A História de Velha Guarda, de Américo de Santos, na voz de Blecaute

Luciano Hortencio foi buscar no Arquivo Nirez a pérola que apresenta hoje, com o querido Blecaute

A História de Velha Guarda, de Américo de Santos, na voz de Blecaute

por Luciano Hortencio

Beto Paixão, do youtube, pediu-me para publicar algumas músicas que seu pai adora, porém não as encontrou. Dentre essas está a excelente marchinha VELHA GUARDA, na voz do querido Blecaute.

Obviamente encontrei-a no Arquivo Nirez, cujo criador e mantenedor jamais deixou de atender um pedido de envio de fonograma que faço.

Procurando fotos para ilustrar o vídeo, dei de cara com a excelente matéria da lavra de Everardo Lopes, publicada no Correio da Manhã em 13 de fevereiro de 1955, onde se rememora a história dos grandes blocos carnavalescos e o próprio Américos dos Santos. jornalista e compositor, fala de sua VELHA GUARDA, imortalizada por Blecaute.

A matéria é imperdível, porém tem continuação na 9ª página, que você encontrará em memoria.bn.br.

Coisas que o tempo levou.

Nós somos a Velha Guarda
E a mocidade vamos saudar
Pedindo aos foliões a permissão
Para uma apresentação.(bis)

Ai, ai, ai que saudades que eu tenho
Do Rosa Branco querido
Do Ameno Resedá e o Abacate

Ai, ai, Miséria e Fome famoso
Do Manacá tão glorioso
Do velho Estácio de Sá.

Nós somos da Velha Guarda
E a mocidade vamos saudar
Pedindo aos foliões a permissão
Para uma apresentação.(bis)

Blecaute – VELHA GUARDA – Américo dos Santos, Blecaute, Amaral.
Disco Copacabana 5.360-B.
Janeiro de1955.
Arquivo Nirez.
Coisas que o tempo levou.
luciano hortencio.

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