e respeitar o resultado das eleições…

      Vão se ph… Eu to mais pra mulher bomba. Isso sim!

       

  44. Nem linchamento nem compaixão

    Quem conhece Boris Casoy, Caio Blinder  e Alberto Dines sabe que eles têm algo em comum, que, aliás, constitui um dos mais graves defeitos da imprnsa dita “ocidental”. São eles que dominam os grandes veículos de mídia na Europa e nos EEUU. Para os leitores atentos, observadores e bem informados do GGN não preciso dizer mais. William Waack, esse verme moral, preconceituoso, racista e belicista, não merece um ping de compaixão, embora não deva ser linchado.

    Luís Nassif tenta ir contra a corrente, tentando ser moralmente superior a seus algozes; é improvável que William  Waack tivesse alguma compaixão de Nassif, caso este caísse em desgraça.

    Pelo que já foi noticiado, não foi nenhum grande chefe global que vazou as declaraçõe racistas de William Waack. Ademais o fao ocorreu há mais de um ano. Quem já teve o desprazer de assistir ao antipático William Waack sabe que ele age de forma racists, grosseira e preconceituosa há muito tempo. o s´tio kibeloco divulgou um vídeo, não editado, em que Waack se chama repórter Zelda Mello de Zelda Merda.

    Quem já ouviu comentários de Caio Blinder ou do próprio Wacck sobre a questão palestina sabe que eles não valem aquilo que os gatos enterram. Como descendente de árabes (sírios e/ou libaneses – Luís Nassif deve saber disso muito bem; portanto mais injustificável se torna essa ‘compaixão’ não correspondida, sobretudo porque os algozes querem aniquilar e exterminar os povos e nações de onde a família dele é originária.

  45. Não foi armação, foi a classe operária da Globo derrubando Waack

    Um operador de VT negro estava gravando a matéria nos bastidores. Viu aquilo, ficou indignado e gravou com o celular.

    Essa é a grande reportagem, Nassif. Waack ignorou os proletários “invisíveis” que estavam vendo tudo. Típico da casa grande ignorando até a existência da “senzala”.

    Ao pensarmos ser armação de cima, agimos como o investigador do filme Assassinato em Gosford Park (de Robert Altman). O investigador sequer imaginou que a criadagem poderia ter protagonismo em um assassinato da “casa grande” envolvendo interesseses aparentes apenas da casa grande.

    • Exatamente. Isso mesmo.  
       –

      Exatamente. Isso mesmo.  

       – qual a dignidade de um sujeito que diz:  – Seu merda do cacete – .. já sei que é coisa de Preto. 

      Esse é o nível da torpeza desta gente podre que patrocina o golpe. Aonde vou achar respeito numa pessoa desta Luis Nassif?? 

      Ah…. sinceramente 

       

  46. William Waack

    Uma coisa que não entendi, você sugere que William Waack foi vítima de uma armação e insinua que ele transmitia seus próprios pensamentos… Acontece que você mesmo diz que recusou convite da emissora porque sabia que seria restringido, ou seja, não poderia ser você mesmo. Ficou um tanto confuso. 

    Eu acho que Waack transmitia exatamente o que pensam seus patrões e o seu chefe, o todo poderoso Ali Kamel. 

  47. Não se trata de “ser melhor”

    Não se trata de “ser melhor” que alguém. Pela primeira vez, em muitos anos, senti um estranhamento incômodo ao ler esse texto. 

  48. Tá …
    Tá , a frase vinda de um político do PSDB teria gerado 3476 artigos de analise sentando o pau no cara , mas sendo coleguinha …
    Mas a frase do Waack reflete um racismo entranhado em nossa cultura , dita até por negros …. mas ainda assim odiosa …

  49. Uma outra autoanálise

    Nassif,

    imagino que sua autoanálise seja um sutil convite para que todos façamos o mesmo, mas em sentido inverso.

    Você se pergunta porque faz o contraponto e, indiretamente, sugere que nos perguntemos porque aderimos ao efeito manada.

    Mas você mesmo, dá o caminho das pedras:

    “Se todos batem no racismo de Waack, qual a contribuição para as informações do exercício de repisar o mesmo tema? Apenas mostrar que sou mais um dos muitos indignados com o racismo.”

    Eu concordo e iria um pouco mais além. Escreverei o que, no seu texto, está só nas entrelinhas.

    Temos que mostrar que somos indignados com o racismo pois temos a consciência de sermos todos um pouco preconceituosos.

    Assim como o machismo e a homofobia, o preconceito racial está impregnado na sociedade, na mídia, nas famílias e nos indivíduos.

    Por mais que não tenhamos atitudes discriminatórias e nosso racional lute contra esse sentimento, ele está incrustado no inconsciente coletivo e individual.

    Nossa herança cultural eurocêntrica, nosso passado escravista, nosso presente subdesenvolvido torna quase impossível não vermos os anglo-saxões como povos superiores.

    O complexo de vira-lata não é uma fantasia de um observador delirante de nossa sociedade.

    E, quem fantasia brancos de olhos azuis como uma casta superior, evidentemente considera os negros uma casta inferior. Juntamente com os índios, são os culpados de não sermos europeus, assim como os portugueses são responsáveis por não sermos anglo-saxões: “Ah se tivéssemos sido colonizados pela Inglaterra!!!”.

    Portanto, temos que nos indignar contra os racistas boquirrotos para provarmos, talvez a nós mesmos, que não fazemos parte deles.

    Embora sempre nos surpreendamos com um negro bem vestido e acompanhado de uma branca bonita.

    Nos indignamos com o racismo porque não conseguimos conviver bem com a ideia de que cada um de nós possui uma carga de preconceito.

    Temos que proclamar ao mundo inteiro que o mal não está em nós, mas nos outros.

    Considero, porém, que enterrarmos nossa cabeça no chão não é a melhor forma de combatermos esse sentimento, involuntário, como qualquer outro sentimento.

    Provavelmente, o melhor caminho provavelmente seja seguirmos seu exemplo e fazermos uma autoanálise.

    Trazer nosso preconceito inconsciente para a luz do dia e travarmos, cada um de nós, uma batalha solitária e intestina para o eliminarmos de nossa vida.

    Começar admitindo que todos nós já fizemos ou ouvimos piadas do tipo. E fomos, no mínimo, cúmplices como o foi Paulo Sotero.

    Dizermos que nos envergonhamos, nos arrependemos e nem faremos, nem seremos cúmplices novamente.

    A não ser que prefiramos alimentar a fantasia que William Waack foi o inventor da expressão “coisa de preto”.

    • Este portal GGN é um oásis em
      Este portal GGN é um oásis em relação aos comentários.

      Um comentário melhor que o texto principal!

      Obrigado pela internet!

  50. Sinto muito Nassif…

    Apesar dos pesares, o “cabra” fez por merecer.

    É bom que ele sinta o gostinho de ser alvo da turba insandecida, assim como ele e outros globais fizeram com os petistas.

    Se você sente dó, eu não…

  51. Parabéns pelo Jornalista que

    Parabéns pelo Jornalista que você é, caro Nassif.

    Mas falando do assunto, em se tratando de casos como o de William Waack não consigo desconsiderar a ideia de que são arranjos que incluem a anuência do próprio demitido. Porque esse vídeo não foi mostrado antes? Alguém acha que Waack vai, a partir de agora, ficar mofando em casa? Será processado por racismo? Ou que agora, sim, as propostas para ganhar poder e dinheiro por parte das empresas privadas, serão mais constantes? Claro que o povão fica raivoso mas que empresário resistirá ao produto “Agora, sim, Waack pode falar tudo o que sabe”?

    – “Vamos, Waack revelará o que não podia dizer na TV!”

    – “Sei lá… não vou muito com a cara desse sujeito…”

    – “Mas ele é um dos nossos! E agora é a hora de dar uma força. Bem… investir, vá?”

    E para onde mais Waack poderia subir na firma em que trabalha, a Globo? Ficar no lugar de Ali Kamel? Por outro lado, como sair sem algo espetaculoso?

    Ok, o caso de Reinaldo Azevedo foi a mais completa palhaçada: “vazado”, imagine só. Bem na hora em que vazamento estava na crista da onda…Vazou e está mais bem colocado do que estava na firma anterior, a Abril.

    Não me sinto à vontade para dizer que tenho certeza de que é armação. Mas não consigo afastar a sempre incômoda e saudável dúvida.

  52. constrangimento

    Apenas uma pergunta: Por que motivo o sujeito que está junto com ele na reportagem a ser feita, manifesta um enorme constrangimento com a fala do “alemão”? Ele diz um “sim”, seco e englido!!!!. Algo a mais aconteceu ali, sem dúvida. Waak gosta de passar idéia de finório. No programa Painel, que sempre junta três figuras ditas intelectuais mas sempre com o mesmo pensamento e visão do mundo, o tal de Wilian cansa de repetir: ” desculpe a indelicadeza”. NO entanto, corta de imediato e com rispidez qualquer um que manifeste pensamento aberto e progressivo e contrário à idéia de poder dos EUA. Fez isso com Belluzo, com dois diplomatas ex embaixadores em Washington e com muitos outros, inlusive com um colunista deste site.O cara não parece mesmo ser “flor de se cheirar”. Mas que estão fazendo tempestade em copo d’água isso estão mesmo. O vereador Holliday já falou coisas dez vezes piores e nem por isso a tal comunidade negra se afetou.

  53. Waack não chega aos pés de um

    Waack não chega aos pés de um Paulo Francis mas também não é nenhum Boris Casoy é um “jornalista” que, sem dúvida nenhuma não fará falta, a globo pode pegar qualquer um pra espalhar suas mentiras, aliás mentiroso é o que não falta nessa casa

  54. Conflito
    Toda vez que vejo meu “inimigo” ou alguém arrogante, perverso, egoísta, cruel, etc, se dar mal, me sobe ao coração uma pontinha de satisfação, quase um “bem feito pra ele(a)”, mas ai imediatamente me lembro da palavra que diz:

    “Quando cair o teu inimigo, não te alegres, nem se regozije o teu coração quando ele tropeçar;
    para que, vendo-o o Senhor, seja isso mau aos seus olhos, e desvie dele a sua ira.” Provérbios 24:17,18

  55. À maneira do que ocorreu com

    À maneira do que ocorreu com o aécio, é bastante tentadora a situação em que ficou o waack. Mas, passada a ressaca da euforia diante da queda do almofadinha (racista, preconceituoso, sabujo, “meoliberal” até a medula etc). Qual é o corolário disso tudo? Quais são os desdobramentos dessa situação? A globo fez a sua ‘limpeza” e retirou aquele que era inadequado; a utilização de gravações a la araponga e beleguim continuam “merecendo” créditos, depois de 4 anos de esbirros e meganhas usando e abusando da arapongagem? Qual é o sentido prático de uma gravação “ficar” um ano na gaveta? É no mínimo preocupante que nos venhamos a depender de expedientes do “acaso” para desconstituir o discurso daqueles que repetem dioturnamente a alienação cultural, filosófica e artística da população…..

  56. O uso do cachimbo entorta bico tucano?
    Nassif, nesses dias em que as novas tecnologias abriram a possibilidade de estratagemas sofisticados, de vazar conversas para as redes sociais – como você bem assinala – ainda falta WW explicar que o uso do cachimbo pode deixar a boca torta, porém nada modifica um fato. O dele ter sido criado por um padrasto pardo, uma vez que sua mãe, Leontina de Almeida, viveu com Oliveiros S.Ferreira entre 1965 e 1994, ou seja, da pré-adolescência à idade adulta ele conviveu com o ex-diretor de redação de O Estado de S.Paulo que, como sua mãe, era sociólogo e professor da USP e com ele viveu diretamente pelo menos dez anos, até que Waack foi estudar na Alemanha, em 1975. E, indiretamente, até quando WW passou a substituir Pedro Bial na Globo em Londres, em 1996 – quando começou o uso do cachimbo e o esgar bucal de extrema direita com que se notabiliza hoje. O ditado “Na Globo como os romanos” ou marinhos pode explicar, mas não justificar, a fala infeliz de WW à frente da Casa Grande branca, uma vez que não havia racismo que resistisse ao brilhante professor Oli e sua trajetória self-made man, qual seja, da escola pública paulistana à condição de mediador entre a redação e os censores militares que a partir do AI-5 passaram a censurar o Estadão e JT. O uso de poemas de Camões e receitas culinárias no lugar das matérias censuradas, bem como a produção acadêmica de seu padrasto, marcaram gerações como a nossa e, claro, incutiram em Willian a coragem de assumir posturas como as que você descreve. Contudo, porém, todavia, o ideário neoliberal maledeto – digo, cachimbo – global e a ingenuidade de presumir que seu “off” racista permaneceria em “off”, culminam agora com o vazamento para as redes sociais, justamente quando WW se preparava para desfrutar esses tempos pós-golpe. Com 21 anos de contrato, a perda de 40% sobre a indenização a que faz jus nesta demissão fala mais alto que as explicações canhestras de seu cinegrafista, uma vez que a nitidez e qualidade da imagem deixam patente que a mesma provêm da fita gravada em Washington, e não de telefone celular. Enfim, o estrago está feito, mas fiquemos atentos ao calendário ornitológico, uma vez que as penas coloridas ainda podem ressurgir e o bico, bem, o bico tucano é aparentemente indestrutível…

  57. Deixe a manada passar
    Depois que a manada furiosa passar talvez entendamos o que aconteceu. solidarizo com o Nassif.
    Apesar disso, indignado com o racismo e, também, com os linchamentos.

  58. Deixe a manada passar
    Depois que a manada furiosa passar talvez entendamos o que aconteceu. solidarizo com o Nassif.
    Apesar disso, indignado com o racismo e, também, com os linchamentos.

  59. Não sou de direita, não comemoro a dor do outro

    Segundo Marco Antonio Mello, que trabalhou na Globo, a cúpula do jornalismo e os irmãos Marinho sabiam do vídeo, mas esperaram um ano para dar o bote e ejetar Waack, que há anos causava problemas internos.

    A estratégia de linchamento de quem já está caído no chão, sem ter como reagir, é típica da cúpula da Globo. Concordo com o Nassif, independente do crime, a pena de morte é indigna e me horroriza a ideia de – neste momento da vida política do Brasil – marchar ao lado de Ali Kamel com pedras na mão.

    Acompanho o blog desde o início e lembro bem o que Reinaldo Azevedo, que hoje posa de bom moço, fez com o Nassif. A violência, o ódio, o desrespeito, a inveja grotesca. O ovo da serpente fascista começou a ser chocado ali.

    Tudo isso é muito, muito triste.
     

  60. Considerações sobre o episódio William Waack

    -> recusar um convite da Globo

    -> Duas razões pesaram.

    -> em um dia qualquer do futuro, ser surpreendido com uma demissão humilhante, por um motivo qualquer.

    então bem que podemos afirmar: o Waack de hoje é o que o Nassif de ontem teria se tornado, caso tivesse aceitado o convite da Globo.

    ou seja: sempre é melhor se manter fiel a si mesmo mesmo, não importando o preço a pagar. mesmo que até algumas vezes seus leitores não concordem com sua opinião.

    quanto a Globo, parece que as coisas estão pegando fogo por lá…

    p.s.:

    Indagados porque só divulgaram o vídeo agora, quase um ano depois, ambos explicam que já haviam mostrado isso para a imprensa, mas não teve a mesma repercussão de agora. “Chegamos a ouvir, ‘se não é do William Bonner’, não interessa”, diz Ramos.

    Queríamos discutir o racismo, afirmam responsáveis por vazamento de vídeo de Waack

    vídeo: Mark Felt: O Homem que Derrubou a Casa Branca

    [video: https://www.youtube.com/watch?v=xL2u3mAci7I%5D

    .

  61. Fui do céu ao inferno com

    Fui do céu ao inferno com William Waack quando ele entrevistou o então presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Foi uma entrevista muito boa, com questões pertinentes que o presidente respondeu muito bem. Até aqui era o céu. Depois, já no Brasil, Waack foi no programa do Jô Soares e desceu o pau em Ahmadinejad; e ainda fez galhofa com episódios da entrevista tantando ridicularizar o seu entrevistado. Que ética, não!?

  62. Fui do céu ao inferno com

    Fui do céu ao inferno com William Waack quando ele entrevistou o então presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Foi uma entrevista muito boa, com questões pertinentes que o presidente respondeu muito bem. Até aqui era o céu. Depois, já no Brasil, Waack foi no programa do Jô Soares e desceu o pau em Ahmadinejad; e ainda fez galhofa com episódios da entrevista tantando ridicularizar o seu entrevistado. Que ética, não!?

  63. quem armou foi o Paulo Sotero

    quem armou foi o Paulo Sotero – que aproveitou do deslize e resolveu “calar” o agente da Cia no Brasil, Waaaackkkkk -kkkk

     

    eles gravam tudo e são cobras, esse waaack devia estar pedindo aumento na propina da mão invisivel. 

  64. Zelda Merda!!!

    Não se regozijar com a derrota do outro… Sei não. Vou dormir com a consciência pesada:

    AQUI PRO PALMEIRAS!!!

  65. Entendo a louvável postura do

    Entendo a louvável postura do Nassif. Deve ser respeitada.

    Já eu não tenho pudores: Waack não passa de um golpista safado e não há desgraça que seja suficiente para castigá-lo. Desejo o mesmo pra todos golpistas, famosos e anônimos, que ajudaram a arruinar o país.

     

  66. Desculpe  ..mas vc errou,

    Desculpe  ..mas vc errou, quer por querer ser um contraponto (Num momento pra lá de INFELIZ e inapropriado, de catarse social), por respeito a alguém que não merece tê-lo por seu ato (o que é diferente de negar-lhe DIREITOS de defesa), ou por achar que foi armação (que eu definiria como um ATO DE CORAGEM de quem gravou e vazou)

    Wack não esta sendo acusado ou censurado por seus atos como pai, filho, neto, aluno, por ser bonito ou feio, amigo, arrogante ou humilde ..ESTA sendo censurado pro ser RACISTA e reincidente

    ..e SIM, qq tentativa que vise, neste momento, aplacar a revolta e indignação que deveria ser de todos (MUITO mais do que qq outro sentimento) pode soar como tergiversação  ..defesa daquilo que NÂO È PRA TER DEFESA por onde quer que se olhe, partido de quem partir, se de vitima ou de algoz, se de esquerda ou de direita

    RACISMO é RACISNMO e quem o pratica não deve, até por ser um sentimento DESPROVIDO de qq sentido, não pode nem deve ser aliviado por qq outro atributo que eventualmente se tenha.

    ps – o fato de vc se sentir ABANDONADO (e injustiçado) diante duma ofensa ou AGRESSÃO de poderosos no passado, não o desobriga de cumprir seu papel, como comunicador e formador de opiniões, que todos esperam de você  ..a defesa inclemente dos direitos humanos e da DIGNIDADE da pessoa humana

    NO mais  ..BOLA PRA FRENTE  ..pois como Wack, o BRASIL (que NÂO ERA um país INSTITUCIONALMENTE racista – até os esquerdopatas inventarem as cotas raciais inventadas pelo Tio Sam e importadas por THC) tá cheio desse tipo de gente rasa, covarde, INFAME que não podem ficar impunes

  67. Armação?

    Queria entender o que o blogueiro chama de “vítima de uma armação”. Ele foi induzido a dizer o que não pensa com a finalidade de divulgarem a gravação? É só isso que eu chamaria de “armação”. Que alguém divulgou o vídeo para expô-lo, é óbvio. Azar dele se falou aquilo.

  68. Tem que bater mais

    O blogueiro erra num ponto fundamental quando diz que não faz sentido bater em quem já está morto. Ele só está morto porque foi merecidamente repudiado pela opinião pública. Se todos tivessem a atitude condescendente do Nassif, o episódio passaria em branco e seria tratado, como quer o Augusto Nunes, como “umas palavras sem importância” exageradas por “perdedores contumazes”. Tem horas em que é preciso bater mesmo, para que a infâmia não se torne o normal.

  69. William waack
    Acham inocentes, que William waack fará auto análise pós derrocada ou estará agora mesmo com mais ódio dos negros por serem estes o motivo da sua desgraca? Não creio na inocência dos bichos peconhentos, percebo a sua natureza. Alguém com 65 anos que vomita preconceitos jamais deixará de fazê-lo. E apesar da sua simulação midiática, seu corpo abriga o vírus do racismo. Não esperemos de alguém, mais do que ele pode ser.

  70. Waack fez muito mal ao país

    Nassif,

    Gostaria de fazer apenas dois breves comentários:

    1. Acho que Waack pode ter sido alvejado inicialmente por gente que não tem poder algum na estrutura da Globo. Funcionários que ficaram, com toda razão, irritados com sua fala racista.

    Uma vez tornada pública sua fala, não havia como segurar sua queda, por parte dos diretores da Globo. Acho que ver fogo amigo por parte de alguém da cúpula pode ser uma teoria conspiratória que não dê conta da realidade. Afinal, Waack expressava fielmente a forma de pensar da cúpula dessa que é a estrutura de comunicação mais danosa que temos no país, em termos de desrespeito à democracia. 

    2. Eu também acho lamentáveis esses movimentos de manada. Mas o papel da Globo e também do Waack no recente golpe foi claro, o que não deve ser esquecido jamais. O mal que essa gente fez à democracia e ao país foi gigantesco.

    A isso, se soma a recente fala racista do Waack. Por causa disso, apesar de não alimentar linchamentos, também não movo uma palha sequer para amenizar seus atos. Prefiro ficar assistindo. Ele que aguente as consequências de suas escolhas.  

  71. A “questão Waack”

    Acompanhei ao largo a “questão Waack”. Por me parecer banal. Um jornalista é gravado falando uma imensa bobagem (todo preconceito desse tipo, incluindo aí o racismo, será sempre uma tolice sem tamanho, além de odioso), revela seu preconceito contra os negros e é demitido pela empresa. Ponto. Isso sequer revela que o jornalista seja de fato um racista, revela apenas que é capaz de em ambientes privados emitir conceitos racistas – são coisas diferentes que não vou tentar explicar aqui porque não vem ao caso.  O bom de não ter tido opinião a respeito no início da repercussão do episódio é assistir a tudo como espectador, essa é uma boa forma de tentar aprender vendo o todo e não apenas uma parte do fato.

    Ponto um – tirando o ódio e os desejos de vingança, todos os que se manifestaram contra a AÇÃO de Waack, bem o fizeram: porque o racismo é uma praga a ser combatida de modo determinado pela sociedade, como são todos os preconceitos. Mas elevar o combate à fala deplorável ao ódio doentio da direita, soa como uma “contaminação” de algo que a esquerda deplora.  Nesse aspecto, vejo o “discurso” do Nassif como uma tentativa de expor os excessos e seguir sua natureza – e a de muitos aqui… – de ir contra o linchamento, o apedrejamento do sujeito, o famoso “chutar a cara do inimigo caído no chão” – qual o mérito disso, afinal?

    Ponto dois – Um bom ponto jornalístico, social, filosófico, etc. etc. a ser debatido, me parece vermos quais os preconceitos hediondos, além do racismo, praticados, espraiados não só por e entre jornalistas, mas nas classes sociais que têm força e voz no Brasil. Por exemplo, o termo “petralhas” – tão carregado de nojo e ódio quanto os preconceitos ancestrais da humanidade. Sem querer comparar os indizíveis sofrimentos das pessoas negras, há séculos vítimas dessa chaga, o racismo, com os outros preconceitos havidos entre nós, podemos e devemos tentar enxergar a RAIZ desses sentimentos na alma de muitos brasileiros – porque se tornou uma FORMA DE PENSAR / SENTIR / AGIR, rotular as pessoas com termos pejorativos – ou assim tornados… – por aqueles que se sentem SUPERIORES à pessoa agredida ou grupo social agredido. Assim, Dilma vira “a vaca”, “a anta”, “o poste de Lula”. Lula vira o “molusco”, e numa alusão perversa, doentia, ordinária, na boca de Sérgio Moro e de milhões de brasileiros, vira o “NINE”….. – ISSO NÃO É TÃO GRAVE, E NÃO PERTENCE À MESMA FONTE do “só pode ser preto”, do Waack??? – eis uma das grandes questões. Porque, como, chegamos a esse ponto, porque a Globo, que agora banca a defensora do “não-preconceito”, – hipócritas! – nunca se importou, por exemplo, que pixulecos de Lula em roupas de presidiário fossem ostentados em programas da Globo News, como todos pudemos assistir…?

    Ponto três – Personificar a estupidez de Waack, demonizá-lo, odiá-lo, é apenas isso – fazer uma catarse de ódio aproveitando o vazamento de sua fala tosca e odiosa, num movimento que se torna reduzido e reducionista – daí a necessidade dos contrapontos, como o trazido pelo Nassif – que, obviamente, não está “defendendo o Waack” – apenas nos lembra da pobreza que é a coisa do linchamento – porque é!

    Ponto quatro – FHC chamou aposentados de “vagabundos”, após a eleição de 2014, ofendeu de modo grotesco aos nordestinos, chamando-os de “burros” e que teriam “vendido seus votos pelo bolsa família”.  Eu e todos aqui, escreveríamos centgenas de exemplos de pessoas públicas em cenas igualmente lamentáveis…. Ora, não “odeio” FHC, Waack e assemelhados por essas falhas de caráter, esse narcisismo, odeio suas ações, a elas devo e quero combater.  Como à intolerância de uma classe média enferma em relação aos nossos pobres, que faz com que rejeitem todos os políticos e partidos progressistas, que trazem programas, ideologias, intenções inclusivas, nas suas ações.

    A “questão Waack” é MUITO MAIS do que alguém a ser massacrado por “ser pego em flagrante”. Em si, é apenas um fato particular, que deve sim ser punido pela empresa – Globo – para que sirva de lição – hipocrisia à parte….. – Devemos repudiar a fala racista? Evidente que sim!  Mas se não AMPLIAMOS o debate, perdemos uma oportunidade de enxergar quem somos momo sociedade, como nação.

     

    • …. ou quando Lula chamou a

      …. ou quando Lula chamou a cidade de Pelotas de cidade exportadora de viados. 

      …. ou quando Marilena Chauí faz o famoso discurso “Eu odeio a classe média” incitando o ódio a quem tem um padrão razoável de vida.

  72. William Waack

    “E, em um dia qualquer do futuro, ser surpreendido com uma demissão humilhante, por um motivo qualquer.”

    Esse seu “por um motivo qualquer” dá margem para reflexão… Ser demitido por ser racista é um motivo qualquer?

    Bom, Nassif, pelo menos você vai ficar mais atento para, também, não ser surpreendido.

    • SIM, ser demitido por

      SIM, ser demitido por colcarem em você a imagem de racista, mesmo que você seja competente, é um motivo qualquer. O “racista” pode render muito mais do que um “politicamente correto” hipócrita, ou ser um verdadeiro conselheiro para os meus negócios (ou para me ajudar a entender mais sobre o mundo, no caso de Waack).

      Preocupa-me mais, no contexto atual, o que a Globo está fazendo com seu jornalismo, reflexo de uma “Globosatização” que atinge, direta ou indiretamente, todo o conteúdo deles. Creio eu que o Grupo Globo está fazendo uma aposta arriscada demais, ao aproximar-se demais do progressismo supostamente dominante – e que sempre detestou a “poderosa”.

      A Globo bajular esquerdistas e progressistas lembra Lula e Dilma puxando o saco do “PIG”. Não tem verdade nenhuma nisso aí – na primeira oportunidade esses grupos não terão piedade em aprovar uma “Lei de Medios” que destrua o monopólio, a não ser que um Luciano Huck chegue ao poder, com o objetivo de ser uma mistura de Obama e Macron, sem o talento de ambos.

      Esperto, nesse contexto, é o Sílvio Santos. Não se mete em nada, apenas vende Jequiti para todo mundo, e segue em paz. Quando a poeira baixar, no mínimo terá mantido seu território, e seus lucros.

  73. Shakespeare
    Nassif, vou dar um Shakespeare para sua reincidência na bobagem de querer ver outro ângulo num caso óbvio: “Methinks the lady doth protests too much”.
    Racismo é racismo e acabou, Mouro (mas não o de Veneza…). Como um descendente do Oriente Médio não sabe disso em 2017? É polianice demais!…

  74. Por óbvio eu não tenho tempo
    Por óbvio eu não tenho tempo de ler mais 250 comentários produzidos pelos argonautas daqui sobre a figura do Patíbular(um estrelado foi ao dicionário e mesmo assim não conseguiu entender o alcance da coisa),William Traack,mas não foi essa figura sorumbática que se correspondia com a CIA?Não saberia responder qual foi o último artigo do Moreno Vivo,versando sobre coisa séria,que tivesse resultado em tamanha consternação.”Cada povo tem o governo que é merecedor”.Ass:Luis Bocora,pensador ireceense.

    • Considerações sobre o episódio William Waack

      -> Não saberia responder qual foi o último artigo do Moreno Vivo,versando sobre coisa séria,que tivesse resultado em tamanha consternação.

      é o resultado do Lulismo ficar 13 anos enfiando na cabeça das pessoas que nosso maior inimigo é a Globo. agora, “chore, Dilma, chore!”.

      .

      • Pode contar mais 4 anos,quiçá

        Pode contar mais 4 anos,quiçá 8 anos.Com a volta do pleno emprego,dada a amizade que tenho com Lullla,eu vou solicita-lhe  uma ocupação para você.Tu não sai daqui,cara.E olhe que tem gente que acha que o chato daqui é o acima assinado.Uma,sou o chato de 10 maneiras diferentes.O outro,mais Vivo do que nunca,acha-me o Rei dos Chatos.Não sei o que sobrou para você.Você deve ser o chato abelha,que sai para fazer cera e volta cheio de mé.

      • Você deveria ler o Pepe

        Você deveria ler o Pepe Escobar, aquele jornalista que chama a imprensa internacional de presstitute. Marx já falava da maneira como o capital manipulava a mente dos trabalhadores impedindo-os de adquirir consciência de classe. Uma das razões da extensa jornada de trabalho praticada nos primórrdios do capitalismo era evitar que, com tempo livre, os trabalhadores se informassem, ou lessem livros, ou fizessem cada vez mais reuniões para discutir sua posição do mundo.

        E Marx não tinha a menor ideia do que seria a comunicação do futuro. Não há a menor possibilidade de se discutir o capitalismo hoje sem explicar o papel decisivo que ela joga na desorganização das massas. 

        Recorrer ao “lulismo” ou “lullismo” como uma explicação sarcástica para tudo que acontece no Brasil de hoje se tornou para você uma palavra de ordem. Suas contestações vazias de argumentos já se mostram na recusa de escrever um texto dentro dos padrões gramaticais, sem pontuação, e na auto-nomeação com caracteres absolutamente despidos de sentido.

        Está na hora de crescer, sopa de letrinhas, e aparecer. Coloque seu nome no que você escreve para que a gente possa respeitar sua fala.

         

        • Considerações sobre o episódio William Waack

          -> Você deveria ler o Pepe Escobar

          leio o Pepe Escobar desde décadas atrás, quando ele ainda escrevia na Folha de SP, na Ilustrada. aliás, uma boa sugestão seria o artigo dele: Patagônia à venda. muita relação com o que acontece atualmente no Brasil.

          -> Recorrer ao “lulismo” ou “lullismo”

          as críticas que faço ao Lulismo são pertinentes, necessárias, embasadas e irrefutáveis. não reaja emocionalmente a elas.

          além disto, Lulismo se tornou um termo consagrado (e não pejorativo) por um Lulista: André Singer em seu livro “Os Sentidos do Lulismo”.

          e os comentários neste artigo do Nassif são sim um bom exemplo de como o Lulismo, bem antes até do que sua chegada ao governo, pauperizou o debate político. veja o meu outro comentário mais abaixo.

          o ponto central não é o racismo do Waack ou da Globo. e sim a coleta incessante de informação para ser usada como munição no momento mais propício, contra quem quer que seja.

          -> Suas contestações vazias de argumentos

          ao contrário, sempre são embasadas em dados, inclusive por aqueles fornecidos por economistas do PT, como Márcio Pochmann, ou entidades ligadas ao sindicalismo, caso do DIEESE.

          -> Coloque seu nome no que você escreve para que a gente possa respeitar sua fala.

          a fala independe do nome. se é preciso um nome para respeitar a fala, já há algo de errado neste respeito.

          e isto não é apenas uma questão conceitual, e sim eminentemente política. reflita a respeito.

          referências: Michel Foucault (“O que é um autor?”), Roland Barthes (“A morte do autor”), Pierre Lévy (“Nós somos o texto”).

          -> o capital manipulava a mente dos trabalhadores impedindo-os de adquirir consciência de classe.

          -> era evitar que, com tempo livre, os trabalhadores se informassem, ou lessem livros, ou fizessem cada vez mais reuniões para discutir sua posição do mundo.

          este ponto merece todo um debate: como se desenvolve a consciência de classe? de cima para baixo? de dentro para fora? através de leituras?

          é sobre este tipo de temas  que deveríamos estar discutindo.

          .

  75. Tolerância zero com Racismo é muito importante

    Nassif,

    Creio que faltou uma ponderação, nas suas ponderações. òtimo que você tente romper com as narrativas dominantes e os “efeitos” manadas.

    O racismo é um problema estrutural em nossa sociedade, esta institucionalizado no Estado em muitas políticas públicas. Também permeia a nossa cultura e o comportamento individual e familiar.

    O Brasil é inundado pelo racismo. Ao mesmo tempo, as pessoas negam sua existência. Tanto pessoas brancas quanto negras. Inúmeras figuras influentes torcem o nariz e recriminam inclusive o uso desta palavra, como o Pelé no caso do golerio Aranha há alguns anos. Não faz muito tempo o DEM entrou com uma ADIN contra as cotas que chegava a argumentar que parte dos negros tinha vindo voluntariamente para o Brasil, e que o sexo entre Senhor e Escrava era consensual. A concordância com a existencia do racismo no Brasil e a luta contra ele não é consolidada e está em risco constante, ainda mais na conjuntura atual. 

    O caso Waack coloca de maneira inequívoca que o racismo existe e está do nosso lado, esta no dia-a-dia. Não é algo longe e distante. Waack era uma figura respeitada, não pela esquerda, mas era sim respeitado. Além de jornalista foi professor na FAAP e costumava atuar no meio acadêmico das relações internacionais. 

    Como âncora de jornal diário na Globo seu papel como símbolo do jornalismo era importante. E estava todo dia na casa das pessoas. Por meio de sua atuação na Globonews aparecia como “ilustrado” e referência do pensamento para a direita não radical, a parte que restou da antiga militância tucana e afins.

    Este episódio ajuda a romper com o isolamento do debate sobre o racismo e dá um tapa na cara de quem prefere não pensar nele. 

    A busca pela demissão do Waack não se trata de “chutar cachorro morto”. A tolerância zero com o racismo em instituições públicas e privadas seria um passo super importante para demonstrar para aqueles que estão cedendo ao MPL, Bolsonaro e afins que há linhas que não se deve cruzar.

    Apenas o afastamento,com subsequente retorno em outro formato daqui a algum tempo para o jornalismo da Globo apenas virá para legitimar a adesão do centro e da direita moderada para a Barbárie.

    É excelente que você explore outros ângulos para os casos, mas não deveria fazê-lo ignorando um aspecto tão central quanto o racismo no caso do Waack (o racismo não está presente em nehuma das suas três razões – você poderia tê-lo incluído. Por exemplo, este sentimento de revolta é contra o racismo ou contra o Waack, o movimento de manada vai contribuir com a luta contra o racismo? O que significa a Gobo afastá-lo par ao comportamento racista na emissora? etc etc)

    Abs

    PS: Falo da direita aqui, mas não esqueçamos que a esquerda também não está livre do racismo.

  76. Putz!  A maior parte dos

    Putz!  A maior parte dos comentarios eh sobre racismo!!!  Ate a “razao qualquer” do Nassif ja vira o assunto racismo!!!

    Racismo racismo racismo racism…

     

    Haja redundancia!

  77. Empatia Branca

    Vítima de uma armação?? Ora, tome vergonha nessa cara branca! Ninguém armou pra ele falar o que falou. Ele foi flagrado, e (graças a Exú) exposto. 

  78. Considerações sobre o episódio William Waack, por Luis Nassif

    Nassif, você reincidiu com este novo texto. É claro que a Globo é a grande orquestradora de tudo isso. Depois deste Waack, outros Waacks chegarão e continuarão sectários, explicitamente comandados pelas editorias da poderosa, com liberdade de opinião próximo a zero. Quanto ao “sentido prático de bater em quem não conta mais”, é imperativo entender que ele não conta mais porque levou uma “surra”. Com relação aos bolsominions, para além de qualquer método de ação, o maior problema está exatamente nas motivações, onde os preconceitos(todos) são os grandes estimuladores. Nassif: bola fora!

  79. W. Waack

    Bom dia Grande Jornalista!

    Respeito sua defesa ética-profissional.

    Todavia, o caso do racismo em foco não é um linxamento público. É apenas a expressão da verdade secular do nosso Brasil. Onde os racistas de plantão da mídia, da política, de tudo quanto é parte estão jogando a pedra e escondendo a mão e, quando são flagrados soltam a máxima: Eu estava brincando! Não sou racista, tenho amigos que são negros……kkkkkk

    Se foi um vazamento seletivo, ou armação, isso pouco importa. O que importa é a cara de prazeres do Waack chingando e praticando o racismo. Pois, muito bem sabia ele quem era o eleitorado de Trump: Negros, Imigrantes lagais e ilegais, os empobrecidos pelo sistema, Gays e tudo que representava algo de esquerda. Logo, suas argumentações apenas levantam novas abordagens sobre o tema, não dimiui nem afasta o jornalista de sua responsabilidade civil e criminal. Agora basta saber se ele pode ser processado por crime de racismo e responder por isso!

  80. Até esse episódia não sabia

    Até esse episódia não sabia quem era Waack e nem sei quem é Olavo de Carvalho.

    Por (uma feliz) decisão própria, há mais de 10 anos (desde que me aposentei), abandonei por completo o rádio, a teve, os jornais e revistas. Não os ouço, não os assisto, não os leio. Assim deixei de ser mal informado e um analfabeto político por completo.

    Dos fatos, tomo conhecimento por comentários de conhecidos, por gente do povo que encontro e por artigos de blogs (o do Nassif é um deles). 

    A internet consulto para fins pesquisas. Via internet também consulto jornais franceses (Le Monde, Le Monde Diplomatique, Le Figaro, L’Espress) e italianos (Corriere, La Stampa, Reppublica, etc).

    Redes sociais. Não participo, não frequento.

    WhatsApp só pouquissimas vezes conecto – comedida e racionalmente – com esposa, (2) filhos e (ocasionalmente) com um ou outro parente, amigo ou conhecido.  

    Celular  mantenho sempre desligado ou fora de meu alcance em casa ou no carro (uma espécie de telefone fixo que não possuo).  De quando em quando é usado para recados e (se necessário) em caso de urgência…

    Facebook. Por pouco tempo (esporadicamente) e para transmitir meu pensamento sobre fatos políticos e conceitos, participei do Facebook e ao notar sua ineficácia (ao que propus) e sua profunda futilidade, abandonei-o.

    TV, jornais, revistas, redes sociais e celulares viciam, fazem mal à saúde mental, psicológica e física (desensibiliza, bestifica, bestializa,  produz vilência, entorpece o raciocínio, tem efeito “manada”,  favorece o Alzheimer….  

    No mais, leio bastante…

  81. Defendendo o indefensável.

    Caro Nassif. Com todo respeito que tenho a você, esta defesa não faz o menor sentido. O Cara falou com clara convicção, sem ter nenhum contato visual com o motorista que acionou a busina e “atrapalhou” a sua concentração, que aquilo só podia ser coisa de preto! Enfatizou isso 3 vezes!! Sério mesmo que para você isso é um “motivo qualquer”? Vou desconderar este artigo para continuar acompanhando a sua trajetória. ABS!

    • LER ANTES DE COMENTAR!  LER

      LER ANTES DE COMENTAR!  LER ANTES DE COMENTAR!  LLEEEEEEEERRRRRRRR ANTES DE COMENTAR!

  82. William Waack
    Sinceramente Luis Nassif se sua opinião era para fazer um contraponto e para isso minimizar a atitude cretina deste cretino, considero que sua escolha foi infeliz. Justiçados seus argumentos, em nada melhorou seu argumento. Triste ua posição.

  83.  
    Esse frenesi todo sobre

     

    Esse frenesi todo sobre caso W. Waack, só serve para interditar ainda mais o debate sobre a escravidão no Brasil.

    A manada é interessante para a matrix.

  84. William Waack ser demitido

    William Waack ser demitido por ser um racista é normal. Eu queria mesmo é ver ele e o resto do PIG acertando as contas com a guilhotina.

  85. Totalmente de acordo, Nassif,
    Totalmente de acordo, Nassif, linchamento fisico ou moral são sempre imorais. A Justiça e a mídia brasileiras tem se prestado a incentivar a barbárie, o justiçamento medieval e espetacular.

  86. Malabarismo

    Os malabarismos retóricos para se transigir com o racismo no Brasil estão absolutamente cada vez incríveis e sofisticados.

  87. W. Waack

    Piorou. O problema do Waack não é ser racista ou não, o problema é ele ser jornalista e âncora tendencioso. O fato de ser racista só mostra um ponto de sua personalidade que não é nada virtuoso e nos induz a pensar que ele também não é nada virtuoso. Se ele fosse uma pessoa qualquer seria horrível, mas passaria despercebido. O problema é uma pessoa como ele ser um informador e formador de opinião. Ele pode ter toda a cultura do mundo, mas não tem nenhuma sabedoria e é indigno da posição que ocupa. Mas assim como o Boris Casoy, daqui a pouco todo mundo já se esqueceu, ele volta como se não tivesse acontecido nada e destilando seu veneno como sempre. Não gaste seu tempo nem sua verve em defendê-lo, pois ele não precisa. A menos que você queira parecer o bonzinho da história. Dá um tempo, Nassif, nós estamos em uma guerra que não foi proposta por nós, mas por gente como esse infeliz quer você está tentando justificar.

     

  88. Nassif contra Nassif…

    Não é exagero dizer: Luis Nassif é, ao mesmo tempo, seu maior amigo e inimigo…

    Nassif tem o direito inalienável de ser quem ele é…

    E quem é o Nassif? Creio que nem ele saberia definir ao certo…

    Mas temos algumas pistas…

    Nassif sabe escrever um texto que o colocará no centro da polêmica…claro, anos de prática…

    Ele tem o direito ao pragmatismo, só não tem o direito de zombar de sua audiência…

    O trecho onde difere o intelectual do jornalista é lapidar e nos revela um bocado do que está em jogo nesse debate entre surdos…

    Nassif acredita que é possível praticar um jornalismo que esteja acima dos conflitos que retrata…esse é uma crença, um dogma…embora a realidade mostre com fatos que isso é impossível…

    Claro que a manada atacou o CIA Boy da grobo…Claro que a própria grobo é causa e efeito da disseminação do racismo à moda brazillis…do tipo manso, mas não menos letal e violento…

    Um país que permite silente o assassinato de 40 mil pretos entre os 50 mil mortos anuais por PAF (projetis de arma de fogo) não poderia se levantar indignado contra o moço que foi linchado não pelo que disse, mas porque foi flagrado…

    waack é um pobre diabo que não vale a vela ao lado do seu corpo fétido…

    Porém a entidade “jornalismo” não é feita sem interesses (como disse o próprio Nassif) e por…opa, jornalistas, que aceitam e optam por serem os lacaios e cães de guerra do seus patrões…

     

    É importante atacar aquilo que dá causa a waacks, bonnes, casóis e etc e etc…e não se assombre o Nassif, o que dá causa a eles não é nada mais, nada menos do que a crença de que existe um jornalismo diferente e sério…

    Esse é o engodo ideológico que reveste o carma de boas intenções com os quais gente como o Nassif tenta se diferenciar dos maus jornalistas, sem entender que eles só são a causa e efeito recíproca e necessária que justifica um a existência do d’outro, tudo em proveito dos patrões… 

     

    Assim como Nassif já acreditou e defendeu que havia juízes “bons” e sérios no stf…(lembram da ode ao barroso, pois é?)…

    Não, caro Nassif, o jornalismo desde que os camelôs pré-Revolução Francesa foram engolidos pelos jornais (diários, do francês jour, journaix) e transformados em empresas de processamento de conteúdo para manipulação e controle ideológico e da narrativa da realidade, o jornalismo e os jornalistas se aproximaram cada vez mais das mais ancestrais profissões do mundo: as prostitutas e os policiais…

    Nassif não deixou de bater em waack porque é melhor que ele ou seus algozes enquanto esteve sob siege da revista óia…Ele o fez só porque aumentaria seu capital político como sendo aquele que oferece a outra face…

    Assim o Nassif “do bem” avança contra o Nassif “do mal”, aquele que entende que não há jornalismo sem luta de classes, e não há luta de classes onde haja sobreviventes…

    Boa jogada…Nassif avança contra Nassif…

     

    • Nassif, o paradoxal

      Nem tanto.

      O que Nassif é, é ser educado.

      O que necessariamente devamos ou não concordar com tudo que ele diz, e este é o caso.
      Pego trecho do comentário da Edna Baker que venho sempre repisando: vivemos tempos anormais, piores que pré 1964.

      Concordo com ela quando diz que vivemos fase tipo pré revolução francesa.

      E escrevo aqui no espaço do Hydra porque achei o comentário certo no lugar certo.

      Esse texto do Nassif está no painel de manchetes há vários dias. Suponho que ele esteja fazendo muito sucesso.

      Waack caiu (detesto usar essa frase, mas vou usar porque o Waack merece) pelo conjunto da obra.

      E não vejo nenhum sentido ou motivo para Nassif tentar defendê-lo (?). Essa interrogação é por conta destes trechos: “Tenho dentro de mim um anjo (seria diabo?) provocador(…)” e “A segunda razão é o respeito pelo sujeito caído”. Não seria uma traição do seu subconciente que estaria querendo dizer “anjo caído?

      Por que quando a Veja o perseguiu e nenhum jornalista o defendeu, ele quer se mostrar diferente?

      E Nassif é diferente sim pelas suas qualidades profissionais e humanas, mas Waack não merece sua “força”.

      Vamos virar a página porque esse cara não merece toda essa polêmica.

      E se sair da Globo, não pense que ele vai mudar o seu jeito de ser.

      Continuará sendo velhaco.

  89. Sejamos francos e diretos:

    Sejamos francos e diretos: quantos jornalistas negros e negras tem na redação do GGN (supostamente o “Jornal de todos os Brasis?”), na redação do SBT? Na redação da/do Globo, e dentre outros e outros. Pra mim, a discussão passa por discutir uma ampla e profunda política da Ações Afirmativas no jornalismo brasileiro, e não ficar procurando o fio de cabelo da armação no ovo do racismo explicíto. 

  90. QUANDO A INTEGRIDADE É = A BURRICE

    Vc assim como a DLMA, fazem parte dos politicamente corretos. Ou seja: dos ÍNTEGROS.

    Foi o POLITICAMENTE CORRETO e o exesso de REPUBLICANISMO que nos levaram ao caos que estamos hoje.

    O  ELEFANTE mesmo sabendo da natureza do ESCORPIÃO, quis dar uma de bonzinho, tadinho!!!

    Foi BURRINHO e se ferrou.

    O mesmo se aplica a todos nós.

    Não há como cumprimentar ou afagar “imundos” sem que eles não te sujem.

    Sendo assim…

     

  91. O fato fala mais alto

    Armação? Onde? O fato fala mais alto e foi registrado com som e imagem. O apresentador de notícias se mostrou racista, deixou evidente que despreza os negros. Racismo, que é crime no Brasil, torna-se mais grave em alguém que interage com o público, dilui e reduz a cedibilidade do jornalista e do jornalismo da emissora. A Globo fez bem em afástá-lo, Waak que, em inúmeras vezes, fez ironias predatórias contra outros (Dilma e PT principalmente), foi vitima de sua arrogancia. Não tenho pena.

     

  92. Muito engraçado!

    Este site do GGN, o qual acompanho desde 2008, no formato antigo, não tem muito humor, ele normalmente é serio, diria quase sisudo.

    A graça ocorre quando raramente o Nassif leva um pau de seus leitores…e foi o caso neste post.

    Este “artigo provocador” realmente foi uma bola fora do Nassif. WW é uma figura destestável que vem por anos demonizando o PT e Lula e Dilma, sem dó nem piedade, usando e abusando de seu “posto” no JG e na Globo News.

    Como esperar conter o efeito manada de linchamento do energúmeno, ao cair por mostrar seu lado racista? Vou mais é abrir uma cerveja e comemorar!

    … E se pudesse, não só chutava o cachorro morto, pisava na cabeça também.

    Tô mais é na linha do aqui se faz, aqui se paga.

  93. Nota fora da escala

    O Nassif às vezes tem dessas. Não faz muito tempo ainda elogiava o Serra por ser o mais preparado. Mesmo estando no top 5 do jornalismo do Brasil, nessa ele tocou fora da escala. 

    • Não especulo o motivo do
      Não especulo o motivo do jornalista, fora o de defender que não se chuta cachorro caído, ter escrito o que escreveu, mas sobre o Serra, ele já deu o braço a torcer, e por vários vezes.

  94. Waack é um jornalista

    Waack é um jornalista neoliberal. Waack é um jornalista de uma empresa golpista. Waack defende interesses norte-americanos. E Waack é racista.  

  95. A sociedade

    brasileira está doente, não importa a sua cor ideológica.

     

    Em tempo: Bonner, você é outro símbolo do jornalismo de esgoto da Globo, acho que seria prudente colocar as barbas de molho.

  96. Racismo de Willian Waack

    Tambem nao sou muito favoravel ao efeito manada…mas cada caso eh um caso.

    Neste caso em particular, nao fosse o efeito manada, a pressao das redes sociais, a globo – mesmo com o suposto – tomaria a decisao que tomou?

  97. Racismo de Willian Waack

    Tambem nao sou muito favoravel ao efeito manada…mas cada caso eh um caso.

    Neste caso em particular, nao fosse o efeito manada, a pressao das redes sociais, a globo – mesmo com o suposto – tomaria a decisao que tomou?

  98. Nassif, sinto, mas nessa não

    Nassif, sinto, mas nessa não dá para concordar contigo. Como diria meu avô, lado de lá, lado de lá; lado de cá, lado de cá. William Waack é nosso inimigo e pouco me importa que tenha sido ou não vítima de armação. O importante é tira-lo de cena e esse objetivo foi conquistado!!!

  99. O ponto central aqui  Nassif

    O ponto central aqui  Nassif é que estamos vivendo uma fase  no Brasil tipo pré-revolução francesa e ninguém tá aguentando mais a turma e agregados palacianos. Não resta a menor dúvida, perdemos a cabeça, e queremos que essa “cambada” perca as suas  na guilhotina. Fazer o que? Bem que você tá tentando botar a nossa no lugar. Vai ser difícil.

  100. A incoerência da esquerda movida por sentimentos pequenos

    Quando a Globo ataca os adversários políticos, Waack incluído, pois a esquerda sempre o considerou assim, vale tudo e a esquerda comemora saltitantemente o achaque e o apedrejamento, mesmo sem dar chance de defesa ao jornalista. Depois vão para as redes sociais pedir respeito aos direitos humanos como contraditório, ampla defesa, presunção de inocência etc. Waack é racista mesmo sem ter o direito de se defender respeitado. Está decidido. A Globo decidiu e a esquerda ridícula brasileira concordou com a decisão e disse que era isso mesmo.

    Você diz que é errado condenar o William Waack como racista sem conceder a ele o direito de se defender, até por que o aúdio do vídeo que circulou na Internet não é tão claro. Eu, por exemplo, tive muitas dificuldades em perceber a palavra “preto” no áudio, apesar de parecer que ele realmente falou algo como “isso é coisa de preto” ou “só pode ser coisa de preto”, algo nessa linha, comentário feito ao ouvir uma buzinada que atrapalhou o áudio dentro do estúdio de gravação em momentos que antecediam a entrada ao vivo.

    Ao afirmar isso, o erro do julgamento antecipado sem conceder o direito de defesa ao cara, os retardados das Redes Sociais brasileiras dizem que você está “defendendo o indefensável”, o que seja, o racismo. Quer dizer, para esses aloprados, defender o direito de defesa é “defender o indefensável” e significa, numa interpretação absurda, defender a livre prática do racismo. Não dá para contrariar gente maluca.

    Em suma, essa gente maluca de redes sociais defende a ideia de que ninguém tem o direito de se defender da acusação de racismo, apenas porque supostamente estaria comprovado o crime e agora cabe a punição, sem nem conceder o direito de defesa ao acusado. Só vale o que foi dito pela acusação baseada num vídeo cujo áudio não é claro. O que o acusado tem a dizer não importa. Não tem que dar a ele o direito de defesa. Condena e ponto final.

    Esse oportunismo irrazoável e desproporcional em cima de um vídeo que não foi originalmente ao ar e que pode tranquilamente ser contestado no mérito, diante da insuficiência de provas que demonstrem o dolo racista (essa conclusão pode sre eficazmente refutada, criando a dúvida que afasta a certeza necessária para uma condenação, bastando dizer que a intenção não foi pejorativa, mas apenas a de fazer uma piada diante da eleição de um candidato acusado de ser de extrema direita e ligado a grupos supremacistas brancos, e o comentário tinha isso em mente, a título de piada), mostra o quanto estamos vivendo um período de extremismos que ainda fará muitas vítimas. Vive-se um clima de caça às bruxas.

    Nos EUA, o ator Kevin Spacey, ganhadpor de dois oscars, teve recentemente a sua carreira literalmente acabada por causa de uma entrevista onde um ator narrou um caso acontecido há mais de 30 anos. Ou seja, a mídia virou um espaço de destruição definitiva de reputações, sem qualquer chance de defesa. Eu considero a situação bizarra e altamente preocupante. Mesmo que o comentário de Waack tenha sido inapropriado, dada a conotação racista que ele facilmente adquire, ao menos o direito de defesa devia se conceder a ele.

     

  101. A emenda e o soneto
    Minha carta a Luis Nassif
    Prezado Nassif,
    Sou desses que acompanham suas reflexões sobre os mais diversos assuntos da sociedade brasileira. E em muitos casos tenho acordo com suas ideias e opiniões. Mas peço que me permita dicordar veementemente de sua posição no episódio envolvendo Willian Waack. Não vou entrar aqui em digressões sobre o racismo estrutural presente na sociedade brasileira. Você seguramente tem apropriação sobre esse tema. Porém, seu primeiro artigo tratando de relativizar a fala de Waack com um contraponto a respeito de seu caráter foi, no mínimo, infeliz. Neste segundo artigo, você deu forma a velha expressão de que a emenda ficou pior que o soneto. Você apresenta três razões pelas quais você fez o que chama de contraponto:
    “A primeira razão é romper com o quadro de informação monofásico. Se todos batem no racismo de Waack, qual a contribuição para as informações do exercício de repisar o mesmo tema? Apenas mostrar que sou mais um dos muitos indignados com o racismo.”
    Então você admite que o fez apenas para remar contra a maré? Apenas porque acredita que se assumisse uma crítica contundente ao Waack estaria sendo só mais um na manada? Qual o problema em ser mais um meu caro? Para não ser mais um vale a pena pular para o outro extremo e tentar relativizar a fala grotesca de um racista? É isso que se chama de ser “diferentão”? Trazer dados “positivos” de Waack não amplia as informações, como você afirma. Apenas relativiza e desvia do assunto central. Um iniciante em jornalismo aprende isso.
    “A segunda razão é o respeito pelo sujeito caído”. Aqui, você compara a situação que viveu, em que se sentiu abandonado pelos colegas, com a de Waack. Nassif, com todo respeito, você não foi atacado por ser racista. Em seu caso foi uma injustiça. No caso de Waack é justo e obrigatório que se deixe ele exposto, sem a cobertura do abafamento ou relativização.
    “A terceira razão é que Waack foi nitidamente alvo de uma armação”. Aqui, você diz que, como só pode ter sido uma armação contra Waack, seria uma atitude covarde ataca-lo. Meu caro, covarde é um sujeito que se apresenta como detentor de princípios morais sólidos, que atacava a direita racista dos EUA e, quando pego em piada racista feita longe das câmeras, diz que foi sem querer, um deslize. Expor Waack não aproxima jamais quem o faz dos bolsominions, MBLs, etc. Pelo contrário. Sua comparação é absolutamente descabida.
    O racismo de Willian Waack não pode ser tolerado, relativizado ou diminuído apenas porque ele é um jornalista de prestígio e, em alguns casos, teve atitudes corretas. O racismo deve ser combatido. Para que todos pensem mil vezes antes de externalizar seus preconceitos, de forma pública ou privada.
    Nassif, continue suas análises sobre nossa conjuntura política que, ao fazê-lo, está sim prestando um serviço e ampliando informações. Não se diminua apenas para não colaborar com “cabo de informação monofásico”. Jovens iniciantes podem ceder a esta tentação de ser “diferente”. De fato, muitos fizeram carreira dessa forma. Você não precisa. Encerre com dignidade sua participação neste episódio. Não faça um terceiro artigo.
    Um abraço fraterno
    Artur Barcelos

    • Perfeitamente!
      Não consido

      Perfeitamente!

      Não consido entender a armação vista por Nassif. É do mesmo tipo da que se queixa Aécio Neves, Teooria conspiratória infundada. Adoraria uma explicação convincente.

       

      .

  102. Caro Nassif
    Sem perdão, minha

    Caro Nassif

    Sem perdão, minha fase conciliadora acabou no dia 31 de Agosto de 2016, quando golpearam a Dilma.

    Quero que ele e mais alguns milhõezinhos de lacaios se ferrem.Tenho muitos, como traidores.Entre os quais, ele.

    Não basta ser golpistas, há que ser traidor também.

    Sem republicanismo.

    Saudações

     

    • Certíssimo!!!
      No dia que o Moro divulgou o grampo ilegal da Dilma, os funcionários da Caixa Econômica do Setor de Autarquias Sul, aqui em Brasília, desceram para a rua em euforia, vibrando muito e confraternizando com os motoristas que faziam buzinaço. Agora Temer vai privatizar a Caixa. Zero de pena ou solidariedade para com eles. Que tenham o desfecho que tanto buscaram.

  103. É só Waack/Globo provando do próprio veneno
    Quem mais ajudou a parir esse Brasil do ódio foi a Globo, tendo no Waack um aplicado discípulo desse projeto. Só não contavam que eventualmente a manada de zumbis que criaram se voltaria contra eles. Nenhuma pena desses desprovidos de caráter. Todo castigo pra eles é pouco.

  104. Waack
    “Coisa de preto” é do tempo em que racismo era uma bandeira que era elegantemente flamulada por integrantes racistas da sociedade implacável e dura para com suas minorias. Mas, como foi dita há um ano, penso a que preto o sr. Waack se referia? Obama? Joaquim Barbosa? Hoje, as mídias é que são implacáveis e, a sociedade não deve negociar com relativismos, mas colocar em ordem esse visão que há séculos vem aniquilando pessoas.

  105. Porque o Nassif é assim? É

    Porque o Nassif é assim? É mineiro e bonzinho? Também, mas me parece que é uma escolha racional. Pretende construir sua imagem profissional como um jornalista com forte viés independente a léguas do pensamento unico.

    Pensamento unico que está no pig, mas que pode eventualmente estar na blosfera dita progressista também. Isso, sem dúvida, lhe dá credibilidade para as crítcas que faz ao “efeito manada” com gosta de chamar.

    Dito isso, acho que voce passou do ponto um pouco, Nassif. Seu elogio ao carater do Waak baseado em dois episódios que voces vivenciaram, foi meio forçado.

    Por isso, no post em questão disse que para mim teria que ser “menos, menos”. E repito, não chutar cachorro morto é uma coisa, mas fazer festinha não carece, né?

    • Perguntas à procura de respostas

      Seguem algumas perguntas, para quem quiser responder:

      Se algum jornalista dito de “esquerda” tivesse cometido deslize semelhante teria contado com a benevolência da grande mídia? Seria poupado pelos procuradores ativistas e seletivos? Ou seria linchado e processado imediatamente? Se alguém que me defendeu no passado cometer crimes, devo defendê-lo? A nossa falta de estratégias de poder e republicanismo ingênuo acabam alimentando os nossos algozes? Estamos lidando com liberais iluministas ou com uma direita de alta periculosidade e traiçoeira? (incluo nesse rol de direita os jornalistas da grande mídia).

      P.S. Foi por achar que a mídia hegemônica iria compactuar com a esquerda, que José Dirceu achou que não devia mexer nas leis dos meios de comunicação.

       

  106. Distração…

    Pois é na semana que a Reforma trabalhista entra em vigor… ta todo mundo preocupado com um comentario idiota de Waak e promovendo o linchamento publico dele e de quem mais relativize o que ele disse ou o defenda. Manada de idiotas…

  107. Racismo e TV.

    Não vejo o canal aberto da TV Globo, há pelo menos 6 anos. Sou suspeito para falar em Willian Waack, como âncora do Jornal da Globo. O que sei dessa emissora aberta é o que leio nos blogs e comentários escritos.

    Assistia a GloboNews e ao programa Painel, durante um tempo. Achava um programa razoável, especialmente quando abordando assuntos internacionais e de defesa. Para participar deste outro programa WW chamava o Roberto Godoy, um jornalista dedicado ao assunto, que eu admiro desde a cobertura da guerra das Malvinas. Não se pode negar sua capacidade intelectual, pelo menos a meu juízo.

    Iniciado o processo contra a Presidenta Roussef,  houve uma radicalização, e eu sabia como seria o programa pelos convidados. Não mais precisava ver e deixei de fazê-lo.

    Vi os comentários que WW fez. Foram racistas sim, mas a caçada que lhe é empreendida, o é menos pelos comentários, que pela pessoa que os proferiu.

    Sinto que esta guerra insana, que não deixará vencidos ou vencedores precisa ser detida. O Nassif deve ter esta percepção. Não perdoam Dona, Mariza Letícia, nem morta, porque gravada em conversa particular mandou enfiar o cabo da panelas.

    Há três anos, depois do falecimento de minha esposa tenho estado constantemente em Porto Alegre Estou aprendendo o que é racismo na veia.

    Tenho para mim que a Globo é o problema. WW é mera peça de reposição.