Asas do Progresso – Quebra cabeça resolvido!, por Luciano Hortencio

Segundo informações contidas no "RECÔNCAVO", a música foi feita em homenagem ao Aeroclube de Nova Iguaçu e aos brevetados de 1951

Asas do Progresso – Quebra cabeça resolvido!, por Luciano Hortencio

Fonograma a ser identificado.
Carlos Carrié – ASAS DO PROGRESSO – Francisco Manoel Brandão.
Graças a Nereida Ferreira Neto Rodrigues de Almeida e Salvador Lacerda Falcão, já temos o título e autoria da belíssima canção. Conseguiremos, se Deus quiser identificar o intérprete e os dados da gravação.
Hoje, madrugada de 16 de julho, recebi email de Rodrigo Manique, informando ser o intérprete de ASAS DO PROGRESSO o seu pai Carlos Carrié.
Ronaldo encontrou anotações sobre a gravação, que foi uma das primeiras que gravou em conjunto, quando ainda estava no Exército.
Final absolutamente feliz para a identificação de tão linda composição e gravação.
Coisas que o tempo levou.

O amigo Rodrigo Manique, filho do cantor e compositor gaúcho Carlos Carrié, enviou-me vários fonogramas na interpretação de seu saudoso pai, inclusive BALCONISTA e NÃO ME CHAME DE SENHOR, raríssimos e que até ontem não estavam disponíveis para audição em nenhum site, blog ou canal youtube. Agora já estão em nosso canal youtube luciano hortencio.
Dentre os vários fonogramas que enviou-me estava esse. Não consegui identificá-lo e peço ajuda para isso.
luciano hortencio.

O amigo Salvador Lacerda Falcão enviou-me o PDF Recôncavo, recebido da amiga Nereida Ferreira Neto Rodrigues de Almeida, que traz excelentes informações sobre o fonograma. Trata-se da canção ASAS DO PROGRESSO “Azas do Progresso”, da autoria do folclorista e poeta paraense Francisco Manoel Brandão.
Segundo informações contidas no “RECÔNCAVO”, a música foi feita em homenagem ao Aeroclube de Nova Iguaçu e aos brevetados de 1951, tendo sido publicada na edição nº 1.814 do Jornal correio da Lavoura. edição de 23 de dezembro de 1951.
Recôncavo: Revista de História da UNIABEU – ano 3 – número 4 – julho de 1913 – Marcos Paulo Mendes Araújo.

Asas, pelo espaço
Abertas de par em par
Mensageiras do progresso
Sobre o eterno, realidade
Sobre a terra, sobre o mar
Acenai no espaço infinito
Aos heróis que não voltaram
O adeus de todos nós
O adeus de todos nós
No trepidar dos motores
Deixai que os bravos condores
Levem ao céu a nossa voz
Levem ao céu a nossa voz.

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