“Piercing”, de Zeca Baleiro

“Duas canções, duas queixas, duas mágoas. Uma é antiga, um samba clássico que foi gravado inicialmente pelo cantor Raul Moreno em 1957, sem muito sucesso; regravada em 1964 por Elizeth Cardoso foi sucesso de público e crítica. A outra, mais contemporânea, é um rap de autoria de um dos nomes mais respeitados da atual música popular brasileira, e foi gravada em 1998. As duas contém uma ordem enérgica gerada pela dor de um abandono, pelo desgosto de uma banalizada troca. Mais de quarenta anos separam A Flor e o Espinho, de Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, com Piercing, de Zeca Baleiro, porém, ambas contém o desabafo por conta de um amor desrespeitoso que se foi, cada qual dialogando com o tempo que a cerca, expressando-se ao seu modo.” (Yerko Herrera)


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