Para Stédile, saída da crise é com o povo na rua

Do Sul 21

 
Do Coletivo de Comunicação da Bahia 

Que passos precisam ser dados pela classe trabalhadora para avançarmos na luta contra a ofensiva conservadora da direita?

Essa foi uma das perguntas que norteou o debate realizado neste último sábado (09), no Museu da Moeda, localizado no Pelourinho, em Salvador, na plenária dos movimentos sociais.

O encontro debateu o atual cenário político e construiu, junto com os movimentos sociais, centrais sindicais e partidos de esquerda estratégias de lutas coletivas em defesa dos direitos da classe trabalhadora.

Além disso, a plenária fortaleceu a Frente Brasil Popular através da formação e da unidade política. Mais de 200 pessoas estiveram presentes, porém, o protagonismo da juventude e da pauta feminista na luta de classes garantiu inserir diversas bandeiras de luta na leitura política.

Crises 

Iniciando as discussões, João Pedro Stédile do MST ressaltou que o Brasil está vivendo um momento gravíssimo de sua história. “A chamada crise”, afirmou.

Para ele o país vive quatro tipos de crise. A social, em seguida, a crise econômica, depois a política e por fim, uma crise ambiental.

“Na social, a crise se revela a partir da negação, ou no não acesso de direitos conquistados pela classe trabalhadora e como essas influenciam diretamente no fortalecimento das desigualdades sociais. Exemplo disso, são os diversos empasses na educação e na saúde”, destacou.

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11 comentários

  1. “para avançarmos na luta

    “para avançarmos na luta contra a ofensiva conservadora da direita?”

    Fala como se fosse uma coisa ruim, o grande inimigo dos trabalhadores não são os conservadores nem a direita.

    O grande inimigo do trabalhador são os malandros como Stédile, e Marcelo Odebrecht e cia, eles tem o mesmo objetivo, obter ganhos privados tirados da coletividade.

    Eles usam meios politicos para fazer o mesmo que o assaltante de posto de gasolina, só que o posto é os cofres públicos.

    Malandros não tem ideologia, só objetiva enriquecer as custas dos manés.

     

    • Mais vocês espantaram o povo

      Mais vocês espantaram o povo por serem miqueiros. Basta ver o fracasso do último coxinhaço.

  2. Qual povo na rua? Os

    Qual povo na rua? Os 8%?

    Nossas leis são frouxas, esse invasor de propriedade privada e pública já deveria ter sido enquadrado…

  3. alguns criticam, mas foram os

    alguns criticam, mas foram os movimentos sindical e social

    e a sociedade civil

    que garantiram a passagem da ditadura para a democracia..

    e será o mesmo povo na rua que garantirá democracia, não há dúvida….

    porque se deixar na mão da direita com suas falácias

    e falsos panelaços , estamos ferrados…

    • A esquerda não detem o

      A esquerda não detem o monopólio da virtude.

      A esquerda e a direita tem os mesmos objetivos, melhorar a vida dos brasileiros, a diferença são os meios, para a esquerda é o estado que deve ser o protagonista, para a direita é a sociedade direta ou indiretamente pelas suas instituições que deve ser o protagonosta.

       

  4. + comentários

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