A morte de Everardo Castro

Por Helô

Morreu Everardo Castro

Do dicionário Cravo Albin:

Everardo participou ativamente dos fundamentos da bossa nova.

Apresentou-se em vários shows integrando um conjunto de jazz ao lado de Paulo Moura, João Donato, Bill Horne, Tião Marinho, João Luiz e Bebeto Castilhos. Sobre ele escreveu Radamés Gnatalli: “Algumas melodias de Everardo evocam passagens de Debussy. Gosto do seu trabalho. Trabalho delicado e que atinge a alma”.

No ano de 2001 compôs em parceria com João Donato “Amazonas: Um Poema Sinfônico”, com libreto escrito por Ricardo Cravo Albin. A sinfonia teve sua estreia em setembro deste mesmo ano no Teatro Amazonas, Manaus, executada pela Amazonas Filarmônica, regida pelo maestro Luiz Fernando Malheiro. Entre suas composições mais conhecidas destacam-se: “Um simples olhar”, “Fecho os olhos”, “Brancas nuvens”, “Beijo enganado”, “Guevara”, “Danzon para Carmem”, “Lai” e “Sinfonia da Vitória”, obra elogiada por Tom Jobim. Compôs também com João Donato “Uma Fantasia Cubana” e com Francis Hime a ópera “Anita” (saga de Anita e Giuseppe Garibaldi).

Em 2003, escreveu um dos movimentos da “Rapsódia do Choro”, ao lado de Altamiro Carrilho, Guinga e José Paulo, com roteiro criado por Ricardo Cravo Albin.

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