O jornalismo espírita invade encontro de Dilma com governadores

No jornalismo existem as reportagens e as análises. As reportagens baseiam-se em fatos; as análises, em raciocínios.

Uma das formas de burlar o leitor é rechear um artigo com meras impressões pessoais – do gênero que os compêndios jornalísticos denominam de gossips – e atribuí-las a fontes, anônimas ou não. É diferente da análise propriamente dita, que exige raciocínio, levantamento de ângulos não percebidos pelo leitor.

O gossip tem sido fartamente utilizado para desqualificar qualquer ato de Dilma, uma declaração solta, uma proposta política. Em vez de se debruçar sobre as implicações da atitude, montam-se análises superficiais baseadas no achismo, mas atribuídas a fontes em off para ganhar alguma verossimilhança.

É o caso do encontro de ontem, de Dilma com 27 governadores.

Comparem a reportagem “Dilma manda a governadores recados que eles não queriam ouvir” (http://migre.me/qZcq4) da colunista Vera Magalhães, da Folha – que não estava no evento – com os relatos dos repórteres que assistiram o evento. Basicamente as reportagens do Estadão “Aos governadores Dilma diz que país tem condições de se recuperar” (http://migre.me/qZcrX) -, de O Globo – “Governadores defendem governabilidade e pedem retomada dos investimentos” (http://migre.me/qZcwe) e “Dilma diz a governadores  que o país passa por transição” (http://migre.me/qZcxW) – e da própria Folha – “Dilma pede a governadores ajuda para sair da crise” (http://migre.me/qZczE).

Do lado esquerdo, as afirmações contidas no artigo de Vera; no direito, informações dos repórteres que cobriram o encontro.

O jornalismo de suposição

O jornalismo dos fatos

Os dias que antecederam a reunião de Dilma Rousseff com os governadores foram cercados de certo desconforto por parte dos convidados.

Quais convidados? Nenhum é identificado.

Diante da crise econômica e política e da popularidade em franco derretimento da presidente, os chefes dos Executivos estaduais temiam ser chamados para dividir o fardo pesado que Dilma carrega desde que se reelegeu.

Quais chefes dos Executivos? Nenhum.

Diante da crise econômica e política e da popularidade em franco derretimento da presidente, os chefes dos Executivos estaduais temiam ser chamados para dividir o fardo pesado que Dilma carrega desde que se reelegeu.

Quem temia ser chamado para dividir o fardo?

Mais: os que foram reeleitos no ano passado guardavam ainda fresca na memória a experiência pós-junho de 2013, quando Dilma chamou os 27 governadores para assistirem ao famoso discurso dos “pactos” nacionais –eram cinco, no fim nenhum deles se concretizou.

Conversou com todos os governadores e selecionou a opinião dos que foram reeleitos? Dificilmente. Fonte espírita.

Os oposicionistas temiam cair na cilada de serem convidados a ajudar numa governabilidade que nem lhes interessa nem é sua responsabilidade. E os dos partidos aliados, que sentem no dia a dia a dificuldade de apoiar um governo impopular, também não queriam se tornar sócios nessa empreitada.

Nenhum oposicionista e nenhum aliado é mencionado. Fonte espírita.

Foi com essa (pouca) disposição que a maioria dos 27 viajou a Brasília. Some-se a isso as trapalhadas de cerimonial, que só distribuiu os convites poucos dias antes do encontro, com pauta genérica e sem deixar claro quem falaria ou não, e dá para se ter ideia do clima pré-encontro.

A troco de que reunião com a presidente precisa de pauta detalhada? Não explica.

Leia também:  Xadrez sobre o fascismo, a Lava Jato e a cobertura da mídia, por Luis Nassif

Aí se parte para o encontro propriamente dito e os fatos teimam em discordar das suposições atribuídas a fontes em off. Mas a colunista não desiste.

Na parte televisionada do encontro, a presidente leu um papel sem olhar nos olhos dos convidados. Citou de forma ensaiada um ou outro dos presentes, para afetar alguma intimidade e consideração –o efeito foi nulo, o truque retórico é manjado e não funcionou com o pouco traquejo de Dilma para o improviso.

A rigor, nenhuma informação que contribua para entender o encontro.

Não explica como olhar nos olhos de 27 convidados. E não explica como soube se o tal truque retórico não funcionou, se não conversou com uma fonte sequer a quem supostamente se dirigiam os truques retóricos.

No mundo real, repórteres extraíram um bom conjunto de informações:

Estadão – Em seu discurso, a presidente indiretamente reconheceu que o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, na prática, exerce o cargo de Secretário das Relações Institucionais, responsável pela coordenação política e relação com os partidos e parlamentares. Foi ao informar que o ministro Padilha, logo depois, iria relatar aos presentes as propostas que estão no Congresso e poderão ter grande impacto financeiros nas contas públicas.

Neste momento, a presidente Dilma cobrou “responsabilidade de todos” no combate às chamadas pautas-bomba que estão para ser votadas. “Como algumas medidas afetam também os Estados, os governadores têm de ter clareza do que está em discussão”, disse a presidente, ao defender a estabilidade fiscal e econômica do País. Dilma lembrou que algumas das medidas ela “assumiu e vetou”, mas que outras “ainda estão em andamento” no Congresso. Por isso, precisava do apoio dos governadores, sugerindo que eles deveriam influenciar as suas bancadas para que não fossem aprovadas.

E, já no finzinho, mandou o recado que os governadores não queriam ouvir: precisa da ajuda deles para barrar a pauta-bomba no Congresso. Pior: insistiu que a crise é uma “travessia”, sem assumir nenhuma responsabilidade pela instabilidade econômica, e repetiu várias vezes que ela atinge “to-dos”, assim mesmo escandido, os governos.

Folha –  Em uma fala de pouco mais de trinta minutos, Dilma elencou problemas econômicos que o Brasil enfrenta, segundo ela, desde agosto de 2014, como “o colapso no preço das commodities, a grande desvalorização da moeda, com impacto nos preços e na inflação”. Mas afirmou que “isso não é desculpa para ninguém”. (…) Dilma disse ainda que o governo federal “tem que arcar com a responsabilidade e assumir suas condições” mas, ao mesmo tempo, “algumas medidas afetam os Estados e, portanto, os governadores têm que ter clareza” da situação.

Equivaleu a dizer aos que se abalaram a Brasília: me ajudem a embalar Mateus porque não pari sozinha.

Acontece que os governadores pensam o contrário: a crise é do governo federal, que a criou e a agravou. Se Dilma quer ajuda para o ajuste fiscal, algo que muitos estão dispostos a ofertar, deveria pedir especificamente para isso e assumir a responsabilidade que lhe tange, sem tergiversar.

 

O Globo – Preocupados com a situação econômica, que impacta os estados, os governadores se dizem dispostos a colaborar e a discutir uma pauta de interesse nacional. Esperam que sejam consideradas sugestões já feitas para minimizar os efeitos da crise e a abordagem de questões federativas, como a criação do fundo de compensação para a reforma do ICMS, cujo objetivo é acabar com a guerra fiscal.

— Acho que esse pacto pode se efetivar com medidas concretas. Essas medidas (reivindicadas pelos estados) apontam para a melhoria do ambiente econômico, o que significa melhora na governabilidade — disse o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB).

Estadão – “A União tem de liderar este processo e assumir todas as suas necessidades e condições, ao mesmo tempo, consideramos que, como algumas medidas afetam também os Estados, os governadores têm de ter clareza do que está em discussão.”

Na parte aberta do encontro, no entanto, a presidente passou longe disso.

Folha – A presidente não deixou de lembrar que “assumiu” o desgaste de vetar algumas medidas de “grave impacto” nas contas públicas, como o reajuste do salário dos servidores do Judiciário, aprovado em junho pelo Senado, mas ressaltou que há outros projetos em pauta “que terão impacto sobre os Estados sem sombra de dúvida”.

Resta saber se os políticos que faziam reparos ao modelo da reunião nos bastidores terão coragem de explicitar as críticas diante de Dilma, se for dada a palavra a todos. O mais provável é que também eles se atenham a observações genéricas.

O Globo – houve ampla discussão sobre a unificação do ICMS, com os governadores apresentando propostas conjuntas.

O Globo –  Após o encontro, o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), representante da Amazônia Legal, defendeu claramente a “manutenção do mandato” da presidente Dilma. Ele disse que os governadores trataram da crise política:

— Uma síntese do que foi tratado por nós foi a preocupação com a agenda política. A defesa clara e inequívoca da estabilidade institucional, da ordem democrática, do Estado de direito e contra qualquer tipo de interrupção das regras constitucionais vigentes. Portanto, a manutenção do mandato legítimo da presidente Dilma Rousseff que foi eleita para cumpri-lo — afirmou o governador maranhense, representando a Amazônia Legal.

Ricardo Coutinho (PSB-PB), que representava o Nordeste, falou da importância de evitar a instabilidade política:

— O país não pode permanecer, a partir de uma instabilidade política, gerando uma instabilidade econômica, porque o setor produtivo pensa duas, três, quatro vezes em investir sem saber como será o dia de amanhã. Então, para todos, é importante que se resgate a estabilidade, garantindo a governabilidade para quem foi eleito. Como nós governadores, a presidente Dilma foi eleita — declarou.

(…)  — Foi um momento importante de diálogo, mesmo porque há muito tempo a presidente não se reúne com os governadores. Nesse momento de crise política foi uma boa oportunidade para passar a limpo uma agenda propositiva para o país — disse o governador de Goiás, Marconi Perillo.

Nesse caso, o encontro terá sido mais uma reunião longa, cansativa e inócua, como aquela de 2013 e tantas outras. Dilma sairá dela tão impopular e desgastada quanto entrou, os governadores voltarão para seus Estados sem recursos e perspectivas de investimentos e a pauta-bomba continuará à espreita quando o Congresso retomar os trabalhos na segunda-feira.

O Globo – Vamos trabalhar a pauta que foi apresentada, de estabilidade política, soluções para garantir o crescimento econômico e a garantia que possamos ter uma agenda federativa. Foi uma reunião madura, com bastante serenidade, com uma posição pensando no Brasil – afirmou Wellington Dias (PT), governador do Piauí.

Leia também:  Como foram plantadas as sementes do ódio que atingiram Miriam Leitão, por Luis Nassif

 

 

 

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72 comentários

  1. Tudo  que a Mídia faz,  como

    Tudo  que a Mídia faz,  como agora nesse momento, o Jornal da Globo, Waak desanca a reunião dos governadores.E, eles  governadores qdo terminada a reunião se abrigam nos  microfones  do PIG  e da  sua versão da reunião.Cada um deles fala uma coisa  .Mas,  a presidenta fala  do  controle remoto!!!! Ela  vai  lutar até 2018  se chegar lá!!!!!

  2. NOS NOTÍCIARIOS NOTURNOS …

    Pau na Dilma … heheheh … Mas com “sua comunicação eficiente e modelo” Dilma reverterá!!! hum 

  3. Solicito ERRATA, Uma análise desrespeitosa e preconceituosa

    Prezado Nassif, tenho respeito pelo senhor e suas análises, até por isso continuo acompanhando esta página e mesmo com este tremendo ato de desconhecimento, quase tão absurdo quanto o do jornalismo de suposição do PiG. O senhor utilizou uma perspectiva filosófica, científica e religiosa (os três pilares no qual está baseado o espiritismo) em comparação com o ridículo, o fantasioso, e pior, com o PiG.

    Sinceramente, o senhor como qlqr um pode achar o q quiser. Mas ao utilizar esta comparação ridícula, além de desrespeito, mostra que o senhor não faz a MENOR ideia sobre espiritismo. Aliás, desculpe a comparação, mas o senhor, nesta reportagem específica quase se assemelhou às análises da urubóloga.

    Logo, não faça como ela que ainda não leu o Thomas Piketty, e provavelmente nem o Smith. Se quer escrever algo sobre alguma religião, leia seriamente sobre o assunto como normalmente faz com todos os outros assuntos aqui tratados e com tanta qualidade. Recomendaria que lesse ao menos a introdução de “O Livro dos Espíritos”, que está disponível gratuitamente aqui: http://www.febnet.org.br/blog/geral/divulgacao/downloads-divulgacao/obras-basicas/

    Certamente esta indicação não seria suficiente para fazer uma análise sobre o espiritismo, a não ser que fosse uma análise de suposição. Mas ao menos creio que ajuda a evitar tamanho equívoco que aqui cometeu.

    Para concluir, jamais seria contra discutir seriamente sobre religiões, ou uma religião específica. Ao contrário, acho salutar. Mas claramente não foi o caso! Portanto, seria de bom alvitre agir com humildade, e se não uma errata, ao menos uma “atualização” do texto já estaria de bom tamanho.

    Desde já, grato por sua atenção.

    • Nada de errata coisa nenhuma,

      Nada de errata coisa nenhuma, o que faltou para essa postagem foi encontrar “o espírito ” descrito, que foi diferente do entendido. O espírito mencionado foi o chulo, aquele perverso que impõe e transmite através da psicografia as mentiras encarnadar no mestre que interpreta. Momento algum O ESPIRITISMO foi desrespeitado.

      Taca le pau !!!

       

    • Bobagem

      Bobagem, o autor do post não fez referência a nenhuma religião em particular. O termo espiritismo ou espírita pode ser aplicado a qualquer uma das várias religiões que professam crer em espíritos ou, no caso da comparação feita no texto, daquelas que praticam rituais de adivinhações feitas por espíritos impostores.

      • “O termo espiritismo ou

        “O termo espiritismo ou espírita pode ser aplicado a qualquer uma das várias religiões que professam crer em espíritos “:

        Nao, nao pode.  A palavra “espirita” foi inventada exclusivamente para espiritas.  Antes so existia espiritualismo.

        Como esta no texto nao me incomoda em nada o uso da palavra, mas “de quiromancia” ou “de ledor de maos” talvez tivesse sido melhor.  O GGN tem literalmente centenas de comentaristas que podem escrever sobre essa reuniao da presidente e governadores sem invencoes e com mais honestidade.

    • Vladimir, leia de novo o

      Vladimir, leia de novo o texto, com atenção. O objeto da crítica não é a religião espírita nem os que a seguem, mas o jornalismo de opinião, manipulador, que distorce os fatos para convencer o leitorado a aderir ao que pensa os editores e donos dos veículos, de torcida, de desejo, em oposição o verdadeiro jornalismo baseado em fatos e análise perinentes a partir desses fatos. 

    • Caro Vladimir, essa sua

      Caro Vladimir, essa sua ilação é bastante subjetiva e entendo a sua aflição. Entretanto, também sinto essa aflição ao contrário: quando pessoas não entendem que há outras que não acreditam em religiões, deuses, etc. Creio que temos de conviver com as nossas aflições em silêncio para não agredirmos o próximo. Grato.

  4. Na Band

    No Jornal da Band, a cobertura e a “análise” feita pelo âncora Ricardo Boechat foi simplesmente deprimente…Nunca vi tanta má vontade, má-fé e pessimismo para com essa iniciativa louvável e democrática da presidente em promover esse encontro com os governadores. 

    • Ricardo Boechat, um

      Ricardo Boechat, um jornalista que já mostrou ser competente tanto na reportagem como na análise, parece ter-se rendido ao vil metal que lhe pagam os patrões. Eu era leitor e fui ouvinte e telespectador dos noticiosos por ele ancorados. Mas há dois anos ele está INTRAGÁVEL. Presumo que a emissora para a qual trabalha lhe pague um alto salário, pois com o currículum que ele tem, o “preço” para “comprá-lo” deve ser bem elevado. Faustão, dizem que, recebe um mensalão de R$5milhões, para falar todas aquelas asneiras. Boechat deve custar caro à emissora dos Saad, para ser porta-voz dos patrões.

  5. Jornalismo Espírita…

    Não há nenhuma novidade no texto preparado pela senhora Vera Magalhães, que deve ter recebido a tarefa como incumbência ordenada de seus patrões.

    Nos demais veículos de comunicação e que também alteraram o perfil da reunião não há, igualmente, fato novo.

    A análise do espiritualismo da repórter da Folha é mais um esforço do Nassif para demonstrar a inaptidão de jornalistas e pseudo-analistas da mídia brasileira. Ao desempenhar papéis ordenados por seus empregadores o fazem tão porcamente que tudo fica por demais explícito.

    Ao governo cabe, conforme o próprio Nassif alerta há tempos, assumir o controle da governança e estabelecer a pauta que interessa ao país. Faz parte dessa tarefa ocupar as redes de rádio e televisão para esclarecer o povo sobre o que é verdade e o que é conspiração dentre as matérias produzidas por uma mídia mal intencionada. 

    Na gestão principal cabe uma boa revisão dos atos de governo, como por exemplo uma agenda que interessa a maioria da população. Sabendo qual é o caminho o povo adere até a pontos negativos contidos numa agenda nacional que pretenda debelar a presente situação e recolocar o país nos trilhos do desenvolvimento e da recuperação da economia. 

    O resto é só o “Luar de Paquetá”, como diria Nelson Rodrigues se ainda estivesse entre nós.

  6. Ótima iniciativa a de colocar

    Ótima iniciativa a de colocar uma lupa sobre as mesquinharias da “imprensa”, com foco em determinado assunto. O Observatório da Imprensa deveria ser isso, o exame diário dos venenos que esta mídia empresarial capitalista e subdesenvolvida contrabandeia para seus leitores e espectadores, servindo-se de vetores neutros e essenciais como novelas e informações vitais do dia a dia. Mas anda  meio perdido em divagações acadêmicas de alta voltagem.

  7. Para a população, pouco

    Para a população, pouco importa com quem Dilma vai se encontrar e para qual finalidade. O que conta para a população é saber se vai continuar no emprego e se conseguirá pagar as contas do mês. E, pegando o que o próprio Nassif escreve sobre o  atual rumo ( ou falta dele) da economia, a perspectiva não é das melhores. 

    • Jornais e comentaristas: mais do mesmo

      Seu comentário parece dizer:

      1) Não importa a má vontade evidente por oposição política direta da mídia; ela deve cumprir esse papel de turvar as águas para atingir os seus objetivos golpístas;

      2) Se alguém percebe que a intenção da mídia é golpista e está a favor do golpe, pouco importa a verdade;

      3) Vou me fixar no problama das contas que isso dá um halo de verdade matemátiuca e econômica à minha aversão ideológica a este governo.

      A gente não tem que ler só os jornais com um pé atrás. Tem que ler os comentaristas de blogs com o mesmo cuidado.

  8. Contra os espíritos do mal, só mesmo os do BEM

    Dilma: “Sei suportar pressão e até injustiça … Fazemos travessia para voltar a crescer, com empregos”.

     

     

      

    Dilma mandou bem em seu discurso no encontro com governadores. Eis alguns trechos:

    Dilma disse que todos têm um patrimônio em comum: o fato de terem sido eleitos pelo voto democrático e popular. E destacou que todos assumiram um compromisso perante os eleitores para governar até 2018. Disse que todos têm um patrimônio em comum: o fato de terem sido eleitos pelo voto democrático e popular. E destacou que todos assumiram um compromisso perante os eleitores para governar até 2018.

    (…) a partir de agosto de 2014, houve um fato importante no cenário internacional, que foi o colapso do preço das commodities. (…) Caiu minério de ferro, caiu soja, caiu petróleo, caíram vários preços que são importantes, em vários estados aqui presentes. Esse colapso no preço das commodities, ele foi acompanhado também por uma grande desvalorização da nossa moeda, com impactos, necessariamente, sobre os preços e sobre a inflação. A taxa de câmbio, ela subiu em torno de 49%, em termos nominais, ou seja, houve uma forte desvalorização das moedas no mundo – e no Brasil não podia ser diferente.

    Além disso, a crise internacional continua (…) Agora é a vez da China passar por grandes dificuldades. Tenho certeza que também vai superá-las. 

    Tudo isso que eu estou falando não é desculpa para ninguém aqui. É o fato que nós, como governantes que somos (…) não podemos nos dar ao luxo de ignorar a realidade.

    Além disso, internamente (…) nós enfrentamos uma seca muito prolongada no Nordeste. Para mais de três anos (…) Apesar disso, nós não tivemos aquelas cenas dramáticas de atacar supermercados, em que se ficava visível a fragilidade das pessoas diante da seca. 

    E tivemos também uma inesperada, sem precedentes, seca no Sudeste, também afetando tanto o preço da energia, com impacto nos custos das empresas e no bolso das famílias e, também, nos preços dos alimentos.

    A consequência de tudo isso para o governo federal foi uma forte queda na nossa arrecadação de impostos e de contribuições sociais. (…) acredito que alguns estados também têm tido [queda de receita] (…) Nós fomos obrigados, diante desses fatos todos, a promover um reequilíbrio no nosso orçamento e estamos fazendo um esforço grande no sentido de reduzir despesas discricionárias, despesas de custeio e, inclusive, até alguns investimentos, mas isto é para nos colocarmos de novo na rota do crescimento, com geração de emprego e distribuição de renda. 

    Eu quero constatar e dizer a vocês hoje que a economia brasileira é bem mais forte, é bem mais sólida e bem mais resiliente do que era há alguns anos atrás, quando enfrentou crises similares. 

    Eu não nego as dificuldades, mas eu afirmo que nós todos aqui, e o governo federal em particular, tem condições de superar essas dificuldades de enfrentar os desafios e, num prazo bem mais curto do que alguns pensam, voltar a ter, assistir à retomada do crescimento da economia brasileira. 

    Mas nós temos consciência de que é importante sempre estabelecer parcerias, cooperações e enfrentar os problemas juntos. Nós queremos construir bases estruturais para um novo ciclo de desenvolvimento de nosso país. 

    Nós achamos que estamos vivendo um período de transição, um período de transição para um novo ciclo de expansão que vai ser puxado pelo investimento e pelo aumento da produtividade. E, com isso, ele vai dar base para o crescimento do emprego, da renda e para a manutenção da nossa política de distribuição de renda.

    Pretendemos que esse ciclo seja mais sólido, como eu já disse, mais robusto e duradouro do que aquele que recentemente nós atravessamos. O primeiro passo para esse ciclo é justamente garantir o controle da inflação, porque a inflação corrói tanto a renda dos trabalhadores como o lucro das empresas. E promover o reequilíbrio fiscal, a estabilidade fiscal.

    Nós adotamos varias ações nesse sentido e, posteriormente, se alguém tiver interesse, nossos ministros vão explicá-las. 

    Acreditamos que um dos fatores que vai dar início ao processo de retomada do crescimento é a expansão das exportações. Essa expansão, nós pretendemos que se dê tanto na área das commodities, como na área das manufaturas. (…) a desvalorização do real elevou a competitividade de vários setores da economia brasileira e nós detectamos, e os senhores também devem ter detectado, um aumento real no nosso saldo comercial. Como competitividade não é só câmbio, nós fizemos um Plano Nacional de Exportações, e estamos trabalhando para simplificar processos, reduzir burocracia e, sobretudo, abrir mercados, por meio de acordos comerciais.

    Além, então, do reequilíbrio fiscal e financeiro, do combate à inflação e do estímulo às exportações, nós também adotamos medidas de incentivo ao investimento, com o recente programa que fizemos, de concessão em infraestrutura. Nós queremos definir, com cada governador aqui presente, uma carteira de projetos de investimento em logística para concessão no período 15-18 anos. 

    Alguns governadores, inclusive aqui presentes, já entregaram e já apresentaram suas sugestões nesse sentido e nós convidamos aqueles que não apresentaram a identificar novos projetos, a pesquisar novas oportunidades.

    (…) a redução da inflação em 2016, que já é prevista pelo próprio mercado combinada com a recuperação do crescimento, puxado tanto pelas exportações como pela infraestrutura, essa redução da inflação vai criar as bases para um novo ciclo de expansão sustentável do crédito. E como nosso processo de inclusão social não foi interrompido, porque nós mantemos os programas sociais, nós esperamos que a retomada do crescimento do crédito, junto com a expansão da economia, contribuirá para uma grande ampliação do consumo das famílias de forma sustentável a partir do ano de 2016.

    Essas, para nós, são as bases de um novo ciclo de crescimento e de desenvolvimento. Muitas vezes me perguntam: Como é que vocês veem que o reequilíbrio fiscal, o combate à inflação vai conduzir à nova etapa do crescimento? O que estou tentando aqui é justamente mostrar que todas essas iniciativas – exportação, investimento em infraestrutura, retomada do novo ciclo de crédito, expansão do consumo – cria as condições para a ação também dos investidores produtivos e privados essenciais ao País.

    E vamos também lembrar da importância que tem na nossa economia, o agronegócio. Aqui tem governadores que sabem a expressão que o agronegócio tem, não só nas nossas contas externas, mas também no processo de expansão do país. 

    Nós queremos consolidar as condições que dão base ao processo de inclusão social que levou o nosso país, pela primeira vez, a ser majoritariamente um país de classe média. Porque é isso que nós somos hoje. Nós somos hoje um país que, majoritariamente, saiu de uma situação em que mais de 52% da população era pobre ou extremamente pobre, e hoje está numa situação em que, se você somar a classe C e a B, você tem, dominantemente, acima de 52% como composto por pessoas de renda de classe média. E nós queremos que isso seja algo que se estabilize.

    E por isso consideramos que o Estado – aí o Estado entendido como o Estado federado – deve dar oportunidades para que as pessoas construam e sejam agentes do seu próprio desenvolvimento. Daí a importância de oportunidades na área de educação, de emprego e também oportunidades para que se abra novos negócios, o chamado empreendedorismo. Nós temos de avançar nessa direção.

    Necessariamente temos de avançar também garantindo serviços públicos universais e melhorá-los. Todos nós aqui temos consciência dos desafios que são apresentados para nós, todos os dias, na área de educação, de saúde e de segurança pública. Todos nós, de uma forma ou de outra, em maior ou menor grau, enfrentamos restrições fiscais.

    Nós não temos como ampliar, igual fazíamos nos anos anteriores, os gastos de uma forma expressiva. A saída para nós resolvermos o nosso problema é usar os recursos existentes e fazer mais com o que temos. Essa é a saída: sermos mais eficientes e mais produtivos. 

    E temos de fazer isso, sobretudo, naquelas áreas onde nós estados e municípios e, sobretudo, a União atuamos conjuntamente. Daí a importância da cooperação federativa. 

    Nós estamos articulando de forma integrada programas na área de segurança pública, articulada com a educação e saúde. 

    No que se refere a segurança pública, nós queremos estabelecer uma cooperação federativa em duas questões fundamentais, primeiro: a cooperação federativa contra a violência num pacto nacional pela redução de homicídios (…) nós propomos aqui nossa cooperação federativa, concentrado no esforço comum de todos nós, União, estados e municípios que integrem os demais poderes do Estado, em especial o judiciário, para enfrentarmos esse problema e interrompermos o crescimento do número de homícidios, que hoje faz com que, a cada 10 minutos uma pessoa seja assassinada no País.

    A proposta de um pacto nacional pela redução de homicídios dolosos, visa – a partir da atuação integrada dos entes federativos – desenvolver políticas de segurança e políticas sociais focadas prioritariamente em territórios definidos como vulneráveis em todas 27 unidades da federação.

    A segunda cooperação nessa área, que nós propomos, é a cooperação federativa e entre os poderes para redução do déficit carcerário e em reintegração social do preso. Essa cooperação também deve-se ao fato do Brasil ter um acelerado crescimento da população prisional, 7% ao ano, enquanto outros países reduzem, o ministro Cardozo vai fazer um exposição nesse sentido, nós temos tido uma ampliação da população prisional. Nós temos hoje uma população prisional de mais de 600 mil detentos, para um total de mais de 376 mil vagas, totalizando um déficit de 231 mil, um pouco mais de 231 mil de superlotação nas unidades carcerárias prisionais.

    Finalmente, eu destaco mais dois programas, um lançado pelo ministro Afif que foi o Pronatec Aprendiz, que visa dar um tratamento especial para o jovem que está sujeito e vulnerável, exposto a violência e com isso levá-lo para o caminho da ética, do trabalho e do aprendizado. Esse programa Pronatec Aprendiz é um programa baseado, fundamentalmente, em pequenas microempresas e também no microempreendedor individual, também o ministro fará uma rápida apresentação.

    Na questão da saúde, eu destaco o programa Segurança no Trânsito em Defesa da Vida, porque nós temos também uma situação bastante grave nessa área, que também o ministro Chioro vai fazer a sua apresentação. 

    Nós sabemos e já até fizemos um pacto antes, quanto a isso. A estabilidade fiscal do País é um muito importante e a estabilidade econômica do País é muito importante. E é uma responsabilidade de todos os poderes da Federação. A União tem de arcar com a responsabilidade, liderar esse processo e assumir os seus, todos os seus, todas as suas necessidades e condições. E, ao mesmo tempo, nós consideramos que como algumas medidas afetam os estados e, portanto, afetam o País, os governadores também têm de ter clareza do que está em questão.

    Nós temos algumas propostas legislativas de grave impacto já votadas pelo Congresso. Algumas eu assumi a condição de preservação necessária do dinheiro público, vetando, e acredito que outras estão em processo de discussão. Todas essas medidas, elas terão impacto sobre os estados, sem sombra de dúvida. E eu vou pedir ao ministro Padilha que explicite para os senhores cada uma dessas medidas, para que se tenha a consciência da dimensão. E também vamos distribuir uma pasta com todas essas consequências.

    Nós estamos num ano de travessia. Essa travessia é para levar o Brasil para um lugar melhor. Nós estamos atualizando as bases da economia e nós vamos voltar a crescer com todo o nosso potencial, com preços mais baixos, emprego em alta, saúde e educação de mais qualidade. Esse é o nosso objetivo. 

    Não nos falta energia e determinação para vencer esses problemas. Nós temos a humildade para receber críticas, nós temos humildade para receber sugestões e temos todo o interesse na cooperação.

    Pessoalmente, sei suportar pressão e até injustiça. Isso é algo que qualquer governante tem de se capacitar para, e saber que faz parte da sua atuação. 

    Eu também quero dizer que eu tenho o ouvido aberto e também o coração, porque tem de ter o ouvido aberto enquanto razão, e o coração enquanto emoção e sentimento. Para saber que esse novo Brasil que cresceu, e se desenvolveu e que não se acomoda, é aquele Brasil que nós queremos, é aquele Brasil que não se satisfaz com o pouco, que sempre quer mais, é esse o Brasil que nós queremos cada vez mais desenvolvido, crescendo cada vez mais. Esse Brasil passou a esperar e a exigir muito dos governos federal, dos estaduais e dos municipais, o Brasil passou a exigir muito das empresas, dos hospitais, das escolas, da política, da justiça e, sobretudo, de si mesmo. 

    Nesse novo Brasil, nenhum governo, nenhum governante pode se acomodar, muita coisa nós sabemos que precisa melhorar, principalmente que nós sabemos que nosso povo está sofrendo. Então, quando você sabe que o nosso povo está sofrendo, muita coisa tem de melhorar, nenhum governante então pode se acomodar.

    Nós devemos cooperar cada vez mais independentemente das nossas afinidades políticas. A cooperação federativa é uma exigência constitucional, é uma exigência da forma como nós organizamos o Estado e a sociedade brasileira. Nós também devemos respeitar a democracia e devemos somar forças e trabalhar para melhor atender a população.

    Queridos governadores e queridas governadoras e vice-governadora, senhores ministros aqui presentes, nós devemos, sobretudo, estar atentos, muito atentos, àqueles que mais precisam e àqueles que vivem do suor do seu trabalho, da determinação, do seu esforço, aqueles que sempre querem ser dono do seu próprio negócio, ser dono da sua casa própria, aqueles que querem se afirmar, aqueles que querem se desenvolver e evoluir, eles constituem o povo brasileiro. 

    Eu tenho certeza que nós temos várias iniciativas que podemos estabelecer juntos como, por exemplo, vou dar dois exemplos: a questão, por exemplo, da reforma do ICMS, é uma reforma microeconômica que pode ter uma repercussão macroeconômica para o crescimento para a geração de emprego, para a melhoria da arrecadação dos estados, e outras tanto como essa. Eu conto com vocês. 

    Agora quero dizer, assim, do fundo do coração: vocês podem contar comigo. Vocês podem contar comigo porque há muito que nós sabemos que o Brasil, se passa aonde o Brasil? Se passa no município. E o Brasil se passa nos estados. A Federação se passa nos estados e no município. E que a cooperação federativa, eu acredito, é a unica forma que algumas áreas, que são áreas do interesse maior da população, como é o caso de saúde e educação, se nós não tivermos um projeto de cooperação federativa, em que nós articulemos essa cooperação e façamos com que ela dê frutos e resultados, nós não estamos trilhando o bom caminho. O bom caminho é aquele da cooperação, porque é, talvez, a maior tecnologia inventada pelo ser humano: cooperar.

    Mas também eu acredito que nós chegamos a um patamar, no nosso País, em que nós conquistamos muita coisa. Nós conquistamos a democracia. Nós conquistamos um país que olha e percebe que é possível incluir e crescer. E na própria Rio+20 nós conquistamos a consciência de que é possível incluir, aliás, crescer e incluir, conservar e proteger. (…) Buscar formas mais institucionalizadas na cooperação federativa permitirá que nós consigamos também acelerar essa travessia pela qual estamos passando.

    http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2015/07/dilma-sei-suportar-pressao-e-ate.html#more

     

  9. Na parte televisionada do

    Na parte televisionada do encontro, a presidente leu um papel sem olhar nos olhos dos convidados. Bom, se a presidenta tivesse olhos de  camaleão talvez ela conseguisse esta façanha de ler um papel e olhar nos olhos dos governadores,…  vai a PQP esta jornalista.

    • Não se exaspere, querendo

      Não se exaspere, querendo encaminhar a jornalista para os de sua convivência familiar; antes, considere apenas que, talvez, ela já lá se encontre!

    • Luiz, o joio e o trigo estão

      Luiz, o joio e o trigo estão em todos os lugares, coisas, pessoas…

      Neste caso, são os espíritos das trevas que atuam.

      E como tem espírito trevoso em nosso país!

  10. Sai desse corpo que ele não te pertence, espírito do mal

     

     

    Não sou espírita de frequentar suas casas de estudo e devoção, mas pelo que li, sei que há espíritos do mal sim, espíritos que se aproveitam das fragilidades humanas para se apossarem de suas ações, espíritos obsessores.

    Desculpem minha ignorância, talvez.

  11. O PIG nestes dias num serve

    O PIG nestes dias num serve pra nada a não ser chantagear e tentar arrancar coisas que ele não tem.

    acho que os governadores, eles mesmos nao tão nem aí pro PIG, preferem suas rádios na base eleitoral dos seus estados.

    usam o PIG só pra tegiversar…

    e o PIG fica no vazio tendo que criar coisas a partir do vento, porque ninguem mais confia em seus jornalistas, o que é uma pena, mas foram eles mesmos que criaram este vácuo, de tanto distorcer as informações, de mudar as falas dos entrevistados.

    então o jornalista pensa assim: se ninguem me der entrevista nem quiser falar comigo, e mesmo assim meu chefe quiser uma matéria, eu mesmo crio com ciosas inventadas na minha cabeça, qualquer coisa eu cito uma fonte em off e fica por isso mesmo…

    não tem fiscalização, não tem punição, então pra que ter honestidade, fidelidade com os fatos, imparcialidade?

     

     

     

     

  12. Voz sem corpo num corpo sem voz

    “O que eu quero que seja notícia”. Assim desencaminha-se o jornalismo de Veja. Tanto faz o factual e o que aconteça.  O a priori é a regra, a notícia é a pauta de ontem, e a nova, a mesma velha. O espiritismo é licença poética indicando o mundo da representação e das trocas, expressos na possessao de uma voz sem corpo num corpo sem voz.  A entidade oculta (o dono) no lugar do cavalo (jornalista), a  crença e a fantasia, no lugar do acontecimento.  Fenômenos comuns em hospícios e estados de crise. Crise – diga-se,  de Abril e Veja –  que projeta para fora de si, num delírio persecutório, a própria “sombra” cultivada pelos monturos que esgota e temtar ocultar no fosso de seu inconsciente psicótico.

  13. Galera do espiritismo, não levem a mal

    A referencia  ao espiritismo é só um exagero retorico. Um truque discursivo pra mostrar como determinados jornalistas se disfarçam de videntes.  Só os verdadeiros videntes podem ver coisas sem estar presentes. Os falsos, inventam e manipulam.

  14. Pistolagem explícita!
    Com o

    Pistolagem explícita!

    Com o fenômeno “nossas meninas”, o jornalismo brasileiro foi invadido por um monte de peruas de direita que, alugando-se a qualquer preço, fariam corar as habitantes do Bataclan, onde se via mais dignidade. Todo mundo fixa os olhos nos Reinaldos da vida; mas está no peruada de direita no jornalismo a fonte mor de facilidade na arte de destruir reputações, ora tão em voga. Triste! Faz-me lembrar La Barbinais, segundo Taunay:

    “Continuando a sua pintura dos costumes baianos e brasileiros, afirma La Barbinais que uma corrupção desenfreada reinava no Brasil, onde homens exibiam rostos que jamais coravam e as mulheres, não menos depravadas, viviam em pública dissolução.”

    TAUNAY, Afonso de. Na Bahia colonial. De 1610 a 1764, III (Pouco proveito de Portugal tirado das minas brasileiras). Le Barbinais, 1717 IN Revista do IHGB, Tomo 90, vol.144, p.251. Rio, 1921.

     

  15. jornalismo espírita é elogio

    Este texto é, cuspida e escarrada, a fala da Lo Prete na GloboNews.

    E aposto que na primeira oportunidade a Cristiana Globo vai interpretar este mesmo texto como se fosse fofoca nova.

    Isso pode até ser espírita na fonte, mas daí em diante é só Ctrl-C, Ctrl-V.

     

  16. Grande Luís Nassif! Tu és

    Grande Luís Nassif! Tu és jornalista, com jota “J” maiúsculo. Neste teu artigo, que é, ao mesmo tempo, uma análise crítica e uma ótima reportagem, tu colocas os pingos nos “is” e mostras o descaramento, a manipulação e o “jornalismo de torcida”, praticado pelos chamados “colunistas” da mídia comercial brasileira (PHA os rebatizou de “colonistas”, o que tem-se mostrado mais apropriado). Sugiro a ti e a alguns dos que escrevem no blog que vos dediqueis, também, a essa análise crítica da mídia comercial brasileira, pois o Observatório da Imprensa se mostra decadente. E a forma didática com que demonstraste a manipulação e o opinionismo (achismo) da articulista, que não compareceu ao evento e parece não ter lido as reportagens dos profissinais do próprio veículo em que trabalha, contrastanto a opinião e o desejo da colunista com os fatos reportados demole as pretensões de Vera Magalhães em “formar opinião”. Parabéns, Nassif!

  17. Me desculpem os amigos umbandistas

    com a brincadeira, mas acho que baixou no terreiro dela um QUIUMBA, tipo Serra Frias.

  18. “Jornalismo espírita”,

    “Jornalismo espírita”, hehe… Pelo que entendi, nada a ver com religião mas com espíritos obsessores que pairam sobre nossa nação e que impedem nossa solidariedade, nossa prosperidade e nossa inteligência, um “zeitgeist”.

    Não é à toa que o governo federal decidiu estimular a educação com a tal de Pátria Educadora. Seria bom mas não tem como fazer análise assim, didática, de tudo o que essas empresas de comunicação social produzem. Bom será quando nosso povo tiver aprendido, adquirido instrumentos para discernir opinião e fato cada um por si mesmo. Não é à toa, também, que o conservadorismo teme que todos tenham acesso à educação, e não falo do conservadorismo apenas do presidente do conselho da Abril, do Estadão, da Globo, da Folha e sim do conservadorismo de pessoas como Vera Guimarães, Renata Lo Prete, Reinaldo Azevedo etc., etc., etc, e dos muitos leitores que utilizam-se de textos assim para reafirmarem a ideia de que o Brasil só andará para a frente se tiver um super herói, um messias para ser seguido… a ideia de que é imprescindível que haja uma elite que protege aos que a ela se curvam.

    Se não houvesse um conservadorismo burro pairando disseminado entre seus leitores, essas empresas já teriam mudado a qualidade do que produzem ou fechado as portas. E olha que entre esses leitores estão pessoas que têm suas necessidades materiais bem atendidas, hein? Bem… quem foi que disse que ter dinheiro e diploma garante que a pessoa tem como fazer uma leitura minimamente aprofundada e sensata do mundo que a cerca, né?

    Que tal se o MEC tornasse obrigatória uma matéria chamada “Princípios e Noções de Comunicação de Massas”, em que se abordasse tanto textos jornalísticos quanto da propaganda comercial?

    P.S.: Não consigo concordar com nenhum tipo de censura mas consigo entender porque alguns países restringem o acesso à mídia dita ocidental: o poder de emburrecimento dessa mídia é quase ilimitado. O antídoto: educação. Pátria Educadora.

  19. Não é Espírita é muito PODRE

    Não é Espírita é muito PODRE saindo do fétido esgoto que SEMPRE foi o “jornalismo”Brasileiro.

    Se alguém souber de uma unica vez em que a mídia foi benéfica a Nação que me diga,nosso “jornalismo” sempre ferrou o Brasil e seu POVO.

  20. Em português, Nassif, gossip

    Em português, Nassif, gossip = fofoca. Outra expressão em inglês, “whishfull thinking”. Que é o que essa “jornalista” pratica. Na cabeça dela foi assim: Uma presidenta praticamente já derrubada em desespero chama governadores para socorrê-la, estes a contra-gosto foram, por talvez cavalheirismo, ou pena mesmo

    Acontece que no mundo real, como frisa o blogueiro, nenhum dos governadores sabe o que vai acontecer amanhã. Até prova em contrário, a presidente da república é Dilma Roussef. E ela não é Collor, que se tivesse convocado essa reunião em seus extertores, teriam ido um ou outro. Só que agora “os que se abalaram a Brasília”, na palavras da fulana, foram 27, ou seja todos.

    Outra mentira descarada é de que a estabilidade não interessa aos governadores. Quem quer que o circo pegue fogo é o pig, o Aécio e sua trupe revoltada. É só perguntar para o Alkimin. Governadores tem responsabilidade e não acreditam no conto da carocinha. de que o TSE anula a eleição, o Aécio ganha fácil, pois Lula está quase no xadrez e pronto beleza pura.

    Mesmo no caso do TCU recusar as contas, a coisa vai para o Congresso, onde se travará uma briga de foice. Cunha, este sim as voltas com a lei, está enfraquecido. Portanto, a posição da presidenta na casa melhorou. Impopularidae por impopularidade, todos estão no volume morto, mais o legislativo que o executivo. 

    Ou seja, enquanto a coisa não clarear, ninguém pode chutar o balde, como deseja essa senhora aí, que dizem é parente de tucano. O Aécio e o guri nissei revoltado não tem balde para chutar. E criança que brinca com fogo faz xixi na cama

  21. Nenhuma surpresa

    A Vera Magalhães é mulher do Otavio Cabral, que escreveu aquele livro porco sobre o José Dirceu e assessorou o Aécio na última campanha eleitoral. E vemos que ela não apenas concorda com o posicionamento político-ideológico do marido, mas também divide com ele a mesma irresponsabilidade jornalística.

  22. Vera Magalhães é cria do

    Vera Magalhães é cria do Cachorrinho do Serra, o autodenominado “Tio Rei”. Ela trabalhava para ele na Primeira Leitura, aquela revista financianda Deus sabe por quem…

    Esse tipo de bobagem é típico de gente da laia dela.

  23. As senhoras beneméritas, o bolsa família e a velha mídia.

    Ao ler sobre o Jornalismo espírita me veio a lembrança das sociedades beneméritas. E fiz uma recordação dos meus tempos de menino, para associar senhoras beneméritas X Bolsa Família. 

    As senhoras beneméritas, o bolsa família e a velha mídia.

    Eu sou filho de uma geração de classe média para alta tradicionais pré Movimento Feminista, já dentro de uma transformação que viria a ocorrer com força do final dos anos 80 para cá.

    Quando menino a grade maioria das mulheres de minha classe social ainda não tinham a dupla jornada: casa e trabalho.

    Nossas mães tinham a doméstica que cuidava dos afazeres da casa e a possibilidade de exercer diferentes atividades diárias para além da administração do lar.

    Havia sempre aquele tempo dedicado à filantropia, chás beneficentes, compras e à Religião.

    Quase toda senhora/ nem tanto senhora ainda da sociedade participava de alguma sociedade beneficente, de algum encontro semanal para fazer artesanato e afins com o intuito de realizar um bazar anual e ajudar alguma instituição de caridade. Era a forma de se “purgar” e de se sentir útil socialmente, e quantas sociedades beneméritas não existiam/ existem.

    De alguma forma existia um sentimento de querer ajudar o necessitado, claro que sem a noção exata do caminho Político para uma transformação social efetiva dos brasis de antanho, que hoje se tenta expurgar com resultados exitosos com Políticas sociais governamentais de transferência de renda + as cotas, Pronatec, etc. com larga abrangência e efetivas.

    Imaginemos que estas senhoras se organizavam/organizam para ajudar os pobres, aos seus modos fique claro, e após a arrecadação de dinheiro compravam/compram mantimentos, produtos de higiene, arrecadavam/arrecadam roupas usadas, etc. e levavam/levam pessoalmente essa arrecadação até a instituição de caridade que estavam associadas.

    Eu mesmo, no tempo de menino ia uma vez por ano até o Bairro de São Mateus, periferia de São Paulo, com minha mãe e suas amigas numa instituição que cuidava de crianças sem lar.

    Havia bondade no ato de ajudar, era feita a ação de maneira sincera e como a palavra diz: de maneira benemérita.

    Guardem esta explanação. E pensemos agora na Velha Mídia e seu processo macarthista contra a parcela da sociedade que ela não quer ver presente nos Poderes Constituídos.

    Surge o Bolsa Família.

    Esta mesma parcela de senhoras beneméritas é capaz de ser contrária ao Programa de transferência de renda, a maioria é. É capaz de ser enredada num discurso de que não se deve dar o peixe, mas ensinar a pescar. E é capaz de se insurgir contra aqueles que, de forma mais organizada e efetiva, criaram as condições de diminuir sobremaneira as dificuldades de sobrevivência de milhões de brasileiros através de programas de transferência de renda.

    Bem sabemos que uma das riquezas do Bolsa Família é facultar escolhas a mulher pobre, para além da ideia de que ela só poderia querer e merecer mantimentos, produtos de higiene e roupas usadas. Com o Bolsa Família ela pode administrar aquele dinheiro pouco, mas utilizá-lo conforme a sua consciência e necessidade pedir.

    Com esta Imprensa brasileira a mesma pessoa que é a benemérita se torna contrária ao Bolsa Família, se me entendem. A Presidente da Associação Benemérita mais respeitada que exista pode ser levada a ser contrária ao Bolsa Família.

    O Poder da velha mídia em arrastar milhares de senhoras “analfabetas em Política” para ir contra o Bolsa Família arrasta estas mesmas senhoras para serem contra Lula, Dilma e o PT e justamente por criarem um programa efetivo de erradicação da pobreza. E é triste porque elas não têm a clareza do que acabam incorporando em seus pensamentos e discursos.

    A mesma velha mídia que coloca muitas destas senhoras beneméritas a crerem que o Lula é mentiroso, que a Presidenta Dilma é desonesta, etc. consegue fazer com que boa parte das “beneméritas” sejam contrárias ao Bolsa Família e estereotipá-lo de “bolsa acomodação” e outros estereótipos mais.

    Estas mesmas senhoras, muitas, já em idade avançada, e que ainda vão toda semana “bordar um pano de prato” para um bazar beneficente no final do ano na intenção de ajudar os “pobres”.

    O que há de pior no Brasil é este processo de macarthismo contra os adversários políticos da mídia oligopólica. Pessoas de boa índole, pessoas sensíveis e solidárias acabam criando ódio de outras pessoas, acabam sendo contrárias a ações governamentais em prol da população mais carente sem nem se atentarem dos motivos.

    O discurso único possível tem brutalizado o País, infelizmente. 

        • Ué, será que perdi algo?

          Ué, será que perdi algo? Agradeço ter me chamado a atenção acho que boiei, só não sei aonde…

          O que tenho visto é que grande parte da “antiga” classe média, justamente a que mais se dava ao trabalho de ajudar os menos favorecidos, hoje é de um antipetismo exemplar. Ou seja, o que nosso colega Alexandre diz não está para se realizar – a extirpação da consciência de solidariedade -, isso já se realizou. E afinal, pensa: o que o caro Alexandre chamou de “purgar”? Se havia a intenção de ver o menos favorecido bem, não deixava de haver um impulso voltado para o alívio e o bem de si mesmo nessas benemerências, será que não? Purgar o que, seria?

  24. Jornalismo espírita

    Caro Nassif,

    Sei de sua boa fé ao escrever seus artigos mas preciso fazer uma observação pertinente. Pelo texto vê-se que vc desconhece o que seja algo espírita. Espírita é algo ou alguém ligado à Doutrina Espírita. O termo foi cunhado por Allan Kardec em meados do século XIX. As alusões feitas a um tipo de jornalismo espírita pode trazer uma conotação indesejada porquanto associa indiretamente o termo ‘espírita’ a algo feito com leviandade ou através de adivinhação. Certamente a prática espírita passa longe desse modus operandi jornalístico denunciado por você nesse artigo. Obrigado.

  25. Por favor não usem esse

    Por favor não usem esse termo. Independente de posição política respeito o Nassif como ainda um dos melhores jornalistas econômicos do país, até porque ser melhor do que Sardemberg ou Míriam Leitão não é nada tão difícil.

    Eu como 90% Kardecista e 10% mlitante de esquerda fico chateado com o termo.

    Independente de Obama, Ângela Merkel, Lula, Dilma, Aécio, Marina Silva, Lucina Genro ou qualquer político que exista bom ou mau, quem manda nesse planeta é Jesus Cristo, ele é um espírito cm bilhões de anos e está muito acima de qualquer coisa que possamos imaginar. No momento que ele decidir o mundo evolui, é só mandar reencarnar na Terra seus generais para espalharem o bem e retirarem os maus do poder político e econômico.

  26. Não sei por que diabos de

    Não sei por que diabos de escrúpulos ainda tratam isso como “jornalismo” ou mesmo como “análise”. Essas palavras não fazem o menor sentido ao se referir a essa mixórdia que se tornaram jornais, revistas, radio e TV: é propaganda pura  e simples

  27. vocabulário

    Concordo com todo o texto, mas a palavra ‘espírita’ me pareceu preconceituosa e descabida. Lembrem-se que os evengélicos fundamentalistas assassinaram um medium no Rio de Janeiro em 19 de junho de 2015. Pouco antes, uma menina saindo de um ritual de candomblé levou pedradas.

    O jornalixo não faz jornalismo ‘espírita’. Mente mesmo.

    Por favor, cuidado ao usar adjetivos que reforcem estereótipos, mesmo recurso usado por veras e colonistas equivalentes. Acho que vários esquerdopatas simpáticos ao espiritismo como eu ficaram ofendidos com esse uso. Só faltava o espiritismo virar comparação para as canalhices do PIG.

    • espírita

      esta mulher é uma grande idiota  – ah coitada, estou de saco cheio de gente assim – esqueci

    • Concordo contigo e sinto o

      Concordo contigo e sinto o mesmo. Apoio a Dilma, sou espírita e gosto das análises do Nassif. Mas, gossip é gossip, nada a ver com Espiritismo.

       

  28. Pistoleira de aluguel da banca que controla a mídia

    Partiram para o faroeste. Não existe cortina de fumaça ou biombo que disfarce o mal estar da banca que nos explora de maneira vil e covarde com seus juros pornográficos e que colocam o pais, a presidenta, os governadores e os prefeitos de joelho. O Mantega, com sua retórica conseguiu a proeza de levar no bico este povo e  agora estão no desespero, o tempo do ajuste é mundial e o Brasil está atrasado, a taxa de desemprego da população já deveria estar acima dos 14%, logo as ações aqui serão mais as claras e vergonhosas, como esta reportagem mentirosa.

  29. Sempre medíocre

    Vera Magalhães sempre foi uma jornalsita medíocre. E entendo a preocupação do Nassif. De fato, é bom desmontar toda essa engenharia que se baseia em desejos e esquece os fatos, mas tamanha mediocridade nem merece tanta atenção. Hoje pela manhã quando comecei a ler o texto dela, parei logo no começo e me perguntei: que idiota acreditaria nisso? A resposta é óbvia, os leitores assíduos da Folha. Eles adoram fazer papel de trouxas. Isso os alimenta. 

  30. Palavra-patrulha

    De hoje em diante, está abolida a conotação por que as palavras só valem no seu sentido arbitrário. Os macacos reclamam que não é politicamente correto usar o nome da espécie para designar atraso evolutivo; os burros endossam as reivindicações pois  consideram rebaixamemto  associá-los a homens  com problemas cognitivos; não mais chamaremos nossa a amada de princesa para não ferir sentimentos republicanos, nem de flor, para não magoar o narciso; os mamões deixaram de ser mamões para não inflar o valor das mamas; a chuva reivindicará o ch  do seu nome uma vez que o mesmo não representa literalmente a substância; quem tirar a palavra do lugar, estará bulimdo com o mundo dos valores; quem bulir com o mundo dos valores, cutucara a menina do olho do capeta com vara curta; em  cada palavra haverá um árbitro e um policial; em cada um deles, uma paixão; em cada paixão, uma irracionalidade; e cada irracionalidade… 

  31. Jornalismo Espirita

    Foi infeliz em caracterizar como jornalismo espirita a má conduta de profissionais jornalistas, e demonstra que o Nassif nao entende e nao conhece nada da doutrina Espirita. 

    • Entender de leitura de textos….

      Não cabe tratar de entendimento sobre espiritismo. Cabe entender o recurso de linguagem do texto do Nassif e evitar descambar a coversa para o campo religioso. Já nos chegam as bancadas BBB que estão nos causando grandes estragos mais confundindo que esclarecendo a cabeça do eleitor perplexo.

  32. acerca do “jornalismo espírita”

    Prezado Nassif, bom dia!

    Sou assídua leitora das reportagens do Jornal GGN e hoje escrevo devido ao incômodo que tive ao ler sua publicação, intitulada “O jornalismo espírita invade encontro de Dilma com governadores”. Acho suas reflexões sempre de grande pertinência e, particularmente, fico indignada com o cenário de irresponsabilidade dos discursos atuais, jornalísticos ou não, que não se fundamentam em fatos (tema do artigo em questão). É realmente um absurdo!!! Todavia, em tempos de intolerância religiosa, como na atualidade, penso que sua escolha pela ideia de um “jornalismo espírita” não foi a mais adequada.

    Entendo o argumento da crítica à imaterialidade presente na reportagem que você analisa, mas atribuí-la a um suposto jornalismo espírita é um equívoco que pode contribuir para reforçar a discriminação e o preconceito contras os praticantes do espiritismo. Ainda que você discorde dessa linha de pensamento (filosófico e religioso), existe, de fato, um jornalismo espírita que, embora também com seus aspectos de imaterialidade, não tenta usar de subterfúgios da linguagem para distorcer fatos do cotidiano das pessoas ou da realidade política do Brasil.

    Jornalistas que utilizam desse artifício são IRRESPONSÁVEIS e altamente egoístas em seus proprósitos!!! Sua análise é de suma importância para o entendimento disso, porém, não podemos confundir a “realidade inventada” dessas pessoas com a conduta espírita. Fantasmas são alegorias, espíritos não necessariamente. Peço, como leitora assídua de sua coluna, que tome cuidado quanto a isso. A comunidade espírita agradece!

    Grande abraço!

  33. DIALOGA BRASIL

    CONVOCAÇÃO AOS ELEITORES DE DILMA

    54 milhões de Eleitores votaram em Dilma para Presidenta. Observem: 54 milhões de Eleitores, o que significa um número muito maior de Brasileiros que são Dilmistas.

    Há um site: Dialoga Brasil, onde a população pode dar sugestões para a melhoria do Brasil.

    No entanto, não podemos permitir que esses nazistas, coxinhas raivosos usem esse espaço para destilar seu ódio contra tudo e contra todos.

    CONVOCO que todos nós, brasileiros democratas e republicanos  nos manifestemos maciçamente no Dialoga Brasil, para mostrarmos a força e a confiança que temos no Brasil Democrático e na Dilma.

  34. Jornalismo espírita

    Aprecio os textos do Luiz Nassif, mas ele “pisou na bola” com essa de jornalismo espírita.

     

  35. Jornalismo tarja preta

    Essa é a já famosa “imprensa tarja preta”.  Esse “jornalismo” à la Vera Magalhães tornou-se o preferido entre os colunistas brasileiros. Pegam o fato e trabalham em cima dele o que acham e pensam  dos acontecimentos. E nem adianta colocar ao lado de uma coluna dessas, a reportagem com o que de fato se sucedeu, pois vão manter até o fim o jornalismo de suposições e esquizofrênico. 

  36. Muita gente preocupada com o

    Muita gente preocupada com o termo “jornalismo espírita”, deixando de se preocupar com a análise feita em cima do jornalismo “sobrenatural”. Vamos lá, gente, se preocupar com o teor da matéria e deixar de lado algum termo ou palavra que possa ter ofendido convicções religiosas.

    Quanto à Vera – ah, o que não faz a defesa do leitinho das crianças.

  37. Ovotavinho, a chocadeira de

    Ovotavinho, a chocadeira de jornalistas medíocres e incompetentes, provavelmente adorou o artigo dessa tal de Vera. E o que dizer de Ronaldo Caiado, ovo posto por Ovotavinho para chocar no jornaleco (haja rabo!)? Caiado é mais conhecido do que pena de rabo de galinha. Quem, em sã consciência, admitiria que Caiado traria algum tipo de ideia interessante para os leitores do jornalzinho decadente? Caiado repete seus jargões de sempre, os mesmo que costuma gritar no Congresso. Nada além disso. Exatamente ao gosto da chocadeira Ovotavinho.

  38. Esse blog já foi melhor, está

    Esse blog já foi melhor, está horrível !

    Postei criticca sobre o tíulo (infeliz) mais de 3 vezes e não liberaram.

    Ainda querem reclamar da veja, uol e outros canais que só permite comentário que lhes covém.

     

    vou ler um livro, pq até a informação fora do tradicionail está ficando ruim.

    • Concordo

      Piorou um bocado o nível dos comentários.

      Pra não banirem seus “comentelhos” experimenta jogar um corretor ortográrico, Sr. Ro-droga. Seu texto tá de lascar.

  39. titulo do artigo “jornalismo espirita'”

    Apesar de admirador da competência jornalistíca e intelectual do Nassif, fiquei indignado com a má comparação que ele fez à matéria entitulada “jornalismo espírita”. É um derespeito à doutrina espírita. Seria o caso de o Luis Nassif dedicar um pouco de seu tempo para entender o espiritismo, o que contriburia sobremaneira para seu enriquecimento não só intelectual, que já  é muito bom, mas também espiritual.

     

     

     

     

  40. Enfim, como demonstrou no

    Enfim, como demonstrou no Programa Roda Viva, quando “entrevisrou” a candidata a presidente Manoela D’avila, demonstra o baixo grau de profissionalismo, ética, educação e elegãnica em favor do ódio biliar pelo pensamento da esquerda do país. Um verdadeiro blefe como jornalista. Não dá para saber se seu semblante reproduzia inveja do talento e das conquistas da entrevistada, ou era resultado de uma possível prisão-de-ventre.

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