O mistério das tiragens da Veja

Mais um dado sobre o número de revistas que devem circular pelo país
 
 
Outro dia este blog informava que a VEJA, com UM MILHÃO E CEM MIL EXEMPLARES semanais levava, por isso mesmo, a maior parte da publicidade governamental.
 
Outro dia, num consultório médico, caiu-me às mãos um exemplar recente da Veja, acho que de 01 de julho de 2015.
 
Procurei, no expediente, a tiragem, mas a informação não aparece.
 
Contudo levei um tremendo susto: ali consta que aquela VEJA foi impressa na Gráfica Coan, em Tubarão, minha cidade natal.
 
Tubarão é a quinta ou sexta cidade catarinense, mas é bem pequena para o tamalho do Brasil.
 
Tem mais ou menos 100 mil havantes, menos do que um bairro carioca ou paulista.
 
Como então manter um parque gráfico capaz de imprimir, num fim de semana, UM MILHÃO DE EXEMPLARES DA VEJA?
 
E o resto da semana? Gráfica parada?
Além disso Tubarão não tem voos, não tem porto, e fica longe de tudo – como escoar tantas revistas, do Oiapoque ao Chuí?
 
Daí que aquele post que eu coloquei no comentário, de um ex-editor da Veja, que sua tiragem não passa de 100 mil, começou a me aparecer verdadeira.

39 comentários

    • Afinal temos que educar nossos jovens
       Diário Oficial de São Paulo17/04/2014 – Executivo I – Pag. 50 FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO com fundamento no Artigo 25, inciso I, da Lei 8666/93 e suas atualizações, a licitação, para o processo 15/00201/14/04,cujo objeto é a aquisição de 4.263 assinaturas da Revista “VEJA”, destinadas às escolas da Rede Estadual de Ensino, aserem fornecidas pela empresa ABRIL COMUNICAÇÕES S.A  com fundamento no Artigo 25, inciso I, da Lei 8666/93 e suas atualizações, a licitação, para o processo 15/00199/14/04, cujo objeto é a aquisição de 4.263 assinaturas do jornal “O ESTADO DE SÃO PAULO”, destinadas a todas as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo, a serem fornecidas pela empresa S/A O ESTADO DE S.PAULO  com fundamento no Artigo 25, inciso I, da Lei 8666/93 e suas atualizações, a licitação, para o processo 15/00200/14/04, cujo objeto é a aquisição de 4.263 assinaturas do jornal “FOLHA DE SÃO PAULO”, destinadas a todas as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo, a serem fornecidas pela empresa: EMPRESA FOLHA DA MANHÃ S.A   

      • assinaturas nas escolas

        Este ano, o governador paulista está fazendo cortes no orçamento de todas as Secretarias, inclusive na de Educação. Vamos ver se esses cortes atingem as assinaturas de jornais e revistas.

        Vamos observar.

  1. Veja

    Assim como cada cidade tem seu depósito de lixo, uma revista pode ser impressa em gráficas de várias cidades. A origem de um (nada) exemplar não serve como indicação da tiragem.

  2. Lá em casa essa revista de baixo nível não entra há 20 anos

    E nem Folha, Estado. E Rede Esgoto também não.

  3. Este  post abre caminho para

    Este  post abre caminho para uma melhor apuração desta bagaça.

    Com dois ou trez contatos pode-se desfazer o mistério.

    Provavelmente a gráfica em Tubarão faça parte de um pool de

    pequenas empresas que imprimam partes da tiragem. Cada parte

    responsabiliza-se – no expediente da revista- pelo trabalho

    profissional executado. A Abril não iria dar um “mole” desse. Ou não.

  4. Tudo na Veja é mentira, até a

    Tudo na Veja é mentira, até a tiragem.

    Tubarão é um nome bem sugestivo, combina com o caráter predador desse veículo fascista.

  5. A impressão é distribuída

    Desde que a internet permitiu a distribuição de arquivos fechados para impressão o serviço tem sido distribuído pelo pais para melhorar custos e prazos de logística. No Nordeste tb se imprime Vejas e até Cartas Capitais. Há já alguns bons anos. Não é por isso que a tiragem deva ser questionada. Há outros grandes indícios afora esse fato.

  6. Comparando-se o estado atual da tal “imprensa que já foi grande”

    com a queda dos regimes comunistas da Europa oriental, ocorrida há mais de vinte anos, aparentemente esta imprensa está na mesmíssima fase derradeira daqueles regimes: estavam acreditando em suas próprias mentiras. 

    Tal como essa, hã, digamos, estranha omissão da tiragem, apontada neste artigo. Claro, o objetivo de esconder a tiragem é enganar os anunciantes; mas como eles não são idiotas, rapidamente a verdade aparecerá – por um ídolo daquele garotinho de um conto infantil: “Mas o rei está pelado!”. Este ídolo certamente é alguém dentro desta editora, com raiva do que anda fazendo.

     

  7. Veja

    Eu gostaria de saber era se AINDA se encontra publicidade governamental.

    O que MIno escreveu na Carta Capital – compatilhado aqui no blog – é um tapa na cara de todos aqueles que sentem o ódio tomando ruas, subindo calçadas e se alojando em corações e mentes. Nada de espantar.

    Santo Agostinho, luminar da humanidade, escreveu que as coisas contraditórias, se és vazio de espiritualidade, são as mais facilmente explicáveis.

      

  8. Procure apurar melhor…

    Nassif,

    Procure apurar melhor esse tipo de acusação!

    Seu raciocínio é valido, porém muito hipotético.

    Essa acusação é grave. É roubo dos cofres públicos. Caso seja verdadeira, você desmonta a Veja, porém caso seja falsa será somente mais um processo na justiça na suas costas.

    São as regras do jogo da imprensa livre.

  9. O que tenho observado e a

    O que tenho observado e a diminuição da revistinha em salas de espera de consultórios médicos. Antigamente ela imperava, mas tem diminuido mt. Deo gratias ! Acho que até os antigos assinantes já não estão acreditando mais nela e vendo o nível a que chegou : decididamente uma revista PARTIDARÍSSIMA e atolada em mentiras. Além de sócia do Carlinhos Cachoeira.

    • Igual o que vejo.

      Sabe, a minha Dentista não tem mais Veja e nem TV à cabo.

      A Veja certamente espanta frequeses.

      E a TV à cabo ela tirou porque os clientes brigavam para escolher o canal.

      A TV, a Veja, a velha mídia no gerak criaram um clima beligerante no País e vão pagar alto por isto. Eles não vão sair por cima Lenita. Vai sobrar para todos eles.

      Um abraço,

      Alexandre! 

    • botando banca semanalmente

      Lenita,

      Dias desses fui ao centro resolver uns perrengues no escritório da fornecedora de energia da minha cidade.

      Passei por uma banca de jornais e revistas e não prestei atenção – como sempre faço – em nada (não sou detetive e detesto bisbilhoteiros, como são os meus vizinhos).

      Pois bem:

      Voltei ao estacionamento para buscar documentos esquecidos no carro e, na terceira vez que passei diante daquela “banca de jornais e revistas” me dei conta de uma realidade implacável: aquela bitaca estava tomada por penduricalhos de toda a sorte, comercializando desde balinhas várias e outras guloseimas baratas.

      Veja só, cara Lenita, a pergunta que não quer calar:

      Cadê os jornalões? Cadê o “O Estado de Minas”? Cadê a “Folha de S. Paulo”? Cadê as revistas seminais?

      (Eu apreciava as revistas semanais; aquelas com peitinhos, bundinhas e otras cositas mais de fora.)

      Me arresponda, por favor, Lenita, velha amiga, onde anda as edições dominicais?

      [video:https://youtu.be/u9gUgWETy7I width:600]

      Foram pra Juazeiro e não voltaram nunca mais?

      Bom domingo!

  10. Quetão de logistica

    Uma revista com a titagem da veja tem quer imprensa em um local que atenda a logistica de distribuição/escoamento.

    Não há nenhum local que atenda melhor a esse quesito que a cidade de São Paulo. Já tive empresa de manuseio de mala direta e despacho de publicações, sei do que falo. No mais das vezes um material que sai de Sampa para qulquer interior de qualquer estado chega ao destino primeiro que o mesmo material partindo da capital desse estado. É que quase todas as empresas transportadoras de todo o país e todas as grandes, possui uma filiar em aqui e conseguem echer um caminhão quase todo dia para a cidade onde tem matriz, portanto não é para atender a logistica que o material foi para Tubarão.

    O fato da edição ser fatiada entre várias graficas é muito comum quando se tem uma grande tiragem e a editora tem outras publicações e presta serviços para terceiros, o que é o caso da editora Abril. A revita Brasil Atual é impressa na Gráfica dos metalurgicos e dos Bancário. As duas gráficas comerciais prestam serviços a outros clientes e às vezes tambem elas subcontratam gráficas para prestarem serviços que pegaram e que não consegirão dar conta, ou por que a gráfica tá lotada e ela não quer peredr o cliente, ou por que houve quebra de equipamento, tambem muito comum.

    Portanto o mistério de tubarão continua, pois se a Abril quisesse repassar serviços para terceiros o melhor  a fazer seria procura uma grafica na cidade de São Paulo. Vou entrar no Googlemaps e volto para ver se minhas suspeitas se confirma. me aguarde:

    Voltei: A minha suspeita era de que a revista impressa em Tubarão estivesse próximo a um dos vários centros logisticos que os correios, que entrega a maior parte das publicações de todas as editora, tem em Curitibanos – SC, mas o percurso leva 4,49 minutos de carro e possui 296 Kms.

    Tem uma outra grande cidade próxima de Tubarão, Crisciuma que fica a 61 KM e 54 min. de distancia. Isso parece resolver o mistério, pois Crisciuma com certeza tem aeroporto com vôos direto para São paulo diariamente e talvez os Correios tem lá uma base logistica tambem.

    Que quiser que vai mais fundo, pois perguntas ainda precisam ser respondidas, como: Por que uma revista impressa em Tubarão é destinada a São Paulo e não aos assinates do próprio estado, alem do PR e RS?

     

  11. Varias gráficas?

    Admito a possibilidade de que a VEJA seja impressa em diversas gráficas, uma forma de diminuir custos de impressão e de distribuição, e de difícil acompanhamento pelo IVC.

    Mas por que Tubarão? Só se for para atender o sul, poid Tubarão fica a uns 300 km de P. Alegre e uns 500 km de Curitiba.

    Mas não tem voos comerciais há muitos anos, embora recentemente tenha sido inagurado o Aeroporto de Jaguaruna, a 40 km de Tubarão.

  12. Mais uma trambicagem

    Este lances deles dizerem a tiragem é uma grande trambicagem.

    deve ser algo do tipo o ibope (da globo) dizer que só a globo tem uma audiencia gigantesca…

    as empresaas criam uma medicao delas mesmas ( qua, qua, qua), para tirar vantagem e ENGANAR os anunciantes, sejam eles publicos ou privados.

    Que falta faz um sistema de verificação independente…

    é por isto que a globo anda desesperada. No dia que o gfk entrar em operacao, descobriremos o que todo mundo suspeita: fomos enganados, por anos e anos.

    o Silvio Santos que o diga…

     

     

     

     

     

  13. comprei na banca da praça

    comprei na banca da praça civica na lapa a venda casada veja do delator in pessoa mais estadão no mesmo saco cívico e lá no expediente da veja lê-se impressa na abril gráfica da freguesia do ó… nada de gráfica coan na cidade de tubarão, por coincidência, lá onde spielberg fez o famoso filme homônimo…

    creio que o denunciante apressado venal tubaronense deverá apurar sua denúncia, de sala de espera entediada de consultório, impressa em papel e a fonte cristalina, sob pena de somar mais um processo criminal nas costas quentes de seu nassif…

    outrossim, deverá também provar com documentação registrada, fotos de família e amigos da infância no face e redes sociais e depoimentos de tubaronenses ilustres de que nasceu de fato e direito e que viveu criança-esperança e que, neste tempo da vida do leitor de revistas sala de espera de consultórios quando era jovem denunciante em tubarão, o que fez ou deixou de fazer na vida besta de cidade portuária do litoral de santa catarina…

     

     

    • Desafio aceito

      Fui ‘à banca e adquiri  a revista aqui em Floripa por 12 reais. Escaneei a folha do expediente onde consta IMPRESSA NA COAN INDUSTRIA GRAFICA LTDA – TUBARÃO – SC  mas, infelizmente, não consigo colar neste espaço.

      Aguardo o blog se comunicar comigo para que eu possa enviar por email e a redação então transcreve aqui.

      Seria interessante se os colegas de outros Estados irem até uma banda e darem uma olhada para ver se encontram outros centros impressores.

       

      • A impressão deve ser

        A impressão deve ser descentralizada, para facilitar a distribuição. Bom mesmo seria se fosse para facilitar a destruição.

      • Recife

        Trabalhei por anos na produção da Quebecor World Recife e lá eram impressas a revista Veja para distribuição no Nordeste.

         

        Não sei se é assim hoje.

         

         

  14. Revista Veja

    Olha,quem tem medo da revista Veja ? Só petistas mesmos,se continuamos num país democratico a imprensa deve ser livre,não importa se a tiragem é uma dúzia ou um milhão. 

    Suas denúncias não são contestadas,portanto,verdadeiras quase todas até prova em contrário.

    Interessante que a defesa da imprensa livre não passa pelos bolivarianos, e publicidade que aceitam só a oficial,oriundas dos impostos da população,emprêsa privada não pode financiar nada , mesmo que tenha interesses nas publicidades ?

    VEJA nas bancas,compra e lê quem quer, Brasil um país livre que não aceita ditadura.

    • revista veja

      Antes de pedir auto-falencia a Sulfabril,sinõnimo de camisetas junto com a Cia Hering,comprou capa da “Exame” e gastou uma baba com propaganda realizada por agencia badalada/famosada na epoca. Jogou fora uma nota preta. veiculou em varios veiculos. nós os rep´resentantes fizemos a pesquisa junto aos nossos clientes,ate com tribos de indios no amazonas,ja que tinhamos uma distribuiçao de representantes  magnifica.Todo mundo garantia que a propaganda era excelente e todos juravam que tinham visto na Globo. Nao houve nenhum anuncio na rede globo.E um reflexo condicionado esse negocio publicitario no salvelindo.O mensalao teve inicio numa agencia de publicidade,(nosso posto ypiranga da corrupçao). Veja Globo e Cia de telefonia celular no Salvelindo,praticam o conto do paco,acredita neles quem é mais vigarista. Trabalhei na sulfabril 21 anos e 7 na Cia Hering.Camiseta ja foi 60% de uma campanha politica,E quem acredita que corrupaçao e “de’ ou ‘do’  pode tirar o cavalinho da chuva. Corrupçao é o sistema. E O Pt é o maior mane do pedaço.Nao sabe organizar o crime que os mestres praticam ha decadas.Como diz o empresario Senler nunca se roubou tao pouco no salvelindo. E para quem acredita em lisura e efeito publicitario ,a propaganda de cerveja com os esqueletos na praia não é da Skol e sim da skim. E a corrupçao do Psdb é debitada ao Pt.

    • VEJA

      Bira, acho que ninguém, seja esquerda ou direita, questiona a importância de divulgar denúncias. O que não aceitamos é o fato desse lixo impresso simplesmente ser totalmente parcial, ou seja, totalmente pró-direita. Por acaso você viu alguma matéria nesse folhetim sobre o trensalão, furnas, aeroporto de cláudio, ou o que quer que seja envolvendo bicudos?

      Cadê as matérias sobre o swissleaks, zelotes, castelo de areia só para citar alguns?

      Não leio essa nem nenhuma revista ou jornal impresso, muito menos assisto os noticiários dos canais abertos.Minha única fonte de informação é a internet e sites de discussões.

  15. Todas as hipoteses levam ao crime

    A minha:

    A tiragem de 1 milhão é verdadeira para tirar dinheiro dos cofres públicos, sendo que pelo menos 90% dessa tiragem ainda é comprada pelos governos estaduais ou municipais tucanos e do PMDB, talvez até governos do PT é capaz ( com tanto republicanismo petista).

    Os outros 8% se espalham pelas bancas, supermercados, consultórios (devem receber gratuitamente), só para fazer propaganda.

    E finalmente 2% de assinantes, que são aquelas “aberraçoes cognitivas” que acreditam que o Reinaldo Azevedo é jornalista e o Olavo Carvalho é filosofo.

  16. O tal de Conejo 10 vive no

    O tal de Conejo 10 vive no tempo do Gutemberg!!!!

    Não entende nada de impressão de revista!!!

    Hoje tem Internet meu caro!!!

  17. Nós paulistas que não

    Nós paulistas que não compramos a Veja estamos pagando por ela sim, porque o governo PSDB compra milhares de assinaturas e as distribui às escolas do Estado, para desgosto dos professores.

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