Xeque, nossa agência de combate aos fake news

Xeque será novo serviço de checagem de fake news

Não se limitará a analisar fatos, mas também as narrativas escondidas em cada reportagem checada, partindo do pressuposto que pôde-se contar uma mentira com dois fatos verdadeiros.

Por exemplo, no nosso Xeque de estreia:

  1. O STF autorizou a prisão de Lula.

  2. O STF aceitou a denúncia contra Aécio.

  3. Logo, o STF é isento.

Há, obviamente, uma manipulação da narrativa, na medida em que não se analisam as implicações de cada condenação no jogo político. De um lado, o candidato favorito à presidência da República nas próximas eleições; de outro, um candidato que possui menos de 1% das intenções de voto para governador em Minas.

O termo Xeque foi tomado do xadrez. É quando o rei adversário (no caso, a notícia) é ameaçado.

Pretendemos alimentar o Xeque com contribuições de vocês, leitores e assinantes. Os temas preferenciais são:

  1. Fake news jurídicos.

  2. Fake news econômicos.

  3. Fake news políticos.

 

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3 comentários

  1. Homens, negros e jovens

    Homens, negros e jovens também são os que mais matam

    Lendo o comentarista :”’“Traçar o perfil de quem mata no Brasil, por outro lado, é uma tarefa mais difícil, devido à ausência de dados oficiais e à falta de conclusão das investigações sobre a maior parte dos casos.”

           No domingo passado, O Antagonista destacou um consenso entre especialistas ouvidos pelo G1: “o perfil de quem mata é parecido com o perfil de quem morre”.

    Neste sábado, a Folha confirma a tese.

    Nos 61.283 casos de mortes violentas ocorridas em 2016 no Brasil, a maioria das vítimas são homens (92%), negros (74,5%) e jovens (53% entre 15 e 29 anos), segundo o jornal.

          “Traçar o perfil de quem mata no Brasil, por outro lado, é uma tarefa mais difícil, devido à ausência de dados oficiais e à falta de conclusão das investigações sobre a maior parte dos casos.

    Alguns estudos, porém, oferecem pistas. Um dos mais reveladores é ‘Mensurando o Tempo do Processo de Homicídio Doloso em Cinco Capitais’ (2014), da pesquisadora da FGV Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro, que identifica gargalos na Justiça criminal.

    O trabalho analisa mortes ocorridas em 2013, com autoria identificada, em Belém, Belo Horizonte, Goiânia, Porto Alegre e Recife.

    Os autores dos crimes tinham as mesmas características da maioria das vítimas: homens, negros e jovens.”

     

  2. Nassif,providencial
    Nassif,providencial iniciativa,nós do povão somos facilmente manipulados,temos uma terrível dificuldade de interpretação de texto e fatos,fruto do ensino defasado e do comodismo!
    Obs:Há uma demanda fortíssima tb Nassif na “área comparativa econômica de preços/lucros/custos de produtos e serviços mundiais” (outros países)em relação aos do Brasil ,equiparados com a renda,seria interessante um “equiparômetro”disto em porcentagens p q nós do povão efetivamente caiamos na realidade e percebermos o quanto “somos roubados”Nassif NÃO TEMOS NOÇÃO DE NADA,já estamos acostumados à barbárie,sei que podemos mais,só precisa orientação e incentivos !

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