TV Digital é avanço tecnológico desperdiçado por falta de vontade política, por Lalo Leal

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Imagem: Reprodução/Arte RBA

Da Rede Brasil Atual
 
 
Quantos canais públicos e comunitários não poderiam estar ocupando os novos espaços se uma lei de meios tivesse determinado a divisão do espectro entre eles e os privados em partes iguais?
 
por Lalo Leal
 

Agora é a vez de São Paulo. Depois do Distrito Federal chegou a hora do desligamento do sinal analógico de televisão na maior região metropolitana do país. São cerca de sete milhões de domicílios com TV que passam a receber a televisão digital aberta, uma inovação que põe fim aos chuviscos e aos ruídos, comuns no sistema analógico. Além de ampliar consideravelmente o número de canais oferecidos ao telespectador.

No espaço do analógico, por onde trafegavam as ondas de um canal de televisão, podem agora circular quatro canais ou até mais. Um aumento significativo de oferta televisiva que, infelizmente, não foi aproveitada para democratizar o setor. Quantos canais públicos e comunitários não poderiam estar ocupando agora esses novos espaços se uma lei de meios tivesse sido implantada no Brasil?

Bastaria que ela determinasse a divisão do espectro eletromagnético por onde trafegam os sinais de TV em três partes iguais destinando cada uma delas aos canais privados, aos públicos e aos comunitários. Aí sim a TV digital estaria indo muito além de imagens bonitas e sons cristalinos. Haveria também um avanço na qualidade dos conteúdos com a participação de novos realizadores, capazes de sacudir o marasmo que caracteriza a televisão aberta no Brasil. Perdemos essa grande oportunidade que a tecnologia ofereceu e a vontade política desprezou.

O processo para chegarmos ao atual momento de digitalização foi longo. A disputa pelo padrão internacional de televisão digital que seria adotado pelo Brasil foi intensa, com três concorrentes fortes: o japonês, o estadunidense e o europeu. Eles chegaram a esboçar uma disputa que parecia ser democrática. Especialistas representando cada um deles foram convidados a apresentá-los ao Congresso Nacional antes da escolha final do governo.

O padrão japonês, preferido pela associação entre o Ministério das Comunicações, chefiado na época pelo ex-global Hélio Costa, e a Rede Globo, não conseguiu montar a sua demonstração no Congresso a tempo, ou não se interessou por isso. Diante dessa ausência, os painéis dos outros dois concorrentes foram cobertos com panos para que ninguém deles tivesse conhecimento. O escolhido para ser implantado no Brasil foi o japonês, sem que os congressistas pudessem conhecer as vantagens e as desvantagens das possíveis alternativas.

Quando essa discussão começou havia a perspectiva otimista de tornar a TV Digital uma porta de entrada de cada domicílio no mundo da internet. Seria viável, tecnologicamente, transformar os receptores de TV em veículos de mão dupla. Eles não só receberiam as mensagens das emissoras mas dariam também ao usuário a possibilidade de se conectar com a rede mundial de computadores. Seria um avanço sem precedentes no mundo da comunicação brasileira. Possibilidade abandonada por não interessar às corporações comerciais, brasileiras e estrangeiras, envolvidas no processo.

O que ocorreu na prática foi uma subordinação da sociedade e do Estado aos interesses de uma empresa privada, a Rede Globo de Televisão, que praticamente determinou os rumos da digitalização da TV em nosso pais. Enquanto no Reino Unido e no Japão, por exemplo, foram as emissoras públicas – BBC e NHK, respectivamente – que ficaram à frente desse processo, aqui entregou-se uma ação estratégica para a nação a uma empresa privada comprometida não só com os seus próprios interesses comerciais, mas com os de parceiros internacionais, afrontando a soberania brasileira.

Agora, em termos de democratização da oferta televisiva, há pouco o que fazer. Em São Paulo estão no ar 44 canais digitais que ocupam esses espaços sem passar por qualquer crivo de controle de qualidade. Ou mesmo sem se saber a que tipo de interesses atendem. Estão lá as grandes redes de televisão em posições privilegiadas de acesso, os canais religiosos e algumas emissoras controladas por governos, estaduais e federal.

Salvo uma ou outra exceção, como é o caso do Canal Saúde ou da TVT, nos demais não se notam grandes esforços de criatividade e ousadia. Canais arrojados, como Arte 1 e Curta! poderiam arejar o rol de ofertas da TV digital aberta, elevando o seu nível de qualidade. No entanto, são vistos apenas pelos privilegiados que pagam pela TV por assinatura.  

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5 comentários

  1. Não tenho TV Fechada porque

    Não tenho TV Fechada porque não acho correto gastar com isso. E não assito a TV aberta devido a baixa qualidade. 

    • Há serte anos que desliguei o

      Há sete anos que desliguei o rádio e a TV, e fechei jornais e revistas. Mas não parei de me informar, inclusive por eles. Pelo processo de catação, em geral feito na internet. Ler o que quero ler; ver o que quero ver. Não o que me sugerem.

  2. SABER E PENSAR
    ESQUEÇA TUDO QUE LHE ENSINARAM E COMECE A APRENDER E TALVEZ A PENSAR

    PRELIMINARES

    O golpe de 2016 já provocou e continua provocando diversos danos ao Brasil e aos brasileiros. São mais visíveis e provocam imediata revolta os que exterminam empregos, extinguem garantias trabalhistas e direitos sociais e previdenciários, também os que alienam o patrimônio da Nação, especialmente os recursos não renováveis e estratégicos para soberania brasileira, além da desindustrialização que, em grande parte, é causada pelo Poder Judiciário. Mas há um malefício ainda maior que objetiva manter e aprofundar a ignorância, a submissão e prosseguir na didática colonial, com o reforço dos veículos de comunicação de massa, a grande mídia. É sobre este mal que trato neste artigo. Há um ditado latino que diz, “amicus Plato, sed magis amica veritas”, cujo significado pode ser assim traduzido: o conhecimento (a filosofia, Platão) é nosso amigo, mas a verdade é amiga ainda maior. Este adágio se contrapõe à divisa pitagórica: “magister dixit”, ou seja, o que o poder manda é sempre certo, que induz à submissão e à aceitação das “verdades” dos donos, do colonizador, dos “mestres” (!).

    ESQUEÇA TUDO QUE LHE ENSINARAM E COMECE A APRENDER E PENSAR

    Por uma educação que nos ensine a pensar, e não a obedecer!
    (Cartaz dos alunos do CIEP 449 Leonel de Moura Brizola, em Charitas,
    RJ, que recebeu o selo de qualidade Label France Éducation, divulgado
    pelo Blog Tijolaço, de Fernando Brito, 06/04/2017)

    Os islâmicos são terroristas. Os chineses são falsos. Japonês é tudo igual. Não recorda a marchinha carnavalesca dos anos 1950?
    No Japão é que é bom
    Japonês não passa mal
    Não tem mulher bonita,
    Nem feia, é tudo igual.
    Tudo isso, por ridículo que lhe pareça, foi-nos ensinado e causou o preconceito que, de tão bem assimilado, você o expõe no dia a dia à sua família e aos que convivem com você. E, como disse com propriedade e autoridade, na homilia dominical, o padre da paróquia onde moro: “a mentira se tornou o ar que respiramos”.
    É a doutrinação colonial europeia que forma seu pensamento e também a filosofia de ensino, tanto no Brasil quanto em todo mundo ocidental. E o engodo, a falsidade, a mentira, a qual se referiu o sacerdote, passam a ser o que recebemos sempre e todo dia. Pois como se poderia defender a submissão, o cumprimento irrefletido de ações que só provocam ganhos alheios e ainda atuar contra nossos próprios interesses? Isto não é possível com informação correta e com raciocínio crítico.
    Vejamos, como um exemplo, o caso do Islã, que o sistema financeiro, para aumentar seus ganhos e reduzir a população mundial, insuflou e frauda como único autor de “atentados terroristas” na Europa e nos Estados Unidos. O site de análise e notícia Réseau Voltaire, nos informa que (La Maison-Blanche se convertit à la démocracie, Thierry Meyssan, Damasco, 4 de abril de 2017) “a atual Irmandade Muçulmana não é uma irmandade árabe, mas constitui um ramo dos Serviços Secretos Britânicos. Eles não são muçulmanos, mas se disfarçam, por trás do Alcorão, para melhor fazer avançar o imperialismo anglo-israelita” (tradução livre).
    Agora, confiantes que as orelhas que lhe implantaram estão firmes e robustas, os colonizadores, que destruíram o Iraque com alegações da ligação entre Saddam Hussein e a Al-Qaeda e da sua produção de armas altamente letais – afirmações nunca comprovadas -, pretendem destruir outro país: a Síria, onde mercenários da Nova Ordem Mundial ou, como denomino, da banca, lançando armas químicas contra população civil, servem de pretexto para os Estados Unidos da América (EUA) bombardearem a província de Homs. Ainda acredita?
    Primeiramente é relevante entender que o Islamismo, diferentemente do Catolicismo, por exemplo, é tanto um credo religiosos como um tipo de comunidade civil. A palavra islã tem sua melhor tradução para submissão. Ou seja, a entrega sem discussão da vida às regras não só religiosas mas de comportamento e organização social. Assim o dirigente no mundo islâmico é um religioso, tanto nas questões de fé quanto nas de Estado. Diferentemente de um católico que tem seu dirigente espiritual no Papa, qualquer que seja sua nacionalidade, escolhido por um seleto grupo de religiosos, e seu dirigente social o Presidente, escolhido pelo voto dos cidadãos de seu país. A divisão entre a fé e a cidadania não existe no mundo islâmico.
    Pode-se até entender que esta identidade civil/religiosa islâmica vem mantendo uma sociedade estática, fechada às transformações sociais, desde o início da Idade Moderna. Tal como há constantes surtos assassinos em massa nos EUA, em universidades, escolas, boates e outros locais de concentração de pessoas, o islã provoca em alguns seguidores a ira aos infiéis. Mas nisto os exemplos históricos de inquisições, holocaustos, pogroms e lava jatos são numerosos e em toda parte.
    O grupo humorístico Porta dos Fundos apresentou, em 25 de março passado, pelo youtube, o vídeo JAPA, que ironiza, com a inteligência e criatividade daquele grupo, o preconceito qua a marchinha carnavalesca já demonstrava (portadosfundos.com.br/video/japa).
    E poderíamos continuar enumerando os preconceitos contra os pobres (porque não querem trabalhar), os negros (indolentes e incapazes), os nordestinos (sempre preguiçosos) e um sem fim de alienações típicas de nossa burguesia e mesmo de grande parte do nosso povo. Por que esta dificuldade de ver o que está diante de nossos olhos?
    Não seria eu nem um simples artigo o campo capaz de explicar todo o fenômeno de construção ideológica de uma sociedade, dominada pelos séculos por uma aristocracia cruel e hábil.
    Veja, no rol das desinformações e mentiras, um caso bastante antigo: a Magna Carta, criadora da “democracia ocidental”, não é mesmo? Falso. Recordemos a Inglaterra do início do século XIII. João Sem Terra, cujo epíteto deixa entrever o possível desejo, governante impopular, ameaçava apropriar-se das terras que seriam deixadas pelos barões como herança a seus filhos. Estes filhos, em parte, estavam retidos por João para garantir o apoio dos pais nas lutas políticas, religiosas e com monarcas estrangeiros. Foi então que estes barões, conduzidos por Roberto Fitzwalter, pressionaram o rei para firmar um documento, a Magna Carta, onde estaria garantido o direito de sucessão das terras daqueles nobres. João Sem Terra morre em 1216, um ano após assinar a Carta, e é sucedido por seu filho Henrique III, pouco interessado em honrar o compromisso paterno. Novamente os barões o obrigam a firmar uma segunda Magna Carta, em 1225, com 37 artigos, garantindo os direitos da nobreza. Onde está a democracia? Num acordo dos aristocratas? Nas garantias patrimoniais da nobreza?
    Cheguemos a outro exemplo: a falsidade oriental. O Oriente se desenvolveu sob duas perspectivas distintas: a do homem submetido a um ser superior, as religiões da Índia basicamente, e do pensamento não transcendente do Confucionismo. Há um texto muito interessante de Nguyen Khac Vien (Confucionisme et Marxisme, em Expériences Vietnamiennes, Éditeurs Français Réunis, Paris, 1970): “o marxismo não confundia o espírito dos confucionistas ao centrar a reflexão do homem nos problemas políticos e sociais: a escola confucionista não fazia outra coisa” (tradução em Letícia B. Canêdo, A descolonização da Ásia e da África”, Atual Editorial, São Paulo, 1985).
    Fico imaginando a dificuldade de ingresso na China do Budismo indiano e do Cristianismo ocidental. Talvez as diversas narrativas, os relatórios de viagens, os romances e mesmo estudos de europeus e americanos sobre as dificuldades e a precariedade das conversões sejam, ao menos em parte, resultantes desta incompreensão do sentido de vida não teísta, dominante no pensamento chinês. Daí para imputar-lhes um comportamento hipócrita não se dá nem um passo: é a desconstrução de tudo que não reconhece ou que não se submete a seus desígnios. O ignoto é sempre um inimigo, não é mesmo?
    Agora expanda estes preconceitos, esta “falsa cultura” tão comum e corrente entre nós. Você não acreditava e divulgava que a Friboi, do Grupo JBS, era do filho do Lula? Que uma Escola Agrícola em São Paulo era a fazenda do Lula? E que vivíamos numa epidemia de corrupção com uma Presidente reconhecida e comprovadamente honesta? Como também chamaram anteriormente um fazendeiro gaúcho e nacionalista de comunista? O que faltam são informações verdadeiras, capacidade de entender o que é interesse de grupo nacional ou do estrangeiro, que vantagens estão sendo atingidas e quem as detém, enfim, o saber e a crítica que, sob o manto diáfano da fantasia, lhe cobrem a nudez forte da verdade (obrigado Eça de Queiroz).
    Quase diariamente, as redes de televisão lhe impõe ideias absolutamente errôneas de que para administrar sua casa ou uma empresa ou o País são requeridas as mesmas ações, exigidos os mesmos princípios. Mas nem é por isso que o Brasil está afundando, não é mesmo Sardenberg Leitão? Os menos cínicos ou mais responsáveis já não insistem no ajuste das contas domésticas e das contas nacionais serem igualmente necessários e acarretarem as mesmas consequências. Talvez já haja até quem questione o falso mito da indispensabilidade de um superavit primário.
    Da obra do pensador saxão Johann Gottlieb Fichte, tiramos interessantes percentuais que não só retratavam um momento do Império Alemão, mas demonstravam o ideal do ensino elitista, aristocrático e excludente. Ao final do século XVIII, início do século XIX, apenas 0,5% das crianças, filhos da elite, frequentavam um tipo de escola que denominavam “academias”, 5,5% eram destinadas às escolas chamadas reais e todas as 94% restantes iam para as escolas populares.
    Claro que os aristocratas mantinham naquelas “academias” a didática, a metodologia e os conhecimentos para que seus filhos e descendentes continuassem a dirigir, a decidir e a comandar. Abaixo destes era educado um grupo de executivos, assistentes e auxiliares, capazes de fazer valer as ordens superiores, fiscalizar e controlar suas execuções – nosso conhecido capitão-do-mato, seja travestido de parlamentar, de magistrado, de policial, de professor ou de analista financeiro. O povo (94%) aprendia a ser “bom cidadão”, cumpridor das normas e ordens superiores, e a não pensar.
    Sem a estratificação germânica, outra coisa não pretendem os formuladores das “escolas sem partido”, com o fim dos programas “ciência sem fronteiras” e “iniciação científica”, com a falta de verba para as bolsas escolares e para as “Olimpíadas de Matemática”, e, como um toque de ridículo, os devaneios do vereador paulistano Fernando Holiday, do DEM e do MBL (Movimento Brasil Livre), que passa a correr escolas, em São Paulo, ameaçando alunos e professores por pensarem, por refletirem a triste realidade educacional do governo golpista.
    No exemplar da quinta-feira, 6 de abril de 2017, o Monitor Mercantil noticia que dados do levantamento feito pelo movimento Todos pela Educação, com base nos resultados da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) de 2014, apontam que as desigualdades na qualidade da educação começam cedo. O Brasil, assim, repete a Alemanha do século XVIII. Vamos aos dados:
    “Entre as crianças que pertencem a camadas mais pobres da população, ou seja, cuja família tem renda de até um salário mínimo (R$937,00), apenas 45,4% têm o nível adequado, estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC), em leitura, 24,9%, em escrita e 14,3% em matemática. Entre crianças de famílias mais ricas, com renda acima de sete salários mínimos (R$6.559,00), estes percentuais aumentam: 98,3% têm nível considerado adequado em leitura; 95,4% em escrita e 85,9% em matemática.”
    Observem que estes dados precedem o golpe de 2016. Se a situação já era crítica, aonde chegaremos com estes atuais dirigentes? São as maquinações, as trapaças, as tramas, o absoluto desprezo pelos brasileiros e pelo futuro do Brasil, enfim todo este lodo que envolve os poderes brasileiros que nós, patriotas, nacionalistas, verdadeiros cidadãos, colocando disputas e diferenças políticas de lado, temos que, unidos, combater. Não se trata de questão ideológica mas de uma ortopraxia dos autênticos democratas.
    Pedro Augusto Pinho, administrador aposentado

  3. “Quantos canais públicos e

    “Quantos canais públicos e comunitários não poderiam estar ocupando os novos espaços se uma lei de meios tivesse determinado a divisão do espectro entre eles e os privados em partes iguais?”

    Não é tão simples assim!

    A Globo é a maior, quase única, não pelo fato de monopólio em si, e sim pela combinação de poder político (É parte primordial da estratégia americana de dominação do Brasil) e poder de mercado por realimentação: é a maior, quase única, por isso atrai 80 por cento dos recursos do setor o que lhe dá autonomia pra ter um produto de menor desqualificação (prefiro ao termo qualidade) e continuidade na grade de programação, fator fundamental para prender o telespectador.

    As pessoas ligam na Globo de manhã num consultório, bar ou mesmo residência porque durante todo o dia vai ter algo de qualidade entre razoável a boa; às vezes até excelente. Muito raro, mas tem. Já as outras emissoras é um tal de jogo de corpo sem pra preencher as vinte e quatro horas com pautas minimamente interessantes.

    Meu estado é uma merreca em termos de tamanho e em 1980 tinha apenas sete emissoras de rádio e duas de TV. Na década seguinte viu isso pular pra 27 emissoras de rádio e umas quatro de TV. A pouca qualidade do rádio desapareceu, quase que por completo, e a da TV mais se acentuou como meras reprodutoras de conteúdo paulista.

    Importa o meio, sim; mas principalmente a produção de conteúdo.

     

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