Movimentos unidos em Jornada Nacional Lula Livre

Jornal GGN – No Dia Mundial dos Direitos Humanos, que é celebrado no dia 10 de dezembro, foi escolhido como o dia em que se inicia a Jornada Nacional Lula Livre. O Comitê Nacional Lula Livre, junto aos movimentos da Frente Brasil Popular iniciam as ações em vários pontos do país. A Frente Brasil Popular conta com mais de 80 organizações.

No dia 10, segunda-feira, um grande ato foi convocado para a sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, às 18h, com a presença de representações políticas de vários países.

A partir desta data, os movimentos sociais assumem ações de solidariedade por todo o país, dialogando com a sociedade sobre a injustiça cometida contra o ex-presidente Lula, preso há oito meses, em Curitiba. Atos públicos, panfletagens, lançamentos de comitês e outras ações marcarão a presença dos movimentos sociais na luta. A intenção não é só alcançar o Brasil inteiro, mas alardear internacionalmente a prisão injusta de Lula e exigir sua liberdade.

João Paulo Rodrigues, dirigente do MST, explica que serão feitas atividades de solidariedade a Lula em todo o país e que a sociedade se mobilize unida contra esse processo injusto que ‘perseguiu e prendeu nossa maior liderança política’. Rodrigues conclama a militância a lotar a sede do Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo, na noite de segunda. ‘Todo militante que estiver em São Paulo tem a obrigação de estar presente em defesa do Lula’, diz ele.

A primeira Confererência Internacional em Defesa da Democracia acontece entre os dias 10 e 11, parte da luta ampla em defesa de Lula. O evento foi organizado pela Fundação Perseu Abramo junto com o Comitê Internacional Lula Livre e a Secretaria de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores.

A Conferência, que será realizada em São Paulo, tem representantes das principais organizações de esquerda da Espanha, Uruguais, Portugal e do Parlamento Europeu. A intenção é que importantes atores mundiais possam discutir e elaborar sobre a luta pela democracia e a resistência a retrocessos nas políticas públicas, inclusão social e política externa, bem como sobre a criminalização dos movimentos populares.

 

 

 

2 comentários

  1. MPF fez vista grossa prevaricante

    O MPF se justificou, por não ter incluído o nome do motorista do Bolsa Anário Filho nas apurações, com as seguintes palavras:

    “Como o relatório relaciona um número maior de pessoas, nem todos os nomes ali citados foram incluídos nas apurações, sobretudo porque nem todas as movimentações atípicas são, necessariamente, ilícitas”. – MPF

    E como o MPF chegou à conclusão de que algumas movimentações atípicas feitas por pessoas cujos nomes constam do relatório eram ilícitas?

    Ora, porque seus nomes foram incluídos nas apurações.

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