Por que o Jornal Nacional não deu o palavrão de Bolsonaro

Bolsonaro deitou e rolou no caso, a ponto de mandar a imprensa para a p.q.p., em uma churrascaria, sendo saudado como “mito” por suas milícias.

É curioso o comportamento da mídia em relação ao caso do leite condensado. Assim que divulgada, a notícia foi tratada como um escândalo da administração Bolsonaro. Não era. As compras foram feitas pelo Ministério da Defessa, como alimento para a tropa.

Aí se descobriram dados suspeitos. Uma pequena empresa, eirelli, com vendas de mais de R$ 3,5 milhões em um único contrato. Não batia. Mas, aí, não era mais um escândalo do Bolsonaro, mas problemas nas compras da Defesa.

Bolsonaro deitou e rolou no caso, a ponto de mandar a imprensa para a p.q.p., em uma churrascaria, sendo saudado como “mito” por suas milícias.

À noite, o Jornal Nacional nem mugiu nem tugiu. Nem o palavrão de Bolsonaro mereceu cobertura. Mais uma demonstração de que a cobertura de escândalos continua sendo filtrada e partidarizada.

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