Mourão diz que críticas do mundo e de artistas a Bolsonaro foi “choro de perdedores”


Foto: Reuters
 
Jornal GGN – O medo da população e do mundo sobre o futuro da democracia no país é “choro de perdedores”. Assim descreveu o futuro vice-presidente do Brasil, general Hamilton Mourão, em entrevista à agência de notícias internacionais BBC News.
 
Manifestando-se mais livremente desde que Jair Bolsonaro foi eleito, neste domingo (28), se antes o então presidenciável havia apenas chamado a atenção do general para se conter por suas falas polêmicas, agora Mourão está concedendo entrevistas coletivas e declarações à imprensa.
 
Á central brasileira da BBC News, Hamilton Mourão também criticou que as posições dadas por jornais e personalidades pelo mundo afora são “um desserviço”, que seria provocado por uma “rede de contatos” ligados ao PT.
 
“Eu acho que isso é choro de perdedores”, respondeu, sobre a pergunta de que a imprensa internacioanl e artistas do Brasil e do mundo já mostraram preocupação com o futuro democrático do país. 
 
“Prestam um desserviço à nação no momento em que buscam com seus contatos internacionais apresentar o presidente Bolsonaro como um homem antidemocrata, com todos esses pejorativos que foram colocados”, continuou.
 
O militar ainda mostrou que não quer ser apenas um vice com funções públicas discretas ou diminuídas. Mas disse que irá participar ativamente do governo, será responsável por comandar “pequenos conselhos” de projetos ligados a ministérios e “apresentar linhas de ação” para oferecer a Bolsonaro opções para exercer.
 
“Eu vejo que sou um assessor privilegiado. Privilegiado porque fui eleito junto com ele. Os demais assessores que forem escalados podem ser mandados embora a qualquer momento. Eu permaneço. Nós somos irmãos siameses”, disse.
 
Para ler a entrevista completa, acesse aqui a reportagem da BBC Brasil.
 
 

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1 comentário

  1. Mourão, o estadista

    O mundo, perdedor, lamenta a sua vitória.

    Tá difícil.

    Será ele o rei do mundo?

    “Jesus Cristo dá testemunho do Rei do Mundo quando afirma: “Melquisedeck, Rei de Salem, sem pai nem mãe, é aquele que permanece Sacerdote para sempre…” Esse soberano do mundo, que residiu num castelo onde hoje existe Jerusalém, tem como domínio as grutas e cavernas de todo o planeta Terra, os quais se unem, formando gigantescas extensões do Agarthi e sua capital, Shamballah.”

     

     

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