Glenn Greenwald rebate críticas em editorial do Estadão

Jornal GGN – Gleen Greenwald, jornalista, advogado e ganhador do Prêmio Pulitzer, criticou o comportamento da imprensa brasileira sobre o governo do presidente interino Michel Temer. Através do Twitter, Greenwald estranhou como a mídia parece “totalmente desinteressada no que a população pensa sobre Temer ou sobre o impeachment”. Ele também rebateu o editorial do jornal o Estado de São Paulo, onde o veículo da família Mesquita fala sobre a “ousadia desses deliquentes a serviço da causa lulopetista”, dizendo que o Itamaraty deve tomar uma “atitude mais resoluta para contra-arrestar as mentiras e deixar claro (…)  que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff vem cumprindo todos os requisitos legais”. Para o jornalista norte-americano, a visão do Estadão é “a mentalidade de um jornal que aplaudiu um golpe e a ditadura militar”. 

Veja os tweets abaixo e leia o editorial aqui.

 

9 comentários

  1. O Estadão manda um recado

    O Estadão manda um recado para o Itamaraty de Serra, que vai conversar com Gilmar, e logo outros veículos estarão a postos para dizerem que o Brasil não precisa de estrangeiros para ditarem normas de conduta, etc. 

    É claro que o que fez o Estdadão,agora,é o que todos os outros jornais ainda nao tiveram coragem de fazer. Talvez por acharem muito tentarem calar um jornalista com prêmios relevantes.

    O importante, neste caso, é saber onde se enquadra a intervenção do Itamaraty, segundo as leis vigentes.

    Admitindo que se ponha em prática essa calação de voz do estrangeiro, este não tendo perdido as cordais vocais, e estando vivo, só fará aumentar a repercussão, já em curso, da não-qualidade jornalística dos jornais brasileiros.

  2. Ofensas

    Se ofendem por serem chamados de “golpistas” e chamam os que pensam diferente deles de “delinquentes a serviço da causa lulopetista” !! Tanto jornais quanto as grandes redes de TV agridem uma parcela considerável de leitores/telespectadores que são contra o impeachment da presidente Dilma. E depois não sabem porque estão perdendo  leitores e audiência…

  3. Gleen Greenwald, jornalista, advogado e ganhador do Prêmio Pulit

    Cada célula de Gleen Greenwald, jornalista, advogado e ganhador do Prêmio Pulitzer, tem mais credibilidade do que todo o PIG junto e misturado,em toda a sua MALDITA existencia.

  4. E toca o berrante

    Imagine a cabeça do imbecil lendo isso. Aquele que veste a camisa canarinho e bate panelas convicto de que é senhor do seu tempo

    Dá um nó.

    Porque, apesar de todas as evidências, concordar com o premiado jornalista é aceitar o CERTIFICADO DE MIDIOTA.

    E isso o midiota não quer.

    Melhor ficar com o Estadão e se nortear pelo berrante.

     

  5. Tarde demais.

    Eu fico é com um certo desânimo ao ver que precisa aparecer um gringo pra sacar de pronto e reagir na lata ao jogo dessa turma golpista reacionária. A tática sempre foi a da inversão, acusar nos outros aquilo que eles próprios fazem.

  6. É preciso modernizar as cabeças…

    O Estadão, ou melhor seus editorialistas, pensam no mundo como em 64!

    Se o Brasil pudesse expulsar um jornalista, MILHARES DE OUTROS OLHARES SE VOLTARIAM PARA O BRASIL!

    Não há como esconder coisas óbvias que afetam MILHÕES DE PESSOAS SIMULTANEAMENTE…

    É triste dizer, mas foi OBSCURANTISTA da parte do Estadão…

    Não dá mais para mentir sozinho quando isso afeta outros milhões…

  7. A delinquência do Estadão é uma Monumental Estupidez

    Trata-se apenas de mais uma manifestação do globogolpismo, também absorvido pelo jornal.

    “Monumental Estupidez” foi como esse pasquim denominou, em 2004, o episódio da suspensão do visto de Larry Rohter, ex-correspondente do NY Times no Brasil.

    Para quem não lembra:

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,monumental-estupidez-diz-o-iestadoi-sobre-expulsao,20040513p36083#

    O artigo de 13 de maio de 2004, foi atualizado em 04 de março de 2012. (?)(?)(?)

    Nele, o Estadão se refere a si mesmo na terceira pessoa. (?)(?)(?)

    Enfim, a delinquência globogolpista do Estadão manda esquecer o que escreveram antes.

    E, por falar em atualização, o Estadão parece ter atualizado, em 18 de fevereiro de 2012, aquele editorial que ficou famoso: “Pó Pará, Governador?”

    Aqui está a versão atualizada:

    http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,po-para-governador,331197

    Não sei quais mudanças ocorreram entre a do dia da edição, em 28 de fevereiro de 2009, e a deixada para o público em 2012. Pesqusadores, mãos à obra.

     

     

     

  8. Estadão e a lastima da imprensa do baronato

    Não é so a Republica dos grampos – esta atual é bem real – que ficou num quadro de parede de la por volta de 1890. O Estadão também parou no tempo, pensa que estamos ainda na época do baronato e que tal qual uma grande e importante familia burguesa da provincia de São Paulo, tem que mostrar ao governo que ele tem que se impor…

    Que falta faz ao Brasil uma imprensa digna desse nome. Minha lastima é que os governos do PT não tiveram força e coragem para tocar nessa parada. Quem sabe José Dirceu teria feito… Ah, meu amor que tristeza me da vendo o dia amanhecer e nada mudar.

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